Resumo sobre os 12 Apóstolos
 
 
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Postado em: 15/09/15 às 15:36:32 por: James
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Abaixo um resumo sobre os 12 Apóstolos de Cristo, com o qual você poderá entender o como e o porquê da doutrina da Morada dos Apóstolos de Jesus. Os estudos são feitos de forma didática consubstanciadas nas escrituras sagradas da Bíblia e, ainda, dividida de maneira alegórica em 14 etapas, sendo a primeira a condição de Homem, ou seja, o homem pecador, seguindo depois pelos 12 Apóstolos até que você chegue ao Paraíso. Tais estudos vão de batismo em batismo, de acordo com a própria força e vontade espiritual do pretenso Apóstolo.

Os estudos são dados em batismos por meio de leituras de escrituras relacionadas em grupo de 7 por batismo, seguindo a temática de que Deus criou o mundo em seis dias e descansou no sétimo. Em sendo assim, cada batismo contém 7 escrituras, ou seja, 7 escrituras para o batismo homem pecador, 7 para o Apóstolo André, seguindo a mesma situação para os Apóstolos Bartolomeu, Filipe, João, Judas Tadeu, Mateus, Paulo, Pedro, Simão, Tiago de Alfeu, Tiago de Zebedeu e Tomé, indo depois, pois, ao batismo Paraíso...


Resumo sobre o Homem Pecador:

 

- Homem Pecador
O desejo de Deus é o de que os homens saibam que não podem depender absolutamente de seus próprios egos. Deseja que confessem suas falhas, fraquezas e egoísmos. Deseja que tenham consciência do que nunca tiveram antes, isto é, deseja que estejam cônscios da total insuficiência humana e que admitam, pois, não crerem somente em seus próprios poderes, ignorando a força Divina. Os homens não poderão permanecer felizes e abastados em nenhum momento, e que, não for somente pela Divina Providência, nada poderão fazer ou ter. Deseja que todos os homens, então, possam ser quebrantados pelo Amor de seu Filho, Jesus Cristo, para que não ousem mais tomar nenhuma ação independente ou, abrigar nenhuma atitude fora Dele. De outra forma, o fim inevitável será a miséria e infelicidade.

Que Deus tenha misericórdia de todos os homens!

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Resumo sobre os 12 Apóstolos:

 

-  Apóstolo André: André, irmão de Pedro (Apóstolo), nasceu no povoado de Betsaida. Também era pescador. Viveu em Cafarnaum, na casa de seu Mestre. André fora um discípulo de João Batista, segundo o Evangelho de João cujo testemunho levou o próprio André e João, o Evangelista, a seguirem Jesus. André imediatamente reconheceu Jesus como o Messias, e apressou-se a apresentá-lo a seu irmão . A partir daí os dois irmãos se tornaram discípulos fiéis de Jesus. Numa ocasião posterior, antes do derradeiro chamado ao Apostolado, passaram a ser companheiros mais íntimos, e abandonaram todos os seus pertences para seguir Jesus.

André é mencionado nos evangelhos por estar presente em diversas ocasiões de importância, como um dos discípulos mais próximos de Jesus.

 

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- Apóstolo Bartolomeu: Falta-nos informação sobre a identidade do Apóstolo chamado Bartolomeu. Ele só é mencionado na lista dos Apóstolos (Jó 1.45). Além do mais, enquanto os Evangelhos sinóticos concordam em que seu nome era Bartolomeu, João o dá como Natanael. Crêem alguns estudiosos que Bartolomeu era o sobrenome de Natanael.

A palavra aramaica "bar" significa "filho", por isso o nome Bartolomeu significa literalmente, "filho de Talmai". A Bíblia não identifica quem foi Talmai.

Supondo que Bartolomeu e Natanael sejam a mesma pessoa, o Evangelho de João nos proporciona várias informações acerca de sua personalidade. Jesus (Jó 1.47). Diz a tradição que ele serviu como missionário na Índia e que foi crucificado de cabeça para baixo.

 

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- Apóstolo Filipe: Nascido em Betsaida, na Galiléia. Jesus encontrou-se com ele pela primeira vez em Betânia, exatamente na ocasião em que perdeu o pai. É interessante notar que Jesus chamou Filipe individualmente, enquanto chamou a maioria dos outros em pares. Filipe apresentou Bartolomeu ao Mestre, e Jesus também chamou Bartolomeu para segui-lo. Esteve presente na multiplicação dos pães ao reunirem cinco mil pessoas para ouvir Jesus. Filipe perguntou ao Senhor como alimentariam a multidão: "Não lhes bastariam duzentos denários de pão para receber cada um o seu pedaço". Na última ceia, enquanto os discípulos tomavam a última refeição com Jesus, Filipe disse: "Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta". Jesus respondeu que eles já tinham visto o Pai. Ficou profundamente impressionado sobre o Mistério da Trindade relatado por Jesus, durante a última refeição. Era um judeu helenístico e, antes de tudo, um evangelista para as sinagogas judaicas de língua grega.

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- Apóstolo João: Felizmente, temos considerável informação acerca do discípulo chamado João. Marcos diz-nos que ele era irmão de Tiago, filho de Zebedeu (Mc 1.19). Diz também que Tiago e João trabalhavam com "os empregados" de seu pai (Mc 1.20).

Alguns eruditos especulam que a mãe de João era Salomé, que assistiu a crucificação de Jesus (Mc 15.40). Se Salomé era irmã da mãe de Jesus, como sugere o Evangelho de João (Jo 19.25), João pode ter sido primo de Jesus.

Jesus encontrou João e seu irmão Tiago consertando as redes junto ao mar da Galiléia. Ordenou-lhes que se fizessem ao largo e lançassem as redes. arrastaram um enorme quantidade de peixes - milagre que os convenceram do poder de Jesus. "E, arrastando eles os barcos sobre a praia, deixando tudo, o seguiram" (Lc 5.11) Simão Pedro foi com eles.

João parece ter sido um jovem impulsivo. Logo depois que ele e Tiago entraram para o círculo íntimo dos discípulos de Jesus, o Mestre os apelidou de "filhos do trovão" (Mc 3.17). Os discípulos pareciam relegar João a um lugar secundário em seu grupo. Todos os Evangelhos mencionavam a João depois de seu irmão Tiago; na maioria das vezes, parece, que era Tiago o porta-voz dos dois irmãos. Paulo menciona João entre os apóstolos em Jerusalém, mas o faz colocando o seu nome no fim da lista (Gl 2.9).

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- Apóstolo Judas Tadeu: João refere-se a um dos discípulos como "Judas, não o Iscariotes" (Jó 14.22). Não é fácil determinar a identidade desse homem.

O Novo Testamento refere-se a diversos homens com o nome de Judas - Judas Iscariotes; Judas, irmão de Jesus (Mt 13.55; Mc 6.3); Judas, o galileu (At 5.37) e Judas, não o Iscariotes. Evidentemente, João desejava evitar confusão quando se referia a esse homem, especialmente porque o outro discípulo chamado Judas não gozava de boa fama.

Mateus e Marcos referem-se a esse homem como Tadeu (Mt 10.3; Mc 3.18). Lucas o menciona como "Judas, filho de Tiago" (Lc 6.16; At 1.13).

Não sabemos ao certo quem era o pai de Judas Tadeu.

O Historiador Eusébio diz que Jesus uma vez enviou esse discípulo ao rei Abgar da Mesopotâmia a fim de orar pela sua cura. Segundo essa história, Judas Tadeu foi a Abgar depois da ascensão de Jesus, e permaneceu para pregar em várias cidades da Mesopotâmia. Diz outra tradição que esse discípulo foi assassinado por mágicos na cidade de Suanir, na Pérsia. O mataram a pauladas e pedradas.

 

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- Apóstolo Mateus: Nos tempos de Jesus, o governo romano coletava diversos impostos do povo palestino. Pedágios pra transportar mercadorias por terra ou por mar eram recolhidos por coletores particulares os quais pagavam uma taxa ao governo romano pelo direito de avaliar esses tributos. Os cobradores de impostos auferiam lucros cobrando um imposto mais alto do que a lei permitia. Os coletores licenciados muitas vezes contratavam oficiais de menor categoria, chamados de publicanos, para efetuar o verdadeiro trabalho de coletar. Os publicanos recebiam seus próprios salários cobrando uma fração a mais do que seu empregador exigia. O discípulo Mateus era um desses publicanos; ele coletava pedágio na estrada entre Damasco e Aco; sua tenda estava localizada fora da cidade de Cafarnaum, o que lhe dava a oportunidade de, também, cobrar impostos dos pescadores.

Mateus cobrava impostos também dos pescadores que trabalhavam no mar da Galiléia e dos barqueiros que traziam suas mercadorias das cidades situadas no outro lado do lago.

Jesus aproximou-se de Mateus quando ele estava sentado em sua coletoria. Jesus simplesmente ordenou a Mateus: "Segue-me!" Ele deixou o trabalho pra seguir o Mestre.

Evidentemente, Mateus era um homem rico, pois oferecia banquetes em sua própria casa.

Há suspeitas que Mateus chamava-se Levi antes de decidir-se a seguir Jesus, e que Jesus lhe deu um novo nome, que significa "dádiva de Deus".

 

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- Apóstolo Paulo:  Ao seguir Jesus, literal e figurativamente, ele estava à frente da procissão e nunca rastejando na última fileira. Entretanto, ele era o pregador mais notável dos doze; ele fez mais do que qualquer homem, para estabelecer o Reino de Deus e enviar os seus mensageiros aos quatro cantos da Terra, em uma só geração.

Depois da morte do Mestre, ele, como os outros, não caiu em si e permaneceu estático à espera de saber o que viria depois da crucificação. Quando ficou totalmente seguro de que Jesus tinha ressucitado e de que tinha sido recebido de volta ao aprisco do Mestre, o fogo do Reino queimou de um modo tão brilhante dentro da sua alma, que ele se tornou uma luz grande e salvadora para milhares de almas na escuridão.

 

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- Apóstolo Pedro: Simão, mas adotado por Jesus pelo nome de Pedro, era pescador. Nasceu em Betsaida, num povoado ao nordeste do Mar da Galileia. Viveu em Cafarnaum. Era irmão de André (Apóstolo). Tinha como sócios em seus negócios, Tiago Maior e João (Apóstolos).

Pedro conheceu Jesus quando Ele pediu para que utilizasse uma de suas barcas para pregar seus ensinamentos a uma multidão que ali O esperava para ouvir. Pedro afastou a barca da margem e a pregação iniciou-se. Ao término Jesus disse a Pedro que fosse pescar novamente com as redes em águas mais profundas. Pedro disse-lhe que tentara em vão pescar durante toda a noite e nada conseguira mas, em atenção ao seu pedido, o fez. O resultado foi uma pescaria de tal monta que as redes iam rebentando, sendo necessária a ajuda da barca dos seus dois sócios, que também quase afundou puxando os peixes. Numa atitude de humildade e espanto Pedro prostou-se perante Jesus e disse para que se afastasse dele, já que é um pecador. Jesus encorajou-o, então, a segui-lo, dizendo que o tornará "pescador de homens". Em princípio fraco na Fé, chegou a negar Jesus durante o processo que culminaria em sua morte por crucifixão. O próprio Senhor o confirmou na Fé após sua Ressurreição (da qual o Apóstolo foi testemunha), tornando-o intrépido pregador do Evangelho.

 

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-  Apóstolo Simão:  Era um homem de contrastes. Em Cesaréia de Filipe, Jesus perguntou: "Mas vós, quem dizeis que eu sou?" Ele respondeu de imediato: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo" (Mt 16.15-16). Alguns versículos adiante lemos: "E Pedro chamando-o à parte, começou a reprová-lo..." Era característico de Pedro passar de um extremo ao outro.

Ao tentar Jesus lavar-lhe os pés no cenáculo, o imoderado discípulo exclamou: "Nunca me lavarás os pés." Jesus, porém, insistiu e Pedro disse: "Senhor, não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça" (Jo 13.8,9).

Na última noite que passaram juntos, ele disse a Jesus: "Ainda que todos se escandalizem, eu jamais!" (Mc 14.29). Entretanto, dentro de poucas horas, ele não somente negou a Jesus mas praguejou (Mc 14.71).

Este temperamento volátil, imprevisível, muitas vezes deixou Pedro em dificuldades. Mas, o Espírito Santo o moldaria num líder, dinâmico, da igreja primitiva, um "homem-rocha" (Pedro significa "rocha") em todo o sentido.

Os escritores do Novo Testamento usaram quatro nomes diferentes com referência a Pedro. Um é o nome hebraico Simeon (At 15.14), que pode significar "ouvir". O Segundo era Simão, a forma grega de Simeon. O terceiro nome era Cefas palavra aramaica que significa "rocha". O quarto nome era Pedro, paralavra grega que significa "Pedra" ou "rocha"; os escritores do Novo Testamento se referem ao discípulo com estes nomes mais vezes do que os outros três.

 

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- Apóstolo Tiago de Alfeu: Os Evangelhos fazem apenas referências passageiras a Tiago, filho de Alfeu (Mt 10.3; Lc 6.15). Muitos estudiosos crêem que Tiago era irmão de Mateus, visto a Bíblia dizer que o pai de Mateus também se chamava Alfeu (Mc 2.14). Outros crêem que este Tiago se identificava como "Tiago, o Menor", mas não temos prova alguma de que esses dois nomes se referiam ao mesmo homem (Mc 15.40). Se o filho de Alfeu era, deveras, o mesmo homem Tiago, o Menor, talvez ele tenha sido primo de Jesus (Mt 27.56; Jo 19.25). Alguns comentaristas da Bíblia teorizam que este discípulo trazia uma estreita semelhança física com Jesus, o que poderia explicar por que Judas Iscariotes teve de identificar Jesus na noite em que foi traído. (Mc 14.43-45; Lc 22.47-48). Diz as lendas que ele pregou na Pérsia e aí foi crucificado. Mas não há informações concretas sobre sua vida, ministério posterior e morte.

 

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- Apóstolo Tiago de Zebedeu: Depois que Jesus convocou Simão Pedro e seu irmão André, ele caminhou um pouco mais ao longo da praia da Galiléia e convidou "Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam no barco consertando as redes" (Mc 1.19). Tiago e seu irmão responderam imediatamente ao chamado de Cristo. Ele foi o primeiro dos doze a sofrer a morte de mártir. O rei Herodes Agripa I ordenou que ele fosse executado ao fio da espada (At 12.2). A tradição diz que isto ocorreu no ano 44 d.C., quando ele seria ainda bem moço.

Os Evangelhos nunca mencionam Tiago sozinho; sempre falam de "Tiago e João". Até no registro de sua morte, o livro de Atos refere-se a ele como "Tiago, irmão de João" (At 12.2) Eles começaram a seguir Jesus no mesmo dia, e ambos estiveram presentes na Transfiguração (Mc 9.2-13). Jesus chamou a ambos de "filhos do trovão" (Mc 3.17).

A perseguição que tirou a vida de Tiago infundiu novo fervor entre os cristãos (At 12.5-25). Herodes Agripa I esperava sufocar o movimento cristão executando líderes como Tiago. "Entretanto a Palavra do Senhor crescia e se multiplicava" (At 12.24).

As tradições afirmam que ele foi o primeiro missionário cristão na Espanha.

 

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- Apóstolo Tomé:  Era israelita de nascimento e carpinteiro por profissão. Ausente no momento em que Jesus reapareceu aos discípulos exigiu provas materiais da ressurreição do Mestre e, por isso, Jesus ressurgiu e pediu-lhe que tocasse suas chagas. Ele incitou os discípulos a seguir Jesus e a morrer com ele na Judéia dizendo então aos discípulos: Vamos também nós, para morrermos com ele! Foi ele que perguntou a Jesus, durante a Última Ceia, sobre o caminho que conduz ao Pai: Senhor, não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho? Diz-lhe Jesus: "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai a não ser por mim." Temperamento audacioso e cheio de generosidade percorreu as etapas da Fé e professou que Jesus era realmente Deus e Senhor. Ausente na primeira aparição duvidou dos demais que Jesus tinha voltado. Oito dias depois, achavam-se os discípulos, novamente, dentro de casa, e o ascetista estava com eles. Jesus veio, estando as portas fechadas, pôs-se no meio deles e disse: "A paz esteja convosco!" E lhe disse depois: "Põe teu dedo aqui e vê minhas mãos! Estende tua mão e põe-na no meu lado e não sejas incrédulo, mas crê!" O Apóstolo incrédulo respondeu: "Meu Senhor e meu Deus!", tornando-se assim, o primeiro dos apóstolos a se dirigir a Jesus nestes termos. Ninguém até aquele momento, nem mesmo Pedro e João, havia pronunciado a palavra Deus dirigindo-se a Jesus. Era o terceiro Apóstolo em idade depois de Pedro, mas ao contrário deste não era casado, assim como Bartolomeu, André, Simão, Judas e o próprio Jesus. Segundo as escrituras foi em resposta a ele que Jesus introduziu o mistério trinitário: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Se vocês me conhecem, conhecerão também meu Pai."

 

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- Paraíso: O Batismo Paraíso é o grau máximo na Morada dos Apóstolos de Jesus, contudo, é um batismo no qual as escrituras são infinitas, posto que, o aprendizado aos homens é eterno, sempre dentro da Divina Providência. Assim, o Apóstolo deve entender que, estando nesse grau e considerado estar sempre em evolução espritual, poderá perceber as coisas maravilhosas de Deus. Essas coisas são nada mais, nada menos, que as coisas que já existem, a diferença é a de que o Apóstolo terá o discernimento para percebê-las e reconhecê-las, usufruindo ainda de tudo, seguindo a Lei de Ouro que Cristo ensinou, e então ter em abundância a felicidade e riqueza, pois Cristo já disse em seu tempo carnal no mundo mundano aos homens:

"Vim para trazer vida, e tudo em abundância."

 

 



Fonte: http://www.apostolosdejesus.com.br/





Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 15/09/15 às 15:36:32 h.


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