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Postado em: 06/08/09 às 15:12:12 por: James
Categoria: Artigos
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Por que gostar tanto de Vampiros virou tendência mundial?


Os sintomas são preocupantes: vontade de carne fresca – mal passada, por favor; aversão à luz solar; e uma paixão por objetos com aparência espectral. Todos são indícios de que o paciente foi mordido pelo inseto do vampiro.

Sookie Stackshouse, a irritável jovem heroína de “True Blood” na HBO, arrisca o pior sempre que visita seu namorado do outro mundo. E Oskar, o adolescente desajustado do filme de arte sueco “Let the Right One In”, um preferido em círculos de moda, convida a extinção toda vez que se aventura com Eli, a sinistra moça sem idade e que muda de forma com a qual faz amizade.

Sookie e Oskar estão nos espasmos dos desejos de vampiros, um contágio da cultura pop que está sendo espalhado pela televisão, filmes e ficção. O que começou com a Twilight Saga, a série extravagante e romântica para jovens adultos de Stephenie Meyer, seguida por “Crepúsculo

É um espanto?
Raramente os monstros foram tão opressivos – ou tão prontos para a câmera. Nenhuma parte dessa recente mania de vampiros parece proceder da sexualidade etérea e jovem com a qual os demônios são exibidos. Eles não são Bela Lugosi.

“O vampiro é o novo James Dean”, disse Julie Plec, roteirista e produtora executiva de “The Vampire Diaries”, série vindoura da rede CW baseada nos romances populares de L.J. Smith sobre garotas colegiais e homens fatais. “Há algo tão imóvel e sexy nesses jovens predadores eróticos”, disse ela.

Essa geração de mortos-vivos ronda corredores de colégios e casas noturnas mal iluminadas de forma tão ameaçadora – e tão sedutora – como sempre foram. A estreia, em junho, da segunda temporada de “True Blood”, em que Sookie, interpretada por Anna Paquin, se reúne com seu pretendente altivo e com presas, atraiu 3.4 milhões de telespectadores, tornando-se o programa mais visto na HBO desde o final de “Sopranos”, em 2007.

Charlaine Harris acaba de publicar “Dead and Gone”, o nono romance da série de Sookie Stackhouse, variações da ficção gótica do sul na qual “True Blood” se baseia. O mundo das publicações ficou intrigado com “The Strain”, a primeira versão de uma trilogia programada escrita pelo diretor de filmes Guillermo del Toro e Chuck Hogan, sobre predadores sedentos por sangue que correm furiosos por Manhattan.

O mundo do estilo também caiu sob o feitiço do vampiro na forma de minhocas de couro e renda que invadiram as páginas da moda. Os vampiros, é claro, são parte de uma tradição antiga que remetem a Nosferatu e o Drácula de Bram Stoker. Anne Rice atualizou o gênero, apresentando o vampiro aristocrata Lestat.

Mas os mortos-vivos estão voltando com uma vingança, em parte porque “personificam ansiedades do mundo real”, disse Michael Dylan Foster, professor assistente do departamento de folclore da Universidade de Bloomington.

“Especialmente depois desses tempos, pós-11/09, de vigilância crescente, representações como a série ‘Crepúsculo refletem um tipo de mentalidade de teoria de conspiração, um medo de que há alguma coisa secreta e perigosa acontecendo em nossa própria comunidade, bem debaixo dos nossos narizes”.

Dada toda essa bagagem, o que mantém os vampiros tão atraentes?
Alguém pode apontar a combinação entre belos visuais e sexualidade decadente. Seus rostos, como descritos em “Crepúsculo”, “eram todos devastadora e inumanamente bonitos. Eram rostos que nunca esperaríamos ver exceto, talvez, nas páginas coloridas de uma revista de moda”.

Figuras glamorosas parecidas com vampiro se mostram em poses sedutoras em recentes publicações de moda. Exibidas como criaturas andróginas na edição de junho da W, elas têm olhares matadores, com a ameaça acentuada pela palidez de giz.

A Vogue italiana também sucumbiu aos charmes frios dos vampiros: Na edição de junho, a última a chegar às bancas americanas, as modelos posam como assustadores seres da noite como aqueles que um dia assombraram os clubes de Manhattan; uma imagem captura uma moça cujo jantar, o vermelho espalhada pela bochecha sugere, acabou de ser interrompido.

A atração dos vampiros “tem a ver com o estímulo de imaginar os monstros que podemos ser se apenas nos permitirmos”, sugeriu Rick Owens, um líder da moda cujas coleções, às vezes, evocam os mortos-vivos. “Somos todos fascinados pela corrupção, quantos mais glamoroso melhor” e, acrescentou, com a ideia de “devorar, consumir, possuir alguém que desejamos”.

Demônios aristocratas assombram os corredores de Duchesne, a escola particular de Nova Iorque de “Blue Bloods”, uma série de vampiros jovens adultos de Melissa de la Cruz.

Em “The Strain”, o conto sangrento de del Toro, que é moldado como um procedimento político, os vampiros são nefastos, persistentemente vis.

Saya, a eterna estudante de “Blood: The Last Vampire”, um novo filme de ação sobrenatural, é um monstro relutante vivendo uma existência espartana.

Eli, a criança abandonada chupadora de sangue em “Let the Right One In”, baseada em um romance muito comentado homônimo, é linda, mas aparentemente destituída e precisa apenas de sangue ocasional para não secar. (Os vampiros também podem se acabar com seus vícios.)

A mais atualizada – e menos ameaçadora – dessa raça noturna são os românticos imortais que anseiam como seus companheiros mortais por um amor que dura pela eternidade. Stefan, o belo arqui-inimigo de “Vampire Diaries”, que será transmitida pela rede CW, em setembro, mantém sua atração pela humana Elena constantemente em xeque.

Em “Lua Nova”, sequência de “Crepúsculo” que estreia em novembro, o vampiro principal Edward é um jovem nobre, realizando feitos de valor geralmente reservados para o Super-Homem. Sedutor como é, ele também é um modelo de impedimento. Mais de uma vez no filme original Edward quase drena e sangue de Bella, sua namorada mortal. “Não quero ser um monstro”, ele diz a ela com urgência (apesar de parecer que ela não se importaria).

“Edward rejeitou toda humanidade, mas ele está lutando para ser humano”, disse Plec, acrescentando: “Sempre há a pergunta, ‘Essa pessoa tem o bem dentro dele para tomar a decisão certa?’ É um tema que funciona muito bem em filmes e na televisão”.

Controle de impulso é um tema especialmente ressonante na atual era de conflitos e cortes.

“Períodos de guerra, declínio econômico e burburinho cultural dão margem à produção de ficção de vampiros e fantasias”, disse Thomas Garza, chefe do departamento de estudos eslavos e euro-asiáticos na Universidade do Texas, em Austin, e especialista em sabedoria de vampiros. “Com uma recessão e uma guerra, o conflito de fato parece ter se voltado para dentro na medida em que questionamos nossos status fiscal, político e moral. ‘Fomos muito excessivos. Precisamos ser mais comedidos?’ Parece que mais uma vez estamos questionando esses valores bem fundamentais”.

E, ao mesmo tempo, renovando o flerte com o lado negro. Emily Rose, poetisa performática de Chicago, é uma devota, diz ela, da “luxúria e beleza que são os vampiros”. Ela prosseguiu e catalogou os charmes belos: “juventude eterna, invulnerabilidade e, claro, a vida noturna – ficando acordados até bem depois da hora de dormir”.

É claro que há coisas piores. “Existem monstros tão maiores e mais realistas em nossas vidas diárias”, disse Rose. “Ter alguém agarrando o seu pescoço e te drenando – isso não parece mais tão assustador”. “Não estaria na minha lista de 10 mais sobre como não morrer”, adicionou, “especialmente se o vampiro é tão atraente”.


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Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 06/08/09 às 15:12:12 h.


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