Santa Catarina Labouré e Nossa Senhora das Graças
 
 
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Postado em: 20/11/07 às 10:30:23 por: James
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Aparições da Virgem Maria a Santa Catarina Labouré e a Medalha Milagrosa, Paris – 1830.



Santa Catalina Laboure descansa em Rue du Vac, Paris onde seu corpo permanece incorrupto

As aparições:

O ano de 1830 tem lugar em Paris a primeira aparição na era moderna da Virgem Santíssima. Começa o que o Papa Pio XII, chamou a era de Maria, uma etapa de repetidas visitas celestiais. Entre outras: La Salette, Lourdes, Fátima e como sua visita a Santa Isabel, sempre vem para trazermos sua graça, para nos aproximar de Jesus, o fruto bendito de seu ventre. Também para recordar-nos o caminho de Salvação e advertir-nos as conseqüências de optarmos por outros caminhos.

Santa Catarina Labouré

Numa família profundamente cristã de remediados lavradores da Borgonha, em França, nasceu em 2 de Maio de 1806 Catarina Labouré. Órfã de mãe aos nove anos, veio, mais tarde, a ser convidada por uma cunhada, diretora de um colégio em Chatillon a viver para junto de si.

Convivendo próxima com as Irmãs da Caridade, acendeu nela o desejo de às imitar. Entrou para a vida religiosa com as Filhas da Caridade em 22 de janeiro de 1830 e depois de três meses de postulado, 21 abril, foi transladada ao noviciado de Paris, na Rue do Bac, 140.

O Coração de São Vicente.

A Noviça estava presente quando transladaram os restos de seu Fundador, São Vicente de Paulo, a nova Igreja da Congregação a somente umas quadras de seu noviciado. O braço direito do Santo foi transladado para a capela. Durante a novena, Catarina viu o coração de São Vicente em várias cores.

De cor branca, simbolizando a união que devia existir entre as Congregações fundadas por São Vicente. De cor vermelha, significando o fervor e a propagação que devia ter as Congregações. De cor vermelho escuro, significando a tristeza pelo sofrimento que ela padeceria. Ouviu interiormente uma voz: “O coração de São Vicente está profundamente afligido pelos males que virão sobre a França”. A mesma voz completou depois: “O coração de São Vicente está consolado por haver obtido de Deus, através da intercessão da Santíssima Virgem Maria que nenhuma das Congregações pereça em meio as desgraças que viriam, mas que Deus faria uso delas para reanimar a fé de muitos.

Visões do Senhor Jesus na Eucaristia

Durante 09 meses de seu noviciado em Rue du Bac, Irmã Catarina teve também a graça especial de ver todos os días ao Senhor no Santíssimo Sacramento.

O domingo da Santíssima Trindade, 06 de junho de 1830, o Senhor se mostrou-se durante o evangelho da missa como um Rei, com uma cruz no peito. Os ornamentos reais de Jesus caíam por terra, o mesmo se dava com a cruz. “Imediatamente, escreve Santa Catarina, tive os pensamentos mais negros e terríveis, de que o Rei da terra estava perdido e seria despojado de suas vestes reais”. Eram coisas más que se aproximavam de acontecer principalmente na Fraca, perseguições à Igreja e a seus filhos.

Catarina deseja ver a Santíssima Virgem

No domingo 18 de julho de 1930, Véspera da Festa de São Vicente de Paulo, a mestra de noviças lhes havia falado sobre a devoção aos Santos e em particular a Rainha de todos eles, Maria Santíssima. Suas palavras, impregnadas de fé e de uma ardente piedade, avivara o coração de Irmã Catarina o desejo de ver e contemplar o rosto da Virgem Santíssima.

Como era véspera de São Vicente, lhes haviam distribuído a cada uma um pedacinho do lenço (relíquia) do Santo. Catarina recebeu com carinho e dormiu pedindo que São Vicente com seu anjo da guarda, obtivessem naquela mesma noite a graça dela ver a Virgem Maria, como era seu desejo.

Devido a ter a experiência por várias vezes de lhe aparecer São Vicente, Catarina trazia no coração uma confiança sem limites no Santo. A candura e o carinho deste Santo, não desapontaram Catarina:

“A confiança consegue tudo quanto se espera” ( São João da Cruz).

O Anjo a desperta



Tudo era silêncio no quarto onde dormia Irmã Catarina e por volta das 11:30 PM, ouviu por três vezes lhe chamarem pelo nome. Despertou-se e olhando através da cortina de sua cama, olhou do lado de onde vinha a voz e viu então um menino vestido de branco, que parecia ter entre quatro ou cinco anos, e ele então lhe disse: “Levanta-te pronto e vem a capela, a Santíssima Virgem te espera”.

Irmã Catarina vacila, teme ser notada pelas outras noviças, porém o menino responde à sua preocupação interior e lhe disse: “Não temas, são 22:30 e todas dormem muito bem. Vem eu te aguardo”. Ela não perdeu nenhum momento, se veste com rapidez e se põe a disposição do misterioso guia, “que permanecia em pé sem se distanciar do lado de sua cama”.

Vestida Irmã Catarina e o menino começam a andar, e ela o segue marchando a “seu lado esquerdo”. Por onde passavam as luzes acendiam e o corpo do menino irradiava vivos raios de luz, que a seus passos iluminava tudo em volta.

Ao chegar à porta da capela a encontram fechada, porém o menino toca a porta com seu dedinho e ela se abriu no mesmo instante.

Disse Catarina: “Minha surpresa foi mais completa quando, ao entrar na capela, vi acesas todas as velas e os círios, que me lembrava a Missa da meia noite”, mas não via a Virgem.

O menino a levou ao presbitério, junto ao local destinado ao Padre Diretor, donde pregava para as Filhas da Caridade, e ali se pôs de joelhos, e o menino permaneceu de pé todo o tempo do seu lado direito.

A espera lhe pareceu muito longa, já que com ânsia desejava ver a Virgem. Olhava ela com certa inquietude, quando por f

Irmã Catarina no fundo de seu coração duvidava se estava realmente na presença da Rainha dos Céus, porém o menino lhe disse: “Olha a Virgem”.

Era-lhe quase impossível descrever o que experimentava naquele instante, o que passou dentro dela, ao mesmo tempo que sentia algo maravilhoso, lhe vinham as dúvidas de que realmente via a Santíssima Virgem.

Então o menino falou-lhe não como menino, mas como homem, com palavras enérgicas e fortes:”Por ventura não pode a Rainha dos Céus aparecer a uma pobre criatura mortal na forma que mais lhe agrade?”

Tocou Nossa Senhora

Então, olhando a Virgem, me pus em instante a seu lado, me ajoelhei no presbitério, com as mãos apoiadas nos joelhos da Santíssima Virgem. “Ali passei os momentos mais doces da minha vida, me seria impossível dizer o que senti”.

Nossa Senhora lhe fala...

Ela me disse como devia portar-me com eu diretor, a maneira de comportar-me nas tarefas e exercícios espirituais (mostrando-me com a mão esquerda) a colocar-me de pé no altar e tranqüilizar ali meu coração, pois ali receberia todos os consolos de que tivesse necessidade. Então lhe perguntei que significavam as coisas que havia visto, e ela me explicou tudo.

Instruções da Santíssima Virgem



Foram muitas as confidências que Irmã Catarina recebeu dos lábios de Maria Santíssima, porém jamais poderemos conhecê-las todas, por que inclusive algumas delas foram pedidas que mantivesse o mais absoluto segredo.

A Virgem lhe deu alguns conselhos para seu particular proveito espiritual: (A Virgem é Mãe e Mestra).

1- Como devia comportar-se com seu diretor (humildade profunda e obediência). Isto apesar de seu confessor, o padre Juan Maria Aladel, não acreditou na procedência de suas visões e lhe disse que duvidava.

2- A maneira de comportar-se em seus exercícios e tarefas (paciência, humildade, gozo).

3- Recorrer sempre (mostrando-se com a mão esquerda) a ajoelhar-se aos pés do altar e tranqüilizar seu coração, pois ali receberia todos os consolos de que tivesse necessidade (coração indivisível, não consolos humanos).

A Virgem também explicou o significado de todas as aparições e revelações que havia recebido de São Vicente de Paulo e do Senhor Jesus.

Continuou dizendo-lhe:

Deus quer confiar-te uma missão, te custara trabalho, porém vencerás, considerando que o fazes para a glória de Deus. Tu conhecerás quão bom é Deus. Terás que sofrer até que o digas a seu diretor. Não te faltarão contradições, mas te assistira a graça, não temas. Fale a teu diretor com confiança simplicidade, tenha confiança e não temas. Verás certas coisas, diga-as. Receberás inspirações na oração.

Os tempos são maus. Hão de vir desgraças sobre a França. O trono será derrubado. O mundo inteiro se verá afligido por calamidades de todas as classes (ao dizer isto a Virgem estava muito triste). Venha aos pés deste altar, donde receberão todas as graças que pedirem com fervor, a todos, grandes e pequenos, ricos e pobres...

Virá momentos em que o perigo será grande, se crerá que tudo está perdido, então Eu estarei contigo, tenha confiança. Reconhecerás minha visita e a proteção de Deus e de São Vicente sobre as Comunidades...

Mas não será o mesmo em outras comunidadesm nela haverá vitimas (Nossa Senhora fala com lágrimas nos olhos). O Clero de Paris terá muitas vitimas. Morrerá o Senhor Arcebispo;

Filha minha será desprezada a cruz, e o Coração de meu filho será outra vez transpassado, correrá o sangue pelas ruas( a Virgem não podia falar de dor, as palavras lhe amargavam a garganta, e tinha o semblante pálido). O mundo inteiro se entristecerá. Ela pensa: Quando ocorrerá isto? E uma voz lhe asegura: cuarenta anos e mais dez e depois a paz.

A Virgem depois de estar com Catarina umas duas horas desaparece de sua vista como uma sombra que desvanece.

Todas as profecias cumpriram-se.

1- A missão de Deus foi confirmada com a revelação da medalha milagrosa.

2- Uma semana depois desta aparição se instala a Revolução Francesa. Saques, assassinatos e finalmente e destituído Carlos X, substituindo pelo “rei cidadão”Luis Felipe, grande mestre da maçonaria.

3- Padre Aladiel ( seu diretor) é nomeado em 1846 Diretor das Filhas da Caridade, estabelece a observância da regra. Outra comunidade feminina se une às Filhas da Caridade.

4- Em 1870 (aos 40 anos) chegou o momento do grande perigo, com os horrores do novo regime e o fuzilamento do Arcebispo Mons. Darbov e outros muitos Sacerdotes

5- Só faltava por cumprir a última parte.

Aparição de 27 de novembro de 1830

A tarde de 27 de Novembro de 1830, sábado véspera do primeiro domingo do Advento, na capela, estava Irmã Catarina fazendo sua meditação, quando lhe pareceu ouvir o som do Vestido de seda que lhe fazia recordar a aparição anterior.

Aparece a Virgem Santíssima, vestida de branco com mangas largas e túnica que chegava até a altura da nuca. Cobria sua cabeça um véu branco que sem ocultar sua figura caía por ambos os lados dos pés. Quando quis descobrir seu rosto só acertou ao dizer que era a Virgem Maria em sua maior beleza.

Seus pés pousavam sobre um globo Branco, de que unicamente se via a parte superior, e esmagavam um serpente verde com pintas amarelas. Suas mãos elevadas a altura do coração sustentavam outro globo pequeno de ouro, coroado por uma pequena cruz.

A Santíssima Virgem mantinha uma atitude suplicante, como oferecendo o Globo. As vezes olhava o céu e as vezes olhava a terra. Trazia nos dedos anéis adornados de pedras preciosas que brilhavam e derramavam sua luz em todas as direções, circundando-a de tal caridade que não era possível vê-la.

Enquanto Irmã Catarina contemplava a Virgem, ela olhou-a e disse a seu coração:

Este Globo que vês ( aos pés da Virgem) representa o mundo inteiro, especialmente a França e cada alma em particular. Estes raios simbolizam as graças que derramo sobre os que a pedem. As pedras que não emitem raios são as graças que as almas não pedem‘

Com estas palavras a Virgem se dá a conhecer como a mediadora das graças que nos vêm de Jesus Cristo ( Nossa Senhora das Graças).

O globo de ouro (a riqueza das graças) se desfez entre as mãos da Virgem. Seus braços se estenderam abertos, enquanto os raios de luz seguiam caindo sobre o globo branco de seus pés.

A Medalha Milagrosa:

Neste momento lhe apareceu uma forma oval em torno da Virgem e na borda interior apareceu escrita a seguinte invocação:

“Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”.



Estas palavras formavam um semicírculo que começava a altura de sua mão direita, passava por acima da cabeça da Santíssima Virgem, terminando a altura de sua mão esquerda.

Ouviu novamente a voz em seu interior: “Faça com que se cunhe uma medalha segundo este modelo. Todos quantos a usarem receberão grandes graças. As graças serão abundantes para os que a levarem com confiança”.

A aparição então, deu meia volta e se formou no mesmo lugar no verso da medalha.

Nela aparecia um M, sobre ela havia uma cruz descansando sobre uma barram a qual atravessava a letra até um terço de sua altura, e debaixo dos Corações de Jesus e de Maria, dos quais o primeiro estava circundando de uma coroa de espinhos, e o segundo transpassado por uma espada. Em torno havia doze estrelas.

A mesma aparição se repetiu com as mesmas circunstâncias, até o fim de dezembro de 1830 e no inicio de janeiro de 1831. A Virgem disse a Catarina: “Adiante, já não me verás, filha minha, porém ouvirás minha voz na oração”.

Um dia em que Irmã Catarina estava inquieta por não saber que inscrição colocar no verso da medalha, durante a oração, a Virgem lhe disse: “A letra M e os Corações são suficientes”.

Símbolos da Medalha e mensagem espiritual:

Na frente da medalha:

Maria esmagando a cabeça da serpente que esta sobre o mundo. Ela, a Imaculada, tem todo o poder em virtude de sua graça para triunfar sobre Satanás.

A cor de seu vestuário e as doze estrelas sobre sua cabeça, A Mulher do Apocalipse, vestida de Sol.

Suas mãos estendidas, transmitindo raios de graça, sinal de sua missão de mãe e mediadora das graças que derrama sobre o mundo e a quem peçam.

Jaculatória: Dogma da Imaculada Concepção (antes da definição dogmática de 1854). Missão e intercessão, confiar e recorrer a Mãe.

O globo debaixo de seus pés: Rainha dos céus e da terra.

O globo em suas mãos: o mundo oferecido a Jesus por suas mãos.

No verso:

A Cruz é o mistério da redenção: preço que pagou Cristo, obediência, sacrifício, entrega.

O M: símbolo de Maria e de sua maternidade espiritual.

A barra: é uma letra do alfabeto grego: “yota” o I, que é o monograma do nome, Jesus.

Agrupados eles: A Mãe de Jesus Cristo Crucificado, o Salvador.

As doze estrelas: Sinal da Igreja que Cristo funda sobre os apóstolos e que nasce no Calvário de seu Coração transpassado.

Os dois corações: a Co-redenção. Unidade indissolúvel. Futura devoção aos Dois Corações e seu reinado.

Nome:

A Medalha se chamava originalmente: “da Imaculada Concepção”, porém ao expandir-se a devoção e acontecer tantos milagres concedidos através dela, se lhe chamou: “A Medalha Milagrosa”.

Conversão de Ratisbone

Alfonso Ratisbone era advogado e banqueiro, Judeu de 27 anos. Tinha grande ódio por que seu irmão Teodoro se havia convertido e se ordenado sacerdote, tinha como insígnia a Medalha Milagrosa e lutava pela conversão dos judeus.

Alfonso pensava casar-se pouco depois com uma filha de seu Irmão mais velho, Flora, dez anos mais nova que ele, quando em janeiro de 1842, fazendo uma viagem de turismo a Nápoles e Malta, por um erro tomou o trem errado e chegou a Roma. Aqui se criou a obrigação de visitar a um amigo de família, o Barão Teodoro de Bussiere, protestante convertido ao catolicismo.

O Barão o recebeu com tanta cordialidade e em uma reunião donde Ratisbone falava horrores dos católicos, este Barão o escutou com muita paciência e ao final lhe disse: “Já que você está tão seguro de si, prometa levar consigo o que eu vou te dar”. “Que coisa?” Esta medalha!

Alfonso à recusou indignado, mas o Barão replicou: “Segundo suas idéias, ao aceitá-la você ficaria indiferente ( pois não acreditava, não tinha fé), por outro lado isto me causaria uma grande satisfação”. Ratisbone caiu em risos e disse que a situação era cômica, mas aceitou. O Barão pos a medalha em seu pescoço e rezou com ele.

Após este fato o Barão pediu a intercessão de muitas pessoas pela conversão de Ratisbone. O Conde La Ferronays foi quem lhe disse:

“Se pusestes a Medalha Milagrosa no pescoço e o fez rezar, é certo que se converterá”.

Dois dias depois disto este Conde veio a falecer subitamente. O Barão e Ratisbone se encontraram na Praça e se dirigiram à Igreja de Santo André para o funeral do Conde.

Segue abaixo o testemunho do próprio Ratisbone:

“A poucos momentos de encontrar-me na Igreja, me senti dominado por uma perturbação interior inexplicável. Levantei os olhos e me pareceu que todo o edifício desaparecia a minha vista. Uma das capelas, a de São Miguel, havia concentrado toda a luz, e em meio daquele esplendor apareceu sobre o altar, radiante e cheia de majestade e de doçura a Virgem Santíssima, tal como estava gravada na medalha. Uma força irresistível me impulsionou até a capela. Então a Virgem me fez um sinal com a mão indicando-me que me ajoelha-se. A Virgem não me falou articulando a boca, porém compreendi tudo, (pois que falava direto ao coração).”

O Barão o encontra de joelhos, chorando e rezando com as mãos juntas, beijando a medalha milagrosa.

Pouco tempo depois Ratisbone é batizado em Roma. Por ordem do Papa, se inicia um processo canônico, e foi declarado “verdadeiro milagre”.

Alfonso Ratisbone entrou para Companhia de Jesus, foi ordenado Sacerdote, e depois destinado a Paris, onde ajudou seu irmão Teodoro na formação e conversão dos judeus. Em 1848 funda a Ordem das Religiosas Missionárias de Nossa Senhora de Sião. Nos primeiros dez anos de apostolado, conseguiu a conversão de 200 judeus e 32 protestantes.

Lutou e conseguir adquirir na Terra Santa o local do Pretório de Pilatos, e o converteu em um Convento para as irmãs. Morreu santamente em 1884 aos 70 anos.

Em março de 1832, quando iam ser confeccionadas as primeiras medalhas, uma terrível epidemia de cólera, proveniente da Europa oriental, atingiu Paris. Mais de 18 mil pessoas morreram em poucas semanas. Num único dia, chegou a haver 861 mortes. No fim de junho, as primeiras medalhas ficaram prontas e começaram a ser distribuídas ~entre os flagelados. Na mesma hora refluiu a peste e tiveram início, em série, os prodígios que em poucos anos tornariam a Medalha Milagrosa mundialmente célebre. Em 1876, ano da morte de Santa Catarina Labouré, mais de um bilhão de Medalhas Milagrosas já espalhavam graças pelo mundo. Em 1894, a Santa Igreja instituiu a festa litúrgica de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, a ser celebrada neste mesmo dia 27 de novembro.



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