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Postado em: 04/11/10 às 14:53:15 por: James
Categoria: Artigos
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Um dos conceitos mais difíceis de aceitar é que existam seres humanos dedicados ao controle populacional coercitivo e ao genocídio. Muitos leitores reconhecem que nosso governo está ajudando a financiar o programa da China comunista de abortos forçados, esterilização forçada, infanticídio e controle do número de nascidos vivos. A maioria dos leitores aceitará o fato que nosso país está ajudando a financiar o “programa de planejamento familiar” global das Nações Unidas, que é uma forma de controle populacional. A maioria dos homens e mulheres racionais, entretanto, achará impossível acreditar que esses programas sejam realmente parte de um “plano-mestre” para eliminar grandes segmentos da população mundial.

Tenho de admitir que estudei a política da AIDS (a doença causada pelo HIV) por mais de uma década até finalmente chegar a uma terrível conclusão. A real motivação que está por trás dos esforços para bloquear a utilização de medidas normativas de saúde pública para controlar a maior propagação da epidemia do HIV era o controle populacional. Esse não foi um conceito fácil para eu reconhecer, apesar do fato de há muito tempo reconhecer que o século 20 tinha sido o período mais sangrento em toda a história humana registrada.

Somente quando viajei até Elberton, no estado da Geórgia, e fiquei debaixo da sombra do grande monumento no estilo dos druidas, criado ali, e li as palavras esculpidas nos gigantescos pilares de pedra daquela estrutura é que finalmente vim a aceitar a verdade. Naquele ponto, tornou-se óbvio que exatamente como nosso Senhor deu à humanidade os Dez Mandamentos para guiar nossas vidas, assim também aqueles que estão no “lado das trevas” receberam suas instruções daquele a quem adoram. Os dez programas dos “guias” estão gravados em oito diferentes idiomas nos quatro grandes pilares de granito do Stonehenge Americano. Essa mensagem prevê um terrível futuro para a humanidade e explica por que os esforços para abordar a epidemia da AIDS a partir de um ponto de vista lógico têm sido constantemente estorvados.

Antes que você zombe e rejeite minha sugestão como uma forma de loucura, examine as referências que apresento no fim desta monografia, depois tente refutar minhas conclusões. Se minhas acusações são infundadas, você logo reconhecerá a enganação e retornará às suas atividades cotidianas, certo de que não há motivo para preocupação. Por outro lado, se determinar que minha avaliação esteja correta, ou apenas parcialmente correta, você terá uma obrigação moral de decidir exatamente qual parte pretende desempenhar como resposta ao genocídio mundial que está para acontecer — como você se protegerá, como protegerá seus familiares queridos e os incontáveis milhões de seres humanos indefesos em todo o mundo que estão marcados para a destruição.

Nunca devemos nos esquecer da advertência registrada para a posteridade por Martin Niemöeller, o pastor luterano que viveu na Alemanha nazista durante os anos 1930 e 1940. As palavras dele ecoam para nós, décadas mais tarde:
“Na Alemanha, eles vieram primeiro prender os comunistas, e eu não nada falei porque não era comunista. Em seguida, vieram prender os judeus, e nada falei porque não era judeu. Em seguida, vieram prender os sindicalistas, e nada falei porque não era sindicalizado. Em seguida, vieram prender os católicos, e nada falei porque era protestante. Em seguida, vieram me prender, e nesse tempo, não restava ninguém que pudesse falar.”

Você pode observar que o reverendo Niemöeller advertiu que após prenderem os judeus, os nazistas prenderam os católicos e os protestantes. Por que esse fato nunca é mencionado? A pergunta que mais frequentemente me fazem é: “Como você pode acreditar que existam pessoas que desejam matar grandes segmentos da população mundial?” Minha resposta é realmente bem simples. Acredito nisso porque li os escritos delas. Acredito que elas estejam dizendo a verdade. Do mesmo modo como Adolf Hitler escreveu seus planos para a Europa em Mein Kampft (Minha Luta), assim também, aqueles que pretendem despovoar grandes porções da Terra escreveram sobre a necessidade de limitar a população mundial. Eles planejam exterminar uma porção significativa da população mundial. O fato que a vasta maioria das pessoas nunca tenha ouvido a respeito desses planos, a respeito das Pedras-Guias da Geórgia, ou sobre “O Plano”, e sobre “A Hierarquia” atesta o grau de controle que existe sobre o que a população está autorizada a saber sobre as forças ocultistas que estão trabalhando dentro de nossa sociedade atualmente.


Margaret Sanger e a Paternidade Planejada

À medida que você ler o que escrevo aqui, logo descobrirá que me baseei em materiais que podem ser prontamente encontrados em livros, entrevistas gravadas em fita cassete e fontes públicas de notícias. Se você separar um tempo para conferir minhas referências, logo descobrirá que realmente existem aqueles que defendem publicamente a eliminação da “tiririca humana” e a “purificação da sociedade”. De fato, até hoje, o dinheiro dos nossos impostos está sendo usado para financiar a organização Paternidade Planejada, que foi fundada por Margaret Sanger. Durante os anos 1930, Margaret Sanger apoiou abertamente o plano nazista de realizar engenharia genética na população alemã, e a propagação de uma “super-raça”.

No Relatório Anual da Paternidade Planejada de 1985, os líderes daquela organização proclamaram que estavam “orgulhosos de nosso passado e planejando o nosso futuro”.

Como pode alguém afirmar ter orgulho da organização fundada por Margaret Sanger quando a história registra que ela escreveu sobre a necessidade de “exterminar a ‘tiririca humana’… o ‘fim da caridade… a segregação dos ‘retardados, incapacitados e desajustados’ e a esterilização das raças geneticamente inferiores.’”

Margaret Sanger publicou a revista The Birth Control Review, em que abertamente apoiava o “programa de infanticídio” promovido pela Alemanha nazista nos anos 1930 e publicamente defendia o objetivo de Adolf Hitler da supremacia dos brancos arianos. Nos anos anteriores da Segunda Guerra Mundial, Margaret Sanger comissionou Ernst Rudin, um membro do Partido Nazista, e diretor dos pavorosos Programas de Experiências Médicas da Alemanha, para servir como assessor de sua organização. Em seu excelente livro Killer Angel (O Anjo Exterminador) George Grant relata a vida e os escritos de Margaret Sanger e documenta minuciosamente os planos dela para a engenharia genética da raça humana. George Grant observou que nos anos 1920, Margaret Sanger escreveu The Pivot of Civilization, em que propôs:
“A eliminação da ‘tiririca humana’ para a cessação da caridade’, porque ela prolongava as vidas dos incapacitados, a segregação dos ‘retardados, incapacitados e desajustados’ e a esterilização das raças geneticamente inferiores.’”


De acordo com George Grant, Margaret Sanger acreditava que os inadequados não deveriam ter a permissão de se reproduzir. Fiel à sua crença, ela abriu uma clínica de controle de natalidade na “seção Brownsville de Nova York, uma região povoada pelos imigrantes eslavos, latinos, italianos e judeus recém-chegados. Ela visou os ‘inadequados’ em sua cruzada para ‘salvar o planeta.’”


Dezenove anos mais tarde, em 1939, Margaret Sanger organizou seu “Projeto Negro”, um programa destinado a eliminar os membros daquela que ela acreditava ser uma “raça inferior”. Margaret Sanger justificava sua proposta porque acreditava que “As massas de Negros… particularmente no Sul, ainda se reproduzem de forma descuidada e desastrosa, com o resultado que o aumento entre negros, até mais que entre os brancos, é a partir daquela porção da população menos inteligente e qualificada…”

Margaret Sanger passou então a revelar que queria contratar três ou quatro pastores negros “que viajassem até os vários enclaves de negros para divulgar o controle da natalidade”. Ela escreveu: “A abordagem educacional mais bem-sucedida para os negros é por meio de um apelo religioso. Não queremos que se divulgue que queremos exterminar a população de negros, e o pastor é o homem que pode esclarecer essa ideia, se alguma vez ela passar pela cabeça dos membros mais rebeldes.”

À medida que a organização de Margaret Sanger cresceu em poder, influência e aceitação, ela começou a escrever a respeito da necessidade de visar também grupos religiosos para a destruição, acreditando que “raças disgênicas” deveriam incluir “fundamentalistas e católicos”, além de “negros, hispânicos e os indígenas americanos”.



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