Jesus Fala a Catalina Rivas sobre o Purgatório
 
 
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Postado em: 21/04/11 às 21:31:11 por: James
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"Escreve, Minha filha, que estás quase terminando tua tarefa… Feliz e gloriosa, a alma liberta passa das penas do Purgatório para as delícias do Paraíso, rodeada de luzes, carregada de dons Celestes."

"Quando se pede a libertação das almas sofredoras, todo o Céu vem a Mim e se vê que Eu quero libertar alguma, une-se à oração que se faz na terra em apoio e complemento dessa mesma oração. E é necessário este apoio, porque muito freqüentemente os motivos que levam os fiéis militantes a pedir-me a libertação das almas sofredoras são puramente humanos ou insuficientemente sobrenaturais."

 



 

"Por isso, enquanto recebo pedidos da terra, recebo também pedidos do Céu a favor das almas do Purgatório; mas os Bem-aventurados nunca pedem sem ser ouvidos, por isso, se não vêem que Eu quero conceder a libertação, nada pedem. Daí segue que a acolhida favorável está condicionada para todos ao Meu Querer, no qual logo se gera o movimento de oração, seja vós, seja nos Meus Bem-aventurados. Se eles se sentem motivados a rezar, é porque Eu quero dar libertação e glória a alguma alma, mas no tempo e modo por Mim estabelecidos."

"Quem pensa que Eu sou o primeiro a querer a felicidade daquelas almas salvas mas sofredoras? Quem reflete que sem a Minha Vontade não Me pediríeis nem por uma nem por outra alma do Purgatório?"

"A criatura que está na terra acredita que faz tudo por si mesma, enquanto que nada pode sem Mim. Nada! Qual de vós compreende este nada? Mais ainda, muitos pensam que acumulando orações sobre orações, se consegue mover-Me, como se Eu fosse duro de Coração e tivesse necessidade de Minha criatura para socorrer!"

"Rezai, rezai sempre e pedi, digo-vos: pedi, mas com um espírito humilde, simples, reconhecendo que é a Minha bondade que pode realizar o milagre da libertação. E sobretudo rezai pelo motivo que Eu quero, porque nenhuma razão humana pode igualar a Minha Vontade que dispõe tudo em vós para acolher a oração que Me fazeis."

"Para vos convencer de que assim é, convido-vos a considerar que as almas que sofrem sentem um grande alívio pelo fato de que, ao rezardes por elas, vós o fazeis segundo a Minha Vontade. Considerai que elas são contra algumas das vossas orações que pedem uma libertação imediata. Elas não querem libertação, senão quando Eu a quero."

"Considerai também que soma de sacrifícios Me impus por amor a elas, e como sou feliz por tê-las conduzido à salvação. Por isso, refleti bem que Eu sou a roda motriz de vossas orações; que não as fazeis por acaso ou por idéia vossa, mas de acordo com a Minha Vontade.

Disto se conclui que talvez devo escutar-vos em pouco tempo ou depois de muito tempo? Não é uma questão de tempo, mas de cumprimento de Minhas condições particulares, que ponho segundo a alma que deve ser liberta ou segundo a ou as pessoas que Me imploram.

Não há regra contanto que, fora de Minha liberalidade, a salvação da alma sofredora depende do cumprimento das condições postas por Mim. E não é a última as condições a obtenção, por parte daquele que Me implora, de um certo grau de amor Divino, que varia de pessoa para pessoa.

Tudo está harmoniosamente fundido e Minha obra de salvação tem admirável coroa na libertação das tão agudas penas do Purgatório.

Certamente, o poder sobre aquelas almas é absoluta prerrogativa Minha. E a Igreja na terra está plenamente na verdade, inclusive nesta matéria como em todas as outras que são próprias dos militantes. Ah! se se compreendesse que afã maternal leva a Minha Igreja a rezar pelos defuntos e, sobretudo, se se compreendesse pelo menos um pouco daquela conclusão das orações que põe a Igreja quando implora que eles sejam acolhidos por Meus méritos, ou melhor, pela Minha glória.

Eu poderia continuar muito ainda. Mas Me limito a dizer-vos que as almas do Purgatório, libertas por Mim graças às vossas orações e com os oferecimentos que Me fazeis, consideram-vos como irmãos muito queridos aos quais elas devem em certa medida a sua felicidade.

Por isso, não podeis imaginar que gratidão vos têm e como elas Me pedem por vós… Vós as tirai das penas mais duras que podem existir numa alma boa e, como não vão estar agradecidas por isso? Elas vêem a Minha bondade, mas vêem também a vossa ajuda e sabem corresponder pelo dom que se lhes faz, com um amor muito ardente.

Rezai por elas, rezai! Eu vos escutarei e elas vos ajudarão a evitar o Purgatório. O que fazeis por elas, recordai, Eu considero como feito a Mim.

 

A VISÃO DO PURGATÓRIO



Relatos feitos pela confidente austríaca Maria Simma

"O purgatório se encontra em vários lugares", respondeu um dia Maria Simma. "As almas nunca estão "fora" do purgatório, mas "com" o purgatório". Maria Simma viu o purgatório de várias maneiras: Certa vez, viu-o de um modo, noutra vez de outro. No purgatório há uma grande multidão de almas; é um contínuo vai-e-vem. Viu, um dia, um número de almas absolutamente desconhecidas para ela. As que pecaram contra a fé tinham sobre o coração uma chama escura; as que pecaram contra a pureza, uma chama vermelha. Depois viu as almas em grupo: padres, religiosos, religiosas, viu católicos, protestantes, pagãos. Os católicos sofriam mais que os protestantes. Os pagãos, ao contrário, têm um purgatório mais suave, mas recebem menos socorros, e sua pena dura mais tempo. Os católicos recebem mais e são libertados mais rapidamente. Viu também muitos religiosos e religiosas que ali estavam por causa de sua tibieza na fé e pela falta de caridade.

Foi revelado a Maria Simma a maravilhosa harmonia que existe entre o amor e a justiça divina. Cada alma é punida segundo a natureza de suas culpas e o grau de apego ao pecado cometido.

A intensidade dos sofrimentos não é a mesma para todas as almas. Algumas devem sofrer como se sofre na terra quando se vive uma vida dura , e devem esperar para contemplar Deus. Um dia de purgatório rigoroso é mais terrível que dez anos de purgatório leve. A duração das penas é muito variada. O padre de Colônia ficou no purgatório desde 555 até a festa da Ascensão de 1954; e se não fosse libertado pelos sofrimentos aceitos por Maria Simma, continuaria sofrendo intensamente e por longo tempo.

Há também almas que devem sofrer terrivelmente até o Juízo final. Outras têm apenas apenas meia hora de sofrimento, ou até menos: apenas "atravessam o purgatório", por assim dizer.

O demônio pode torturar as almas do purgatório, sobretudo as que foram causa de perdição eterna de outras.

As almas do purgatório sofrem com paciência admirável e louvam a misericórdia divina, graças à qual escaparam do inferno. Sabem que merecem sofrer e deplorar suas culpas. Suplicam a Maria, Mãe da misericórdia.

Maria Simma viu ainda muitas almas que esperavam o socorro da Mãe de Deus.

Quem pensa, em vida, que o purgatório seja pouca coisa e aproveita para pecar sofrerá duramente.



COMO PODEMOS AJUDAR AS ALMAS DO PURGATÓRIO?

Sobretudo com o sacrifício da Missa, que nada pode suprir.

Com sofrimentos expiatórios: sofrimentos físicos ou morais oferecidos pelas almas.

O terço é, depois da santa Missa, o meio mais eficaz para ajudar as almas do purgatório. Dá-lhes um grande alívio. Cada dia numerosas almas são libertadas por meio do terço, caso contrário teriam de sofrer longamente.

Também a via-sacra pode dar-lhes grande alívio.

As indulgências são de um imenso valor, dizem as almas. Elas são uma apropriação das satisfações oferecidas por Cristo a Deus, seu Pai. Quem, durante a vida terrena, ganhar muitas indulgências em favor dos defuntos, receberá, também, mais do que os outros na última hora, a graça de ganhar completamente a indulgência plenária concedida a todo cristão no momento da morte ("in articulo mortis"). É uma crueldade não usufruir destes tesouros da Igreja em favor das almas dos falecidos.

Vejamos: Se nos encontrássemos diante de uma montanha de moedas de ouro e se tivéssemos a possibilidade de pegar à vontade para socorrer pobres incapacitados de fazerem o mesmo, não seria cruel recusar-lhes esta ajuda? Em muitos lugares o uso das orações indulgenciadas diminui cada vez mais. Precisaria exortar mais os fiéis para esta prática devocional.

As esmolas e as boas obras, principalmente as ofertas em favor das Missões, ajudam as almas do purgatório.

Acender velas ajuda as almas: esta atenção de amor dá-lhes um auxílio moral e também porque as velas bentas iluminam as trevas em que se encontram as almas.

UM menino de onze anos da cidade de Kaiser pediu a Maria Simma que rezasse por ele. Estava no purgatório por ter no dia dos mortos apagado as velas que ardiam sobre os túmulos no cemitério e por ter roubado a cera por divertimento. As velas bentas têm muito valor para as almas. No dia da Apresentação (2 de fevereiro) Maria Simma teve de acender duas velas por uma alma enquanto suportava grandes sofrimentos expiatórios por ela.

Jogar água benta mitiga as penas dos defuntos. Um dia, Maria Simma jogou água benta pelas almas. Uma voz lhe disse: "Mais ainda!"

Todos os meios não ajudam as almas da mesma maneira. Se, na vida, alguém teve pouca estima pela Missa, não aproveitará muito dela quando estiver no purgatório. Se alguém errou de coração durante a vida, recebe pouca ajuda. Os que pecaram difamando os outros devem expiar duramente seu pecado. Mas, quem teve bom coração em vida, recebe bastante ajuda.

Uma alma que negligenciara a assistência à santa Missa pôde pedir oito Missas para si, porque durante a sua vida mortal mandara celebrar oito Missas por uma alma do purgatório.



A VIRGEM MARIA E AS ALMAS DO PURGATÓRIO

Para as almas do purgatório, Maria é a Mãe da misericórdia. Quando seu nome ecoa no purgatório, as almas sentem uma grande alegria. Uma alma disse que Maria pedira a Jesus para libertar todas as almas que se encontravam no purgatório por ocasião da sua morte e assunção, e que Jesus atendera ao pedido de sua Mãe. Naquele dia as almas acompanharam Maria ao céu, porque ela fora coroada Mãe de misericórdia e Mãe da divina graça. No purgatório Maria distribui as graças segundo a vontade divina: ela passa com freqüência pelo purgatório. Isso é o que Maria Simma viu.



AS ALMAS DO PURGATÓRIO E OS AGONIZANTES


Durante a noite da festa de Todos os Santos uma alma lhe disse: "Hoje, dia de todos os Santos, morrerão duas pessoas em Voralberg; elas estão em grandes perigo de condenação. Não se salvarão se não se rezar insistentemente por elas".

Maria Simma rezou e foi auxiliada por outras pessoas. Na noite seguinte uma alma veio dizer-lhe que as duas tinham escapado do inferno e estavam no purgatório. Um dos dois doentes recebera os santos sacramentos, o outro os rejeitara.

Segundo o que dizem as almas do purgatório, muitos vão para o inferno porque pouco se reza por eles. Inúmeras almas poderiam ser salvas se, pela manhã e à noite, fosse rezada esta oração indulgenciada e três ave-marias por aqueles que vão morrer naquele dia:

"ó misericordioso Jesus, que ardeis de tão grande amor pelas almas, eu vos suplico, pela agonia do vosso Sacratíssimo Coração e pelas dores de vossa Mãe Imaculada, que purifiqueis no vosso preciosíssimo sangue todos os pecadores da terra que estão em agonia e que hoje mesmo hão de morrer. Coração agonizante de Jesus, tende piedade dos moribundos"

Maria Simma viu numerosas almas na balança entre o purgatório e o inferno.

INSTRUÇÕES

As almas do purgatório preocupam-se muito conosco e com o Reino de Deus. Temos prova disso por meio das advertências que fizeram a Maria Simma. As que se seguem foram retiradas de suas anotações:

"Não precisa lamentar-se dos tempos que atravessamos. É necessário dizer aos pais que eles são os principais responsáveis. Eles não podem prestar pior serviço aos seus filhos que atender a todos os seus desejos, dando-lhes tudo o que querem, simplesmente para que fiquem contentes e não gritem. Assim, o orgulho forma raiz no coração da criança. "

Mais tarde, quando a criança começa a freqüentar a escola, não saberá sequer rezar um Pai-nosso, nem fazer o sinal da cruz. De Deus, às vezes, não sabe coisa alguma. Os pais se desculpam dizendo que isso é o dever do catequista e dos professores de religião.

Onde o ensino religioso não é dado, a partir da infância, mais tarde a religião será fraca. Ensinem a renúncia às crianças! Por que há hoje esta indiferença religiosa e esta decadência moral? Porque as crianças não aprenderam a renunciar. Mais tarde tornam-se descontentes e pessoas sem discrição que fazem tudo e querem Ter tudo em profusão. Isso provoca desvios sexuais, práticas anticoncepcionais e aborto. Todos estes atos pedem vingança ao céu!

Quem não aprendeu de criança a renunciar, torna-se egoísta, sem amor, tirânico. Por este motivo há tanto ódio e falta de caridade. Queremos ver tempos melhores? Comece-se a partir da educação das crianças.

Peça-se de modo assustador contra o amor ao próximo, sobretudo com a maledicência, a enganação e a calúnia. Onde começa? No pensamento. É preciso aprender estas coisas desde a infância e procurar afastar imediatamente os pensamentos contrários à caridade. Tais pensamentos sejam combatidos e assim, não se julgará os outros sem caridade.

O apostolado é um dever para todo católico. Alguns o exercem com a profissão e outros com o bom exemplo. Lamenta-se que muitos são corrompidos pelas conversas contra a moral ou contra a religião. Por que os outros se calam? Os bons devem defender suas convicções e declarar-se cristãos. No curso da história da Igreja a salvação das almas e da civilidade cristã não foram, para os leigos, um dever mais urgente e mais imperioso que em nossos dias? Todo cristão deveria buscar o Reino de Deus e fazê-lo progredir; caso contrário, os homens não serão mais capazes de reconhecer o governo da Providência.

A preocupação da alma não deve ser sufocada pela preocupação exagerada com o corpo.

Dia 22 de Junho de 1955, durante a noite, ouvi distintamente: "Deus exige uma expiação". É com sacrifícios voluntários e com a oração que se pode expiar mais. Mas, se tais sacrifícios não são aceitos de boa vontade, Deus os exigirá com a força. Porque a expiação é necessária.

 



Extraído do livro: Maria Simma e as Almas do Purgatório
 



Fonte: http://br.groups.yahoo.com/group/reflexoes2/message/430





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