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Artigo N.º 8237 - Impacto de Tunguska - 1908: Meteoro de 110 toneladas similar a 185 bombas atômicas cai na Sibéria
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Postado em: 15/07/11 às 19:32:56 por: James
Categoria: Curiosidades
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Impacto de Tunguska ainda gera controvérsias entre cientistas

Na manhã de 30 de junho de 1908, uma gigantesca bola de fogo penetrou na alta atmosfera na região centro-norte da Sibéria. Na ocasião, mais de 2 mil quilômetros de florestas foram completamente devastados por um meteoro de 110 toneladas, que criou uma bola de fogo com energia similar à explosão de 185 bombas atômicas similares à de Hiroshima.


Batizado como Evento de Tunguska, o impacto na atmosfera ocorreu às 07h17 da manhã. Devido à rotação da Terra, se o meteoro tivesse atingindo a atmosfera cinco horas mais tarde destruiria por completo a cidade de São Petersburgo, na época capital do Império Russo.

De acordo com Don Yeomans, cientista-chefe do NEO, Laboratório de Objetos Próximos à Terra, da Nasa, a bola de fogo foi provocada por um objeto de cerca de 110 toneladas, que entrou na atmosfera a 54 mil km/h. Durante a rápida imersão o bólido aqueceu o ar ao seu redor a uma temperatura de 24 mil graus Celsius.

Cem anos depois, a vegetação continua a mesma.



Por ser uma região totalmente inóspita, a explosão foi ouvida por poucos moradores locais, mas de acordo com relatos da época a luminosidade foi tão intensa que durante os dois dias seguintes era possível ler livros na cidade de Londres, há mais de 10 mil quilômetros de distância. Modelos matemáticos recentes mostram que a onda de choque gerada pelo impacto circundou a Terra por duas vezes através da atmosfera.

Apesar da explosão ter ocorrido em 1908, os primeiros estudiosos chegaram ao local somente 19 anos depois, após uma série de tentativas frustradas de se atingir a região, dificultadas pelas severas condições siberianas e pala falta de interesse do regime czarista.

Devido o impacto ter ocorrido a aproximadamente 9 mil metros de altitude, não houve marcas ou crateras deixadas na superfície, mas pelo menos 2 mil quilômetros de florestas foram completamente destruídas abaixo do local do ponto de entrada. O fato gerou uma grande quantidade de opiniões divergentes e conspiratórias, entre elas a possibilidade da queda de uma nave espacial e até mesmo a explosão de uma bomba alienígena.


Estudos

Em julho de 2008, um grupo de cientistas europeus confirmou terem encontrado evidências de alta concentração de chuva ácida na região do desastre siberiano, o que fortaleceu a teoria do impacto espacial.


A conclusão estava baseada no estudo do perfil de amostras de turfas retirados da região do desastre, que foram mantidas intactas pelo gelo permanente da região. Nas amostras foram encontrados elevados níveis de nitrogênio pesado e isótopos de carbono 15N e 13C, sendo que as maiores concentrações foram medidas nas áreas do epicentro da explosão e ao longo da suposta linha de entrada do objeto cósmico.


Chuva Ácida

O estudo mostrou que pelo menos 200 mil toneladas de nitrogênio foram precipitadas sobre a região de Tunguska no momento do impacto. "A fulgurante entrada espacial produziu temperaturas extremamente altas. O oxigênio na atmosfera reagiu com o nitrogênio produzindo uma grande quantidade de óxidos de nitrogênio", disse a pesquisadora Natalia Kolesnikova, autora do estudo e ligada à Universidade de Moscou.


Processos Extraterrestres

De acordo com Evgeniy Kolesnikov, especialista em isótopos e estudioso do Evento Tunguska há mais de 20 anos, o nível de acumulo de carbono 13C registrado nas amostras de trufas de 1908 não pode ser explicado por processos terrestres naturais e sugere que a catástrofe de Tunguska tenha realmente origem cósmica.

Tatjana Böttger, ligada ao centro Helmholtz, concorda Kolesnikov. Segundo ela, a causa mais provável seria o impacto de um asteroide do tipo-C como 253 Mathilde ou até mesmo um cometa, como Borelly.

Até hoje, não existe um consenso entre os cientistas sobre o que teria provocado o evento de Tunguska, com as teorias divididas entre a colisão de um meteoro ou choque de um cometa contra a alta atmosfera, mas os estudos mais recentes do episódio fortalecem a hipótese de que o agente causador do impacto tenha sido de fato um pequeno cometa.


Fotos: Imagens registradas em 1927 pelo mineralogista soviético Leonid Kulik, especialista em meteoritos e líder das primeiras expedições à região de Tunguska. As cenas mostram a localidade siberiana abaixo do impacto do objeto, caracterizada pelo efeito de "entortamento" das árvores. Efeito semelhante só seria visto novamente em 1945 na cidade japonesa de Hiroshima. Crédito: Wikimedia Commons e Museu Natural de São Petersburgo.

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Observação enviada por Maria Angélica Albuquerque Santos

Atualmente acredita-se que o que aconteceu em Tuguska foi uma experiência com armas HAARP pois coincide com o início das experiências de Tesla na Rússia e não foi encontrado nenhum sinal de meteorito no local .

Achei este comentário num blog e vi um outro num blog estrangeiro traduzido falando do assunto.

Sobre o Projeto H.A.A.R.P.

Existe um tópico muito bom na comunidade sobre o grande Nichola Tesla, onde mostra como começou o tal projeto Haarp. Teoricamente é possível produzir terremotos ou pontos de ruptura por microondas, através da expansão das moléculas de água do interior das rochas. Se alguém já conseguiu fazer isto, não sei. É possível que Nichola Tesla tenha desenvolvido um dispositivo parecido e tenha se espantado com seu poder e assim tratou de destruí-lo e esconder as anotações que mais tarde foram confiscadas pelo governo norte-americano, o qual provavelmente pode ser o responsável pela sua morte. Alguns acreditam que o evento de Tunguska em 1908 foi o resultado de um teste realizado com o equipamento de Tesla, conduzindo uma carga eletromagnética através da Ionosfera. O objetivo de Tesla seria o de testar um sistema de comunicação de baixo custo que circulasse o Planeta.

Leia mais: http://www.espacojames.com.br/?cat=41&id=4464


Enviado por email ao espacojames: Maria Christina / Campinas-SP



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