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Livro Aberto
Coloco nesta catogira livros inteiros sobre nossa fé católica, que serão inseridos por partes.




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Postado em: 02/08/09 às 22:28:52 por: James
Categoria: Livro Aberto
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Espacojames: Este livro narra a história de uma Mulher que vê com olho humano toda ação do demônio na terra, e o que eles fazem para atrapalhar nossa vida, a versão completa está disponível no menu DOWNLOAD, é obrigatório a todos os cristãos tomarem conhecimento disso.

Continuação...

SUMIU A DOR 


  
     Enfim, misteriosamente assim como tinha vindo, a dor do meu braço sumiu. E sumiu não lá dentro de um daqueles centros malditos, mas diante de um Sacrário, diante de uma Santa Missa, diante de confissões bem feitas, e porque foi esta a vontade de Deus. Confissão inclusive da minha falta de fé, por me deixar enganar, e que me levou a acreditar na cura do inferno, indo parar naqueles antros. Isso é pecado gravíssimo. Tudo terminou pelo poder exclusivo de Deus, pois Ele já me havia mostrado aquilo que era preciso, para hoje relatar aqui. Deus quer assim! Bendito seja o nome do Senhor! 
 
    Isso tudo aconteceu há mais de dez anos e é obvio que nunca mais retornei àqueles antros. E Deus seja louvado, porque não acabei ficando lá, como acontece com a maioria. Entretanto – e que seja isso apenas para a glória de Deus – ainda agora continuo a ter que suportar este ser imundo ao meu lado, para que das minhas visões e experiências, passadas e atuais, resulte um aviso para muitas almas: Não brinquem com o demônio! Ele é asqueroso! Ele é imundo! É manhoso, e a grande vitória dele sobre muitos homens, tem sido fazê-los crer que ele não existe. Se existe, que ele é mansinho e inofensivo. E até, pasmem, que ele é bom! E assim ele pode agir livremente, levando o mundo à perdição. Ó mundo louco que acredita numa coisa destas! Até padres acreditam nestas mentiras dele.    

    
 
PROCUREM A DEUS TRINO


  
    Almas benditas, eu lhes suplico: Procurem somente a Santíssima Trindade, presente no Santíssimo Sacramento! Façam santas confissões! Santas comunhões! Católicos, pelo menos vocês ouçam: peçam a benção a um sacerdote ao invés de saírem na busca destes demônios benzedores ou cirurgiões do inferno. Todos estes “pais-de-santo”, todos os centros espíritas, terreiros de macumba, umbanda, quimbanda e candomblé, vodu, tudo isso é impregnado de espíritos diabólicos. É pleno antro do inferno! É a isso que vocês querem entregar suas almas, o tesouro mais precioso que Deus lhes deu?
 
    Veja, na primeira vez que você lá vai, satanás pode fazer até com que você se sinta bem, pois ele tem poder de lhe dar estas sensações, gozo, felicidade, prazer e até curas, mas creia, tudo isso é falso e seus efeitos não duram muito. Na verdade, você amanhã se sentirá muito pior do que antes de ter entrado lá na primeira vez. E logo sente vontade de voltar lá! E quanto mais você for, tanto maior vai ser a dependência que ele gera em você, fazendo um círculo vicioso. Como um vício, uma droga! Você toma um pouco de seu mel venenoso; no inicio dá prazer, depois você sente a solidão e a dependência. No fim, o que ele vem é buscar a sua alma, completamente enredada em suas garras. Quantos milhares de pessoas já se perderam no mundo, por se entregarem assim a satanás! Bestamente!
 
    Vejam, ó almas, que seu espírito vai apodrecendo aos poucos e vocês nem percebem. Por isso, voltem-se para nossa Mãe Maria Santíssima! Sintam o quanto ela é importante, pois através dela ganhamos a vida do Autor da vida e Redentor nosso. Falo isso porque vocês nem são capazes de imaginar o que satanás nos fez, para mim e meu esposo, para que a gente não participasse da Santa Missa, no domingo passado... Só pelo poder desta Mãe, e pela força da graça Divina, com a ajuda de São Miguel e dos nossos anjos da guarda é que a gente pode assistir a missa. Nem vou contar a história, porque acho que levaria muitos de vós ao pânico, sabendo que tal já pode ter acontecido com o leitor e sua família. Sim, porque o leitor não viu o que pude ver.


 
BATALHA ESPIRITUAL – OUTRAS LUTAS


  
    Certa vez eu viajava de ônibus, de uma cidade grande para outra. Já havia saído um ônibus lotado antes do nosso, e muitas pessoas haviam tomado aquela lotação anterior. Como meu bilhete era mais para o fundo, pedi ao motorista para ficar mais na frente. Mas havia só um lugar na janela, e havia um certo senhor que me arrepiava, sentado no banco do corredor. Logo no início, algumas pessoas começaram a distribuir folhetos evangélicos, que polidamente recusei. Ai o tal homem me perguntou o motivo da rejeição e eu lhe disse que, por ser católica praticante, eu não lia qualquer coisa, pois aquilo não me fazia bem!
 
     Passado algum tempo ele me perguntou se eu não gostava de espiritualidade. Respondi que sim, desde que não se tratasse de espiritismo e desde que estivesse voltado para as leis de Deus e da Igreja Católica Apostólica Romana, aí tudo bem! Disse-lhe também que me atraia a leitura da vida dos santos e santas da Igreja, pois eles viveram à luz da fé, dando todos profundas provas de Amor à Santíssima Trindade. E perguntei o motivo da sua pergunta! E ele respondeu que também gostava de espiritualidade...
 
    Mas, enquanto viajava, eu ia rezando o Terço, contando as Ave-Marias nos meus dedos, e invocando a cada oração, um dos nove coros angélicos e na décima os anjos da guarda. E lá ia eu rezando: Junto ao coro dos Serafins, Ave Maria... Junto ao coro dos Querubins, Ave Maria.. Junto ao coro dos Anjos da Guarda, Ave Maria... Por incrível que pareça, tão logo dei a resposta para aquele senhor, já o ambiente ficou pesado. E percebei imediatamente que a tal espiritualidade de que ele gostava, era exatamente aquela da qual eu não gostava. Percebi que ele era espírita, da pesada, e tentei rezar o Credo.
 
     Como já disse, o Credo é uma oração fortíssima contra satanás. Entretanto, era tamanha a dificuldade em rezar que percebi que havia uma batalha sendo travada no ar. Este senhor procurava de todos os meios e modos me distrair da oração, com alguma pergunta, ou algum movimento, enquanto ele próprio entoava mantras a satanás que eu ouvia, mas os outros passageiros não. De meu lado, eu procurava ganhar espaço para rezar o Credo. A um dado momento, senti o forte desejo de empunhar em minhas mãos o escapulário do Coração Imaculado de Maria que eu trazia no bolso.
 
     Então vi que ele se movimentou também, e levou sua mão às costas, enquanto puxava algo da nuca. Era uma pedra que parecia ter um olho verde no centro. Ele movia esta pedra e me olhava com os olhos de satanás. Bem vejo hoje que todas as pessoas que servem ao diabo mostram para mim estes olhos vermelhos. Olhos de Lúcifer mesmo! Da pedra saiam raios ou talvez eram reflexos do sol não sei bem.
 
   Ai, eu me entreguei completamente a Deus. Senti que o clima pesou definitivamente. Eu na luta com as Ave-Marias, mesmo unida aos coros angélicos e a oração a São Miguel já quase não suportava mais. No ônibus já não havia mais lugar para eu escapar, pois havia entrado mais gente e a minha salvação foi havermos chegado a uma cidadezinha. Foi onde desci para tomar um fôlego. Quando subimos, percebi que havia outros lugares vazios, mas ninguém aceitava que eu trocasse de lugar – pressão do bicho, decerto – mas lhes fiz ver que pagara o mesmo preço que eles e fui sentar bem lá na “cozinha”, no fundo do ônibus. Vi então aquele olhar de demônio me procurando o tempo inteiro. Ele sabia que eu me sentara lá atrás. Foi então que um sono de morte me pegou. Eu abria a boca o tempo inteiro e certamente algumas vezes cochilei.
 
     E hoje eu penso que lutas iguais, que muitas batalhas como esta que tive de enfrentar, por certo acontecem em todos os ambientes, nas ruas, no comércio, nas igrejas, nas casas de família, enfim, em todo lugar onde se reza. Onde alguém reza, sempre há espíritos maus por perto que, sentindo-se incomodados usam das pessoas para os afastar da oração. E isso nos faz também pensar quão imensa deve ter sido a luta de São Miguel e dos anjos de Deus para expulsarem os espíritos maus e o anjo negro para as trevas. Enfim, lembro ainda que aquele homem perverso havia dito que estava indo a uma certa cidade, fazer um “servicinho” na beira de um rio. Você já sabe de que se trata, não?


 
FORÇA DO AMOR E DO PERDÃO


  
     Certa noite meu irmão chegou em casa completamente bêbado. Nós já dormíamos, menos minha mãe que o aguardava. Segundo meu pai ele estava todo transtornado e falava coisas sem o menor sentido. E logo entrou em casa gritando, procurando por mim, porque queria me abraçar. Uma voz, porém me segredou aos ouvidos: Reza! Reza! Reza o terço! Assim que comecei a rezar, ouvi seus gritos lá fora, como de um animal, parecia machucado e gritava muito por mim. Mas percebi que se eu apenas rezasse, o Pai do Céu haveria de cuidar do resto para mim e assim fiz, pois a voz me pedia: Reza!
 
     Meu pai falou depois, que os amigos o haviam embebedado e que ele tomara todas as bebidas que lhe ofereceram. Chegou agarrando a geladeira, escorando na mesa, num estado lastimável. Ele agitava-se como um louco e quase não o conseguiam segurar. Berrava por mim, dizia querer me abraçar. Quando o chamavam de filho, ele dizia que não era filho deles. Dizia que há muito tempo já não era meu irmão. Que há muito tempo a alma dele estava num buraco escuro e fundo, de onde ele tinha vindo e que ele dirigia aquela alma. Eis aí mais um exemplo, do quanto uma família como a minha totalmente mergulhada no obscurantismo, pode influir negativamente nos familiares. E são quase sem conta as famílias prejudicadas desta forma em todo o mundo.
 
    Enquanto rezava, não pude deixar de escutar os brados deste meu irmão que gritava: eu não quero ir! Não me deixem morrer! Não, não, não, eu não quero ir para este lugar escuro. Ajudem-me! Não me deixem ir para lá! E eu pedia a Mãe de Deus que o curasse, que o livrasse daquilo que o perseguia. Quando eu ainda rezava, minha mãe entrou no quarto e perguntou se eu ouvira tudo. Disse que haviam convencido ele a deitar e que noutro dia me abraçaria. Acabamos rezando juntas o resto do terço e foi ali que minha mãe despertou para o valor desta santa e poderosa oração.
 
    Certo dia eu limpava a casa, quando de repente o meu irmão se atirou sobre mim, com a fisionomia completamente transtornada, e gritou: quero ver quem te vai acudir agora! Não tem papai nem mamãe por aqui! E passou a me desferir socos e pontapés, principalmente nas minhas costas. Mas de vez em quando ele recuava instintivamente e eu tentava escapar. Ora, esse meu irmão bebia muito e como devem saber também, todo bêbado é presa fácil de satanás. Já muitas vezes o diabo havia prometido me matar, e agora imaginava ter uma oportunidade. E tomando o corpo de meu irmão, agia desta forma.
 
    Num momento, ele me empurrou violentamente para um canto, donde era impossível eu fugir e por isso estava completamente apavorada. Pois bem ali no canto da pia tinha uma faca de ponta. Mas por incrível que pareça ele não pegou a faca! Só queria a todo custo me asfixiar com as mãos. E assim que tentou me agarrar no pescoço, pulou para trás, pois eu tinha o Terço no pescoço, prova então de “quem” era de fato que me tentava matar. Assim que se afastou escapei rumo a uma escada, mas ele me alcançou e desferiu diversos golpes na minha coluna, tentando me imobilizar. Rolei alguns degraus escada abaixo aos gritos e caí de costas na rua, gritando de desespero.
 
     Eu suplicava por Deus e já estava com as costas complemente adormecidas pelos golpes dele. Neste momento veio meu pai para me acudir e gritou: que é isso meu filho? Ao que ele berrava: esta nojenta, fracote, culpa dela, eu não fiz nada! Meu pai veio em minha defesa, pois havia assistido parte da cena. Eu estava no chão deitada e meu pai me quis levantar. Então eu lhe disse: só mesmo Nossa Senhora para me levantar daqui. Mas meu “irmão” ainda do meu lado gritava: vamos, fraqueza, levanta! Não morreu ainda não? E então Nossa Senhora, junto com meu anjo me ajudaram a levantar dali.
 
    Incrível é que minha mãe, ao chegar, deu plena razão a ele. Ela sempre o protegeu demais e isso deve ser a causa de muitos dos problemas dele. Mãe deve ser justa e não superprotetora. Isso é sempre terrível! Pois o maligno deu tão espertas sugestões a ela, que a mãe acreditou que eu o havia provocado e merecera aquilo tudo. Dali, porém, fui ao meu quarto e rezei o terço, implorando a minha Mãe Santíssima que livrasse o meu irmão daquele tormentoso ser. Mas, mesmo depois, por muitos dias ainda, tive que suportar os risos irônicos de meu “irmão”. Entretanto eu entregava tudo isso a Deus pela libertação dele. E para ser bem sincera, ainda hoje acredito que o maldito o manobra de alguma forma, pois é impossível explicar de outro modo, tudo aquilo de mal que lhe acontece.
 
    Na verdade há muito tempo eu já percebia que meu irmão estava mudado. Tinha os olhos vidrados, que pareciam não ser os seus – na verdade não eram – tinha a fisionomia sempre tensa, irritava-se facilmente, não tinha equilíbrio e muitas vezes havia dito para minha mãe que uma força estranha o queria deixar num buraco negro e ele lutava espiritualmente para se livrar daquilo sem conseguir. Quando naquela noite, desconfiados, meu pai e minha mãe tentaram fazer que ele rezasse um Pai Nosso e uma Ave Maria, ele se atirou para trás e disse que ia embora. Falou que ia me destruir de qualquer jeito, mas por hora não conseguia, porque eu ficava passando os dedos “naquelas contas” o dia inteiro. Mas mesmo tendo ido dormir, não desistia de me abraçar!
 
     No dia seguinte quando acordamos, eu o encontrei na cozinha. Assustei-me por ver que o seu olhar estava claro e limpo, seu rosto tranqüilo e sem tensões. Mas ele nada falou em me abraçar. Então eu mesma cheguei a ele e disse que agora poderia me abraçar! Eu? Perguntou ele assustado. E todo sem graça ele disse que se havia falado aquilo à noite, já não se lembrava mais. Mas que não custava nada ele me dar um abraço. E nos abraçamos longamente. Então eu lhe falei que ele deveria agradecer à Mãe do Céu pela graça que ela lhe havia alcançado. E por algum tempo só, infelizmente, ele correspondeu a essa graça.
 
    Procurei um sacerdote exorcista e lhe contei esta história. Ele disse que Nossa Mãe havia dado a ele uma grande graça. Falou que ele se achava até impossibilitado de realizar um exorcismo daquele, porque era necessária muita força de oração. Disse também que para afastar estas forças negativas, meu irmão deveria voltar-se para a Igreja, rezar o Terço todos os dias, usar no pescoço um crucifixo com o corpo de Cristo, receber muitas vezes a Santa Comunhão, sempre em estado de graça e engajar-se num movimento da Igreja. Porque nestes casos, a desgraça pode retornar e com força ainda duplicada. Sabe, quando falei isso ao meu irmão ele achou que era brincadeira.
 
    Mais, adiante, com o falecimento de meu pai, este irmão voltou a freqüentar a Missa, rezava o terço e voltou-se mais para Deus. Mas durou pouco tempo isso. Logo o inimigo lhe armou uma arapuca, levando-o a freqüentar outra “igreja” e a aceitar até o batismo da igreja universal. E a partir daí foi aquela loucura: pulando de uma para outra, universal, assembléia, presbiteriana, mas nunca mais retornou à católica. Tudo porque as pessoas não aceitam os caminhos de Deus e se entregam à podridão de tantos antros, sejam eles algumas seitas – felizmente não todas – sejam os centros espíritas ou terreiros de macumba, estes todos, sem exceção.
 
    Creio firmemente, que ele ainda continua com a pressão daquele espírito maldito que o escraviza e faz da vida da família dele um inferno. Ele odeia a Igreja Católica e diz que jamais entra lá, porque está cheia de demônios. Graças a Deus que minha mãe, que sempre o apoiou, demais até, ainda não aceitou os convites insistentes dele de sair da Católica e ir para a dele. Na verdade, ainda agora o maligno o impulsiona, seguidamente, para fora de casa, onde fica até altas horas da madrugada e, por incrível que pareça, ainda não conseguiu fazer com que ele se atirasse debaixo de um carro, conforme ele sempre sente o desejo. Só pela graça do Bom Deus!


 
UM CULTO EVANGÉLICO


  
     Certa vez eu fui levada por uma parenta a uma destas “universais do reino", não de Deus é claro. Todos aqueles pobres coitados estavam ali, levados por espertos pastores, àquelas sessões nostálgicas de delírio coletivo. Um horror! Lá mandam fechar os olhos – não fechei – enquanto eles riem como demônios em seus altares. Pobres almas que ali vão! Eu, bem de olhos abertos, disse para minha avó, que estava ao lado, que tudo aquilo era mentira, jamais uma coisa de Deus.
 
     Ó meu Senhor, em que má hora eu fui dizer isto! Uma força terrível me queria a todo custo arrastar para a rua. Com toda a minha força, mas certamente que mais amparada pela graça de Deus, me agarrei naquelas incríveis cadeiras de auditório, para não ser expulsa dali. Logo percebi que as pessoas à minha volta estavam perplexas com o “espetáculo” que ali se desencadeava. Elas de fato não viam as forças que tentavam me expulsar dali para fora!
 
     Mas, ah! cegueira espiritual, sono de morte, infelizes deles! Ah! Se soubessem o que acontece nestes antros de delírio coletivo! Também ali e sempre, e em todas estas igrejas paganizadas e mercantilistas, de qualquer lugar do mundo, também ali ó almas incautas, habitam os mesmos seres que inundam as sessões espíritas e os antros de macumba. Lá com um tipo de intensidade, aqui com outro. Lá incorporando os médiuns, aqui dirigindo os falsos pastores. Mas o objetivo é sempre o mesmo: roubar as almas de Deus! 
 
    Já na rua, esta força invisível queria jogar-me debaixo dos carros que passavam. E imaginem, tudo isso acontecia no centro da cidade de São Paulo. Revoltei-me contra minha avó que parecia concordar com tudo aquilo. Ela já quase me batia, no meio da rua, para escândalo nosso. Eu tentava lhe explicar as coisas que havia presenciado e os demônios que ali agiam, também, mas imaginem se ela acreditava! O demônio os cega completamente a todos, e eles não conseguem ver que são apenas explorados, que ali a fé é usada como moeda de troca e que são comercializados.
 
     Expliquei a ela a sessão de hipnose que havia acontecido com um pobre coitado, que ficara o dia inteiro a catar papéis nas ruas para ganhar o mísero pão de cada dia. Mostrei como aquele satânico pastor, movido nada mais que pelo próprio diabo em pessoa – para mim era visível à frente dele – arrancou aquele suado dinheirinho das mãos do infeliz, sem dó nem piedade, dizendo que era para “obras da igreja”. Ladrão imundo que para satanás trabalha! Ladrão, duplo ladrão, que dos miseráveis suga, e ainda as almas deles prostitui. Este dinheiro é usado apenas para enriquecimento dos pastores, para gerar uma pavorosa máquina arrecadadora e para roubar em nome de Deus.
 
    Já a divina Palavra nos diz que haveria um tempo em que surgiriam seitas perniciosas e que falsos pastores, movidos por cobiça, fariam comércio dos incautos (II Pd 2,1-3). Estamos nestes tempos malditos! Estes artífices do inferno sugerem àqueles infelizes trabalhadores que, se tudo derem, encontrarão a riqueza e suas casas e seus bens serão transformados em ouro. Bestializados , hipnotizados, movidos eles também, nada mais que pela completa cobiça, se desfazem de tudo o que possuem, até da comida da boca de seus pobres filhos, enquanto com isso fazem somente crescer aquela máquina arrecadadora do inferno e a conta bancária do “pastor” ou da seita. Mas para aqueles que promovem tais abominações está dito: “há muito tempo a condenação os ameaça e a sua ruína não dorme”. É só uma questão de tempo!
 
   Finalmente chegamos ao apartamento em que ela morava. Lá mesmo ainda aquela força terrível me procurava arrasar e destruir. O maldito, com certeza, não queria jamais que alguém presenciasse o que acontece nestas falsas seitas – todas elas – constituídas nada mais que para arrecadar dinheiro para o diabo e roubar almas de Deus. Somente pela graça de Deus é que eu consegui me trancar no banheiro da casa, para fugir da fúria de minha parenta e ficar ali rezando desesperadamente, até que pela mesma graça divina fui libertada daquele suplício. Eu havia, de fato, mexido no formigueiro do inferno. Eu havia visto as formigas do demônio, como carregando as almas rumo ao abismo. E satanás não gostou nem um pouco que eu tivesse tomado conhecimento de tudo aquilo.
 
    Não acreditem, ó almas incautas, que aquele dinheiro é para obras. Se existem estas obras, elas certamente não foram pedidas por Deus, mas por homens ladrões. E se não foram pedidas por Deus, pertencem ao diabo! Estas falsas igrejas são como máquinas de arrecadar fundos, roubando descaradamente. Com isso conseguiram produzir poderosos pastores, cheios de fortuna, que enriquecem assustadoramente a cada dia. E voam por ai, de lear-jet, e suas igrejas se expandem e se multiplicam pelo mundo como um cancro. E ainda têm a coragem de dizer que crescem, porque “Jesus” os abençoa! Mil vezes seja dito: Se Jesus fizesse ricos aos que falam de Seu nome, a Igreja católica já seria dona de todo o universo, não somente desta pobre terra. Riqueza é armadilha de satanás!
 
     E a cada dia surgem novos pastores, com as suas falsas igrejas, usando falsamente a Palavra da Deus e movidos apenas pela cobiça vos roubam descaradamente. Ou não é com palavras cheias de astúcia, (II Pd 2,3) vos exploram? O grande objetivo de satanás, que os protege a todos e os comanda a todos, é na verdade usar este dinheiro para tirar almas do verdadeiro caminho, da Igreja Católica, a única que foi fundada por Jesus Cristo, como está em I Tim , 1: O Espírito diz expressamente que, nos tempos vindouros, alguns hão de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos embusteiros e a doutrinas diabólicas, de hipócritas e impostores! Sim, porque as obras deles são disfarce! Aliás, o mesmo disfarce dos espíritas e suas falsas caridades! Tudo para cegar as almas e levá-las à perdição!
 
     Em suma, este planeta terra já tem um dono único: Jesus Cristo, Filho único de Deus! E a Ele foram dados império, glória e realeza, e todos os povos, todas as nações e os povos de todas as línguas serviram-no. Seu domínio será eterno; nunca cessará e seu Reino jamais será destruído (Dn 7,14). Ele veio, fundou UMA só Igreja! Deixou-a sob UM único comando: Pedro! E das mãos do Pedro de hoje, João Paulo II, Jesus receberá de volta o cetro, quando Ele voltar em Glória. Aqui não há lugar para duas religiões, porque não existem dois deuses.



Extraido do livro "Os demônios nos caminhos dos filhos de Deus"





Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 02/08/09 às 22:28:52 h.


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