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Livro Aberto
Coloco nesta catogira livros inteiros sobre nossa fé católica, que serão inseridos por partes.




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Postado em: 30/03/11 às 09:01:32 por: James
Categoria: Livro Aberto
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Palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo à sua esposa escolhida e muito amada, Santa Brígida; sobre a proclamação de sua santíssima encarnação; a rejeição, profanação e abandono de nossa fé e batismo; e como Ele convida sua amada esposa e todo o povo cristão a amá-Lo.

Baixe o livro completo em nosso site no artigo N.º 4917

http://www.espacojames.com.br/?cat=99&id=4917

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Livro 2 - Capítulo 12

Sou o verdadeiro Rei. Ninguém merece ser chamado rei exceto eu, porque toda a honra e poder vem de mim. Sou aquele que fez o julgamento do primeiro anjo que caiu pelo orgulho, ambição e inveja. Sou aquele que fez o julgamento de Adão e Caim, assim como de todo o mundo ao enviar o dilúvio, devido aos pecados da raça humana. Sou o mesmo que permitiu que o povo de Israel ficasse em cativeiro e miraculosamente o conduziu com sinais milagrosos. Toda justiça pode se encontrar em mim. A justiça sempre esteve e está em mim sem começo nem fim. Em nenhum momento ela diminui, mas permanece verdadeira e imutável. Embora no presente momento minha justiça pareça ser mais branda e Deus agora pareça ser um juiz mais paciente, isto não representa uma mudança em minha justiça, que nunca muda, mas apenas mostra ainda mais o meu amor. Eu agora julgo o mundo através da mesma justiça e do mesmo verdadeiro julgamento de quando permiti que meu povo se tornasse escravo no Egito e o fiz sofrer no deserto.

Meu amor foi oculto antes de minha encarnação. Eu o mantive oculto em minha justiça como luz obscurecida por uma nuvem. Quando eu tomei a natureza humana, embora a lei que tinha sido dada tenha mudado, a justiça não mudou, tornou-se mais visivelmente clara e foi mostrada com uma luz mais abundante de amor através do Filho de Deus. Isto aconteceu de três formas. Primeiro, a lei foi mitigada, já que tinha sido muito severa por causa de pecadores desobedientes e endurecidos e era difícil subjugar o orgulho. Segundo, o Filho de Deus sofreu e morreu. Terceiro, meu julgamento agora parece estar mais afastado, e parecer ter sido postergado por misericórdia e ser mais brando com os pecadores do que antes. De fato, os atos de justiça concernentes aos primeiros pais ou ao dilúvio ou àqueles que morreram no deserto, parecem rígidos e severos. Entretanto, misericórdia e amor são agora mais aparentes. Antes, por razões de sabedoria, o amor foi oculto em justiça e mostrado com misericórdia, apesar de uma maneira mais oculta, porque Eu nunca fiz e nunca farei justiça sem misericórdia ou bondade sem justiça. Agora, entretanto, tu podes perguntar: se eu demonstrar misericórdia em toda minha justiça, de que maneira sou misericordioso com relação aos condenados? Responderei por meio de uma parábola.

É como se um juiz estivesse sentado para um julgamento e seu irmão aparecesse para ser sentenciado. O juiz diz a ele: “Tu és meu irmão e eu sou teu juiz e, embora eu te ame sinceramente, não posso e nem é certo para mim contrariar a justiça. Em tua consciência verás o que é justo com respeito ao que mereces. É necessário sentenciar-te adequadamente. Se fosse possível ir contra a justiça, eu poderia de bom grado tomar tua sentença para mim”. Sou como este juiz. Essa pessoa é meu irmão devido à minha natureza humana. Quando ele vem para ser julgado, sua consciência lhe informa sobre sua culpa e ele compreende qual deve ser sua sentença. Já que sou justo, eu respondo à alma - falando figurativamente, e digo: “Tu enxergas tudo o que é justo para ti em tua consciência. Diga-me o que mereces”. A alma me responde então: “Minha consciência me informa sobre minha sentença. É a punição que me é devida, pois não te obedeci”. Eu respondo: “Eu, teu juiz, assumi toda a tua punição e te fiz conhecido o perigo que corrias, assim como a maneira de escapares da punição. Foi por simples justiça que não pudeste entrar nos céus antes de reparar tua culpa. Eu assumi tua reparação, porque foste incapaz de suportar isso sozinho.

Através dos profetas mostrei-te o que aconteceria comigo e não omiti um único detalhe do que esses profetas revelaram. Mostrei-te todo o amor que pude para que voltasses a mim. Entretanto, já que te afastaste de mim, mereces ser sentenciado, porque desprezaste a misericórdia. Entretanto, EU sou ainda tão misericordioso que, se fosse possível a mim, morrer novamente, por tua causa, suportaria o mesmo tormento que uma vez suportei na cruz ao invés de vê-lo sentenciado a tal sentença. A justiça, porém, diz que para mim é impossível morrer novamente, mesmo que a misericórdia diga que quero morrer por ti, se isso fosse possível. É assim que sou misericordioso e amoroso mesmo pelos condenados. Eu amei a humanidade desde o começo, mesmo quando pareci irado, mas ninguém se preocupou ou prestou qualquer atenção ao meu amor.

Por ser justo e misericordioso, advirto os chamados cavaleiros de que eles devem procurar minha misericórdia, para que minha justiça não os encontre. Minha justiça é tão imóvel quanto uma montanha, queima como fogo, é tão assustadora quanto um trovão e tão repentina quanto um arco ajustado com uma flecha. Minha advertência é tripla. Primeiro, advirto-os como um pai faz com seus filhos, para que eles se voltem para mim, porque sou seu Pai e Criador. Que eles retornem, e eu lhes darei o patrimônio devido a eles por direito. Que retornem, porque, embora eu tenha sido desprezado, ainda os receberei com alegria e irei ao seu encontro com amor. Segundo, peço a eles como um irmão, que recordem minhas feridas e minhas ações. Que eles retornem, e os receberei como um irmão. Terceiro, como seu Senhor, eu peço-lhes que retornem ao Senhor a quem prometeram sua fé, a quem devem sua lealdade e a quem se comprometeram por juramento.

Por quê, ó cavaleiros, vos afastastes de mim, vosso pai, que vos criou com amor? Pensai em mim, vosso irmão, que se tornou um de vós pelo vosso bem. Voltai-vos novamente para mim, o vosso bom Senhor. É altamente desonesto jurar vossa fé e vossa lealdade a outro senhor. Vós jurastes que defenderíeis minha Igreja e ajudaríeis os necessitados. Vede agora como jurastes lealdade a meu inimigo, jogastes fora meu estandarte e levantastes o do inimigo!

Por que, ó cavaleiros, não retornais a mim com verdadeira humildade, já que desertastes de mim por causa do orgulho? Se qualquer coisa parece difícil de suportar por mim, considerai o que fiz por vós! Por vós fui à cruz com meus pés sangrando; minhas mãos e pés foram pregados por vós; não poupei nenhum um só membro por vós. E ainda ignorais tudo isto, afastando-vos de mim. Voltai e vos darei três formas de ajuda. Primeiro, fortaleza, para que sejais capazes de resistir a vossos inimigos físicos e espirituais. Segundo, uma brava generosidade, tal que não possais temer nada a não ser Eu e possais considerar uma alegria o vosso empenho por mim. Terceiro, Eu vos darei sabedoria para fazer-vos entender a verdadeira fé e a vontade de Deus. Assim, voltai e assumi vossas posições como homens! Pois eu, que estou vos dando esse aviso, sou o mesmo a quem servem os anjos, aquele que libertou vossos antepassados que foram obedientes, mas condenou os desobedientes e humilhou os orgulhosos. Fui o primeiro na guerra, o primeiro a sofrer. Segui-me, então, para que não derretais como a cera no fogo. Por que estais quebrando vossa promessa? Por que desprezais vosso juramento? Tenho menor valor ou sou menos merecedor do que algum amigo vosso mundano, a quem, quando fazeis juramento, o mantendes? Entretanto, a mim, o doador da vida e da honra, o preservador da saúde, vós não cumpris o que prometestes.

Por esta razão, bons cavaleiros, cumpri vossa promessa e, se fordes muito fracos para colocar isso em ação, pelo menos tenhais a vontade de fazê-lo! Sinto pena da escravidão que o demônio vos impôs e assim, aceitarei vossa intenção como uma ação. Se voltardes para mim com amor, então colocai em execução a fé da minha Igreja, e eu sairei para encontra-vos como um bom pai junto com todo o meu exército. Eu vos darei cinco coisas boas como recompensa. Primeiro, o louvor eterno sempre soará em vossos ouvidos. Segundo, a face e a glória de Deus sempre estarão diante de vossos olhos. Terceiro, o louvor de Deus nunca deixará vossos lábios. Quarto, vós tereis tudo o que vossas almas desejarem, e não desejareis nada além do que já tendes. Quinto, nunca vos separareis de vosso Deus, vossa alegria será infinita e vivereis vossas vidas com alegria sem fim.

Esta será vossa recompensa, meus cavaleiros, se vós defenderdes minha fé e vos esforçardes mais pela minha honra do que pela vossa. Se tiverdes algum senso, lembrai-vos que tenho sido paciente convosco e que me tendes insultado de tal forma que vós sozinhos, nunca toleraríeis. Entretanto, embora eu possa fazer tudo devido à minha onipotência, e embora minha justiça clame para que me vingue de vós, ainda minha misericórdia, que está em minha sabedoria e bondade,vos poupa. Dessa forma, peçai por misericórdia! Em meu amor, eu concedo o que uma pessoa me pede com humildade”.


Palavras poderosas de Cristo à esposa sobre os cavaleiros da atualidade; sobre a maneira correta de formar cavaleiros e sobre como Deus concede força e ajuda a eles em suas ações.

Livro 2 - Capítulo 13

Eu sou um único Deus com o Pai e o Espírito Santo em uma trindade de pessoas. Nenhum dos três pode ser separado ou dividido dos outros, mas o Pai está em ambos, no Filho e no Espírito, o Filho está em ambos, no Pai e no Espírito e o Espírito está em ambos. A Divindade enviou sua Palavra à Virgem Maria através do anjo Gabriel. Também o mesmo Deus, enviando e sendo enviado por si mesmo, estava com o anjo, estava em Gabriel, e estava com a Virgem antes de Gabriel. Depois que o Arcanjo entregou sua mensagem, a palavra se tornou carne dentro da Virgem. Eu, que falo contigo, sou essa Palavra.

O Pai me enviou através dele mesmo juntamente com o Espírito Santo para o útero da Virgem, embora não de forma que os anjos ficassem sem a visão e a presença de Deus. Eu, o Filho, que estava com o Pai e o Espírito Santo no ventre da Virgem, permaneci o mesmo Deus na visão dos anjos no Céu juntamente com o Pai e o Espírito Santo, governando e sustentando todas as coisas. Entretanto, a natureza humana assumida pelo único Filho ficou no útero de Maria. Eu, que sou um só Deus em minha natureza divina e humana, não desdenho de falar contigo e assim manifesto meu amor e fortaleço tua santa fé.

Embora minha forma humana pareça estar aqui em tua frente e estar falando contigo, entretanto, é mais verdadeiro dizer que tua alma e tua consciência estão comigo e em mim. Nada nos Céus ou na Terra é impossível ou difícil para mim. Sou como um poderoso rei que chega a uma cidade com suas tropas e toma posse do lugar, ocupando-o completamente. Da mesma forma, teus membros se encherão com minha graça e serão fortalecidos. Eu estou dentro e fora de ti. Embora eu possa estar falando contigo, permaneço o mesmo em minha glória. O que poderia ser difícil para mim, que sustento todas as coisas com meu poder e organizo tudo com minha sabedoria, superando a tudo com excelência? Eu, que sou um único Deus junto com o Pai e o Espírito Santo, sem começo ou fim, que assumi a natureza humana pela salvação da humanidade, com minha natureza divina permanecendo intacta, que sofri, ressuscitei e ascendi ao Céu, estou agora verdadeiramente falando contigo.

Eu falei-te anteriormente sobre os cavaleiros que foram antes mais agradáveis a mim, porque foram unidos a mim através do laço da caridade. Eles se comprometeram através de seus juramentos a oferecerem seu corpo pelo meu corpo, seu sangue pelo meu sangue. É por isso que lhes dei meu consentimento, onde me uni a eles em um único laço e uma única companhia. Agora, entretanto, minha queixa é a de que estes cavaleiros, que deveriam pertencer a mim, voltaram-se contra mim. Eu sou seu Criador e Redentor, assim como seu ajudante. Criei um corpo com todos os membros para eles. Criei tudo no mundo para seu uso. Redimi-os com meu sangue. Adquiri uma herança eterna para eles através da minha paixão. Eu os protejo em todo perigo.

Agora, entretanto, eles se afastaram de mim. Eles tem minha paixão por nada, negligenciam minhas palavras que deveriam alegrar e nutrir suas almas. Desprezam-me, preferindo, com todo o coração e a alma, oferecer seus corpos e deixar que sejam feridos em troca de prazer humano, derramar seu sangue para satisfazer sua ambição, felizes em morrer em nome de um discurso mundano, diabólico e vazio. Mas ainda, embora tenham se afastado, minha misericórdia e justiça estão sobre eles. Eu misericordiosamente zelo por eles para que não sejam entregues ao demônio. Em justiça, sou paciente com eles e, se novamente se voltassem para mim, os receberia e alegremente correria para encontrá-los.

Diga àquele homem que quer pôr seus serviços de cavalaria a meu dispor que ele me agradará novamente através da seguinte cerimônia. Qualquer um que quiser ser cavaleiro deve seguir com seu cavalo e armadura até o pátio da Igreja e deixar seu cavalo lá, já que este não foi feito para o orgulho humano mas para ser útil na vida e na defesa, e na luta contra os inimigos de Deus. Então deixa que ele vista seu manto, colocando o fecho em sua testa, da maneira semelhante ao que um diácono faz quando veste sua estola como um sinal de obediência e santa paciência. Da mesma forma, ele pode vestir seu manto e colocar o fecho em sua testa como sinal de seus votos militares e de obediência tomada para a defesa da cruz de Cristo.

Um estandarte de governo secular deve ser carregado à sua frente, lembrando-o que deve obedecer a seu governo na terra em tudo aquilo que não é contra Deus. Uma vez que tenha entrado no pátio da Igreja, os sacerdotes devem sair para encontrá-lo com o estandarte da igreja. Neste, a Paixão e as feridas de Cristo devem estar pintadas como símbolo de que ele é obrigado a defender a Igreja de Deus e concordar com seus prelados. Quando ele entrar na Igreja, o estandarte do governo temporal deve permanecer fora da igreja enquanto o estandarte de Deus deve ir à sua frente para dentro da Igreja, como um sinal de que a autoridade divina precede a autoridade temporal e que uma pessoa deve cuidar mais das questões espirituais e do que das temporais.

Quando a Missa for rezada até o Agnus Dei, a autoridade presidente, isto é, o rei ou outra pessoa, deve dirigir-se ao cavaleiro no altar e dizer: “Queres tornar-te cavaleiro?” Quando o candidato responder “sim”, o outro deve acrescentar as palavras: “Promete a Deus e a mim que defenderás a fé da Santa Igreja e obedecerás a seus líderes nas coisas que pertencem a Deus!”

Quando o candidato responder “sim”, o outro deve colocar uma espada em suas mãos, dizendo: “Veja, deposito uma espada em tuas mãos para que não poupes mesmo a tua vida pela Igreja de Deus, para que possas subjugar os inimigos de Deus e proteger os amigos de Deus”. Então deve entregar a ele o escudo e dizer: “Veja, dou-te um escudo para que possas defender-te dos inimigos de Deus, para que possas oferecer assistência às viúvas e órfãos, de forma que possas aumentar a glória de Deus em todos os sentidos”. Então ele deve colocar sua mão sobre o pescoço do outro, dizendo: “Veja, agora estás sujeito à obediência e à autoridade. Saibas, então, que deves por em pratica aquilo que prometeste através de tua promessa!” Depois disso, o manto e seu fecho, deve ser ajustado nele para lembrá-lo diariamente de seus votos a Deus e que, por sua profissão perante a Igreja, ele comprometeu-se a fazer mais que outros para defender a igreja de Deus.

Uma vez feito tudo isto e o Agnus Dei rezado, o sacerdote que celebra a Missa deve dar-lhe meu corpo para que possa defender a fé da Santa Igreja. Estarei nele e ele em mim. Dar-lhe-ei ajuda e força, e o farei queimar com o fogo do meu amor de forma que não desejará nada a não ser Eu e não temerá nada a não ser a mim, seu Deus. Se acontecer dele estar em campanha quando prestar seus serviços por minha glória e defesa da minha fé, isto ainda o beneficiará, considerando que sua intenção é justa.

Estou em todos os lugares em virtude do meu poder, e todas as pessoas podem agradar-me por uma intenção justa e boa vontade. Eu sou amor, e ninguém pode vir a mim a não ser uma pessoa que tem amor. Então, não ordeno a ninguém que faça isso, pois nesse caso estariam me servindo por medo. Mas aqueles que querem tomar essa forma de serviço de cavalaria podem estar me agradando. Seria adequado para eles, mostrar através da humildade, que eles querem voltar ao verdadeiro exercício da cavalaria, já que através do orgulho, ocorre a deserção da profissão da verdadeira cavalaria.”

EXPLICAÇÃO

Acredita-se que este cavaleiro tenha sido Sir Karl, o filho de Santa Brígida.

Sobre Cristo simbolizado por um ourives e as palavras de Deus pelo ouro; sobre como estas palavras devem ser transmitidas às pessoas com o amor de Deus, uma reta consciência; seus cinco sentidos sob controle; e sobre como os pregadores de Deus devem ser diligentes e não preguiçosos ao vender o ouro, isto é, ao transmitir a palavra de Deus.

Continua...



Fonte: Extraído do Livro As Profecias e Revelações de Santa Brígida











Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 30/03/11 às 09:01:32 h.


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