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Artigo N.º 10806 - A Igreja Católica e Constantino I
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Postado em: 26/03/13 às 12:22:19 por: James
Categoria: Saiba Mais
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Artigo enviado por email ao espacojames pelo meu amigo Cláudio de Carvalho Rocha

É verdadeira afirmativa que Igreja Católica foi fundada pelo Imperador Constantino em 313 D.C.?


Esta é uma “verdade imutável” promulgada pelos protestantes. Mas quando pedimos "fatos históricos" para confirmar esta afirmação, eles se referem ao "Édito de Milão" que foi emitido pelo Imperador Constantino I em 313 D.C.

Vamos entender primeiramente como se deu a conversão de Constantino I.

 

 

Nas proximidades do Natal do ano de 312, o imperador romano Constantino I, o Grande, enfrentou Maxêncio, um seu rival ao trono de Roma. Até aqui Constantino I não se diferenciava de qualquer tirano. Nas vésperas das duas batalhas que travou então ele jurou ter escutado vozes divinas bem como assegurou ter visto claramente signos no céu que lhe davam o ganho da causa. Esses acontecimentos, lendários, tiveram notável efeito na história da fé do mundo ocidental visto que a vitória de Constantino I na ponte Milvio, que cruzava o rio Tibre, acelerou a conversão dos romanos à religião de Jesus Cristo.

Segundo Eusébio de Cesaréia, o primeiro historiador da igreja cristã, falecido em 341, foi o próprio imperador Constantino o Grande, quem lhe confessou ter tido as duas visões que o convenceram de que Cristo o escolhera para missões extraordinárias. A primeira delas deu-se nas vésperas da batalha Saxa Rubia, quando ele teria visto no céu, em meio as nuvens, a poderosa imagem da cruz e uma voz que lhe dissera Meus Pace est cum Vos . . .In Hoc Signo Vinces, “Minha paz está contigo... com este signo vencerás”. E de fato, assim se deu.

Apesar de inferiorizado, Constantino bateu fácil a Maxêncio. Não havia, entretanto, vencido a guerra. Dias depois, em 28 de outubro de 312, um pouco antes de ter que atravessar a Ponte Milvio sobre o rio Tibre, travando uma outra batalha para poder chegar ao centro de Roma, novamente ouviu uma voz. Desta vez ela ordenara-lhe que removesse a águia imperial dos escudos romanos, colocando outro símbolo no seu lugar.


De imediato Constantino, obediente, providenciou a alteração, afixando neles as letras “chi” (“c” em grego, que tinha forma de um xis) e “rho” (“p” em grego), que vinham a ser as iniciais gregas de Cristo, logo encimadas pela coroa de espinhos. Os inimigos foram esmagados na estreita ponte, e o próprio Maxêncio pereceu afogado.

Diante de tudo isto, em 313 D.C , Constantino convertido juntamente com Licínio decretam o O Édito de Milão , também referenciado como Édito da Tolerância, declarava que o Império Romano seria neutro em relação ao credo religioso, acabando oficialmente com toda perseguição sancionada oficialmente, especialmente do Cristianismo. A aplicação do Édito fez devolver os lugares de culto e as propriedades que tinham sido confiscadas aos cristãos e vendidas em hasta pública.  Deu ao cristianismo (e a todas as outras religiões) o estatuto de legitimidade, comparável com o paganismo e, com efeito, desestabeleceu o paganismo como a religião oficial do império romano e dos seus exércitos. Observe que o Império Romano foi o primeiro estado Laico, mas não ateu, pois rechaçou o paganismo.

Na tentativa de consolidar a totalidade do Império Romano sob o seu domínio, Licínio em breve marchou contra Constantino I. Como parte do seu esforço de ganhar a lealdade do seu exército, Licínio dispensou o exército e o serviço civil da política de tolerância do Édito de Milão, permitindo-lhes a expulsão dos cristãos. Alguns cristãos perderam consequentemente propriedades e alguns a vida. Mas no final, por volta de 324 D.C., Constantino ganhou o domínio de todo o Império e ordenou a execução de Licínio, por traição.

Lê-se abaixo o Édito de Milão, publicado em março de 313:

"Nós, Constantino e Licínio, Imperadores, encontrando-nos em Milão para conferenciar a respeito do bem e da segurança do império, decidimos que, entre tantas coisas benéficas à comunidade, o culto divino deve ser a nossa primeira e principal preocupação. Pareceu-nos justo que todos, os cristãos inclusive, gozem da liberdade de seguir o culto e a religião de sua preferência. Assim qualquer divindade que no céu mora ser-nos-á propícia a nós e a todos nossos súditos. Decretamos, portanto, que não, obstante a existência de anteriores instruções relativas aos cristãos, os que optarem pela religião de Cristo sejam autorizados a abraçá-las sem estorvo ou empecilho, e que ninguém absolutamente os impeça ou moleste... . Observai outrossim, que também todos os demais terão garantia a livre e irrestrita prática de suas respectivas religiões, pois está de acordo com a estrutura estatal e com a paz vigente que asseguremos a cada cidadão a liberdade de culto segundo sua consciência e eleição; não pretendemos negar a consideração que merecem as religiões e seus adeptos. Outrossim, com referência aos cristãos, ampliando normas estabelecidas já sobre os lugares de seus cultos, é-nos grato ordenar, pela presente, que todos que compraram esses locais os restituam aos cristãos sem qualquer pretensão a pagamento... [as igrejas recebidas como donativo e os demais que antigamente pertenciam aos cristãos deviam ser devolvidos. Os proprietários, porém, podiam requerer compensação.]

Use-se da máxima diligência no cumprimento das ordenanças a favor dos cristãos e obedeça-se a esta lei com presteza, para se possibilitar a realização de nosso propósito de instaurar a tranquilidade pública. Assim continue o favor divino, já experimentado em empreendimentos momentosíssimos, outorgando-nos o sucesso, garantia do bem comum."

Uns anos antes de Constantino alçar-se ao poder, Diocleciano um dos seus antecessores, culpando os cristãos pelo incêndio do palácio da Nicomédia, ocorrido em 303, ordenara uma implacável batida geral em todo império contra os cristãos. Foi a última vez que eles sofreram as perseguições, pois com a ascensão de Constantino ao poder tudo se alterou, tanto é que ele determinou a construção de basílicas por todos os lados para celebrar sua adesão à Revolução da Cruz.

Isto foi a grande demonstração de conversão de Constantino, todavia, mesmo convertido à doutrina da mansidão, o imperador não livrou-se das paranoias e das brutalidades inerentes ao cargo. Insuflado pela imperatriz Fausta, sua segunda mulher, Constantino ordenou, em 326, que estrangulassem o seu filho Crispo, em quem viu atos conspirativos. Não suportando a morte do neto favorito, horrorizada com o acontecido, Helena, a imperatriz mãe, desancou-lhe o verbo, passando-lhe uma reprimenda em regra. Inteirando-se do caso, das maquinações da nora, é bem provável que a augusta matrona tenha exigido que Constantino, carrasco do filho, executasse também a esposa, que até então lhe dera cinco outros filhos. Obediente à matriarca, ele assim o fez, determinando aos seus sicários que esfaqueassem Fausta na hora do banho. Deu-se-lhe então uma enorme culpa. A morte de Crispo e de Fausta deixou Constantino e a sua mãe um grande arrependimento. Caíram em depressão. Foi então que Helena, quase uma octogenária, seguramente em busca da expiação dos pecados, partiu de Nápoles para a Palestina, a pátria piedosa de Jesus e das relíquias sagradas. Se bem que já existisse em Jerusalém um roteiro dos Lugares Santos, fixando os passos do Galileu na cidade, Helena pôs mãos à obra.

Com os vastos recursos do império à disposição, e mesmo da fortuna pessoal dela, do filho e da ex-nora assassinada, com impressionante dedicação e energia, liderando uma equipe de arqueólogos, arquitetos e engenheiros, ela determinou a construção do Santo Sepulcro e de inúmeras outras obras sacras espalhadas pela Terra Santa. Não só isso. Numa das escavações feitas no alto do Gólgota, em busca do sepulcro onde o corpo de Cristo teria sido colocado findo o suplício, encontraram três antigas cruzes bem próximas umas das outras. Foi a glória de Helena. O próprio lenho onde o Senhor fora sacrificado, a Santa Cruz, caíra em suas mãos. A augusta mãe sentiu-se então redimida (a Igreja Cristã também, canonizando-a como Santa Helena). De alguma forma ela supôs que tal graça era sinal de que os crimes do filho estavam perdoados. E assim, resultado de batalhas vencidas, de crimes seguidos de arrependimentos, o cristianismo se afirmou como religião oficial do império romano e de parte considerável do mundo.

Entendida a história apontamos os sete erros mais comuns cometidos pelos protestantes acerca da igreja católica:

A) Os protestantes usam um argumento no mínimo errado dizendo que a Igreja Católica é a mesma Igreja Católica Apostólica Romana da época, e que esta última foi fundada pelo Imperador Romano Constantino. Fazem referencia ao Édito de Milão que foi emitido em 313 d.C. como uma "prova cabal" desta “verdade inquestionável”.

Porque será que a Igreja Católica tem sua sede em Roma? Você já se perguntou por isto? Leitor, para Deus nada é impossível e não existe lugar melhor para subjugar e colocar sua bandeira de vitorioso do que no coração de seu grande inimigo: O Império Romano cuja sede maior, ROMA, era a sua Capital. Leiam a palavra de Deus e vocês verão várias passagens em que Deus humilha seus perseguidores gravando-lhe a vitória no próprio peito.

Mas se lermos o Édito, poderemos verificar que este documento somente concede aos Cristãos a liberdade de praticar sua religião abertamente com a garantia que não seriam perseguidos e nem castigados pelos romanos. Castigar aqui significava ser preso e sem julgamento ser jogado aos leões como alimento.

As pessoas pensam que assim que Cristo foi crucificado terminaram as perseguições aos cristãos e acreditar nisto piamente é um grande erro, pois as perseguições perduram até os dias de hoje, basta olhar os noticiários. Assim, depois de admitir como os Cristãos foram e são perseguidos e castigados por séculos pelos romanos desde os primórdios da Igreja e até hoje, nos perguntemos:

1) Quem crucifixou Jesus Cristo e através dos seus soldados  matarão-no com uma lança no peito?

2)  Recordam do Circo Romano e todos os leões famintos que eram alimentados com a carne dos primeiros mártires, ou seja, dos primeiros cristãos?

3) Nada é mencionado no Édito de Milão afirmando que Constantino instituiu a "Igreja Católica", isto é um fato! Assim as pessoas que reiteram neste FALSO TESTEMUNHO, mesmo sem querer e que não podem prover nenhum outro documento histórico legitimo para provar ou confirmar sua FALSA TEORIA além de falácias covardes cai no ato covarde do julgamento sem provas. Ou será que fazem isto deliberadamente a fim de denegrir a imagem desta Instituição bi-milenar?

4) Pode ser apontada alguma instituição mundial que já enterrou Reis e Rainhas ao longo destes dois milênios e que já tenha passado por inúmeras crises e conflitos mundiais e por não dizer, internos também e que perdurem até os dias de hoje?

5) Porque será que esta Igreja não caiu desde 1517 quando surgiu o Protestantismo que nada mais é que a divisão do CORPO DE CRISTO, sua Igreja? Afinal de contas assim como Deus é extremamente Misericordioso é também Justo Juiz.

6) Os falsos exegetas Protestantes ao longo destes mais de meio século de divisão apontam a Igreja Católica como o mal diante de Deus, chegando ao descabimento de chama-la de grande babilônia, o que é uma BLASFÊMIA SEM TAMANHO já que no contexto da época a grande babilônia era o Império Romano que se embriagava com o sangue dos inocentes mártires cristãos. Não será que é porque a Igreja Católica Apostólica Romana tem proteção dos Céus, na figura do Próprio Senhor Jesus Cristo, pois ele assim nos prometeu?

B) O Segundo erro é que a frase "Católico Romano" não se usava na época de Constantino e só veio a ser utilizada somente mais tarde no século XVI a partir dos Reformadores Protestantes, especialmente pelos Anglicanos, por que estes queria preservar a denominação “Católica”. Para isto, tiveram que se separar da Igreja mãe, não aceitando mais o Papa Romano como sendo seu DIRETOR. O fato é que não se aceitava pela Igreja Católica Apostólica Romana a celebração de segundo matrimônio derivado de divórcio ou separação, o que perdura até os tempos de hoje. Será que nunca ouviram falar da Igreja Católica Anglicana, fundada por um Rei adúltero (Henrique VIII) que, separado, queria se casar novamente (com Ana Bolena) e, não sendo aceito pela Cúria Romana, fundou sua própria igreja? Não lhes parece isto tão atual nos dias de hoje quando não se concorda com determinada doutrina, cria-se a sua própria, arrastando milhares para a devassidão? Não foi isto mesmo o que Cristo, amargamente, lamentou ao afirmar que “muitos viriam em seu nome”? Será que Cristo estava feliz ao deparar com a triste realidade do futuro onde se veriam milhares e milhares de seitas surgindo a cada dia?

C) O Terceiro erro é o de não ler, meditar e aceitar os documentos dos Padres da Igreja e outros escritores. Centenas de documentos claramente contem a palavra "Igreja Católica" desde o ano de 107 D.C..Centenas de anos antes do Edito de Milão ser emitido.São documentos históricos, genuínos, nas quais aparecem as palavras "Igreja Católica"e é onde se podem encontrar por todos os séculos, antes e depois da Reforma Protestante e até os dias de hoje, a história desta Igreja.

A quantidade de documentos históricos é tão grande  e rica em ensinamentos que é impossível não perceber uma continuidade da Igreja de Cristo através dos tempos.

D) O quarto erro é de tentar demonstrar, DESCARADAMENTE, que a Igreja Católica e a Igreja Católica Romana, são duas Igrejas distintas, quando na realidade são só uma e sem diferença nenhuma, seguindo o mesmo ritual.

E) O Quinto erro é na interpretação (ou desejo de) separação da Igreja Russa Católica, a Igreja Católica da Ucrânia, etc, da Igreja Católica Apostólica Romana. Eles tentam mostrar divisão entre Romanos, Russos, Ucranianos, etc. Eles falham em não aceitar que existem muitos católicos nestes países e em outros e que as igrejas não são diferentes das demais Igrejas Católicas espalhadas pelo mundo que estão sob o comando da sede da Santa Igreja Católica em Roma. Seus nomes as diferenciam apenas das Igrejas Ortodoxas (que não reconhecem o Papa como líder) de cada um destes países.

F) O Sexto Erro, GRAVÍSSIMO, está relacionado com o primeiro em que os protestantes tratam de apresentar a Igreja Católica Apostólica Romana como uma " igreja apóstata " ou uma "Igreja Pagã" , já que eles afirmam (falsamente) que a Igreja foi instituída pelo Imperador Romano Constantino que era, nada mais nada menos que um pagão e que ao aceitar ser batizado converteu-se ao catolicismo, quando na verdade a igreja foi instituída pelo próprio Jesus Cristo na figura de Pedro, seu primeiro Papa. Agora veja só que dilema seria se isto fosse verdade: se estes acusadores insistem nesta falsa acusação e tomando-a como verdade absoluta , então eles também têm que admitir que a mesma Bíblia que eles todos usam, surgiu de uma Igreja apóstata ou Igreja Pagã. Já outra realidade HISTÓRICA permite afirmar que Bíblia foi separada de seu Cânon e definida em 350 D.C. no Concilio de Hipona e Cartago. O que quer dizer que até ali a Palavra de Deus era transmitida oralmente, preservando assim a tradição apostólica de ir e levar Cristo aos homens e mulheres da época.

Assim, comentem o ERRO GRAVE em acreditar que quem surgiu primeiro foi a Bíblia quando em verdade quem surgiu primeiro foi a Igreja Instituída por Cristo e da qual posteriormente, através de seus discípulos, escreveu-se a Bíblia.

Chamar a Igreja Católica de uma "igreja apóstata" é chamar Jesus Cristo de mentiroso (João 5:10) já que Jesus prometeu em Mateus 28:20 que Ele estaria com Sua Igreja todos os dias ate a consumação do fim dos tempos e, sem exceções, até ao transcurso destes dias atuais. O mesmo Jesus que também prometeu que o Espírito Santo estaria com Sua Igreja sempre em João 14:16-17 , que Sua Igreja é a autoridade final em Mateus 18:17 e que Ele nunca desampararia sua Igreja em João 14:18.São Paulo afirmou que é a Igreja quem é a Coluna e o Sustentáculo da Verdade em Timóteo 3:15. Ele não disse que era a Bíblia. Assim, por favor, alguém poderia dizer-me como a Igreja que Jesus fundou poderia apostatar?

G) O Sétimo erro é o de não ler a Historia de Constantino (285-237), a qual é muito interessante e de onde aprendemos que ele era um imperador romano infiel, que foi convertido e batizado na Igreja Católica pouco antes de morrer no ano de 337 D.C.

Deixo as perguntas para meditarem:

1) Se Constantino, um infiel imperador, fundou a Igreja Católica em 313 D.C. como alguns afirmam, porque esperou até 337 para unir-se a Ela?
2) Como é possível que ele fundasse uma Igreja na qual não pertencia e perseguia?
3) Como é que um pagão, poderia fundar uma Igreja Cristã?
4) Quem aceitaria uma Igreja assim?


Fontes.:

http://pt.wikipedia.org;
www.cacaonova.com
www.catolicismoromano.com.br






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