Alemanha já “paga o preço” por sua baixa natalidade, país perdeu 1,5 milhão de habitantes.
 
 
Recorde de acesso em:
23/03/2016
é de 7.940
Total Visitas Únicas: 6.021.396
Visitas Únicas Hoje: 31
Usuários Online: 372
Sistema de Busca

 

Destaque




Salvar no Instagram

Salvar em PDF






Visto: 1177 - Impresso: 27 - Enviado: 13 - Salvo em Word: 20
Postado em: 06/11/13 às 22:01:10 por: James
Categoria: Destaque
Link: http://www.espacojames.com.br/?cat=41&id=11661
Marcado como: Artigo Simples
Ver todos os artigos desta Categoria: Destaque

A população alemã está encolhendo e as prefeituras se esforçam para ocultar o dramático minguamento, escreveu reportagem do “The New York Times”.

Na zona rural pode se encontrar filas de cassas vazias, quintais cobertos de mato, janelas fechadas com tábuas e sistemas de esgoto estragados por falta de uso.

Nas cidades, os operários envelhecem e as linhas de montagem reduzem ao mínimo as tarefas corporais, pois não há substitutos capacitados. Esta diminuição silenciosa, ao longo do tempo é mais danosa e profunda que a guerra de extermínio dos cristãos tocada no Oriente pelos seguidores do Corão.

Segundo o último censo, a Alemanha perdeu 1,5 milhão de habitantes. Em 2060 a população poderá ter encolhido mais 19%, caindo para 66 milhões. A Alemanha elevou a idade de aposentadoria de 65 para 67 anos. Mais isso não resolve o problema de fundo.

A faixa etária de 55 a 64 anos na força de trabalho passou de 38,9% em 2002 para 61,5% em 2012. E não há jovens suficientes para substituí-los.

A Alemanha se orgulhava, e com razão, de suas mulheres devotadas ao lar, à igreja e aos filhos, A enganosa “modernização” do pós-guerra destruiu essa realidade social e religiosa favorecida pela Igreja.

Agora, o governo tenta colocar mais mulheres nas fábricas. Mas isso contradiz os estímulos a terem mais filhos. O país concede US$ 265 bilhões anuais em subsídios familiares, mas estes não revertem a tendência geral ao despovoamento.

Outros países europeus que adotaram a mesma agenda anti-vida caem pelo mesmo despenhadeiro. Sem braços os problemas econômicos ficam insolúveis e geram uma espiral de declínio.

As altas taxas de desemprego — mais de 50% entre jovens — em países como Grécia, Itália e Espanha, desestimulam ainda mais de ter filhos, sobre tudo porque a fé e a moral estão se apagando,.

Em 1960, nasceram 7,5 milhões de crianças em 27 países que hoje fazem parte da União Europeia – UE. Mas, em 2011 os nascimentos caíram para 5,4 milhões.

Hoje há quatro trabalhadores para cada aposentado na UE, mas 2060 a proporção será de dois a um, segundo a própria UE.Por sua vez, os imigrantes islâmicos e da Europa Oriental estão ocupando os vazios nas cidades e no campo.



Fonte: http://blog.comshalom.org/carmadelio





Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 06/11/13 às 22:01:10 h.


Saiba como contribuir com nosso site:

1) O vídeo não abre? O arquivo não baixa? Existe algum erro neste artigo? Clique aqui!   [ Leia + ]

2) - Receba diariamente os artigos do nosso site em seu e-mail. Cadastre-se Aqui! é grátis!
 
3) - Ajude nossos irmãos a crescerem na fé, envie seu artigo, testemunho, foto ou curiosidade. Envie por aqui!

4) - Ajude a manter este site no ar, para fazer doações clique no botão abaixo.


Visite o espacojames nas redes sociais:



LEIA TAMBÉM











Copyright 2006 - 2015 - www.espacojames.com.br - Todos os Direitos Reservados - Santarém - Pará - Brasil
Desenvolvido por: ESPACOJAMES