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Destaque



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Postado em: 06/10/14 às 20:26:48 por: James
Categoria: Destaque
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A questão dos princípios não negociáveis ​​retorna com força na Espanha, onde semana passada, o governo decidiu retirar o projeto de lei que teria mudado no sentido mais restritivo a lei sobre o aborto promulgada pelo ex-primeiro-ministro SOCIALISTA, Zapatero, porque não tinha – como disse o presidente Mariano Rajoy – “um consenso suficiente”.

O Comité Permanente da Conferência Episcopal Espanhola ‘interveio ontem, no final do seu encontro realizado em Madrid, emitindo um documento com o título “O direito à vida humana não é negociável”. Os bispos ibéricos salientam que “a vida humana é sagrada e inviolável e deve ser protegida desde a concepção até a morte natural”, já que “a própria ciência prova que desde a concepção existe um novo ser humano, único e irrepetível, que se distingue de seus pais”.

A tutela do nascituro é um dos pilares da sociedade, porque “não se pode construir – lê-se no comunicado – uma sociedade democrática, livre, justa e pacífica, se não vem defendido e respeitado os direitos de todos os seres humanos, na sua dignidade inalienável, em particular o direito à vida, prioridade entre todos os outros”. Portanto, “proteger a vida humana” é de fato “responsabilidade de todos”, mas especialmente “dos governos”. A Espanha é considerada “uma triste exceção”, já que considera “o aborto como um direito”.

Os prelados espanhóis especificam que a batalha pela vida não é uma mera questão de princípio. Conscientes do fato de que “a vida humana não está livre de dificuldades”, recordam que “a Igreja conhece os sofrimentos e as carências de muitas pessoas, à quais dirige a sua ajuda, em todo o mundo, no exercício da caridade”. No mais, são “muitos voluntários e organizações de apoio à vida e à promoção da mulher e de solidariedade para com os mais necessitados”, que desejam “estender a civilização do amor e a cultura da vida” àqueles que “vivem nas periferias sociais e existenciais”.

O apelo dos bispos ibéricos é dirigido às instituições, a fim que atuem com “um esforço mais generoso na implementação de políticas eficazes de apoio às mulheres grávidas e às famílias”. “As mulheres que enfrentam o dilema de uma gravidez não desejada devem ser acompanhadas para não optarem pela morte, mas pelo caminho da vida, que é a maior realização da verdadeira liberdade e do progresso humano.”

Fonte: http://blog.comshalom.org/carmadelio

 
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