Haiti: cinco anos depois do terremoto, como está a Igreja católica no país?


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Postado em: 13/01/15 às 12:44:32 por: James
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Uma delegação de 12 pessoas partiu do Haiti, para Roma, onde participará do encontro que se realizará no Vaticano no sábado, 10 de janeiro, no quinto aniversário do terremoto que devastou a nação em 12 de janeiro de 2010.

Foi o que anunciou o Presidente da Conferência Episcopal do Haiti (CEH), Card. Chibly Langlois, Bispo de Les Cayes, que guia a delegação. “A comunhão da Igreja: Memória e esperança para o Haiti, cinco anos depois do terremoto” é o tema sobre o qual refletirão cerca de 200 pessoas: além da delegação do Haiti, de fato, foram convidados os representantes dos Dicastérios vaticanos, de algumas Conferências Episcopais, de organizações de ajuda e cooperação, os superiores gerais de congregações religiosas e os embaixadores junto à Santa Sé.

A iniciativa, segundo a nota enviada a Fides pelo Haiti, fortemente encorajada pelo Papa Francisco, é organizada pelo Pontifício Conselho “Cor Unum” e pela Pontifícia Comissão para a América Latina. “Será – segundo as palavras do Cardeal – a oportunidade de recordar o desastre que causou mais de 230.000 mortos, 300.000 feridos e 1,2 milhões de desabrigados”. O Card. Chibly Langlois recorda na circunstância que um número de projetos pós-terremoto já foi completado, e que atualmente a Igreja Católica tem ainda cerca de 200 projetos a realizar.

Os que estão em andamento dizem respeito a 70 igrejas, capelas ou escolas reconstruídas, e outros edifícios que abrigam atividades de serviço administradas pela Igreja Católica. Esses 70 projetos em execução exigiram um custo de 58 milhões de dólares, dos quais somente 32 eram precedentemente disponíveis, segundo o que afirma Stephan Destin, o engenheiro responsável pela Unidade operativa para a reconstrução. O Estado haitiano até agora não reconstruiu nenhum dos edifícios públicos destruídos pelo terremoto.

A Igreja, a propósito, aguarda ainda a ajuda estatal para a reconstrução efetuada ou iniciada dos edifícios que oferecem um serviço público, como escolas e centros de saúde. “Esperamos reforçar a comunhão eclesial com a Igrejas-irmãs”, conclui o Card. Chibly Langlois, que auspicia também a nomeação, em cada diocese haitiana, de uma pessoa competente e qualificada, encarregada de acompanhar a reconstrução e a gestão das ajudas.

Fonte: http://blog.comshalom.org/carmadelio

 

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