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Artigo N.º 13273 - Dinamarca aprova lei para coibir sexo com animais. Código anterior permitia, “desde que os não ferissem”
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Postado em: 27/04/15 às 14:57:16 por: James
Categoria: Destaque
Link: http://www.espacojames.com.br/?cat=41&id=13273
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Espacojames: Fazer sexo com animais além de ser pecado é no entanto horrendo, diabólico... Quem pratica este ato ofende não só a Deus mas ao seu próprio corpo! Fujam da impureza!

"Fujam da imoralidade sexual. Todos os outros pecados que alguém comete, fora do corpo os comete; mas quem peca sexualmente, peca contra o seu próprio corpo."  1 Coríntios 6:18

Leia o artigo:  Artigo N.º 13272 - A Pureza na Bíblia

 

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A Dinamarca aprovou uma lei que veda toda forma de bestialismo. A medida foi tomada após ativistas protestarem contra brechas na legislação que estariam incentivando certo turismo sexual com animais. Até agora, o código penal dinamarquês só previa punições para atos sexuais que ferissem os animais.

A mudança na lei foi encampada há alguns meses pelo ministro da Agricultura e Alimentação, Dan Jorgensen, seguindo o exemplo de outros países do norte da Europa, como Alemanha, Suécia e Noruega, que também proibiram a prática recentemente. “Decidimos proibir o bestialismo por vários motivos. O principal é que, na maioria dos casos, trata-se de uma agressão ao animal. E, em qualquer caso de dúvida, os animais devem ser protegidos”, declarou o ministro.

Os políticos que votaram a favor do projeto de lei disseram que a Dinamarca não queria ser o último país do norte da Europa onde o bestialismo fosse permitido. “Há relatos frequentes de shows de sexo com animais organizados em clubes e bordéis na Dinamarca”, afirmou o Conselho de Ética para Animais, em um relatório.
Brasil - O Brasil não tem uma legislação específica contra o bestialismo. Atos dessa natureza podem ser enquadrados como maus tratos aos animais, cuja pena varia de três meses a um ano de prisão, mais multa. Um projeto de lei de autoria do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que estipula a criminalização da prática, está parado na Câmara.

 


Fonte: Veja

 

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