A NOVA ORDEM DIGITAL E O NÚMERO DA BESTA 666
 
 
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Postado em: 02/05/08 às 23:58:30 por: James
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1 A NOVA ORDEM DIGITAL

O saber se multiplicará.

O conhecimento tecnológico da humanidade levou quase seis mil anos para sair da estagnação.

Desde a criação do mundo, até o início do século XIX, a grande descoberta científica da humanidade era a roda. Foi do início do século passado para cá que o homem experimentou um grande salto tecnológico. Isso não é novidade, pois Daniel já havia recebido essa informação diretamente do anjo do Senhor.

De 1807 para os dias de hoje a humanidade conheceu a propulsão a vapor, a energia elétrica, o telégrafo, o telefone, o rádio, a televisão, o satélite artificial, as naves espaciais, o computador, o fax, etc. Em apenas 150 anos o conhecimento humano saltou de quase zero para um número quase infinito de invenções e descobertas numa velocidade vertiginosa. Paralela e paradoxalmente, o mundo moderno tem experimentado a maior degradação da moral e dos costumes na mesma vertiginosa proporção: a bomba atômica, armas químicas e bacteriológicas, destruição da família; liberação do aborto e do casamento entre homossexuais; adolescentes e até mesmo "crianças" grávidas; jovens e crianças mortos pelo consumo de drogas; sexo livre; depressão, medo e suicídio em taxas alarmantes; poluição e degradação do meio-ambiente; e miséria e muito mais coisas horríveis acompanham a sociedade da era da informática.

O conhecimento está, agora, dobrando a cada três anos. Levou dois mil anos para dobrar três vezes. Hoje todo o conhecimento mundial dobra a cada três anos. Isso se deve, em grande parte, à revolução digital promovida pelo advento da ciência da informática que, a partir dos rudimentares e gigantescos computadores surgidos em 1945, proporcionou ao mundo um ilimitado leque de possibilidades e realidades na área tecnológica. Para o físico Albert Einstein, o computador representava "a Segunda bomba" (uma referência ao poder devastador da bomba atômica); sendo que o computador, na sua maneira de ver, seria capaz de destruir não a matéria, mas toda a sociedade, devido ao tremendo impacto que a informática teria no mundo.

A edição especial da revista Veja sobre o computador, em dezembro de 1995, dizia: "Mesmo quem luta para viver afastado dos computadores vai acabar cercados por eles."

A Nova Ordem Mundial está se transformando numa Nova Ordem Digital, onde tudo é controlado pelo computador. Nada escapa ao seu domínio.

A revolução silenciosa dos computadores da nova ordem digital vai se infiltrando sorrateiramente no nosso cotidiano sem que nos apercebamos. Hoje, é quase impossível a existência de uma civilização que não utilize a tecnologia dos microcomputadores. Eles estão presentes nos telefones, nos televisores, nos microondas, nos videocassetes, nas máquinas de lavar, nos bancos, nas escolas, nas empresas, enfim, em todos os setores da vida moderna.


2. O NÚMERO DA BESTA : 666



Leia Apocalipse 13:11-18.

Aqui, o Senhor Jesus nos informa que há sabedoria e nos desafia a calcular o número da besta, que é número de homem, pois o homem foi criado no sexto dia da criação.

Na Bíblia, o número que representa a perfeição e o descanso divino é o 7; e o número 6 representa a imperfeição humana. Para os babilônicos, os gregos e para os adeptos do movimento da Nova Era, o número 6 representa a perfeição, só que a perfeição de Lúcifer ou "perfeição da humanidade". Na hierarquia numérica da Nova Era, o número 6 ocupa um lugar de destaque como número sagrado que representa a hierarquia espiritual, na qual Lúcifer ocupa a posição suprema como ápice da pirâmide satânica do iluminismo maçônico.

Desde a antigüidade, os babilônicos consideravam o 6 como um número sagrado e, por isso, dividiram o Céu em 36 constelações. Para eles, o número 6 estava intimamente ligado à astrologia, especialmente à adoração do deus Sol. O número 6 representava o deus menor, o 60 representava o deus maior o 600 simbolizava o panteão de deuses babilônicos. A soma desses três números é igual a 666 que representava o deus Sol que é um dos nomes usados por Lúcifer.

Os sacerdotes babilônicos e caldeus usavam amuletos contendo o selo do Sol e os números de 1 a 36 no seu verso, formando quadrados cujas as somas tanto na horizontal como na vertical apresentavam o total de 111 que somados davam o número místico 666.

Todo esse sistema sagrado ocultista foi transferido para a matemática e, até hoje, utilizamos o sistema sexagesimal (de base 60) que divide o grau e a hora em 60 minutos; o minuto em 60 segundos; a circunferência em 360 graus.
No Apocalipse, o Senhor Jesus nos revela que nos últimos dias, o antigo mistério de Babilônia será reeditado, tendo novamente o número 666 como base de um sistema econômico ditatorial que impedirá àqueles que não possuam a marca da besta, ou o seu nome, ou o seu número, de realizar qualquer transação comercial. No versículo 18 do capítulo 13, o Senhor Jesus afirma que há sabedoria e nos exorta a buscar o entendimento e a calcular o número da besta. É exatamente isso que iremos fazer agora.

Antigos idiomas como o hebraico, o babilônico, o grego e o latim não possuíam algarismos que eram representados através da atribuição de valores numéricos às suas letras. Se bem que um em cada dez mil nomes alcance o total de 666 através da soma dos valores numéricos de suas letras quer no idioma hebraico, no babilônico, no grego, como no latim (romano), vamos adotar, em nosso raciocínio, o sistema numérico babilônico, pois o número 666 era sagrado para os babilônicos. Isso não exclui, de forma alguma, os demais sistemas numérico , pois a referência feita à Roma é inegável e o Apocalipse foi escrito em grego. Quanto ao hebraico, temos que lembrar que era o idioma original de João, pois o apóstolo era judeu e o Apocalipse faz duas referências a esse idioma em 9:11 e 16:16.

Vamos, porém, nos ater ao sistema numérico babilônico que atribuía a o valor 6 à primeira letra do alfabeto e às demais letras eram acrescidas de 6, de maneira que todas elas se constituíam em múltiplos de 6. Aplicando esse sistema babilônico ao nosso alfabeto ocidental temos os seguintes valores:

A = 6
B = 12
C = 18
D = 24
E = 30
F = 36
G = 42
H = 48
I = 54
J = 60
K = 66
L = 72
M = 78
N = 84
0 = 90
P = 96
Q = 102
R = 108
S = 114
T = 120
U = 126
V = 132
X = 144
Y = 150
W = 138
Z = 156


Com base nesse sistema numérico babilônico, tomemos a palavra computador em inglês e atribuamos um valor para cada letra:

C O M P U T E R
18+90+78+96+126+120+30+108 = 666


É evidente que precisamos ter cuidado com esse tipo de cálculo, pois somente a sabedoria de Deus pode conduzir-nos ao resultado correto. O fato é que, sem o advento do computador seria impossível o cumprimento da profecia de Apocalipse 13:16-18 Só o emprego do computador, ou melhor, de uma rede mundial de computadores possibilitará ao futuro ditador mundial o controle total das operações de compra e venda entre cidadãos do mundo inteiro.

Lembre-se de que quem controla a informação controla o poder.
Tomemos agora outro exemplo. Quando vamos ao supermercado comprar aveia, feijão, arroz, sabão em pó, ou ainda quando vamos a banca comprar revistas, enfim, qualquer produto hoje está devidamente codificado através do código universal de produtos (UPC), ou, simplesmente, código de barras, que identifica o produto, o fabricante, o país de origem e o preço do produto já nos estabelecimentos. O código de barras é uma espécie de carteira de identidade do produto e foi criado no computador e só pode ser lido por um tipo de scanner ligado a outro computador. Acontece que o código de barras é formado por barras finas, barras grossas e algarismos.









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