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Artigo N.º 1037 - As mil máscaras de Satanás
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Postado em: 06/02/09 às 08:39:18 por: James
Categoria: Artigos Site Aarão
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Nestes finais de tempos, Satanás está usando as mais diferentes máscaras para nos enganar. Ele tem uma máscara especial, adaptada para cada pessoa, para cada gosto. Ele vem se apresentando de maneira muito sutil, para que as pessoas recebam seus mandamentos e vivam as suas práticas.
Satanás está usando todas estas máscaras para nos desviar do caminho de Jesus e nos levar por atalhos. Jesus, porém, nos reafirma de maneira concreta:

"Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão  por mim" (ef. Jo 14,6).

Portanto, não existe outro caminho. O caminho sou Eu. A verdade sou Eu. A vida sou Eu. Diz Jesus, ninguém vai ao PAI senão por mim. Mas Satanás é mestre em atalhos bonitos espaçosos. Por isso ele facilita os caminhos e assim facilmente nos desviamos por esses atalhos.

 Um dos atalhos que vem se propagando e iludindo a muitos cristãos são as chamadas ''filosofias orientais".

O que existe em comum entre essas várias filosofias orientais é o fato de não conhecerem o Deus vivo e verdadeiro e por isso não terem Jesus como seu Senhor e Salvador.

Não resta dúvida, como afirma o Concílio Vaticano II, que nessas filosofias e práticas orientais existem "sementes do verbo". Pessoas bem-intencionadas procuraram a Deus da maneira que podiam. Por isso o Espírito Santo, diante dessa boa vontade e dessa busca, foi derramando "sementes do Verbo" nessas culturas. Mas não podemos desconhecer que eles não chegaram conhecimento da verdade que nos foi revelada. Eles precisam conhecer Jesus Cristo e o Seu Evangelho. Precisam ser resgatados pela única redenção que vem da cruz e da ressurreição Jesus, o Filho de Deus.

Infelizmente, há cristãos que estão deixando a verdade que Jesus, o caminho que é Jesus, a vida que é Jesus, para buscar "migalhas da verdade" que se encontram espalhadas nas doutrinas e filosofias pagãs que vieram do Oriente. Mas é justamente contrário que é preciso acontecer. É a Igreja que precisa resgatar os nossos irmãos que ainda estão nessas religiões orientais.

As migalhas da verdade que existem no meio deles, Deus as permitiu para que, seguindo por elas, eles encontrassem Jesus. Não foi para que saíssemos da verdade em busca de migalhas e ficássemos por lá.

A ioga é uma dessas práticas que muitos cristãos acham não tem nada de mal. Pelo contrário, dizem eles, traz muita paz, muita harmonia, ajuda a pessoa a se concentrar, se conhecer... Enfim é uma coisa boa.

Aparentemente sim. Tudo isso é real. Mas não podemos deixar de denunciar que essa é uma das práticas que o inimigo está usando hoje em larga escala para atrair a muitos e principalmente para retirar cristãos do caminho, da verdade e da vida e é Jesus.

É importante destacar aqui aquilo que Pedro afirmou com ousadia diante dos chefes do povo judeu:

"Esse Jesus, pedra angular que foi desprezada por vós, edificadores, tornou-se a pedra angular. Em nenhum outro há salvação, porque debaixo do céu nenhum outro nome foi dado aos homens, pelo qual devamos ser salvos" (At 4,11-12).

Veja, isto é bíblico. Isto é verdade de fé: "Em nenhum

outro há salvação".

Por quê? Isso não é intolerância? Isso não é discriminação!

Não. Não é intolerância, nem discriminação. Isso é coerência com a verdade revelada. A Salvação não vem dos homens. A Salvação vem de Deus. Homens de boa vontade procuraram um caminho para chegar a Deus. Mas quando o Filho de Deus desceu do céu e nos trouxe a verdade, esses caminhos perderam a  razão de ser: aquele que veio do céu nos trouxe a verdade e nos trouxe o único caminho.

A ioga não é apenas um exercício de relaxamento muscular. Inicia-se com relaxamento, mas é só o começo. Primeiramente a ioga é toda baseada numa filosofia que não é cristã, e sim pagã. Segundo, todos os exercícios levam a pessoa, pouco a pouco, à prática de uma filosofia reencarnacionista.

 

Muitas pessoas dizem que absorvem apenas o que é bom dessas filosofias. Mas você conseguiria retirar de um prato apetitoso apenas o que não está envenenado? Claro, que não. O que está acontecendo é justamente isso. O veneno dessas doutrinas é introduzido pouco a pouco e por isso envenena, sem que a pessoa perceba. Quantos cristãos, depois que entraram no chamado relaxamento muscular, fizeram da filosofia hindu a sua prática e se esfriaram na prática da fé cristã, na participação do santo sacrifício da missa e dos sacramentos.

Uma das práticas da ioga é o uso de "mantras". A pessoa  repete certas sílabas, por ela totalmente desconhecidas, mas que na verdade, são a maneira de, na cultura hindu, entrarem em contato com "os espíritos".

A pergunta é: que espíritos são esses? É claro que não são espíritos de Deus. Mais uma vez, aqui também, sem saber pessoas estão entrando em contato com espíritos malignos. Em  vez de invocar o nome de Jesus, invocam espíritos maligno. Os espíritos malignos estão nos rodeando, constantemente, procurando a quem devorar. Sem chamá-los, eles já nos atormentam. Agora imagine o que acontece quando as pessoas os invocam?

Esse veneno é muito sutil. Sem perceber, pensando que estão na maior paz, na melhor solução dos próprios problemas na realidade essas pessoas estão ficando a quilômetros de distância de Jesus.

Entendeu a grande jogada de Satanás? Se não consegue levar a pessoa por meio do espiritismo, lança mão de filosofia oriental.

Estamos numa época em que o nosso povo brasileiro , que era noventa por cento católico, está entrando por todos de filosofias e religiões que não são cristãs. O que existe de jovens, de cantores, artistas, universitários, médicos, engenheiros advogados, químicos... pessoas de todos os tipos e classes entrando por essas seitas orientais, não dá para contar.

Isso nos coloca na situação que está no livro de Josué. Diante do povo que se encantava e era seduzido pelos cultos pagãos, Josué os obriga a tomar uma decisão radical:

"Agora, pois, temei ao Senhor e servi-o com toda a retidão e fidelidade. Tirai os deuses que serviram vossos pais além do rio e no Egito, e servi o Senhor. Porém se vos desagrada servir o Senhor, escolhei hoje a quem quereis servir: se aos deuses, a quem serviram os vossos pais além do rio, se aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais. Porque, quanto a mim, eu e minha casa serviremos ao Senhor" (Js 24,14-15).

O Senhor vosso Deus quer de nós uma decisão: a quem quereis servir? Quereis servir ao único Deus vivo e verdadeiro quereis servir a esses "espíritos"? A que Deus você está servindo? Decida-se.

"Porque, quanto a mim, eu e minha casa serviremos ao Senhor" (Js 24,15).

O Senhor Jesus está dando a todos essa graça. Quando o senhor aperta e nos leva a tomar uma decisão, Ele não está querendo o nosso mal. Ao contrário: só quer o nosso bem. Deus dá a cada pessoa a oportunidade de fazer a sua escolha. Dá oportunidade à pessoa de fazer a sua opção. O Senhor não tem medo de ficar apenas com um "pequeno resto". É o caso de recordar o que aconteceu com Gedeão, que ficou com apenas trezentos homens e com este "pequeno resto" derrotou o terrível exército dos madianitas.

 Mais do que isso: recordar o que fez Jesus quando falou a resspeito da Eucaristia. Muitos discípulos se escandalizaram e abandonaram Jesus:

"Desde então, muitos dos seus discípulos se retiraram e

já não andavam com ele. Então Jesus perguntou aos doze: 'Quereis vós também retirar-vos'? Respondeu-lhe Simão Pedro: 'Senhor, a quem iríamos nós? Tu tens palavras de

vida eterna. E nós cremos que tu és o Santo de Deus!'" (Jo 6,66-69).

O Senhor não admite a pessoa que está com um pé aqui outro lá. Não dá para ser seguidor de Jesus e adepto das filosofias orientais, da Seicho-no-iê, da Ioga... não dá!

O Senhor corrige a quem ama. Se você estava na ignorância, agora que ficou sabendo da verdade, abandone as vãs filosofias e seja unicamente de Jesus. Rompa com tudo. Mesmo a Ioga e a Seicho-no-iê tenham feito bem a você, deixe os atalhos e fique no caminho, na verdade que é Jesus.

Serás inteiramente do Senhor, teu Deus, e mesmo que um pequeno número que reste, com esses poucos o Senhor fará maravilhas.

O Senhor nos quer inteiramente para Ele. Só assim Ele pode operar milagres, prodígios, sinais e muitos outros serão alcançados.

 

Eu também me enganei

 

O que eu vou escrever agora é para as pessoas de boa vontade, que têm um coração aberto e querem ficar com a verdade.

É o meu testemunho pessoal: eu mesmo engoli a isca com o anzol todinho.

Fiz um curso em São Paulo, dirigido por um mestre de controle mental que veio dos Estados Unidos. Fiquei fascinado com o controle mental. Já participava da Renovação Carismática. Mas  fiquei tão impressionado com tudo aquilo que vi, que cheguei a imaginar que ali estava um caminho de salvação para muitas pessoas. Voltei para casa decidido a pôr em prática o que aprendi no de controle mental.

Isso aconteceu no início dos anos 1970. Ao chegar em casa na cidade de Lorena, peguei a Bíblia para agradecer a Deus pelo curso que havia feito. Ao abrir a Palavra, o Senhor falava:

"Guardai-vos dos falsos profetas. Eles vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos arrebatadores. Pelos seus frutos os conhecereis" (Mt 7,15-16a).

Eu estava tão cego que não entendi; abri em outra passagem e caiu de novo:

"Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas, que farão milagres a ponto de seduzir, se isto fosse possível, até mesmo os escolhidos. Eis que estais prevenidos" (Mt 24,24-25).

Então rezei: "Senhor, quero louvar e agradecer pelo curso

que fiz, mas esses trechos falam a respeito de lobos com pele de ovelhas, de falsos profetas". Abri várias vezes a Bíblia. Fiquei atordoado com as Palavras que Deus me apresentou, mas não consegui compreendê-las. "Senhor, não estou entendendo, sou

ignorante. Mostra-me a verdade."
Entendi apenas que a ordem de Deus era que eu ficasse atento. Graças a Deus, comecei a prestar atenção.

Na minha região, muitas pessoas que já haviam feito o curso de controle mental faziam reuniões de "mentalização" e mandavam "energias para lá e para cá", e eu era convidado a participar dessas reuniões. Estava atento e escutava ao Senhor... E cada vez mais o Senhor foi me convencendo de que aquilo tudo não era tão bom como parecia e que principalmente não vinha do Senhor, e sim do  maligno. Eu disse ao Senhor: "Mostra-me a verdade". Ocorreu um segundo curso na nossa região e desta vez eu como alguém já instruído pelo Espírito Santo.

"Senhor, pode ser que esse curso seja maravilhoso, e eu esteja impressionado... Mas pode ser que realmente seja curso de lobos com pele de ovelhas... Dá-me o discernimento porque eu não tenho."

Graças a Deus, definitivamente fui convencido de que aqueles cursos e aquelas práticas de controle mental não vinham do Senhor e sim do maligno. Percebi que todo aquele curso se direcionava para convencer as pessoas de que elas eram "seres superiores", porque sabiam usar a própria mente e com ela realizar coisas prodigiosas.

Com o controle da mente a pessoa se convencia de que uma era uma criatura especial. O curso cultivava o orgulho, a auto-suficiência, a vaidade: o pecado de Satanás.

Essas pessoas estavam se tornando cada vez mais orgulhosas, auto-suficientes pelas "projeções mentais" que faziam e resultados que obtinham. Realmente se sentiam "seres superiores", porque sabiam controlar a própria mente. Não é isso, afinal o que ensinam nos cursos de controle mental?

Eu tinha caído na isca direitinho. Mas o poder de Deus mostrou que esse tipo de curso leva as pessoas a buscar conhecimento e poder fora de Deus; conhecimento e poder que se baseiam na força da nossa própria mente: o pecado original metido por nossos primeiros pais. "Vós sereis como deuses, conhecedores do bem e do mal." Foi esse veneno que fez com os nossos primeiros pais se separassem de Deus.

Naquele curso éramos continuamente convencidos de podíamos, pela força da mente, buscar poderes especiais. Eu percebia também que as pessoas que praticavam aquele método de mental transferiam sua fé para a própria mente. Elas acreditavam no poder da mente e não mais no poder de Deus.

Acreditavam na sua força pessoal, e não Naquele de que vem toda a força. Cada dia mais as pessoas tornavam-se egocêntricas. orgulhosas e auto-suficientes.

       A oração consistia em mandar energia para esta e para aquela pessoa;  não era uma oração de súplica, de louvor ao Senhor. Não mais pedir com humildade: "Senhor; tem piedade de mim, socorre

-me e alcança estas pessoas... estas situações...". Não. Era totalmente o contrário: "Eu, o todo-poderoso, que tenho a minha mente

controlada, posso mandar energia para tal pessoa... faço mentalização para as pessoas serem curadas... Eu sou a fonte de tudo,  eu não preciso pedir... A força está em mim.. O poder está em mim: basta canalizar este poder".

        A oração deixou de ser oração. As pessoas não meditavam mais a Palavra de Deus... nem se ligavam aos mistérios de nossa salvação, mas tudo consistia em se concentrar, entrar naquele nível e mandar energias para esta ou aquela pessoa, esta e aquela situação.  Portanto, não era mais pedir a Deus pelas pessoas necessitadas, mas era, orgulhosamente, mandar energia a quem se pretendia.

          Vi grupos de cursilistas e seus dirigentes caírem totalmente nessa tentação. Vi irmãos de renovação, religiosas e colegas perderem a fé. Vi religiosas mudando totalmente seu comportamento: escolheram fazer mentalização em vez de participar da Eucaristia, rezar o Ofício Divino, as próprias orações.

           Vi aberrações em missas em que o celebrante e os fiéis colocavam o poder mental em prática. Não era mais o poder de Deus que transformava o pão e o vinho no Corpo e no Sangue do Senhor. Não era mais a celebração da Ceia de Jesus. Não. As pessoas se reuniam apenas para mentalizar, enviar energia... missa sem evangelho, sem a Palavra de Deus, lia-se qualquer coisa a respeito do poder da mente ou algo semelhante.  A missa não era mais o sacrifício de Cristo. Era apenas um momento privilegiado em que pessoas dotadas de um "poder superior" concentrava, as próprias energias num objetivo comum...

        Por graça de Deus fui percebendo que a prática do controle mental partia de uma verdade: Deus habita em nós. Mas I acrescentava: o lugar de Deus é o nosso inconsciente. Por isso explicavam eles, com a força do meu inconsciente, a minha mente mais profunda, de onde me vem todo o poder, posso fazer tudo... Nada me é impossível. Eu posso tudo: basta retirar a força que lá está e aplicá-la ao objetivo a que me propus. Eu posso tudo. A força está em mim. O poder está ao meu alcance.

        Mas vi também que pouco a pouco, e muito sutilmente essas pessoas iam mudando a linguagem e também a realidade. Já não diziam que Deus estava no meu inconsciente, mas "o meu inconsciente é deus".
         

         Os dois passos seguintes eram bem mais fáceis e mais rápidos: o meu inconsciente é o meu eu profundo. Portanto meu inconsciente é Deus, "eu sou deus".

      Espante-se! Arrepie-se! Mas é assim que as pessoas chegaram a se expressar e numa serena convicção: "Eu sou deus".

       Repare que estou escrevendo deus com letra minúscula porque esse "deus" que as pessoas se dizem ser não pode nosso Deus. Um Deus vivo. O nosso criador. De quem somos criaturas e Ele nos fez seus filhos. Já estamos em outro campo... Mas pasme: vi pessoas afirmarem serenamente convencidas:"Eu sou deus!". Não resta dúvida de que o pecado original, como está no início da Bíblia, se repete nas pessoas hoje.

       Por graça de Deus pude perceber que nos tais cursos de poder da mente há um momento-chave, para o qual tudo converge e para o qual tudo foi mera preparação: o momento em a pessoa "busca" e então "recebe" um "mestre". Veja que coloquei entre aspas "busca". A pessoa é levada e convencida a buscar o tal mestre. Ela precisa querer. Ela precisa como que atrair mestre, que a vai aconselhar e conduzir dali para frente.

          Salientei também "recebe", porque, na verdade, tudo leva a um momento em que a pessoa "recebe" esse mestre. E por fim salientei o tal "mestre". Ele recebe outros nomes como: conselheiro, guia, companheiro... Porque também esta é a sua função: aconselhar, guiar, conduzir, acompanhar...

      O momento-chave e central para o qual tudo converge no decorrer do curso é "buscar e receber o próprio mestre".

      Para tirar qualquer dúvida fiz questão de consultar o dirigente do curso: "Este mestre de que vocês falam não é alguém, é verdade? Ele é apenas uma ficção mental. A gente acaba cham

ando de mestre, de conselheiro, de guia, o nosso próprio

inconsciente que nos responde e nos direciona, não é?"

       O dirigente me olhou sério e afirmou: "Não. Não é uma ficção

. O mestre existe. O mestre é alguém!"

       Foi o suficiente. Entendi tudo. Vi a semelhança com tudo o acontece com os gurus nas religiões orientais. Eles levam as pessoas a receber o próprio mestre que os orienta e conduz.

       Naquele momento foi como se o Espírito Santo gritasse no meu ouvido: "Não quero que coloquem a própria vida para ser

guiada por nenhum outro que não seja Jesus, o Senhor".

A prova final

      Deus me deu mais uma graça. Eu nem fui procurá-la. Um veio a mim para contar que tinha feito um desses cursos de controle mental. Ele aplicou-se tanto e foi tão bem-sucedido na aplicação do que lhe haviam ensinado, que resolveu procurar o instrutor e contar as coisas mirabolantes que tinha con

seguido. O instrutor, depois de ouvi-lo, acabou afirmando que ele havia conseguido em pouco tempo o que se consegue só depois de três ou quatro anos de treinamento. Em seguida lhe disse:

       "Olha, você já progrediu muito. Só lhe falta um mestre.

Ele perguntou: "E o que é preciso?" O instrutor respondeu:  "Entre num quarto escuro, coloque um espelho na sua frente e uma vela de cada lado. Concentre-se. Peça o próprio Mestre. O restante depois você me conta..."

         O rapaz, horrorizado, me contava que naquela mesma noite

ele fez o que o instrutor havia lhe dito. Ele me disse:

" Do espelho veio uma estranha figura amarelada, que se projetou sobre mim.  Dali para frente senti que aquela coisa me conduzia.  Era o meu mestre e ele tinha todas as respostas para minhas perguntas.  Fiquei impressionado e fui conversar com meu instrutor.  E ele satisfeito dizia:  "Agora você tem seu mestre, lembra-se do que eu lhe falei?"

O rapaz me contou que realmente aconteceu coisas impressionantes com a ajuda do seu mestre.   Ele atingiu um grande sucesso financeiro:  dinheiro não era problema... Tudo o que ele queria conseguia:  desde resolver um negócio insolúvel até conseguir um táxi numa rua deserta.

Passado um tempo o tal mestre começou  a lhe propor coisas com as quais moralmente o rapaz não concordava.  A família dele era evangélica e ele tinha recebido uma educação segundo a Palavra de Deus.  Agora ele estava bem afastado da igreja, mas mesmo assim a sua consciência não podia concordar com as coisas que o mestre lhe mandava fazer e ele começou a recusá-las.  Daí começaram os choques entre ele e o mestre:

- Como não vai fazer ? Nós fizemos um pacto! Ou você faz ou vai se arrepender.

- Não, não vou fazer. Não concordo com isso. 

- Então você vai sofrer como um cachorro! 

- Posso sofrer... mas não vou fazer!

        O rapaz me contou que naquele momento ele sentiu um calafrio da cabeça aos pés............ A partir daquele dia tudo se transtornou:  desde dores por todas as partes do corpo até o fracasso em todos os seus negócios, tudo aconteceu. O que ele ganhou perdeu.  Entrou em desespero... Sua vida se tomou um verdadeiro tormento.  

        Até que resolveu voltar a Lorena, sua cidade e foi visitar uma família  evangélica que ele conhecia havia muito tempo.

        No caminho passou uma moça por ele dizendo: "Nós temos

recado para você no terreiro de umbanda esta noite".

        Estava tão desesperado que pensou em ir ao terreiro. Mas, graças a Deus, continuou o seu caminho e, chegando à casa daquela família, o senhor que o recebeu, muito firme e convicto, logo ao abrir a porta, levantou o dedo em sua direção e disse: "Afasta-te, Satanás!"

   O rapaz me contou que naquela hora ele sentiu um calafrio maior do que aquele da primeira vez... Mas logo sentiu uma grande paz!  Cambaleou... entrou na casa e começou a chorar compulsivamente. E o senhor lhe disse: "Me perdoe. Eu não sei o que aconteceu.  Quando você abriu a porta, eu o vi e reagi desta forma..."

      "O senhor tem toda razão. Sinto que fui longe demais com o tal

curso de controle mental. Por isso o inimigo acabou me possuindo

. Obrigado. Na hora em que o senhor gritou: 'Afasta­te

Satanás!', a minha libertação aconteceu. Por favor, me ajude. Eu preciso muito de oração".

           A fann1ia inteira acorreu e rezou por ele longa e fervorosamente. A libertação aconteceu. Mas o rapaz me confidenciava:

"Minha única segurança agora é a Palavra de Deus e a oração. Sinto continuamente o inimigo me rondando. Infelizmente, fui longe demais."

Glorifico ao Senhor por duas coisas: por ele ter libertado aquele rapaz e por ter me convencido do que realmente é controle mental.

Fiquei sabendo muito bem quem é que atua no controle mental. Vi, por fatos bem concretos, até que ponto o controle  mental pode levar uma pessoa.

Muitos podem dizer: "Mais naquele curso de que eu participei não aconteceu nada disso". É claro que não aconteceu.  Nem comigo. Na verdade todo bom pescador se esconde.  Ele  fica bem escondido, você vai direto na isca gostosa, e nem imagina quem seja o pescador.

Eu lhe digo: atrás da isca do controle mental, quem está pescando é Satanás. As pessoas dizem que existem padres e religiosas dando cursos de controle mental. Eu sei! Eu poderia ser um deles, se Deus não tivesse me salvado. Fiquei tão seduzido pelo controle mental, que julguei ser a solução para os problemas de muita gente. Mas, graças a Deus, pelo poder do Espírito Santo fui convencido do meu engano e da minha ingenuidade... e fui liberto.

Já dialoguei com vários sacerdotes, colegas meus, que fizeram o curso de controle mental. Constato que ficaram tão convencidos e auto-suficientes, que só a graça de Deus para convencê-los. O coração e a mente se endureceram tanto, que só o poder de Deus para romper a resistência. Já conversei com mais de um padre dirigente de curso de controle da mente. Mas veja: o inimigo coloca até a isca de um padre, de uma religiosa pescar incautos.

Não olhe a isca, acredite na Palavra do Senhor, e saiba que atrás dessa vara está Satanás. A isca pode ser muito apetitosa, mas não abocanhe.  Se ocorreu isso com você, peça como eu que o Senhor lhe dê a graça da libertação o mais depressa possível.

     Liberte-se. Renuncie a tudo isso. Queime os livros, as apostilas do método. Desfaça-se de tudo. Faça uma boa confissão busque quem reze pela sua libertação.


Padre Jonas Abib

 

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