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Este texto tem o único interesse de manter melhor informados todos os leitores amigos que se preocupam sua Santa Igreja Católica, diante dos acontecimentos últimos no Vaticano. Nosso desejo não é polemizar, nem citar nomes de pessoas, apenas zelar pela Doutrina, pela Igreja, e pelo Papa Bento XVI uma vez que se prenuncia um tempo de Calvário para a Igreja e para os cristãos. O sentido é apontar ao leitor aquilo que Nossa Senhora tem falado nos últimos dois séculos especialmente, sintetizando o que os santos da nossa Igreja têm profetizado sobre o Santo Padre. Entretanto, todas estas coisas podem ser modificadas, porque o Grande Pai é Senhor dos acontecimentos, e nós devemos estar preparados para aceitar Sua Vontade. Ele está agindo para nossa salvação!


Quem tem acompanhado as notícias referentes à “renúncia” de Sua Santidade o Papa Bento XVI, pode perceber que nelas se verificam as mais diferentes tendências. Uns são a favor, outros contra, uns falam a verdade outros propositadamente a mentira ou distorcem os fatos. E há os cínicos, os escarnecedores, os amigos e os inimigos de Deus. Poucos tocam na verdade verdadeira. O que se esconde atrás disso? De fato, você hoje lê uma notícia, e amanhã surge um desmentido, um “não foi isso que eu disse” ou “não foi isso que eu quis dizer”, ou seja: existem as entrelinhas. Ninguém tem coragem de falar as claras, a realidade, nada mais do que a mesma que o Céu tem denunciado desde os séculos e que está nas Escrituras. Quanto às “entrelinhas” aos poucos nós as iremos entendendo. Mas o mundo começou a ferver, podem crer!

De fato, uma coisa surge cristalina: poucos são os que se arriscam a tocar na ferida. Em vista disso, desconfie daqueles que enaltecem a decisão do Santo Padre, porque entre estes estão exatamente aqueles que lutaram nos bastidores para que ele fosse embora. Desconfie dos que lhe tecem elogios agora, quando durante todo o seu tempo de mando lhe desobedeceram acintosamente. Desconfie dos que estão felizes com a sua saída, por que de duas uma: ou são completamente estúpidos em relação ao que está realmente acontecendo, ou exatamente lutaram nos bastidores para solapar seu mandato. Desconfie de todo católico, que não se dá conta da gravidade dos fatos, porque certamente este nunca rezou uma Ave Maria, para que o trono de Pedro se firmasse. No fundo, é o inferno que está por trás deste golpe contra a Igreja de Jesus Cristo. O Pastor foi ferido, Zacarias se cumpre!

Sim, as mil e uma profecias que falatam sobre o papado. Como existem muitas versões e profecias falando sobre este acontecimento, coisa que pode levar a múltiplas interpretações, e também a diferentes soluções por parte do Pai, nós também não vamos dar atestado: – dizendo será assim, ou será assado, virá um mau, virá um bom – porque não temos nenhuma orientação especial sobre este assunto, a não ser rezar e calar. De qualquer forma, esta decisão parece provocar ou pelo menos mostrar uma larga fissura na Igreja, por onde sai mais e mais a fumaça de satanás. Os dias que seguem haverão de comprovar o alcance destas palavras. A anomalia histórica deste acontecimento dá atestado da gravidade do fato.

Qualquer católico minimamente ligado em sua Igreja e no seu Santo Padre terá dificuldade de aceitar que o Papa tenha tomado esta decisão sem ter sido forçado – embora diga o contrário – porque nos acostumamos a ver um Papa alegre, brincalhão embora sério, consciente do que faz, emitindo documentos importantes e profundos, como prova de equilíbrio mental e espiritual. Víamos um Papa feliz com a preparação da Jornada Mundial da Juventude, emitindo uma carta especial a este respeito – que não será mais publicada – e enfim, um homem muito consciente de suas responsabilidades, diante da Igreja e diante de Deus. Meus queridos amigos, este homem jamais trairia Jesus, por livre vontade, abandonando a Igreja em meio a esta tempestade, não fosse por motivos fora da razão e da lógica. Em vista desta ilógica, o que acontecerá com a Igreja nos próximos tempos certamente não será para seu bem imediato. Só futuro!

Sim, uma coisa fica mais do que evidente, e é grave, é gravíssima: o cetro foi partido, o Trono está dividido, a Igreja se partiu de alto a baixo como o Véu do Templo! Em síntese se pode dizer que o Papa foi “renunciado” por nós, por sua Igreja! Tenho certeza de que nós católicos não fizemos tudo o que podíamos para evitar este desastre! Porque é um desastre! Pedro estava só, mas rodeado de potências rebeldes, e o mundo católico fechou os olhos para isto! De há muito que Pedro pedia socorro, que o Céu clamava por ele e não ouvimos!

Do Calvário nós podemos tirar um exemplo para a Igreja: Jesus não começou a Via Dolorosa descendo da Cruz e sim subindo com ela e para ela no alto do monte. Da mesma forma, o Santo Padre, em seu gesto atual, pode estar apenas a descer agora do Getsemani onde o traidor já lhe deu o beijo. Agora o Papa desce para os açoites, o julgamento iníquo, os açoites, a condenação final e isso o leva agora ao Calvário, dele e da Igreja, até mais uma vez, a Cruz. É isso que veremos! Então poderá vir também o nosso Calvário! Afinal, a natureza inteira dá sinais de que algo de muito grave aconteceu, e aquele raio que bateu na Cúpula da Catedral de São Pedro, nos parece trazer um recado do Céu.

Na notícia abaixo são pescadas algumas palavras como vindas realmente do Santo Padre e que mostram a fratura na Igreja, a disputa pelo poder, as intrigas gigantescas que serpeiam nos corredores do Vaticano, e isso desde muitos anos, de modo que você não tem condições de apontar este ou aquele, ou – o que mais nos interessa – quais são os amigos do Papa e quais são seus inimigos. E há muitos e são fortíssimos! E ativíssimos! E ferozes! Isso tendo em vista que o próprio porta-voz do Papa afirmou categoricamente que não se trata de um problema de saúde, nem de fraqueza física paralisante. Sinal de que existem sim outros motivos por trás! No centro deles o ódio contra Deus, o sórdido desejo de extinguir a Igreja de Cristo, promovendo uma revolução satânica em sua doutrina! É horrível perceber que alguns já falam que a presença dele no Vaticano já lhes causa desconforto! As feras não veem a hora de ter o Papa pelas costas! Feras do submundo do crime! Do dinheiro! Do poder! Eis a segunda besta apocalíptica!

Ora, se não temos um problema irreversível de saúde, nem questão psíquica – pois, muito pelo contrário, a lucidez de Bento XVI é impressionante e inconteste – e que inviabilize totalmente a ação do Papa, de forma alguma se poderá necessitar de renúncia voluntária, menos ainda “para o bem da Igreja” porque a Igreja tem todos os mecanismos para continuar funcionando, mesmo na impossibilidade física de seu Bispo maior. Neste caso, no lugar dele, nem mesmo um homem saudável, novo e forte, inteligente e sábio suportaria a pressão. Que se entenda bem!

Isso aconteceu sempre no caso das mortes e nos tempos que levam até a eleição e posse de um novo. Então por qual motivo não se faria o mesmo agora? Assim, livremente, o Papa não precisaria renunciar! Não existe um motivo e ponto final! Simples entender então: ele apenas abriu caminho para o cumprimento das profecias! Quem conhece a valentia dele sabe que Bento XVI não desceria da Cruz antes do tempo, antes da morte, nem fugiria dos lobos nem que o matem. Bento XVI não é incapaz, é sim o único realmente capaz!

O fato é que, se todos lá fossem obedientes, se todos os que são chamados a tocar a máquina da Igreja efetivamente amassem o Santo Padre como eles deveriam por juramento – isso em todo mundo, Brasil inclusive – se eles cumprissem fiel e amorosamente suas atribuições sempre para o bem da Igreja e não de si próprios, se não houvesse estas disputas internas brutais por cargos e posições, se todos seguissem com fidelidade os santos ensinamentos dele, se todos lhe obedecessem com filial devoção e sem contestação, se não houvesse ali dentro certos monstros infiltrados conforme as denúncias que têm sido veiculadas nos últimos séculos, e denunciadas por Nossa Senhora desde La Salette, enquanto o Santo Padre pudesse assinar os documentos e ele fosse lúcido, a Igreja continuaria seu caminho em paz. Não haveria estes solavancos brutais como o de agora. O mundo inteiro está pasmo? Mas o Céu está horrizado e chora! Só no abismo há festa!

Mas o que acontece? Exatamente todas estas coisas citadas no parágrafo anterior estão em curso lá dentro, e fora, inclusive a disputa brutal pelo controle financeiro da Igreja – talvez o alvo maior de muitos dos detratores do Santo Padre – e é a soma de todas estas forças negativas que fez o Papa tomar esta decisão única. Única porque o caso anterior de renúncia não se pode dizer que foi normal porque a eleição daquele monge foi forçada, quase que imposta e neste caso Bento XVI a aceitou amorosamente. E aceitou pedindo que rezássemos por ele, para que não tivesse medo dos lobos. Ele os conhece! E se pergunta: rezamos pouco ou ele teve medo? Quem o conhece sabe bem que não foi por medo, nem covardia! O mais fica por conta do entendimento de cada um. A conspiração explodiu e chegou ao ponto do ataque frontal! Afinal, tudo teria que se cumprir um dia!

Assim devemos ter em mente que, embora o Santo Padre afirme em seu discurso que renuncia por livre e espontânea vontade, e para o bem da Igreja, esta colocação pode ter um efeito de denúncia. Tem que ser entendida pela via indireta! Espontânea porque o Céu lhe pediu, e bem não imediato, mas futuro da Igreja, depois que os lobos forem extirpados do seio dela. De fato, diante das visíveis condições que ele tem de continuar seu mandato, isto indica que simplesmente o conjunto destas forças do mal que por séculos tentam tomar o cetro de Pedro, parecem ter chegado a um cúmulo tal de pressão, que o Papa não teve mais saída, a não ser abrir caminho para que se cumpram as profecias. E creio firmemente que foi o Céu diretamente quem lhe mandou agir desta forma! Tudo tem que se cumprir um dia, e há milênios isso já foi anunciado. Pensemos um pouco, nós leigos, já que a maioria dos nossos guias está cego, ou é conivente e se faz de surdo!

Vejamos: a carta aos tessalonicenses diz que “é preciso que seja afastado aquele que o detém”, ela não diz “se afaste”, como seria se fosse decisão livre e sem pressão. A mesma coisa está em Zacarias quando diz: Fere o pastor, para que as ovelhas sejam dispersas! Ora, todos os estudiosos sérios que conheço, afirmam que este “aquele” e este “pastor” é na verdade a mesma pessoa: o Papa da Igreja Católica! É ele que precisa ser ferido, e por afastamento! Ora, Deus não fere ninguém, menos ainda Seu amado Pedro! Então é o homem quem ferirá o Pastor, para que o rebanho da Igreja seja disperso e dividido. Profecias neste sentido não faltam, são milhares, e elas caminham rumo a estas duas passagens das Escrituras.

Falando em divisão dos católicos, é impressionante o desconhecimento completo da maioria de nós a respeito dos acontecimentos da nossa Igreja, especialmente aqui no Brasil. Vejo que nosso povo – e grande parte dos nossos lideres espirituais – pede um Papa liberal, moderno, comunicativo, exatamente nos moldes que o inimigo também deseja. Mas este não é exatamente o perfil necessário para um Papa, que estará à frente de 1,2 bilhões de “católicos” e de uns poucos Católicos. Em vista disso, fácil seria perceber que, se viesse mesmo este moderninho ele teria ao seu dispor um verdadeiro exército de “católicos”, porque os verdadeiros Católicos desejam um Papa santo, fidelíssimo a Jesus Cristo e a tudo o que diz respeito à Sua Santa Igreja. Há profecias que falam dos dois!

Mas não vou entrar aqui no mérito destas profecias, porque nosso dever agora é o de denunciar as heresias, combater a má doutrina, e defender a verdadeira Santa Igreja. Vamos esquecer pessoas e cargos, tempos e datas e ir ao essencial: a doutrina! Antes disso peço que prestem bem atenção no que vou afirmar, depois de muita meditação e oração. É muito sério: Se, efetivamente SE, houve como de fato tudo leva a crer, uma pressão que FORÇOU esta saída, isso significa que, para Deus, Sua Santidade Bento XVI continuará sendo o Papa único e verdadeiro, enquanto vivo for, esteja ele onde estiver. Ou seja: a sede não estaria vacante! Mas isso quem dirá é o Céu. Seria uma decisão humana, não de ordem divina! Os dias que seguem nos mostrarão isso! Tratar-se-ia de algo gravíssimo!

Ou seja: teríamos dois Papas ao mesmo tempo, sendo, portanto, inválidas as ações do segundo, na conta do Céu. Isso mesmo que a maioria dos cardeais aceite este último e o tivesse elegido em conclave. Impressionante como ninguém atenta para este fato. As profecias citadas avisam que “haverá uma eleição sem o consentimento do Céu”, e ainda “será nomeado e não eleito” ou “usurpará o trono de Pedro”, e tal pessoa, por curto tempo – intitulado de falso profeta – comandará a Igreja para o abismo, levando-a para o anticristo. Não acredito que todas estas profecias estejam erradas, mas devemos sempre esperar as gratas surpresas de Deus! E se a profecia de São Malaquias é verdadeira, tudo deve acontecer agora, nesta transição.

Por outro lado – deixo isso bem claro – se no fundo do coração e diante de Deus, a renúncia do Papa for mesmo com absoluta independência, sem qualquer tipo de pressão, sem motivo grave de saúde – física ou mental – certamente que o novo eleito teria então a bênção celeste. Mas neste caso, Bento XVI é que teria contas a acertar com Jesus, porque teria fugido da cruz, e não seguido o Mestre que morreu nela! E nisso eu pessoalmente não acredito! Quem vê as aparições públicas dele nos últimos dias, percebe claramente que ele está bem, tanto de saúde como espiritual e mentalmente. E então, se deu este passo extremo tem plena certeza de que tem o aval do Pai Eterno que assim decidiu. Foi instruído pelo Céu!

De qualquer forma, podem ter certeza de que, jamais será ligada no Céu uma nova eleição, se ela tiver a raiz numa fraude. Numa pressão humana! Numa ação ausente do Espírito Santo! Se ela não for por obra divina! Se isso for fruto de uma manobra que obrigou o Papa a tomar esta terrível decisão! Se assim, for nós temos agora que preparar as pessoas, alertá-las para os eventos futuros, conforme o Céu nos tem pedido! Algo de gravíssimo está acontecendo! Mas só aos poucos iremos entendendo! Basta rever tudo aquilo que já foi escrito, falado e profetizado sobre este assunto, e cada um poderá formular em sua mente já um puzzle bem ajustado. Vamos esperar confiantes, porque nada do que vier acontecerá sem a permissão de Deus.

Porque, como nós não sabemos, nem nos importa saber como acontecerá, por hora devemos ficar na expectativa orante e isso significa rezar como nunca. Deus sabe o que faz! E Ele também poderá querer a eleição, já agora, de um homem santo, que siga os ensinamentos de Bento XVI. Tudo é possível, e devemos estar atentos ao que realmente está em jogo. O alvo direto dos inimigos é Jesus, Sua Doutrina, seus ensinamentos, sua Igreja Única!

O que de fato precisamos estar atentos é exatamente para a doutrina. Se assumir alguém que usurpe o trono, ou um falso papa que resolva abrir a Igreja para o modernismo, com todos os seus criminosos desvios e desmandos, imediatamente saberemos que ele não vem de Deus. Tenho um medo tremendo quando falam em “abrir a Igreja” ou em “mudar” ou fazer uma “renovação” dentro dela, porque isso cheira a destruição. Infelizmente a imensa maioria do nosso clero acha isso bom, e não se dá conta do ardil que está por trás disso. E está dito que 2/3 partes do clero seguirá um falso, na eventualidade de isso acontecer. Cegueira plena!

Vejam que – quanto à Sã Doutrina – a Igreja tem questão fechada, inarredável. Mas há uma serie de quesitos que o modernismo destruidor e maligno preconiza e deseja aplicar para destruí-la, e isso jamais será ligado no Céu, muito antes clamará pela fulminante Justiça Divina. Assim, a verdadeira e Única Igreja de Pedro, em hipótese alguma jamais aprovará, ou aceitará...

01 – O aborto, e isso a qualquer pretexto humano ou condição da gestante!
02 – A eutanásia sob qualquer pretexto humano ou condição do paciente!
03 – O casamento entre pessoas do mesmo sexo, sob qualquer pretexto ou condição!
04 – A agenda homossexual, sob qualquer regra humana, lei ou condição da pessoa!
05 – As sociedades secretas sejam de que tipo elas forem, ou que face apresentem!
06 – O casamento dos sacerdotes, sob qualquer pretexto ou condição!
07 – A ordenação de mulheres, sob qualquer alegação ou pretexto!
08 – O falso ecumenismo, a união de todos os credos fora da verdade TOTAL de Pedro!
09 – A quebra de qualquer dos dogmas de nossa fé, porque imutáveis, eternos!
10 – Qualquer mudança na Sã Doutrina e no atual Catecismo, o de João Paulo II!
11 – Qualquer mudança na fórmula imutável da Consagração da Eucaristia!
12 – Qualquer mudança no rito da Missa, que será sempre Sacrifício e jamais ceia!
13 – Qualquer alteração nos Sacramentos e Sacramentais como as imagens!
14 – Qualquer quebra na Tradição bimilenar e na devoção aos santos!
15 – Qualquer nova versão da Bíblia, mutilando a sua atual integralidade!
16 – Qualquer desvio na devoção a Maria Santíssima, no Rosário e na oração!
17 – Qualquer disposição que quebre a unidade da Igreja e frature o cetro de Pedro!
18 – A contracepção, os meios abortivos, e tudo que atente contra a vida humana!
19 – A liberação das drogas e da prostituição legalizada!
20 – Deixar de combater o demônio e o pecado, com todas as suas maléficas consequências.

Talvez eu tenha me esquecido de sintetizar algo importante, mas me surgiram estes, que são chaves para entender o que se passa, ou possa vir a acontecer. Ou seja, qualquer pessoa que venha mesmo se dando o nome de Papa da Igreja Católica, ou que esteja visível no comando do Vaticano, que promulgue qualquer documento, sob qualquer título, que emita qualquer nova doutrina, que fira a qualquer destes princípios citados, se saberá então que esta pessoa não fala por Deus, nem está investido no Céu com poder de mudar tais disposições.

Em síntese, se vier um “novo catecismo”, que busque “abrir a Igreja” para o moderno, que torne sua doutrina ecumênica, que altere seus ritos até os tornar pagãos, que quebre seus dogmas imutáveis, que fira a qualquer norma emanada dos Papas anteriores, que queira impor ao mundo católico uma doutrina diferente daquela emanada de João Paulo II e de Bento XVI, esta doutrina não deve ser seguida, antes deve ser combatida. E é para isso que devemos todos ter o Catecismo atual da nossa Igreja, e ter antes que eles substituam por um falso.

Ninguém tem direito de mudar aquilo que a Igreja de sempre promulgou por imutável, e o que Deus anotou no Céu e rubricou com Sua chancela. Ou seja: se vier um novo Papa, seja quem for, ele deve seguir exatamente a mesma linha de João Paulo II e de Bento XVI, o mesmo Catecismo, sem se desviar dele um milímetro sequer! Deve antes voltar atrás e rebuscar o caminho perdido, e não avançar pelos pântanos fedorentos do modernismo e do secularismo, justamente a causa da tragédia que hoje acontece no mundo católico. Antes deve voltar e mudar aquilo que a besta já estragou, e que está pondo em risco a existência da Igreja Católica Apostólica Romana. Muitos se fiam naquela palavra de Jesus: o inferno não prevalecerá! Ora isso acontecerá apenas por causa da proteção divina, e não devido ao esforço do homem, o que nos dá um atestado de incúria, de desleixo, de falta de oração! Então pagaremos caro por causa disso!

Acima de tudo, que todos estejamos preparados para qualquer mudança dentro da Santa Missa, especialmente se for abolido o Sacrifício da Santa Missa – como está fartamente profetizado e consta do Livro de Daniel e acontecerá – e for introduzido um novo rito que Jesus cita como a “abominação predita por Daniel”, transformando-a numa simples ceia, em um jantar festivo entre irmãos que se amam, pois então teremos a certeza de que esta norma vem do inferno, jamais da verdadeira Igreja de Jesus, nem de um Papa verdadeiro. Como isso está descrito na Bíblia Sagrada, acontecerá com absoluta certeza, apenas não sabemos através de qual ardil.

Assim, nós não sabemos – e não sei se alguém efetivamente sabe – o que acontecerá a partir do dia 28 próximo. Deus está trabalhando ativamente, digamos que nos bastidores do mundo, para fazer cumprir a melhor estratégia que leve ao melhor final de Seu Plano. É que existem muitas estratégias anunciadas através dos profetas, e tanto pode acontecer conforme uma delas, como através de algo completamente desconhecido. Importa saber que tudo o que Ele está fazendo concorre para o bem de Seus filhos, os que rezam e mantêm a fé.

Um fato é inegável: A saída do Santo Padre, desta forma tão intempestiva, parece ter chocado muito mais o mundo católico, do que se ele de fato tivesse falecido. Entretanto, deveremos ter nossos olhos bem abertos, e nos manter despertos, porque a massa está apenas levedando, e o veneno nela posto ainda não surtiu seus efeitos. E poderá resultar num bolo venenoso! O Santo Padre diz que se manterá escondido do mundo, mas isso pode ser apenas uma estratégia do Pai. Se a saída foi por pressão e não por necessidade, se houver uma fraude na eleição, não resta dúvida de que os inimigos o quererão eliminar. Muitas profecias avisam que o Papa terá de fugir do Vaticano, eu que acabará por ser atingido. E aí a história terá outro curso. Há mensagens que explicam isso, basta buscar nos sites.

Nós estamos aguardando algumas coisas muito importantes, que o Santo Padre ainda haverá de cumprir: a revelação na íntegra do 3º Segredo de Fátima, a promulgação do 5º Dogma de Maria, como Medianeira e Corredentora e a canonização de João Paulo II. Não cremos que alguém diferente de Bento XVI fará isso, porque tais coisas não interessam de modo algum aos inimigos da Igreja. Terá que ser feito por um bom Papa, e pergunto: há alguém melhor do que este? Eu diria que, SE – afirmo SE – o Papa Bento ainda revelar a íntegra do segredo, seja até dia 28, seja mais adiante, ele terá fechado o ciclo antigo, e começará a guerra: a Igreja se partirá de cima em baixo, e a besta terá de agir rápido. Sabemos que virá, mas não há datas, nem especulações sobre este assunto.

Assim, são dezenas de aleatórias em jogo, são muitas as possibilidades sobre o que vai acontecer ou não depois da saída de Bento XVI – se ela de fato acontecer – e por isso nós não devemos nem arriscar citar hipóteses, de o eleito ser bom ou ser mau. Mas tudo leva a crer que, mais adiante, nós termos ainda um novo e santo Papa, conforme a profecia de São Malaquias, que haverá de conduzir a Igreja para os braços de Jesus. Desta vitória nós temos a certeza, porque Ele mesmo assim o afirmou. O que acontecer neste entremeio fica por conta do Grande Pai, porque somente Ele sabe o que teremos pela frente.

Fiquemos então atentos ao Catecismo de João Paulo II, aos documentos dos Santos Padres emitidos até o momento da saída deste Papa, e às Sagradas Escrituras, à Bíblia atual. Tudo o que vier de diferente ou que fira qualquer que seja uma das 20 indicações que passei acima, não deve ser aceito ou vivido, venha de quem vier. Importa a doutrina da verdade, é isso que devemos preservar. Há pessoas malignas, e bem junto do Papa, querendo destruir a Igreja com suas nefastas teologias, e não devemos seguir a estas mudanças.

Triste, muito triste é perceber que a imensa maioria do nosso clero, simplesmente está por fora da realidade terrível dos acontecimentos atuais no Vaticano. É impressionante ver como permitem que a nau da Igreja se atire nos abismos, sem se darem conta do desastre iminente. Terrível ver como fizeram de Bento XVI um já cadáver e tripudiam dando palpites quanto aos possíveis sucessores, agem como abutres sobre um cadáver, como Jesus bem lembrou em Mateus, e abrindo voto quanto aos seus preferidos. Houve até a declaração pífia de um alto prelado, dizendo que agora querem um “papa que pense 2000 anos para frente e não 2000 anos para trás”.

Pois eu responderia na lata para ele: neste caso Vossa Excelência deixou também Jesus Cristo para trás, e daqui para frente caminhará sem Ele! Se conseguir dar um passo! No mais, a foto de um raio caindo sobre a Cúpula da Catedral de São Pedro em Roma, algumas horas após o anúncio do Papa, nos parece tremendamente significativo. Parece-nos nada mais que uma centelha da divina ira, devido a realidade do que está acontecendo no Vaticano. Se, digo SE, de fato se consumarem agora as profecias sobre o afastamento do Papa, e que tudo resultou de um complô, de manobra sórdida, nada mais deterá a Justiça Divina, porque o novo eleito não terá seu nome escrito no livro do Céu. E logo saberemos quem é esta pessoa, bom ou mau!

No mais, aconselho os amigos que querem mais notícias, a procurarem nos nossos sites as “Linhas Vermelhas”, onde algumas mensagens de Jesus deixam bem claro o caos que se abaterá sobre a Igreja, se o próximo conclave resultar em alguma manobra, fora do plano de Deus. Ai do mundo se isso vier a acontecer! Nada, absolutamente nada irá refrear a Ira Divina, Santa e Justa, e ela será fulminante, para acabar de uma vez por todas com estes celerados que a querem destruir. A coisa é mil vezes mais séria do que qualquer um de nós imagina! Que os homens não ousem mexer no Papado, que não ousem tentar destruir a Igreja, que não ousem mexer na Sagrada Eucaristia! Que não ousem romper a Aliança Eterna!
Uma coisa eu poderia até apostar: se este Papa revelar a íntegra do Terceiro Segredo de Fátima antes de sair, ele terá não somente que se esconder, mas sim fugir. Porque sem dúvida o quererão matar. A síntese do Segredo é nada mais que a denúncia da existência dos inimigos dentro da Igreja. Se do segredo constassem catástrofes bastaria consultar a Bíblia, quando fala sobre o Dia do Senhor. De qualquer forma, o restante do segredo está contido no Capítulo 24 de Isaías. Leia quem puder! Isso foi João Paulo II que disse! E ele sabia do que falava!

Enfim, algumas palavras do Papa, citadas no artigo que segue, apontam para uma série de sinais que corroboram aquilo que acima escrevi. Como sempre, termino fazendo o mesmo pedido que o Céu tem repetido, desde muitas décadas em milhares de aparições: Rezem, rezem, rezem! Porque dificilmente ficará de pé quem não estiver agarrado no Rosário! Quem não estiver com a confissão em dia, e agarrado na Eucaristia!

Acompanhemos os acontecimentos em silêncio orante! Os tempos são maus!

(Aarão)

No Livro AS ANGUSTIAS DA IGREJA, escrito em 2007, no capitulo 24 esta renuncia estava prevista exatamente como se deu.

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Quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013 8:02

Papa cita hipocrisia religiosa e desfiguração da Igreja.

Fonte: Agência Estado

Em sua primeira aparição pública depois de anunciar que vai deixar o cargo no próximo dia 28, o papa Bento XVI citou, na quarta-feira (13), a "hipocrisia religiosa", afirmando que "a divisão do clero" e "a falta de unidade" estão "desfigurando a Igreja".

Bento XVI falou, pela manhã, durante a audiência geral no Vaticano e, à tarde, na missa de quarta-Feira de cinzas - a última que celebrou na Basílica de São Pedro. Na audiência, ele disse que sua renúncia - a primeira de um papa em 600 anos - foi para o "bem da Igreja". Mais tarde, na homilia, diante de cardeais, o pontífice citou os que estariam "instrumentalizando Deus" para a obtenção de "prestígio pessoal e poder".

Em sua edição de quarta-feira (13), o jornal O Estado de S. Paulo mostrou que a renúncia de Bento XVI estaria relacionada não apenas à sua suposta fragilidade física, mas à disputa de poder dentro da Igreja - que seria liderada por Tarcisio Bertone, o número 2 do Vaticano -, que o deixou isolado. Para frear um governo paralelo, Bento XVI optou por desfazer seu pontificado e convocar novas eleições.

Na quarta-feira (13), Bento XVI deu indicações de que a divisão da Igreja pesou em sua decisão. O clima na Basílica de São Pedro durante a missa não foi de festa. Ao chegar ao altar construído sobre o túmulo do apóstolo Pedro, a monumental construção parecia diminuir ainda mais o já fragilizado papa. Mas bastou ele dar sua mensagem para que sua voz frágil mandasse um dos recados mais fortes que já ecoaram nos últimos anos nos afrescos e pilares de dimensões desproporcionais da basílica.

Seu alvo foi o grupo de cardeais que provoca discórdia dentro da Igreja Católica e teria provocado uma guerra interna. "O rosto da Igreja às vezes é desfigurado", disse o papa. "Penso em particular nos pecados contra a unidade da Igreja, nas divisões no corpo eclesial." O pontífice afirmou que ela deve superar "individualismos e rivalidades", especialmente no tempo da Quaresma - período de 40 dias antes da Páscoa em que os cristãos intensificam a oração, a esmola e o jejum.

Durante sua homilia, o papa citou texto do apóstolo Paulo no qual diz "Eis o momento favorável, o dia da salvação" e o aplicou ao momento atual, em que há uma urgência de mudanças "que não admitem ausências ou inércias", pois a unidade da Igreja está ameaçada. Trata-se de uma ocasião única e irrepetível para a reconciliação, disse o papa, de modo que é necessário que os cristãos retornem a Deus "com todo o coração".

Bento XVI completou a crítica à desunião na Igreja, à busca pelo poder e à instrumentalização da fé recordando que, no texto bíblico, Jesus denuncia a "hipocrisia religiosa, o comportamento que quer aparecer, as relações que buscam o aplauso e a aprovação". Em vez disso, o verdadeiro cristão "não serve a si mesmo ou ao público, mas ao seu Senhor, na simplicidade e na generosidade".

Não distante dele estavam dezenas de cardeais, bispos e membros do corpo diplomático que não disfarçavam o mal-estar. Ao terminar a missa, muitos deles se recusaram a falar com a imprensa, visivelmente abatidos.

O cardeal Giovanni Lajolo, presidente emérito da Pontifícia Comissão para a Cidade-Estado do Vaticano, admitiu ao jornal O Estado de S. Paulo que a mensagem de Bento XVI foi surpreendente: "Ficamos sem palavras. Ele mostrou uma profunda intimidade com Deus", declarou o italiano, que participará do próximo conclave - marcado para ocorrer a partir do dia 15 de março. Já o cardeal canadense Marc Ouellet, prefeito da Congregação para os Bispos, disse ao jornal O Estado de S. Paulo que recebeu a mensagem de unidade na Igreja proferida pelo papa "com o coração aberto".


PODER MUNDANO?

Antes, pela manhã, Bento XVI deu a primeira parte de seu recado, na audiência pública que realizou com grupos de todo o mundo. "Não é o poder mundano que salva o mundo, mas o poder da cruz, da humildade e do amor", declarou. A mensagem, voltada a todos os cristãos do mundo, no atual contexto pareceu ser mais destinada àqueles que pretendem fazer da Igreja um lugar de "poder mundano".

Referindo-se às ambições de poder de todo ser humano, o papa fez uma analogia com as tentações que Cristo sofreu durante 40 dias no deserto, segundo o relato bíblico. Ele recordou que Jesus encontrou serenidade e um lugar de "silêncio e de pobreza". Em mais uma possível referência ao materialismo na Igreja, Bento XVI criticou a instrumentalização de Deus, dizendo que todo cristão deve "superar a tentação de submeter Deus a si e ao próprio interesse".

Bento XVI procurou justificar aos fiéis os motivos de sua saída - desta vez falando em italiano e não em latim, como havia feito na reunião com cardeais na segunda-feira. "Fiz isso com plena liberdade, para o bem da Igreja, depois de ter rezado por muito tempo e de ter examinada diante de Deus a minha consciência", explicou.

"O que é que verdadeiramente conta na minha vida?", questionou o papa renunciante. Referindo-se, na verdade, à vida de todo cristão, mas numa clara alusão também à sua decisão pessoal de abandonar o papado, declarou: "Quando se vai ao essencial, é mais fácil de encontrar Deus". As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.



Fonte: http://www.recadosaarao.com.br





Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 20/02/13 às 08:44:15 h.


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