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Artigos Site Aarão



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Postado em: 22/05/09 às 13:59:45 por: James
Categoria: Artigos Site Aarão
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Depois de um longo tempo com muitas outras atribuições e projetos inadiáveis, volto a escrever algumas linhas até para ver se não perdi o treino. Esta palavra – Corações de Abel – sempre esteve bailando em minha mente nestes meses e mal tenho idéia do que sairá deste artigo. A linha, porém, fluirá no sentido de preparar os nossos corações para o Rei que vem, e vem na Glória, pois a cada dia novas revelações e novas certezas nos fazem antever quais são os filhos escolhidos, que terão a imensa graça de continuar aqui na terra, vivendo em carne e sangue as delícias do Novo Reino. Animo, pois, estamos chegando lá!
Uma simples visão sobre o comportamento das pessoas, de cada um de nós, basta para definir alguns critérios infalíveis, que permitirão ao Pai escolher entre bilhões, aqueles que formam realmente o povo eleito, aquele pequeno 1/10 da população – escolhida sem dúvida entre os filhos de Deus – que contém em si na linhagem o “germe santo”, como define Isaías em 6, 13. Será apenas um pequeno rebanho, um resto dentre os filhos, separado e depurado dentre os bons, que ficará aqui, dando continuidade a geração de filhos e filhas para Deus. No amor!
 
De fato o céu já comporta bilhões de almas, e este número não nos deve assustar, porque representa apenas a imensidão do Poder e da Grandeza de Deus. De fato, se é dito que no mínimo para cada ser humano existe um demônio, e se é dito que estes foram varridos do Céu em 1/3, quer dizer que no mínimo existam 13 bilhões de anjos. Mas outra conta ainda nos sugere um número bem maior de anjos, porque se cada pessoa que já viveu neste planeta tinha um anjo da guarda, e um anjo nunca repete sua missão – cada um é único de cada pessoa – certamente teremos lá dezenas de bilhões de seres celestiais, em adoração a Aquele que vive e Reina, pelos séculos dos séculos.
 
De fato, restarão dentre os homens aqueles que têm coração de Abel – que era bom – e em cuja alma jamais – se entrar – permanece qualquer vestígio de maldade, ou de propensão genética a ela. O germe santo será composto de um povo humilde, que implantará nesta terra o Reino do Amor, numa felicidade jamais vista e jamais atingida, por qualquer pessoa que aqui já tenha vivida. Nem mesmo por Maria, porque ela – sublime criatura – sentiu aqui a dor, o sofrimento, a espada que lhe atravessou a alma, e assim José e tantos outros valentes de Deus. Todos viveram a cruz...
 
E no Novo Reino, não haverá mais cruz, não haverá dor nem sofrimento, e nunca mais retornará ao pensamento dos vivos a vida blasfema que vivemos, antes de ter passado esta primeira condição: a condição do pecado! Porque, então remidos, e tendo conquistado pela sua luta e vitória contra o demônio, o direito aos gozos e delícias ainda aqui, os homens e mulheres jamais voltarão a experimentar as agruras causadas pelo pecado, nem jamais as doenças, a fome, as guerras e todas as loucuras deste tempo final, e de todos os tempos, desde a culpa de Adão.. E nossa culpa!
 
Adão e Eva tiveram filhos e filhas. Caim, o primogênito entre os filhos de Deus gerados na carne, era bom de nascimento, mas tornou-se mau ao contato com os maus que viviam antes, e eis que casou com uma de suas filhas. Abel era bom, mesmo vivendo entre os maus. Tinha um coração puro, era o verdadeiro germe santo, dotado de um sentimento de humildade, obediência e de reconhecimento ao Deus Criador, a quem ambos viam. E como pode ser que, mesmo vendo o próprio Deus diante de si – Caim sentava no colo de Deus que lhe explicava tudo sobre a natureza das plantas, pois ele era agricultor – este se revoltou a tal ponto de tornar-se assassino de seu irmão?
 
Naturalmente que só o Pai sabe quem “será levado, quem será deixado”, porém alguns indicativos desta seleção – e, portanto eliminadores naturais – podem ser discernidos pelo simples raciocínio, pela lógica mais elementar. E sem dúvida o mais elementar de todos os princípios desta seleção, nos leva a retirar do planeta, todos sem exceção, aqueles que adoram outros deuses, que não o nosso Único e Trino Deus. Caminham para o fim então, todos os filhos de Alá, os de Buda, os de Ganesh e toda a plêiade indiana, desde micos a ratos, eles com todos os seus descendentes. Deles não restará nem vestígio, porque tiveram milênios para entenderem a verdade, mas simplesmente preferirem a mentira.
 
Neste sentido, a mensagem de Andréia que colocamos no site quanto aos “réprobos”, bem como a explicação da Mãezinha, dizem tudo. Como ela falou: Agora percebo o quanto são “tolos” os que não caminham com Deus! Com o verdadeiro Deus e a verdadeira doutrina é claro. E a Mãezinha explica quem são estes: Os que em vida sabiam, mas não queriam saber! Viam, mas não queriam ver! Ouviam, mas não queriam ouvir! Sabiam a verdade... Mas preferiram viver a mentira! A mentira é mais cômoda, mais conveniente!
 
Seguindo ao primeiro grupo eliminado, vamos ao segundo, na linha desta mensagem. Quem são hoje aqueles que não querem ver, nem ouvir, nem saber da verdade, preferindo viver a mentira? São sem dúvida os protestantes, todos os que se dizem evangélicos, mas não são, e todos os que preferem ignorar a Única Igreja verdadeira fundada por Jesus – a Igreja Católica Apostólica Romana – criando para si uma falsa igreja, nos moldes do homem, fundada por homens, com cara humana, nada tendo a ver com Igreja Divina. Justo eles, que se julgam “remidos” até por antecipação e os únicos “arrebatados”, para o Reino celeste, eis que julgam aos católicos a quem têm por idólatras e dignos do inferno.
 
Estes são realmente os grandes tolos, os que percebem claramente que não se entra no Céu com a alma suja, mormente se cheia de condenações e iras, de ódios e rancores vomitados durante suas vidas, exatamente contra aqueles que seguem a verdade, que se encontra somente em Pedro. De fato, tal como Andréia percebeu seu erro, já nos esgares da morte, com a boca aberta, olhos esbugalhados e face de terror e espanto, também TODOS os protestantes sentem, já no primeiro instante da eternidade, que estavam errados. E lamentam então profundamente sua obstinação no mal, sua cegueira estúpida e teimosa, sua falsa igreja da porta larga. Igreja de falsos pastores, meros mortais!
 
Todos os protestantes e ditos evangélicos, em síntese rejeitam partes da Cruz, e ao não viverem os sacramentos, especialmente o batismo – que é neles inválido – também o da reconciliação seguida da Eucaristia, perdem o rumo dos céus e simplesmente descartam qualquer possibilidade de adentrarem na nova terra. Ela é destinada apenas aos humildes e obedientes – e todo protestante é orgulhoso e desobediente – e a aqueles que se mantiverem fiéis até o fim, na verdade e na doutrina de Pedro, embora as perseguições e as espadas.
 
Ou seja, com estes dois primeiros grupos, teremos eliminado daqui, mais de ¾ partes da humanidade, estes não têm chance alguma. Há, porém, mesmo entre os batizados, legiões infindáveis de pessoas cujos procedimentos afastam quaisquer chances de seleção. Trata-se de pessoas cuja contumácia no erro, sua obstinação no mal, nunca lhes permitirá viver a santidade exigida para o convívio com os filhos e filhas de Deus. Até porque as Escrituras dizem: fora os mentirosos, os corruptos, os pervertidos, os ladrões, e todos os amantes da iniqüidade.
 
Eu sempre uso o exemplo da flagelação de Jesus – exemplo extremo – para explicar a grande diferença entre um filho de Deus – portanto um filho do amor – com um filho dos homens, portanto bastardo e filho do ódio. Você seria capaz de pegar de um azorrague daqueles e desferir golpes sem conta num homem amarrado e indefeso? Daria um só golpe que fosse? Mesmo de leve? Pois bem: qualquer ser humano que tenha a índole capaz de praticar tamanho ato de covardia, de brutal ódio, jamais terá chances de estar entre os filhos do amor. E neles se incluem os torturadores, os traficantes, os iníquos.
 
Porque, de fato, antes de sequer empunhar o chicote para bater – nem precisa ser em Jesus, mas em qualquer ser humano indefeso e amarrado – o filho de Deus prefere ele trocar de lugar, e “dar a outra face para bater”. Os filhos da bondade, da ternura, do amor e da caridade, jamais terão coragem de lesar a um irmão indefeso, seja em que estágio da vida ele estiver. Ponha na lista dos renegados então, todos os abortistas, os fazedores de leis destinadas a eliminar a vida nascente, os donos de clínicas onde se praticam tais crimes, os traficantes de órgãos para transplante e todos os que usam fetos e restos para fabricar cosméticos e sabonetes finos. Aliás, o inferno é destes, se não se arrependerem.
 
Naturalmente que existem grupos pequenos em número, mas decididamente largos em estragos entre os filhos de Deus. Falo dos condutores da destruição, daqueles que hoje, de forma proposital e estudada, seguindo as orientações do príncipe das trevas – de Lúcifer – tramam um governo único, e o domínio universal do anticristo. Este grupo seleto e ainda oculto, cujos pecados já atingiram o nível do céu, cujo ódio ultrapassou já o dos demônios em ferocidade, terá seu quinhão no lago de fogo ardente, e por toda eternidade. Não há um só deles com chances de povoar a terra dos filhos, nem eles nem os seus.
 
Vamos agora a outro grupo, e este inteiramente dentro da Igreja Católica, e que está bem definido num dos últimos artigos que coloquei no site – a tibieza – muito bem escrito pelo padre André. Este grupo, meus bons amigos, engloba uma fatia considerável do catolicismo, e se me fosse permitido citar um índice, creio que mais de 80 de nós está incluído nele, de alguma forma. Não se trata de ter medo, pois tibieza e medo são dois adjetivos com significado diferente. Medo pode ser natural, embora próprio daqueles que não estão plenamente ligados em Deus. Já tibieza é uma inércia voluntária e perniciosa, que espera pelos outros que o salvem, enquanto ele busca as delícias do aqui e agora. A inércia, a tibieza, pois, tem algo de cinismo, de escárnio e a isso Deus abomina!
 
Como diz o Padre André citando as Escrituras Sagradas, “O Reino de Deus padece violência, e são os violentos que entram nele”. Não somente o Reino dos Céus, mas o Novo Reino, a Nova Terra, onde habitará para sempre a justiça. E por questão de justiça, não há como enquadrar entre os eleitos a aqueles que nada fazem para conquistar o direito de viverem o paraíso aqui. De fato, ele não será dado de graça para ninguém, até porque seria injustiça – pelo menos no modo humano de ver as coisas – que alguém recebesse de graça, aquilo pelo qual tantos outros lutaram com tão intenso ardor.
 
Claro, a justiça divina tem outros parâmetros e certamente permitirá aos pais que lutam o direito aos filhos destes, de gozarem as delícias daquilo que Deus preparou. Pois com toda certeza, está entre os valentes da oração, os valentes do Rosário em Família, os valentes do confessionário e da confissão, os valentes da Eucaristia e dos sacramentos o germe santo que receberá a nova terra por prêmio. Porque serão estes os vencedores do inferno, os que irão derrotar finalmente aos demônios, que serão aprisionados pelos anjos e para todos sempre encarcerados no báratro abissal.
 
Humildemente então, devemos nos analisar nestes dias que faltam para a chegada do Rei, à quantas anda o nosso estado de vida, e como está nossa alma. Como está bem claro em Efésios 4, 22 Renunciai à vida passada, despojai-vos do homem velho, corrompido pelas concupiscências enganadoras. 23 Renovai sem cessar o sentimento da vossa alma, 24 e revesti-vos do homem novo, criado à imagem de Deus, em verdadeira justiça e santidade. 25 Por isso: renunciai à mentira. Fale cada um a seu próximo a verdade, pois somos membros uns dos outros. 26 Mesmo em cólera, não pequeis. Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento. 27 Não deis lugar ao demônio...
 
Ou como está em 2ª Pedro 3, 11 Uma vez que todas estas coisas se hão de desagregar, considerai qual deve ser a santidade de vossa vida e de vossa piedade, 12 enquanto esperais e apressais o dia de Deus.... 13 Nós, porém, segundo sua promessa, esperamos novos céus e uma nova terra, nos quais habitará a justiça. 14 Portanto, caríssimos, esperando estas coisas, esforçai-vos em ser por ele achados sem mácula e irrepreensíveis na paz. Claro, à espera ansiosa e orante, pelo Senhor que vem!
 
Santidade de vida, então, somente pelo sacramento da reconciliação, eis porque tanto o céu nos pede, insiste e mesmo implora para este tempo, a confissão freqüente, como prova de humildade e de obediência. Piedade é o dom da oração, a capacidade de rezar, o desejo de rezar, embora todas as dificuldades e barreiras, até mesmo fazendo da vida e do trabalho uma oração. Mas vejam: esta oração deve ser confiante, não lamuriosa e exigente achando que Deus é injusto consigo, ou que seja merecedor da graça. Há muita gente que até reza, mas não com o coração, com a alma, em plena entrega e confiança em Deus. Com Deus não existe o “confiar, desconfiando”, Ele não se divide, é SIM, ou é NÃO!
 
Ficamos, assim, quase que centrados em apenas um grupo de pessoas: os que rezam, eles e seus filhos. Mesmo que nem todos rezem! O caminho da seleção é por ali, ou pelo menos é dos joelhos calejados destes que brotará o Reino do Amor, numa Justiça Eterna, numa alegria permanente, numa fantástica aventura do homem. Com Deus presente! E ainda aqui neste planeta! Com Maria! E ainda aqui! Com nossos anjos e santos! E ainda aqui! E naturalmente, tudo isso para aqueles que acreditam. O que descarta a todos os incrédulos... Que são milhares!
 
Nós já passamos alguns indicativos deste Reino que vem, com o REI, tão logo tenham sido eliminados os principados e potestades malditos deste mundo – que se esvai – e do qual já podemos perceber os estertores. De fato, a Escritura diz “coisas que os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou (Is 64,4), tais são os bens que Deus tem preparado para aqueles que o amam (1ª Cor 2). O próprio Isaías, no capítulo 65 nos dá uma pálida noção daquilo que está sendo preparado para os vencedores, para eles e seus filhos, sua descendência. Indescritível...
 
Por qual motivo coloco estas coisas? Como injeção de ânimo aos desanimados, como uma alavanca aos que querem cair, como objetivo e razão de vida para todos aqueles que hoje se batem por um verdadeiro mundo melhor. De fato, eu mesmo, desde criança sempre tive esta noção, este desejo da nova terra, firmemente implantado no meu ser. Já com meus 14 anos, certa vez afirmei para minha mãe que é testemunha, sobre como ficaria o mundo na medida da ruína da mulher. E desde então sempre me motivei para pelo menos estar em espírito neste tempo de graças, porque jamais admiti a possibilidade de legar aos meus filhos uma terra depravada como a de hoje, sem mais nenhuma perspectiva de vida.
 
Sim, falo de vida verdadeira, de felicidade permanente, de uma maravilhosa convivência entre filhos e filhas de Deus. Este mundo atual é um verdadeiro lixo, e o temos criado por afundarmos cada dia mais no pecado. Não vale a pena lamentar nem um pouco que ele se esvaia, e que mesmo termina, ainda que para isso Deus tenha que eliminar a maioria dos habitantes do planeta. Inclusive eu mesmo! Claro, isso não significa condenação eterna – que esta é para alguns – e sim salvação, recolha para junto de Deus, porque sua fraqueza maior e tendência quase irresistível para o pecado, eles e sua prole, os levaria fatalmente a repoluir a terra com rebeldes, contaminando novamente toda a criação.
 
O reino que vem é o da partilha total. Nele não habitará o dinheiro nem a moeda de troca, porque tudo será de todos, e todos trabalharão para a felicidade geral e permanente de cada um. Neste mundo vindouro, cada pessoa poderá exercer seus dons especiais até o limite máximo possível a uma simples criatura, produzindo então obras perfeitas, o que acabará por tornar a terra num imenso jardim, tal como Deus o concebeu no início e do qual jamais deveríamos ter nos afastado. Tudo será centrado em Deus, como sempre deveria ter sido feito. Tudo obedecerá aos princípios e as sábias leis eternas, sem jamais um desvio, um devaneio, uma nova lei, outra doutrina.
 
Virão novas e fascinantes tecnologias, novas formas de locomoção e energia. A perfeição infinita do Criador guarda ainda surpresas infindáveis, cujos princípios serão em parte descobertos pelo homem, ou serão ensinados pelos anjos. Destas novas fontes limpas de energia, deste novo modo de vida sem desperdícios nem armazenamentos, surgirá aos poucos a civilização do Amor, sem poluições nem ganâncias, sempre em busca da perfeita harmonia, verdadeira simbiose entre o Criador e a criatura. Tudo funcionará em perfeita sincronia e maravilhosamente, sem atropelos nem impaciências, para nunca mais se ouvir ali um grito de dor nem ver correr uma lágrima de pranto. Sim, a não ser da mais pura e cândida alegria.
 
O homem então, sem esta busca louca e desenfreada pelo dinheiro, pelo prazer e pelo ser, e sem a presença do tentador, parecerá de fato uma nova criatura, e acontecerá com toda certeza o homem verdadeiramente novo, conforme o antigo projeto divino e ainda melhor. Todos, homens e mulheres, serão bonitos e perfeitos de corpo, porque antes de tudo serão bons e perfeitos na alma, esta o verdadeiro espelho do ser. Nem gordos em excesso, nem magros em demasia. Nem calvos nem desdentados, nem pobres nem ricos. Aliás, sim, todos serão ricos, porque nosso Deus é da fartura e da prodigalidade, jamais da miséria ou mesmo da pobreza, em especial desta pobreza suja que não ama a Deus, justo ela o motivo da falsa doutrina libertadora, esta fantasia aberrante que alguns pregam.
 
Toda a arte então, produzida em Deus e imitadora da perfeição divina, será voltada para a expressão do belo, do grandioso, para deleite dos olhos e alegria do coração. Não mais esta maldita arte repulsiva, retorcida, repugnante de hoje, em pinturas e esculturas, muitas à imitação do inferno e de seus tenebrosos habitantes. Hoje pela manhã, por exemplo, abri o “Google” e dei com um esqueleto repugnante, esta palavra traçada em esqueletos e ossos, coisa que assusta e afugenta porque repelente. Também dias atrás, ao entrar num site famoso, no timbre estava uma mesa de reunião destas ovais e bem longa, tendo em cada lado certos executivos, e executivas e na cabeceira... Lúcifer... Ficou por pouco tempo, era odiosamente repulsiva aquela imagem. E a mensagem!
 
Tudo isso, de feio, odioso, repelente, repugnante, que tenta desvirtuar a criação, mudar o plano divino para o homem, e estabelecer na terra o reino do horror, da feiúra diabólica, do ódio feroz e louco irá desaparecer para todo o sempre do planeta terra, sem deixar vestígios ou sequer lembrança. Todas as contaminações espalhadas na terra por conta do pecado e da ganância serão extirpados da natureza, para que ela se torne por inteiro um campo santo, e proporcione um meio ambiente digno dos filhos do Deus Altíssimo.
 
O trato dos homens com os animais será de respeito digno, mas de distância evidente. Nada deste xiitismo ecológico de hoje, que tenta “preservar” espécies em perigo de extinção, antes e ao invés de combater a ganância humana, a causa única deste mal. Mais que isso, nunca mais se terá esta visão tenebrosa e distorcida da realidade, onde um ser humano chega a ter menos valor para alguns do que meras criaturas irracionais, sem alma imortal, o que traça entre ambos uma diferença infinita, eis que o Reino não é destes. Todos os que vivem isso, acham que tal está certo, e teimarem até o fim, podem começar a cavar suas sepulturas.
 
Nunca mais haverá polícias, nem exércitos nem armas, apenas ferramentas de trabalho. Nunca mais haverá juízes corruptos e venais como hoje, porque todos terão impresso na alma a Lei de Deus e amarão vivê-la, com plena, absoluta e amorosa fidelidade. Eis que o homem e a mulher daqueles tempos vindouros irão entender finalmente aquilo que Deus sempre disse: a verdadeira liberdade do homem está em amar e servir a Deus, com toda a força do seu coração, com toda a expressão amorosa de sua alma, com toda explosão de seus sentimentos e de sua vontade. E quanto mais servir e amar, mais será livre! E quanto mais livre for mais feliz! E assim, sempre mais e mais perto de Deus!
 
Naqueles dias, de fato, o homem saltará como bezerro pelos campos, como um filhote de gazela que treina seus dribles com o inimigo invisível. Não haverá cansaço nem fadigas, antes o homem andará livre por todos os lugares, sem medo de feras ou de ataques de animais nocivos, porque eles nunca mais farão mal ao homem, nem este a eles. E se nada disso hoje temos é por força do pecado que a tudo contamina, a tudo perverte, a tudo transtorna, pois até mesmo a natureza sente os efeitos perniciosos dele, e por isso até ela sente a chora, e implora pela restauração em Deus, de tudo e de todos.
 
Claro que o Céu será sempre e ainda maior e melhor, entretanto para quem viveu e que experimentou os desastres de uma natureza revoltada, frutos dos desmandos do homem, a nova terra será mais que um paraíso, até porque muito melhor e maior do que aquele dos nossos primeiros pais. Eis então um pequeno memorando descritivo, daquilo que está por vir, depois de passadas as tribulações. Tudo isso para que todos se empenhem na batalha que chega, com ânimo e vigor redobrados, rumo a vitória que é segura e certa, tão certo como à noite sucede o dia, e este aquela.
 
E também para que todos aqueles que não se enquadrem nos caminhos da santidade de vida se reciclem e se corrijam. Isso porque nenhuma chance haverá para quem se revolta hoje contra Deus, e não se arrepende de seus atos. E quanto aos adoradores de ídolos e os de outros credos, de seitas e similares, eles que se ponham a caminho a ativem seus deuses, que os reúnam para a batalha. Nosso Deus irá mudar este planeta e depois disso não haverá aqui lugar para deuses estranhos. Se, pois, são deuses e têm poder, que eles lutem pela causa dos seus, ou se declarem rendidos e fujam da presença do Altíssimo.
 
Vale isso também para todos os que usam e abusam do nome de Nosso Senhor Jesus Cristo e que dilaceram sua Doutrina e pervertem o sentido das Escrituras. Eles que clamem por seu Jesus, quem sabem os ouça e mude seus destinos? Reinará apenas o Jesus que é manso e humilde de Coração. O Jesus que manda amar sempre! O Jesus que manda perdoar sempre! O Jesus que fundou a Igreja dos sacramentos e sob seu Pedro, não o falso jesus que tantos pedros “pastores” usam para seu bem e de seu caixa.
 
Enfim, quanto aos que aguardam com ânsia a transformação do mundo, é preciso que tenhamos paciência, pois a paciência de Deus e seu o retardo em definir as coisas nos é salutar, pois dá tempo de conversão a todos. Afinal, quando chegarmos ao fim de tudo, não haverá um só ser humano em condições de debater com Deus alegando ignorância das coisas, ou desconhecimento dos sinais e avisos que Ele nos manda. Diariamente.
 
De fato, muitos há com problemas sérios, de doenças, de dívidas, de falta de trabalho, ou por questões amorosas e emocionais, ou por brigas em família e desavença nos lares, ou ainda por drogas e falta de conversão, que querem a imediata Justiça de Deus. Mas vejam: isso é perigoso porque Deus pode achar que queiramos a condenação eterna dos nossos e de muitos. E em verdade, até hoje, para todos que pensam assim e fiz esta pergunta: se Jesus viesse hoje, sua família estaria preparada para o Céu?, a resposta foi um claro e sonoro NÃO! Um pouco mais de paciência então! Deus sabe o que faz!
 
Enfim, sobrarão os corações de Abel, ternos compassivos, misericordiosos e cheios da mais perfeita caridade. Estes corações de Abel são aqueles que aceitam totalmente e com verdadeiro amor, o primado absoluto de Deus em suas vidas, e nada os faz separar do amor de Deus. São aqueles necessitados, pequenos, crianças de leite, que sabem que nada são e nada podem fazer sem Deus. Quem mesmo nada querem ser, sem Deus.
 
E se ao terminar eu tivesse que pedir uma oração especial, pediria pelos padres que causam escândalo à Igreja, pelos que a atacam partindo de seu interior, e pelos mortos vivos que permitiram, por falta de oração, que a Igreja chegasse a este caos atual. Aarão!
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