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Postado em: 07/11/09 às 06:16:38 por: James
Categoria: Artigos Site Aarão
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Abaixo alguns textos que consideram a recente admissão dos 400 mil anglicanos ao seio da Santa e Madre Igreja, Católica Apostólica Romana, sob a batuta de Sua santidade o Papa Bento XVI.

 Naturalmente que os modernistas, os relativistas, os falsos ecumenistas e todos os destruidores que estão afanados em derrubar a Igreja de Cristo, se contorcem de desespero ao verem as boas ações do Santo Padre.

Na verdade o ódio de Hans Kung (foto acima), que não é teólogo coisa alguma, é antes um demonólogo, contestador e invejoso, tem a ver com o chamado ecumenismo, o falso, pois tá também um verdadeiro. Ele vomita ódio contra seu ex-colega o Papa Bento XVI, porque vê este desmontando um a um os desvirtuamentos à Sã Doutrina, que foram introduzidos pelos maus à partir do ecumênico e meramente pastoral, Concílio Vaticano II.
 
Não falo dos documentos em si e sim da malversação dos seus dispositivos. Trata-se da corrupção doutrinal introduzida pelo "espírito do concílio", que é oponente da "letra do Concílio". Mais ou menos assim: vale não o que está dito, mas aquilo que nós modernistas, relativistas e ecumenisas interpretamos e  decidimos que deva ser. Isso quando somente o Papa tem autoridade para definir como deve ser entendido e aplicado, e ninguém mais. Menos ainda os seus inimigos já declarados como este pobre herege Kung, com seu ecumenismo maçônico. Uma coisa boa é a volta à unidade sob a verdade, que se faz pelo diálogo inter religioso, outra é a capitulação covarde diante da mentira.
 
Qual é o falso ecumenismo de Kung e da CNBB? É aquele que visa relativisar os credos e as religiões, deixando tudo como está, e melhor ainda cedendo em tudo para ficar igual a eles. Dizem que a Igreja deve acompanhar o espírito do mundo, que evolui com os tempos. Dizem que Deus está lá e cá, até no espíritismo! Que é o mesmo Deus que eles buscam, pasmem! Outros crentes não cedem um só milimetro, mas a Igreja deve se despir até de seus dogmas para unir-se a eles. Kung quer então que a Igreja Católica se torne protestante. Indigena! Espírita! Satânica! Como disse na TV noutro dia um certo "bispo" brasileiro, somos nós que nos devemos converter aos índios. Que voltemos ao tacape, ao xamanismo, aos feiticeiros, à adoração dos elementos da natureza, quem sabe ao canibalismo? Ou o bispo quer mesmo é andar nu? Mas isso ele pode fazer" Até ser preso!
 
Qual é o verdadeiro e único ecumenismo possível? É aquele que está sendo feito pelo Papa com os Anglicanos, trazendo-os de volta à verdade e à unidade, INTEGRALMENTE sob Pedro, naquilo que se refere a doutrina, dogmas e também sacramentos. As diferenças ficarão por conta de alguns ritos que eles preservam, mas aí se trata apenas de formas e fórmulas, que mesmo assim devem estar sob a vigilante ação da Igreja Católica. A Igreja da Verdade e do Único Caminho que leva à Vida Eterna, jamais podem condescender ou abdicar de nem um só dos seus sagrados ensinamentos, em nome de qualquer união que seja. A verdade não se divide, tal como Deus é um só e indivisível. 
 
Na mesma esteira dos anglicanos, já a Igreja Católica mantém contactos bem adiantados com os Protestantes Luteranos, em suas correntes mais ortodoxas, pois também eles pedem, imploram e rezam pela unidade. Não será a Igreja Católica quem terá de ceder, pois nem eles pensam em ceder. O que eles querem é viver a verdadeira vida em Deus, pois perceberam quem uma igreja sem sacramentos é uma igreja sem rumo. Uma Igreja sem unidade, é um rebanho sem pastor! Uma Igreja sem Maria, é uma igreja fria e sem Mãe. Uma igreja sem a confissão é uma Igreja sempre em pecados! Uma Igreja sem a Eucaristia, o Pão da Vida Eterna, é igreja que não se salva.
 
Tanto os Anglicanos quanto os Luteranos que querem voltar, são pessoas de leitura da Bíblia, que mantém uma tradição de respeito às coisas de Deus e que são vertentes "ortodoxas", que não cedem aos modernismos e modernidades. São as ramificações deles que não cedem ao casamento gay, nem a ordenação de mulheres, nem ao aborto, o que em síntese significa meio caminho andado. E tanto de uma como de outra vertente protestante, ficam de fora dos acordos com nossa Igreja, todos os setores deles que aceitam estas abominações. E também a Igreja Ortodoxa caminha em grande parte para a Unidade sob Pedro. Como os poderemos rejeitar como querem Kung & séquito rebelde?
 
Assim, nós teremos neles, não somente um aumento significativo nos número dos católicos, mas pessoas de fé, valentes, que darão a vida pela nova Igreja, se preciso for. Todos eles perceberam finalmente, pela força do Divino Espírito Santo - fonte da Unidade - que sem Pedro, sem a Rocha, suas barcas não chegarão ilesas ao porto seguro, quando vier a grande tempestade final. Eles sentem no coração que estão fora da verdade, e sabe quem não há dois lugares no Porto seguro do Coração do Grande Pai, e ali entrarão apenas aqueles que descerem da Barca de Bento XVI.
 
E podem revoltar-se todos os que hoje bradam furias contra o Papa, dizendo que ele retrocede, que volta à Idade Média. Pois eu lhes digo, isso é um grande elogio que nos fazem, porque se nós estamos com a Igreja Católica Apostólica e Romana da Idade Média, nós estamos exatamente com a Igreja do Pedro, a que entregará as Chaves a Jesus, quando voltar em Glória. Estamos então na Igreja de sempre, que nunca deveria ter tentado mudança, porque tudo o que este falso ecumenismo modernista causou, foi apenas destruição, ruína, discórdia.
 
Que Bento XVI volte para a Missa de sempre, rezada em latim, com todos rezando versus Deum, voltados para Deus. Que Bento XVI elimine um a um todos os vícios e desmandos litúrgicos cometidos nas santas Missas, por milhares de sacerdotes, em todo mundo. Quanto mais o Santo Padre aproximar a Igreja de Deus, mas estaremos com ele. Quanto aos modernistas que so falam em povo, em ir ao povo, em comunidade, fraternidade, igualdade, liberdade, solidariedade - e tantas outras coisas fora da verdade - bem, eles podem seguir o caminho que bem entenderem. A Igreja latina e do mercossul está se formando por aí. Mas eu alerto: é outra canoa furada! Se tiver King de um lado remando, e no outro Boff, somando tudo você terá uma matemática: oito letras e um desastre! 
 
vejam o texto a que me referi, da agencia EFE.

 
Teólogo critica duramente ao papa e Vaticano contesta realidade de argumentos


Cidade do Vaticano, 28 out (EFE).- O teólogo dissidente Hans Küng criticou duramente seu antigo amigo Bento XVI por haver aberto as portas aos anglicanos, afirmando que se trata de "uma tragédia", provocando uma resposta do Vaticano que disse que as acusações estão "muito longe da realidade".

Küng, de 81, em artigo publicado hoje nos diários "The Guardian" (Reino Unido) e "La Repubblica" (Itália), intitulado "Esse papa que pesca nas águas da direita", afirmou que a decisão de Joseph Ratzinger de acolher na Igreja Católica a todos os anglicanos que o desejem é uma "tragédia".

Segundo o teólogo suíço, se trata de uma "tragédia" que se une "às já ocasionadas (por Bento XVI) aos judeus, aos muçulmanos, aos protestantes, aos católicos reformistas e agora à Comunhão Anglicana, que fica debilitada perante a astúcia vaticana".

"Tradicionalistas de todas as igrejas, unir-vos sob a cúpula de São Pedro. O Pescador de homens pesca, sobretudo na margem direita do lago, embora ali as águas sejam turvas", escreveu Küng que acusa o papa de querer restaurar "o império romano, em vez de uma Commonwealth de católicos".

Segundo Küng, "a fome de poder de Roma divide o cristianismo e danifica sua Igreja" e o atual arcebispo de Canterbury, o chefe da Igreja Anglicana, Rowan Williams, "não esteve à altura da astúcia vaticana".

Para o teólogo dissidente, as consequências da "estratégia" de Roma são três: "o enfraquecimento da Igreja Anglicana, a desorientação dos fiéis dessa confissão e a indignação do clero e o povo católico", que veem - diz - como se aceitam sacerdotes casados enquanto se insiste de maneira "teimosa" no celibato dos padres católicos.

O diretor do jornal vespertino vaticano "L'Osservatore Romano", Giovanni María Vian, respondeu hoje que "mais uma vez, uma decisão de Bento XVI volta a ser pintada com rasgos fortes, preconceituosos e, sobretudo, muito afastados da realidade".

"Infelizmente Küng faz outra das dele, antigo colega e amigo com quem o papa em 2005, só cinco meses após sua escolha, se reuniu, com amizade, para discutir as bases comuns éticas das religiões e a relação entre razão e fé", escreveu Vian.

O diretor do jornal assegurou que Küng voltou a criticar seu antigo companheiro na Universidade de Tübingen (Alemanha) "com aspereza e sem fundamento".

O gesto do papa, segundo Vian, tem como objetivo "reconstituir a unidade querida por Cristo e reconhece o longo e fatigante caminho ecumênico realizado neste sentido".

"Um caminho que vem distorcido e representado enfaticamente como se tratasse de uma astuta operação de poder político, naturalmente de extrema direita", acrescentou Vian, que ressaltou que "não vale a pena ressaltar as falsidades e as inexatidões" de Küng.

O representante vaticano criticou as acusações vertidas contra o líder da Igreja Anglicana e expressou sua "amargura" perante este "enésimo ataque à Igreja Católica Apostólica Romana e a seu indiscutível compromisso ecumênico.

No último dia 20, o Vaticano anunciou a disposição do papa a acolher na Igreja Católica todos os anglicanos que o desejem e a aprovação, com esse objetivo, de uma Constituição Apostólica (norma de máxima categoria) que prevê, entre outras, a ordenação de clérigos anglicanos já casados como sacerdotes católicos.

No mundo são cerca de 77 milhões fiéis anglicanos e nos últimos anos sua igreja viveu momentos de crise e de forte divisão interna, devido à ordenação de mulheres e homossexuais declarados como bispos e a bênção de casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

Por enquanto se desconhece o número exato de anglicanos que desejam rumar à Roma, embora segundo fontes do Vaticano esse número pode estar na casa de meio milhão, entre eles meia centena de bispos. EFE

COMENTÁRIO DE UM BLOG - Por jeferson Nóbrega

Digo-vos caríssimos leitores,

Todas as vezes que Hans Küng ladrar contra o Papa é sinal da restauração da tradição pelo Sumo Pontíficie.
Quando vejo esse senhor bufando aversão, alegro-me em saber que a Tradição está sendo restaurada ou mantida!
Dessa vez o teólogo que estudou com Ratzinger e parece não ter aprendido nada, cospe suas palavras contra a ação do Papa em prol do retorno dos Anglicanos Tradicionalistas à comunhão com a Madre Igreja.
Na verdade, a tristeza de Küng é o reflexo dos progressistas que estão vendo os seus sonhos de "evolução" aos poucos se tornarem um "pesadelo ortodoxo".
Da mesma forma os Padres brasileiros que trocaram a "Tradição, bíblia e magistério" pelo "Manifesto comunista, foice e martelo" devem estar se contorcendo com tudo isso. Logo eles que deturparam o ecumenismo e o transformaram em relativismo, agora assistem de camarote como deve ser uma ação ecumênica verdadeira.
Dessa vez em entrevista ao The Guardian e ao La Repubblica, Hans Kung classifica a ação do Papa como "uma tragédia". No entanto, o que por ele é classificado como tragédia vemos com glória, afinal, são almas sendo resgatadas, libertadas da heresia, mas é claro que para quem não importa a religião essas ações serão escandalosas.
Portanto, que bradem nossos inimigos! Que gritem contra a Igreja! Pois, enquanto progressistas e marxistas bradejarem, enquanto gayzistas protestarem e lançarem calendários ofensivos, enquanto abortistas nos odiarem, enquanto hereges exalarem ódio e enquanto maçons nos combaterem é sinal que estamos sendo legitimamente: Católicos Apostólicos Romanos!!!
 
Viva o Papa Bento XVI. Viva a Igreja de Pedro, Católica, Apostólica Romana!



Fonte: www.recadosaarao.com.br





Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 07/11/09 às 06:16:38 h.


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