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Visto: 1946 - Impresso: 74 - Enviado: 22 - Salvo em Word: 41
Postado em: 07/11/09 às 06:42:05 por: James
Categoria: Artigos Site Aarão
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Começo este novo texto, contando um pequeno sonho que tive, mas muito instrutivo. Eu de fato não gosto de relatar estes sonhos, mas penso que aos poucos preciso fazê-lo, até porque alguns vêm nos alertar para acontecimentos atuais e o Cláudio me pediu isso. E vou mais uma vez falar sobre a situação da Igreja, até porque estamos fremindo, estamos nos últimos tempos, e a chegada do antipapa é questão de pouco tempo. Claro que ele já se manifesta, e de fato a sua “igreja” está sendo erguida diante dos nossos olhos.


No sonho vi duas igrejas! Primeiramente estou nos fundos de uma Catedral imensa, ao lado da qual ficava uma casa a ela pertencente, onde eu deveria trabalhar. Tudo, porém era velho, e as portas de madeira eram de taboas pregadas, muito feias. Como cheguei cedo ao trabalho e não tinha ninguém para abrir fui até a catedral, e percebi que da sacristia nos fundos, saia uma procissão, como padres muito bem paramentados, com muitos acólitos e sacristães que levavam incenso. Iam pelo lado para entrar a na frente e celebrar. Os padres passaram por mim e sorriram com grande respeito, como se me conhecessem e então lamentei o fato de não poder assistir a Missa devido ao trabalho.
 
Voltei então à velha casa anexa e agora a porta estava aberta. Mal entrei, porém, vi que era cheia de corredores antigos, pareciam milenares e não entrei. Mas vi que passava gente por ali. Esta parte me passava a impressão de conter um passado de coisas enterradas, nem sempre bom, entretanto, pude notar o vigor das colunatas e a robustez das paredes e dos alicerces, dando-lhe aparência de inabalável. Ou seja, tratava-se de uma construção bem antiga, mas sólida, e isso desde os fundamentos. E tudo era limpo!
 
Sem entrar muito, voltei-me e fechei as portas saindo a andar pelas ruas, e me vejo agora na periferia da cidade, onde construíam, a grande custo, uma nova igreja, já quase pronta. Estava nos últimos acabamentos se via isso pelos muitos obreiros que por ali transitavam, especialmente com latões de tinta. Não gostei da cor, porque era vermelha, embora viva. Esta igreja era cheia de inúmeros departamentos, salões, capelas, salas de reuniões, e formava muitos blocos. A parte visível, acima do solo, estava muito bem pintada, parecia uma construção moderna, e a nave principal eram mesmo como um destes galpões de pré-moldados.
 
Entrei pelo lado direito – era como se antes eu tivesse visto antes a Igreja antiga, e agora vejo a igreja nova – e vi que por ali transitavam muitas pessoas afanadas na manutenção e na limpeza, e havia muitos padres, mas todos sem paramentos, que passavam por mim sem me cumprimentar e era como se nem me vissem. Achei estranha esta diferença, não por mim, mas devido ao respeito que demonstraram antes os padres da Igreja Antiga.
 
Encostei-me então numa coluna, e vi que do outro lado dela estava um sacerdote, baixo, bem gordinho e careca, com o resto dos cabelos raspadinhos – parecia o Padre Gobbi – e que suspirava dizendo: Que será de nossos padres! Que futuro terão nossos padres! Rezem pelos nossos padres... Então cheguei perto dele e disse: eu sei por que isso está acontecendo com a Igreja e com os padres. Podemos falar um pouco? Ele fez um sinal, me convidou e entramos num corredor, e ali parou. Mas eu disse: devemos sentar, porque a conversa será longa. Aí ele entrou por uma porta lateral, que dava para uma escada de ferro, que tinha no topo uma catraca. Ele pressionou uma alavanca escondida atrás da cortina e a catraca se abriu e nós descemos por ali.
 
No fundamento daquela construção era tudo velho, escuro, um amontoado de entulhos e restos de cimento e pedras, que parecia alagar nas chuvas, pois havia lodo por cima. Tudo era mal acabado. Vi que lavaram muitos anos para construir aquele fundamento, e que havia em tudo um enorme desperdício. O fundamento era feito de pedras lascadas, negras e pontudas, que davam um aspecto de robustez, mas também de insegurança, porque o rejunte era de barro branco e não de cimento. Tinha então um fundamento muito frágil, dando a impressão de que qualquer abalo maior faria ruir tudo aquilo.
 
Passamos a outro quarto, onde no chão havia pilhas enormes de farelo de serra, e para a sala seguinte era escuro demais, também havia farelo, tal que nem pudemos entrar. Tudo eram trevas ali. Então voltamos e sentei-me em cima de um monte de pó de madeira, e comecei a conversa com o padre. Mas ele não queria me escutar e só falava angustiado. Não sei nem o que dizia. Então notei que as paredes daquela construção, na parte que ficava abaixo do solo e acima do fundamento, eram feitas de farelo de serra, que até balançavam de tão frágeis. Parecia feita de sacos de aniagem, não empilhados, mas estendidos. E sobre isso estava edificada aquela Igreja. Fiquei perplexo com aquilo.
 
Saindo dali, uma senhora que varria o chão e passava pano molhado me disse duas coisas: primeiro que eles levaram muitos anos para construir aquilo, que saíra muito caro para aquela comunidade pobre. Disse também que todas as pessoas daquela vila, davam toda quinta feira de trabalho grátis para construírem aquelas obras. Outra voz me disse assim: antipapa!... Nisso terminou!...
 
E a resposta da Mãezinha através do Cláudio foi: Esta será Igreja do Antipapa. A nova igreja. Os bons padres se esconderão e poucos falarão, pois poucos ouvirão suas vozes.
 
Em síntese este sonho revela o estado atual da Igreja Católica, na verdade das duas Igrejas, como já mostramos no Livro As Angústias da Igreja: a antiga e de sempre, firmada pelos milênios de incansáveis lutas contra as trevas – a de Bento XVI – e a nova igreja, entre nós não mais romana, mas apenas latina, porque ao grito da desobediência aos poucos se desprende do Papa e do Vaticano, até porque se julga maioria: a do antipapa!
 
Ora, Jesus jamais se deixou seduzir pela maioria. Se hoje Ele fosse se guiar pela maioria, então nos deveria abandonar, porque os filhos de Maomé nos ultrapassaram em número. O que importa a eles saber, é que ao se desvincularem de Pedro – e isso se faz pela desobediência – saem também da Rocha inabalável sobre a qual a Igreja de Jesus está construída e se firma naquele pântano que vi acima, a tal de igreja moderna. Chão mole sob o qual se amontoaram pedras, de forma desordenada! São pedras soltas, sem ferros por dentro, apenas amalgamadas com barro, e tendo paredes feitas de pó de serra. Portanto, absolutamente frágeis, e que ao mínimo sopro do Espírito Santo, desabarão.
 
De que é feita a Igreja de Pedro, a primeira que vi – firme e inabalável – embora todas as escuridões os pecados que muitos cometeram em nome dela? Falo da Santa Igreja, e santa sempre – jamais pecadora, enquanto Doutrina – firmada sobre pecadores, mas na adoração, na oração, no Rosário, em Maria, na confissão, e na vivência dos sacramentos. Falo da Igreja humilde, força Daquele é “manso e humilde”, mas também forte porque tem o Sacrário no centro, um povo de joelhos no chão e uma doutrina não adulterada, porque confirmada pelos milênios e pela Tradição. E é somente a esta Igreja que Jesus prometeu que jamais o inferno a destruiria: a Igreja de Pedro, sem ele nada feito!
 
De que é feita a falsa igreja do antipapa? É feita de modernismos voláteis e soluções apenas humanas. Trata-se de uma falsa igreja humana, pecadora porque os fundadores dela, apenas homens cheios de teologias, são fachos ardentes de satanás. Trata-se de uma igreja que não reza, apenas se reúne, discute e deixa depois no papel. Esta falsa igreja acha que os sacramentos são meros sinais, nada importantes, importam são obras visíveis que levam ao bem estar físico – e dizem que isso é a vida plena! E mentem dizendo que Jesus veio para isso. Esta falsa igreja não está firmada na rocha da Promessa, e sim nas pedras soltas da divisão. Esta Igreja tem paredes falsas, formadas por uma doutrina adulterada, que conduz apenas ao vazio e seu destino é ruir como um castelo de cartas.
 
Suas paredes, acima do solo, parecem bonitas, pintadas recentemente, e podem até atrair e iludir as pessoas por um tempo. Podem enganar a muitos, incautos, maus católicos, mal formados, ou formados exatamente aos moldes desta falsa coisa que se diz Igreja, mas que não passe de um truque de mau ilusionista. Tal como um mágico engana olhos incautos com seus gestos e ardilezas, também o antipapa realiza seus shows de enganos e seduções. Até porque está dito, que ele enganaria até os eleitos. Sim, ele, porque fala pela boca da vil serpente, agora dragão colossal, que se acha único e senhor.
 
De fato a maioria já o segue, e a estatística disso se tira pelos que ainda rezam. Pelos que se confessam amiúde, e que não perdem uma Santa Missa. Vá somando os que rezam o terço, especialmente em família, e pelos que catequizam seus filhos, primeiro pela base da Sã Doutrina do Catecismo, mas sempre pelo exemplo de vida, de fé e de perseverança. Contem se destas famílias assim estruturadas saem defecções para as seitas. Contem se de famílias assim, saem rebeldes e amotinados, sedentos de novidades, volúveis e mortos na fé. Contem aqueles que amam a Deus sobre todas as coisas, e não apenas a si mesmos até mais que ao próximo. Contem os que amam ao Papa e à Igreja, porque lhes obedecem com fidelidade absoluta. É esta a base da Igreja que salva almas! A de Jesus!
 
Contem agora a massa oposta, de “católicos” frios e mornos, e mortos, que as marés da vida empurram como massa balofa e amorfa, que anda como vai o vento – que muda de direção como o vento muda – e cuja fé qualquer brisa passante, mesmo leve, apaga os vestígios. Conte a massa que desconhece as mais elementares verdades da nossa fé, da nossa Igreja, que não sabe o que são mandamentos, menos ainda quais são. Massa que não sabe mais o que é pecado, porque desde muito lhe ensinam que pecado é apenas “matar e roubar”. Mas esta é a falsa igreja e assassina, e ladra, porque mata as almas e as rouba de Deus.
 
Quem seguirá facilmente ao antipapa? Todos aqueles que acham que uma Missa por mês está de bom tamanho! Também os que sabem que precisam confessar pelo menos uma vez por ano, nas que não acham pecado deixar para a outra vez, e para a outra, e nunca! Seguirão a ele, os católicos que vão apenas a Missas de enterro, batizado e casamento, também os que pagam um real de dízimo e acham demais. Farão coro a ele, todos os que não mais catequizam seus filhos, achando que isso é responsabilidade da catequista e da Igreja. Farão sua base, os que vivem em pecado e querem comungar mesmo assim, também os que vivem pecados, taras ocultas, mas que aparecem santos aos olhos do mundo. Estes irão aplaudir ao antipapa de pé. Ele o chefe da igreja pecadora!
 
E entre o clero, irá junto do antipapa, todo aquele padre ou bispo criador de doutrina particular, que escamoteia os documentos da Igreja, e mente ao povo dizendo que aquilo vem do Papa. Sim, do antipapa, que é líder deles. Irão junto todos os padres e bispos que não querem que se fale em fim dos tempos, porque isso assusta ao povo. No que fazem o jogo de satanás, que desejam que o “ladrão pegue a todos de surpresa”. Irão junto todos os que pregam a doutrina da cesta básica, e trocam o trato das almas pela ilusão e a utopia de uma “terra sem males”. Porque querem a terra. Tem o focinho colado no chão!
 
Entre o clero ainda, seguirão a igreja do antipapa todos aqueles que falam em numa tal de fraternidade, quando não amam e de fato odeiam aos irmãos. Irão os que falam em na falsa solidariedade, que nada mais é que uma falsa caridade sem amor cristão. Falo daquele em que a esquerda não sabe o que a direita doou. Irão os que falam em ética, que é uma corruptela podre da moral que vem de Deus. São os que falam em igualdade, quando seu desejo sórdido é igualar-se aos que estão na cúpula, nunca que os que vivem abaixo cheguem onde eles já estão. Tudo isso compõe o anti-hino do diabo, esta cantilena de tormento, que cozinha as mentes de tanto bradar o mesmo som. A eterna arenga de liberdade > igualdade > fraternidade > solidariedade! Ah! Se soubessem de onde isso vem!
 
E mais ainda, irão os que falam incansavelmente em liberdade, mas cujo objetivo real é de libertar-se de Deus, livrar-se do Criador, para poderem construir seu mundo nesta terra, onde reine satã entre poucos e ainda escravos. Irão com ele os que desobedecem ao Papa Bento XVI, que o ridicularizam, que o odeiam e querem livrar-se dele a qualquer custo. Irão com o antipapa, os maus padres que gritam pela quebra de celibato – que julgam ser algo acima da força humana – e os que querem a ordenação de mulheres, quando São Paulo disse bem claro: mulheres, fora do presbitério! E longe do púlpito!
 
Irão com o antipapa, os falsos teólogos libertadores, que julgam que libertar corpos é cumprir doutrina, no que aprisionam e escravizam almas, uma vez que não existe esta liberdade longe de Deus. Irão com o antipapa os teólogos vermelhos, que semeiam já o joio nos falsos cursos bíblicos, nas formações de catequistas e mais que tudo, dentro dos seminários, muitos tornados em antros de corrupção e não mais casas santas e de sã formação. Irão com este grande inimigo de Deus, todos os clérigos que não mais pregam contra o pecado, isso porque suas pobres almas estão carregadas deles. Afinal, os iguais se misturam. Também o esterco com esterco.
 
Irão junto com o antipapa todos aqueles que falam em amar ao irmão, e trazem na boca este doce canto, porém por trás rangem os dentes, criticam e mordem a todos, dando-se pecha de santidade e pose de justo. Dizem que se deve comungar o irmão, porém na vida cotidiana fazem exatamente o contrário: levam má vida, urdem tramas e provocam dissensões. São maus exemplos de vida cristã e até de cidadão.
 
Irão junto todos os que hoje cumprem o plano de anticristo, de retirar das igrejas e dos locais públicos tudo o que é divino e sagrado. Falo dos que despem as igrejas das imagens de nossos santos, que expulsam as imagens de Maria para velhas caixas na sacristia, dizendo que assim agem porque desagrada a judeus e evangélicos, quando eles nada têm a ver como nossa forma de culto, cada um com a sua. São estes mesmos que edificam suas capelas, com jeito moderno, mas que se trata de apenas casca e fachada, templos frios, vazios, e cada vez mais abandonados. No que se tornam pistas para demônios!
 
Irão junto com o antipapa, todos os que retiram os Sacrários para laterais, e cada vez mais para cantos escondidos das capelas, e até para fora da nave principal. Tudo isso sob as mais fingidas e mentirosas alegações “litúrgicas”. E isso quando ao Rei Eterno o centro, o trono, o principal e o melhor. São os mesmos que trocam os bancos com genuflexórios por cadeiras estofadas, para alisar traseiros preguiçosos e dar mais facilidade a que durmam os crentes, durante as homilias – frias e vazias – povo cansado.. De bailes e de festas. Fazem de tudo para que o povo não mais se ajoelhe, não mais adore, porque dizem malignamente que Jesus quer ser comido e não adorado.
 
Irão junto com o antipapa os falos ecumenistas, que pretendem diabolicamente unir todos os credos num só, mesmo que para isso tenham de se despir de tudo aquilo que é santo e sagrado. Os que buscam a unidade, mas não em torno da Verdade Eterna, que somente nossa Igreja Católica possui, com seus dogmas, sua doutrina integral e santa, sua Tradição e seu Catecismo, e sim em torno de regras e doutrinas humanas, nada mais que artifícios de satanás para levar o povo para longe da verdade. São estes mesmos que negam os milagres de Cristo e os Dogmas da Igreja – no que afastam dela – dizendo que estes são apenas entraves que dificultam a união dos credos... Eis a igreja do antipapa!
 
Irão seguir a ele, todos aqueles que desobedecem ao Papa Bento XVI, aqueles que de fato o odeiam, mas têm a ousadia cínica de citar seu nome quando lhes convém, para justificar qualquer posição que de fato lhes é particular. Esta parte desobediente da nossa Igreja é a que forma exatamente as paredes de farelo, aquelas que tremerão como varas verdes quando o Juiz vier com varas, e lhes mostrar este simulacro que criaram, este monstrengo sem base, sem fundamento, porque já não plantado sobre a rocha de Pedro e sim no pântano teológico de satanás. Naquele dia, meus amigos, muitos pastores nus fugirão exatamente nus, cobertos apenas de vergonha por se terem deixado enganar tão facilmente por satanás. E tremerão como varas, até desconjuntar o esqueleto.
 
Irão seguir o antipapa, como linha de frente, os maus formadores, os falsos teólogos e maus mestres de formação, os deturpadores da doutrina, os criadores deste falso deus, deste falso cristo pintalgado de múltiplas cores, conforme o gosto da modernidade. São os que querem esta falsa igreja sem sacramentos, este cristo sem cruz, esta vida na terra sem sofrimentos, esta vida de falsa liberdade porque já libertinagem, os que pregam todas as mentiras que satã lhes ensina, levando as ovelhas ao abismo, e a Igreja ao caos.
 
Irão seguir ao antipapa, estes padres de moral devassa, exemplo daqueles americanos que provocaram tantas chagas no coração da Igreja e que agora obrigam o Santo Padre a se curvar, e a pedir perdão e mais perdão, em nome de crimes hediondos que não são da nossa Igreja em si e sim de certos membros, mil vezes indignos dela. Porque em síntese é isso que o antipapa quer: uma igreja falsa e mundanizada, para torná-la ainda mais pagã, porque já não vivendo mais a verdadeira Igreja menos ainda o Deus da verdade e da vida.
 
Irão seguir ao antipapa, os padres que dizem que devemos adorar o altar e não a Vítima que nele se imola. Também os que alegam que não devemos nos ajoelhar, nem na hora da Consagração, porque estar de pé é um gesto dos ressuscitados, isso quando eles mesmos estão já mortos na alma. Irão segui-lo, todos aqueles que pregam o Cristo sem cruz e apenas o Ressuscitado, isso quando não existe ressurreição sem antes uma morte.
 
Irão seguir ao antipapa, todos que pregam a falsa doutrina de que a Missa não é Sacrifício é apenas ceia comemorativa. Estes mesmos que dizem que a Eucaristia não é o Corpo de Cristo, mas partilha entre os irmãos. Também que dizem que o Sacrário é apenas reserva de emergência, e não presença viva e real de Cristo em nosso meio. Os que dizem que o Sacrário não é freezer que serve para guardar boi inteiro e não metade. Os que negam a adoração a Jesus Eucarístico, e banalizam o mistério da Cruz que na Missa se renova.
 
Irão seguir ao antipapa, todos estes que vivem a falar de pobres, marginalizados e oprimidos e que trocam o Sacrário e o Confessionário por algumas miseráveis cestas básicas. São os que se envolvem e querem misturar a Igreja com partidos políticos no que fazem bem ao contrário de Jesus, que batia firme neles. De fato, Jesus não se aliou ao sinédrio, como fazem hoje.
 
Irão seguir ao antipapa, os que defendem estas malsinadas comunidades eclesiais de base, que têm se tornado em pequenas células terroristas, que defendem a invasão de terras e fazendas bem como a ocupação de prédios e obras públicas. São os que defendem o bloqueio de estradas, a destruição de propriedades particulares e públicas, e que ao invés de se munirem de Rosários e orações, brandem foices e facões promovendo baderna e confusão, no que servem aos princípios do comunismo execrando. Estes assumem uma conta de alto risco diante de Deus, porque fazem verter sangue, mas não mártir. Se irmã Doroty revivesse deixaria muita gente pânico ao dizer do risco em que colocou sua alma. Como ela se arrependeu no Purgatório!
 
Irão seguir ao antipapa, aqueles que não defendem a família como a formadora da nossa sociedade e da nossa Igreja, antes se dedicam a este exército de pastorais inócuas, que não constroem a Igreja, antes a contaminam com o germe da divisão. São estes mesmos que são os responsáveis pelo estado de ruína em que a Igreja se encontra, com esta falsa catequese adulterada, que mais serve para aulas de Educação Moral e Cívica, que para uma doutrina de salvação. Irão os que não falam mais em Purgatório e em Inferno, como purificação e castigo aos que morrem em falta! E como morrerão estes?
 
Irão seguir ao antipapa e ao anticristo que vem depois dele, os defensores desta igreja ecológica, voltada a campanhas que defendem a água – mas não a água viva, como fonte de vida eterna – e também os animais “em extinção”, mal sabendo que o anticristo é um ecologista. Uma igreja que defende a vitória régia, o mico leão, a tartaruga e o urso panda, em verdade, já perdeu o rumo e a direção. Ela já não sabe o que é uma alma, já não sabe a diferença entre um homem imortal e um ser apenas animal, inferior e finito. Esta falsa Igreja desconhece que Deus cria animais novos todos os dias, povoa ambientes com os que faltam, e faz desaparecer os que Ele não precisa, Deus cuida dos animais.
 
Por fim, seguirão como carneiros ao antipapa, TODOS aqueles, leigos, padres ou bispos, que preferem não dar ouvidos aos profetas, que anunciam este tempo de apostasia. Eles que nada falam que não esteja nas Escrituras, antes apenas advertem para seu fiel cumprimento. Com suas teologias, seus doutorados, sem mestrados em “Deus”, acham-se acima dos profetas e além das profecias. Ai e ti, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas a aqueles que te são enviados! Jesus falou isso!

Não posso, porém, deixar de mencionar um último tipo de pessoa que seguirá o antipapa e sua falsa igreja: falo do medrosos, dos tíbios, dos fracos, daqueles que têm medo das perseguições, e não terão coragem de proclamar publicamente a sua fé e manter fidelidade ao Papa Bento XVI. Estas pessoas no momento auge da perseguição, não terão forças de suportar a Cruz, e acabarão por seguir a massa dos mortos vivos, mesmo com grande angústia nos seus corações. Mas ATENÇÃO: qualquer um de nós pode estar no meio destes últimos. Que ninguém pense que será capaz de se manter de pé, especialmente se não reza. Só quem estiver debaixo do manto de Maria, terá forças de não trair a Igreja.

Em vista destas coisas todas, desta cegueira tão brutal, eu faço uma pergunta: terão acaso desculpas a dar diante de Deus todos os que preparam esta falsa Igreja? Numa das respostas que Nossa Senhora deu sobre um sacerdote deste tipo, ela disse que “ele realmente acredita, com toda certeza de seu coração, que está agindo corretamente em combater todos os que falam sobre fim dos tempos”. Ou seja: ele acredita realmente que todo o desastre em que o mundo se meteu, e o estado de loucura em que sem encontra parte da Igreja, é algo normal. Ele pensa que tudo vai bem! Que isso é ser Igreja!
 
Faço então outra pergunta: terá ele desculpas a dar, de que não sabia, não entendeu, não compreendeu os sinais e avisos de Deus? Para mim a resposta é simples: não, ele não terá desculpas, porque a clareza de tudo é luminar! Porque o julgamento dele não virá pelo fato de não ter entendido – e por ter combatido contra a verdade – mas sim pelo orgulho desmedido que o cegou até a plena obstinação. Ou Deus seria injusto! Somente quem é dirigido por um orgulho cego não percebe a imensidão de sinais que cumprem atualmente cada letra das Escrituras. Isso porque eles mesmos criaram explicações deturpadas dos textos sagrados, ao ponto de fecharem suas almas ao entendimento.
 
E faço por isso um desafio, a qualquer padre a qualquer leigo: durante uma semana, por sete dias, que ao amanhecer seja o seu primeiro ato, pisar na cabeça de seu orgulho, falo em esmagar completamente o seu “ego”, abrindo ali um buraco para que o Espírito Santo possa entrar, e não precisa mais do que este tempo. Na semana seguinte ele mudará de vida, fechará as contas com o passado e viverá de lamentos pelo tempo perdido! Pelas horas gastas em combate tolo contra a verdade luminar. Pelo seu irracional cepticismo, e sua total incapacidade de ser humilde. Como poderia achar que Deus se abriria a ele?
 
Desta forma, tudo o que nos resta agora, é acumular tesouros para o tempo que vem, falo a partir do dia em que será instaurada a igreja do antipapa. Todo o tesouro de orações que você leitor, e eu, pudermos acumular neste tempo de facilidades atual, deve ser buscado com afinco, dia e noite, hora a hora, minuto a minuto. Estas orações, e as almas que forem salvas neste tempo e por elas, formarão como que um escudo protetor ante nós mesmos e nossos filhos, e é como se construíssemos uma muralha ao nosso redor.
 
Que ninguém perca tempo: agora é rezar, confessar, amar a Eucaristia, colocar-se sob a proteção de Jesus e Maria e aguardar. Veremos em breve um papa verdadeiro saindo e um falso entrando. Mas quando eles estiverem trocando presentes entre si (Ap), achando ter vencido, subitamente lhes advirá a ruína e a destruição (I Tess). Como já vimos, a falsa igreja do antipapa foi erguida com paredes de farelo... E sob o pântano de satanás! Ela não durará mais que alguns meses. O sopro da boca de Deus a fará ruir (II tess 2,8)!

Uma coisa é certa: atrás dos maus pastores, irá apenas o mau rebanho! Haverá um pequeno resto fiel, formado por famílias que rezam: elas manterão em pé os sacrários que cairão com o antipapa, e destes sacrários fiéis, e destas famílias, santas e fiéis renascerá a nova Igreja, pujante e forte, que nunca mais será abalada. Será a Igreja formada de crianças inocentes, não de mestres e nem de doutores. Não existem doutores no Céu. Antes de entrar lá todos devem se despir de seus títulos, rasgar seus diplomas e entender que nunca foram nada.

Ruirá em breve a igreja dos doutores, a falsa igreja do antipapa. Dos falsos teólogos que acham que entendem de Deus. Se um dia eu cometer o ato nefando de dizer aqui que por mim entendo alguma coisa de Deus, me tranquem a ferros porque me tornei perigoso para vocês. Tudo o que escrevi neste texto tirei apenas de uma frase: amar ou não amar a Deus, sobre todas as coisas! Nunca deveremos querer ir adiante disso.

Mas, alegrai-vos, pequeno rebanho fiel, e não tenham medo! Restarão poucos no final, os pequenos, e certamente é apenas deles o Reino dos Céus! A Libertação verdadeira é próxima!

aarão



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