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Postado em: 02/10/10 às 11:26:56 por: James
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Num artigo anterior, onde fiz algumas considerações sobre o estado de coisas da política de nosso país, já apontei alguns motivos pelos quais podemos considerar que nosso país inteiro, com todas as suas políticas de governo, com tudo o que diz que faz para o povo é uma farsa completa, um monumental mentira. Só acreditem nele, só aprovam seus atos e disposições, aqueles que são parte da mentira, ou porque vivem dela, ou porque já perderam a noção de verdade, desconhecem o que seja uma pátria verdadeira e não têm inteligência nem mínima, capaz de apontar para outras soluções de como ser país. Por isso, no texto que segue, vou dar algumas sugestões para um novo país, que podem ser utopia para os que se acostumaram com a mentira, mas que se implementadas fariam daqui o paraíso terrestre, porque nenhuma nação outra da terra tem condições iguais.

Naturalmente – eu que sempre prefiro e gosto de começar tudo por Deus – não poderia começar de forma diferente, a não ser apontando para Ele. Todas as nações da terra, e todos os povos que nela habitam, somente existem, porque existe um Deus que permitiu e quis que eles existissem. Então, todos os princípios das leis, destas mesmas nações e destes povos, somente podem subsistir, se pautarem seus princípios, suas normas de conduta e suas leis, naquela Lei Maior – a lei de Deus – nem precisaríamos falar na lei dos cristãos, bastaria seguir os simples princípios da lei natural, intrínseca da própria natureza do homem, mesmo que ele sequer saiba que um Deus existe. Bastaria que os homens não se desviassem desta lei natural, e já o mundo seria completamente diferente.
 
     O ser humano, dotado de inteligência sabe – por exemplo – que não deve matar, que isso vai contra a sua própria natureza e vida, uma vez que é pela geração continuada que a sua espécie se mantém. Entretanto, contrariando esta regra, desde os primórdios da civilização o homem mata, promove a guerra e dilacera-se em milhões de contendas, tendo já derramado tanto sangue, que poderia cobrir a terra em toda a sua extensão. O homem sabe também, naturalmente e da essência de si, que não deve roubar, que não deve se apoderar do que pertence a outros, entretanto, mesmo assim, contrariando a lei natural, o homem rouba continuadamente, se apropria do alheio e forma até quadrilhas para roubar. A prova está em muitas casas legislativas deste país, nos sucessivos, e cada vez mais escabrosos escândalos que têm surgido. Fiquemos nisso! Como mudar?
 
     Na realidade tudo começa pela educação. Um filho de pai assassino, um filho de pai traficante, um filho de pai desregrado, de político ladrão, dificilmente se tornará um cidadão honrado e homem de bem, porque o exemplo arrasta. Um filho de pai corrupto, ou ateu, com toda a certeza terá dificuldade em se integrar na sociedade e formar um país sério, porque o meio o contaminará – e contamina – de modo a que milhões passam a aceitar como até louvável a atitude de quem rouba, a justificável a atitude de quem mata. Estamos já neste estágio escabroso, onde a moral, a ética, os princípios baseados na lei natural e na Lei do Altíssimo, deram lugar à devassidão moral, ao desmoronamento da ética e mesmo ao sepultamento de tudo aquilo que vem de Deus.
 
     A primeira coisa então a mudar – neste país verdadeiramente ético – é a educação. Mas JAMAIS este sistema educacional podre e até maligno que temos hoje aí, até porque é justamente ela a causa maior, deste atual e lastimável, estado de coisas. Se nas escolas se educasse para a vida civil, com base na vida em Deus, os homens seriam fraternos, as relações sociais seriam estabelecidas pela via do amor seriam éticas, e a terra se tornaria no paraíso. Mas satanás, como primeiro passo na conquista deste mundo, passou, ele a educar os homens conforme suas leis, baseadas no roubo, na mentira, e no crime. Ora, uma escola que se preze, deverá como primeiro princípio, abolir tudo aquilo que é fútil, que é inútil e desnecessário para a vida, até porque tudo aquilo que brota destas coisas leva à dissipação, à devassidão, à preguiça, à orgia e ao caos. Ou seja: é uma escola formadora de vícios, não uma fiel pregadora das virtudes necessárias à real felicidade do homem.
 
     Já disse em outros artigos e volto a repetir. No mínimo, 90% do que se aprende nas escolas é conhecimento inútil, burro, e pior que isso é fator de deformação, de perversão e desvio da personalidade das crianças. Uma criança precisa apenas aprender a se comunicar bem, por via oral e escrita e isso toma 50% de suas aulas, nisso se incluindo a lógica. Do restante, 20% deve ser tomado pelo cálculo, pelos números reais – nada de elucubrações mentais com x e y e outras bobagens iguais – para que o cidadão saiba entender a dimensão das coisas, não se deixando enrolar nem com pesos, nem com medidas, nem com juros, ou moeda. Mais 20% de seu tempo deve ser empregado em compreender o meio em que vive para saber localizar-se no espaço, en a história – a verdadeira história da raça humana – até para aprender dos erros passados e os tempos, e não cair em males futuros.
 
     Deixei 10% apenas para trás, para tratar de algo sumamente importante: Deus, de onde provém tudo aquilo que é bom, é digo, é louvável e é absolutamente necessário para uma vida em bem. As aulas de moral, de civismo de educação para o bem, deveriam ser as mais prolíficas e ministradas pelos mais excelentes professores. Estes professores jamais poderiam ser escolhidos entre os ateus, somente entre pessoas de família,  cuja raiz de conduta ilibada formasse um verdadeiro baluarte na fé. Estes professores deveriam ser os mais bem pagos e também os mais vigiados para jamais se desviarem do caminho do bem e da verdade. Utopia? Maior utopia é continuar pelo caminho de remendos atual, porque este sistema de ensino atual é que formou o tecido velho e podre sobre o qual se desenha o mapa de um país decadente, de uma pátria de mentira.
 
     Ao tempo em que se modificavam os currículos e se preparava o povo por uma lei fundada em Deus, haveria que se extinguir uma das maiores pragas, uma das maiores desgraças e uma das maiores injustiças deste país de pobres e de marginalizados. Trata-se da figura jurídica do direito adquirido. Ora, enquanto existirem aqui 50 milhões de marginalizados, todo pretenso “direito adquirido” é antes uma vantagem imoral. Se nós formos eliminar, neste país, tudo o que certas categorias profissionais e funcionalismo público se locupletaram neste sentido, haveria uma verdadeira revolução social.
 
     Assim, uma simples secretária do serviço público que ganhe uma aposentadoria ou salário de 10 mil reais, jamais poderia receber tal quantia, enquanto uma secretária da iniciativa privada, pelo mesmo trabalho, ganhe 10 vezes menos, sendo às vezes, até mais produtiva. Isso não pode ser alegado como direito, porque sem dúvida, comparativamente é imoral. E há milhões de casos assim, nos dois setores, público e privado. E os salários do serviço público, não podem ser muito superiores aos da iniciativa privada, para a mesma função, porque estes se pautam pela produtividade, enquanto aqueles muitas vezes se escoram na “estabilidade”, outro câncer diabólico que é também raiz podre e geradora de miserabilidade neste país.
 
     Naturalmente que tal medida atingiria em cheio o funcionalismo público em especial. Porque aliada a esta medida, deveriam ser cortados definitivamente, sob pena de cadeia, todos os cargos de auxiliar administrativo e todos os milhões de cabides de emprego que hoje assolam não só os órgãos da administração direta, como também da indireta, como universidades, autarquias e fundações. Este é um dos maiores cânceres que existem neste país e que consome quase metade, senão mais, de toda a folha de pagamentos da área pública. São milhões de funcionários desnecessários, assessores de deputados e senadores, motoristas e faxineiros, e centenas de outros cargos inúteis, de produtividade zero, mas de peso insuportável até para uma nação rica, quanto mais uma pobre. Me perdoem todos os bons, eficientes e produtivos funcionários públicos, quem merecem seu salário pelo que produzem, cuja faixa salarial não ultrapassa a medida da moralidade.
 
     Vamos adiante! Um país – qualquer país que se preze – deve ser formado no trabalho e no perfeito aproveitamento dos seus escassos recursos. Para que todos os cidadãos livres e em condições de trabalho possam contribuir para a felicidade de todos e o bem geral da nação, é preciso que sejam criadas condições de emprego, para todos os homens que são aptos, trabalho não aviltante nem escravo, mas consciente, livre e bem remunerado. Eu falei, homens, porque primordialmente aos homens, do sexo masculino, cabe esta tarefa de prover o sustento dos lares, salvo raríssimas exceções. A mulher tem milhares de outras atribuições, também dignas e justas, que a enlevam e não escravizam. Até porque, como já demonstrei aqui, todo trabalho dentro do processo produtivo direto é uma forma de escravização da mulher. Falta emprego no Brasil? Querem a solução?
 
     Mentira que o governo Lula, mentira que o PT – e todos os que pensam como eles – já ajudou a criar ou trouxe algo de bom para o país, e prova que não o amam é que queriam sangra-lo até a morte. Tudo o que fizeram até agora resultou das bases plantadas pelos governos anteriores, isso até o ministro Palocci reconheceu. Todas as “conquistas sociais”, que possam ter surgido nos últimos anos por pressão deles, na verdade foram e são aríetes contra os próprios trabalhadores. Dou dois exemplos: O 13º salário é uma praga, primeiro para o empresário que sofre e mais ainda para o trabalhador – porque o dinheiro serve apenas para comprar o supérfluo – e depois que, façam as contas: se nós temos hoje no Brasil uma força de trabalho de 60 milhões de trabalhadores, com este salário extra e inútil, se poderiam pagar outros 5 milhões de empregados novos, sem gastar um só centavo a mais. (60 : 12 meses = 5). Seriam mais 5 milhões de pais de família tendo o que dar a seus filhos, e com isso não se gastaria um só centavo a mais.
 
     Também as férias de 30 dias mais 1/3, somente no Brasil de miseráveis acontece, porque no Japão e no rico EUA é de apenas uma semana e sem acréscimos. Digamos que as férias justas fossem de apenas 10 dias, sem 1/3, e teríamos então nos 60 milhões de trabalhadores, mais 60 milhões de meses salariais. Ou seja, pela mesma conta acima, se poderiam pagar outros 5 milhões de empregados, com o mesmo dinheiro que é gasto hoje, o que cumpriria o objetivo do governo Lula de 10 milhões de empregos, que ele nunca irá cumprir, mentiu portanto, tudo o que vem deles é mentira, é farsa. O que o povo precisa é de emprego, de salário continuado mês a mês, não de descanso duplamente remunerado, nem de excessos para mordomia. Por isso que existem “filhos do Lula” nas beiras de estrada: porque há benefícios demais, que prejudicam os que não têm emprego.
 
     Basta acabar com estes dois pseudobenefícios, e outros milhões de empregos mais aparecerão, por via indireta, gerando o pleno emprego. Ora com mais 10 milhões de pessoas recebendo normal e mensalmente, todo o processo produtivo tenderia para a geração de monumentais superávits. Isso poderia retirar milhões de pessoas que se obrigam hoje a viver à margem da sociedade, na economia informal e até diminuir a carga diária de trabalho de todos, de acordo com a necessidade. E a polícia não precisaria correr atrás de sacoleiros que apenas tentam sobreviver neste país carregado de impostos.
 
     Como viram não se precisaria de dinheiro extra algum para se criar novos empregos, bastaria obrigar os empresários a contratar novos empregados, na medida da economia que tiveram com o pagamento destes dois benefícios, na verdade malefícios, porque nem mesmo as nações ricas os conseguem manter e pagar. Se tudo fosse bem equacionado e racionalizado, permitindo a cada trabalhador um salário digno e mensal, haveria um espaço enorme para encaixar milhões de trabalhadores, criando uma situação de pleno emprego. E à medida que todos os homens estivessem empregados, o espaço das mulheres no trabalho seria ocupado por novos jovens em condições de trabalho e nisso eu incluo os universitários. Ninguém neste país em desenvolvimento, nenhum homem de saúde, em idade superior a 16 anos, deveria estar fora de algum posto de trabalho. Para as mulheres o ensino, a formação moral, a formação e condução dos filhos para Deus.
 
     Naturalmente que um país ideal destes – dada a situação em que o Brasil hoje se encontra – deveria partir para um grande pacto nacional. Penso que na questão da Justiça está um dos setores por onde se deveria começar. Na verdade, nenhum Fórum sequer deste país tem condições mais de dar conta de atender a todas as demandas judiciais que neles se encontram hoje. A solução seria criar o dia da Libertação Nacional e naquele dia – quanto à justiça – se faria uma lei dizendo o seguinte: No dia X, em todo o país, todos os Fórum de Justiça, seriam obrigados a tomar todos os papéis, relativos a todos os processos que ali se encontram – sem exceção de um só – em frente ao Fórum e fazer uma fogueira com todos eles. Quem perdeu, perdeu, quem ganhou, ganhou, trata-se do dia da remissão total. Doravante vida nova.
 
     Sim, todos os advogados fariam o mesmo e todas as questões relativas e ocorridas a datas passadas não mais poderiam demandar a justiça. E tudo começaria de novo, mas somente de questões originárias a partir dali, e isso significa também as questões relativas a tributos, a sonegação, atos de governo, não importa que setor seja. Acaso o governo perderia? Não, porque se de um lado ele perdesse com os impostos que estão em ação de cobrança, por outro ele deixaria de pagar as pendências onde ele é réu e duvido que não haja equilíbrio. Da mesma forma entre os cidadãos, nada aconteceria de mais grave do que aconteceu com a ruptura financeira ocorrida com o plano da Zélia. Mentira que haveria caos, que morreriam pessoas, que faliriam empresas e bancos, ou mesmo cidadãos. Haviam alguns poucos prejudicados sim, mas que seria isso diante do imenso benefício que isso traria à nação?
 
    Logo o país voltaria à normalidade e com certeza bem mais leve. Óbvio que tudo se encaixaria novamente. Os advogados demandariam novas questões e os Fóruns acolheriam novos processos, mas com alguns óbices: triagem inicial da procedência, tentativa até forçada de acordo antes e por último, impossibilidade total e absoluta de recorrer a outra instância, depois de julgado pelo Juiz. Claro que para isso não servem juízes que vendem sentenças por dinheiro. Eles deveriam ser fiscalizados e a primeira porta da cadeia seria a deles, se comprovados venais e corruptos. Utopia pensar nisso? Mil vezes maior utopia é pensar que de outra forma o Brasil se livrará deste fantasma.
 
     Chegamos à corrupção. Claro, num país onde as escolas ensinassem e o povo vivesse a moral, a ética e as leis fossem baseadas nos princípios divinos, naturalmente tudo o que é relacionado à corrupção tenderia a desaparecer. Mas para isso, seria necessário dotar o país de um sistema político, onde a participação do povo fosse ditada na base, de modo que ela formasse um governo moral e ético, não permitindo que os imorais, os antiéticos e também os despreparados tomassem conta do poder em nome de partidos. Digamos assim: nos tempos antigos, o povo escolhia um rei, e este era o caminho e a melhor solução, notadamente quando este rei seguia os caminhos de Deus. Aí sempre, ou quase, dava certo! Mas e quanto à hoje?
 
     Bem, tudo começaria pelas Câmaras de Vereadores. Eles não seriam eleitos pelos votos vindos de todo município, mas de cada localidade, de acordo com o número de eleitores, mínimo de 10 por município e máximo de 100 vereadores. Seriam eleitos três em cada localidade e todos eles passariam depois por um teste e uma triagem. Fora os que não tivessem comprovado sua idoneidade moral, além do que teriam de passar por um teste escrito, que comprovaria a capacidade administrativa de cada um. O melhor deles, e mais preparado seria o representante comum. Não haveria pagamento de salários a vereadores, e uma reunião semanal seria suficiente, tanto para discutir sobre as leis, quanto para fiscalizar as atividades do prefeito. Sim, o prefeito da cidade seria eleito pelo colégio de vereadores dentro do mesmo critério – honestidade, idoneidade e capacidade – sendo que o prefeito sim, receberia salários de acordo com o erário.
 
     Da mesma forma aconteceria com os deputados estaduais e o governador. A eleição seria distrital, feita pelo colégio eleitoral e não pela população toda diretamente, que elegeria apenas a base. Sim, base que poderia ser mudada ao menor deslize moral. Nos EUA é quase assim e dá certo. Isso evitaria as monumentais campanhas das eleições, com estes gastos absurdos e essa inquebrável teia de corrupção. Porque a triagem feita pela moral e pela capacidade administrativa, desde a base, frustraria a ascensão de qualquer aventureiro, ou demagogo barbudo, a qualquer cargo público, desde os mais simples – vereadores – até o de governador de estado e presidente da República.
 
     Um Lula, por exemplo, hoje somos todos tentados a pensar – e temos este direito em vista de tudo o que se está revelando – não passaria em nenhum dos dois quesitos: não passaria no teste de moral, e jamais no teste de capacidade administrativa. Aliás, um torneiro-mecânico presidente pode até ser ótimo para gozo das esquerdas comunistas, mas é um absurdo, uma aberração, pois como se está vendo, o Brasil está à deriva, nas mãos de um administrador alienado, quem sabe idealista, mas certamente despreparado.
 
    A previdência social seria resolvida também facilmente, porque haveria pleno emprego e todos contribuiriam para o sistema. A contribuição seria de apenas 20%, sendo 10 da parte do empregador e 10 da parte do empregado. O FGTS seria extinto, porque os trabalhadores não precisariam esperar em filas de emprego e logo estariam trabalhando em outra atividade. Mais um gasto desnecessário seria eliminado, o que desoneraria as folhas de pagamento hoje penalizadas em mais de 100%, ou seja, se um empresário que pague mil reais de salário a um trabalhador, deve desembolsar outros mil em obrigações sociais. Sim, este fundo também poderia ser usado para pagar melhores salários a todos.
 
     Mais ainda em relação à previdência social, ela deveria garantir apenas o valor até o teto máximo de cinco salários mínimos. Todos os que ganhassem hoje, acima de um mil e quinhentos reais, para se aposentarem melhor, deveriam fazer um plano de previdência privada totalmente às suas custas, e nisso se inclui o funcionalismo público. Haveria um sistema único de contribuição, com direitos iguais para todos, esta a única forma de fazer verdadeira justiça social, até porque hoje o funcionalismo público, em termos de salário e aposentadoria, representa um privilégio inaceitável, porque imoral, num país de salário mínimo, onde milhões ganham quase nada e outros ganham demais, produzindo até menos. Utopia pensar assim? Mais utópica é a previdência de hoje, falida e morta, e que nunca dará certo enquanto houverem direitos “adquiridos” demais e obrigações de menos.
 
     Nas condições deste andamento proposto, o próximo passo, até por uma questão de encaixe, seria diminuir os efetivos de polícia e de exército. Com uma situação de pleno emprego, haveria milhões de pessoas ocupando postos de trabalho ao invés de povoar as páginas policiais pela falta de trabalho e ociosidade que isso gera. E seria este um gasto incrível a menos para o governo, o que refletiria de imediato nos impostos que poderiam diminuir e falaremos deles adiante. Também o exército, marinha e aeronáutica poderiam cortar pela metade seus efetivos, com cortes de gastos que seriam usados para melhor equipar os efetivos regulares. Não adianta milhões com espingardas, é preciso alguns com boas metralhadoras. Sim, infelizmente o país precisa de exército, por causa das agressões externas. Utopia pensar assim? Nada disso: utopia é continuar assim! 
 
     Seguem os impostos! Com todos os cortes de gastos governamentais que já seriam produzidos pelo efeito de tudo aquilo que já implementamos, daria para cortar pela metade os atuais quase 40% de tudo o que produzimos e que vai para os cofres do governo, municipal, estadual e principalmente federal. Isso é insuportável para qualquer nação que se preze, em especial uma nação pobre, mais ainda devido aos péssimos serviços de retorno que o cidadão e contribuinte recebe em troca do que paga. A maioria é posto fora em mordomias, em corrupção e em vantagens imorais, como já expliquei.
 
     Os impostos não podem ultrapassar a casa dos 20% - no máximo cinco impostos – e dentro disso o país deve se manter. O sistema arrecadador deve ser então enxuto, limpo, e extremamente duro para evitar a sonegação fiscal. Para evitar isso, qualquer pessoa que fosse montar uma empresa, deveria ter que passar primeiro por um curso administrativo, de no mínimo seis meses, onde as obrigações para com o estado, fossem a matéria mais exigida. E, sim, deveria ter que provar sua conduta ilibada, porque também do comércio, dos serviços e da industria deveriam ser eliminados os trambiqueiros. Utopia pensar assim? Nem daqui a mil anos se conseguirá sobrevier em meio ao caos tributário atual.
 
     Uma coisa que não poderia ficar de fora do Pacto Nacional, seriam os bancos. Mas só como réus. Os bancos, são na realidade a grande ventosa e sanguessuga dos povos e os morcegos sanguinários de todas as gentes e nações. No início deste pacto de salvação do Brasil, o governo, pelo poder da lei, deveria instituir um compulsório de 90% dos depósitos, usando este dinheiro para pagar a dívida interna, durante pelo menos dois anos, sem juros. Isso evitaria a pressão inflacionária e não quebraria nenhum banco, primeiro porque todos eles têm gordura para queimar, e segundo, as taxas que eles cobram por seus serviços, são mais do que suficientes para cobrir seus custos. Esta a conta deles! Ou se faz algo assim, ou eles devorarão o país! Não há outra saída! O banco, nos moldes do que está posto hoje é uma máquina institucionalizada e legal de roubar.
 
     Seguindo: No artigo anterior já falei do problema habitacional do país. Fala-se que temos hoje um déficit habitacional de mais de 6 milhões de moradias dignas. Pois bem, citei a questão da madeira da Amazônia, em especial os milhões de castanheiras que estão sendo queimadas, todos os dias, ano após ano, madeira nobre que é eliminada pela burrice nacional, que manda deixar a castanheira em pé mas toca fogo nela e a queima viva, este um verdadeiro crime. Estas milhões de castanheiras, além de outras madeiras nobres que se perdem, deveriam ser retiradas ao amparo de uma lei especial, de forma gratuita, e poderiam e deveriam ser transformadas em casas pré-moldadas.
 
     Vejam que existem hoje milhares de serrarias ociosas, paradas, que poderiam voltar ao trabalho, empregando outros milhares de trabalhadores. Que se ocupem aqueles que hoje estão sugando verbas nas beira de estradas e ponham-se eles a trabalhar. A madeira não seria da serraria, mas do estado, sem impostos, que pagaria pelos custos de extração, serragem e transporte. O exército nacional ocioso, se encarregaria da fiscalização e de todo o processo, pois para isso, eles têm o pessoal especializado que se tornaria também produtivo. Não imaginam a revolução que isso causaria, e o bem estar que se implantaria neste país, basta apenas inteligência, racionalidade e vontade política. Utopia pensar assim? Pois então aguardem que daqui a 50 anos, quando não mais houver castanheiras, se já se resolveu o problema habitacional do Brasil. Na verdade, se houvesse inteligência e vontade política, um só governo de quatro anos poderia construir todas estas moradias.
 
     As casas seriam construídas nas cidades, em terrenos do governo e não pertenceriam aos cidadãos, mas sim ao próprio governo. Até na Holanda é assim, porque não aqui, pois isso evitaria a venda das casas como hoje se faz. As pessoas não receberiam a casa de graça, mas tendo emprego deveriam pagar um aluguel mensal de R$ 50,00 reais, que formaria um caixa para manutenção destas mesmas moradias. Cada inquilino do governo assinaria um documento de responsabilidade, sendo punido na forma da lei no caso de eventual dano ao patrimônio público. Estas casas seriam construídas em locais dignos, o mais próximo da cidade o possível, estabelecendo-se ali um sistema de transporte público regular para que as pessoas pudessem facilmente demandar seus postos de trabalho. Também uma estrutura mínima e próxima constituída por supermercados, farmácias e postos de saúde deveria ser norma geral em cada loteamento, para evitar que as pessoas voltem para os guetos, as favelas e palafitas devido à distância destes estabelecimentos.
 
     Falta a saúde, embora já tivéssemos citado a previdência social. Na verdade o sistema atual é irracional e inexeqüível. A saúde como direito do cidadão e como obrigação do estado é como exigir quem uma só galinha cuide de milhões de pintinhos sozinha. Com um sistema de pleno emprego, o que deve haver é uma parceria entre governo e cidadãos, cada um fazendo a sua parte. Do orçamento público, 20% dele deveria ser destinado à saúde, primeiro implantando novos hospitais, postos de saúde e equipando estes estabelecimentos para uma funcionalidade digna e segura, também para o pagamento da folha. Seria instituído um seguro saúde, público, eliminando completamente os atuais e particulares, que são um verdadeiro caos.
 
     A razão do pagamento seria de apenas R$ 10,00 reais por pessoa, tendo cada família multiplicado este valor por até um máximo de 5 pessoas, pai, mãe e três filhos, no caso de haver mais filhos o seguro cobriria a diferença, até porque são os pobres os que têm mais filhos. Neste caso, pagariam pobres e ricos, na mesma proporção, mesmo que os ricos não se utilizassem do sistema. Sim, também os médicos e clínicas seriam enquadrados em um padrão moral de ganhos, com salários dignos, mas jamais escorchantes. Não tenham dúvidas de que isso geraria uma quantidade tão monumental de recursos, que resolveria em definitivo o problema da saúde do Brasil. Utopia pensar assim? Utópico é o sistema atual, além de caótico e inadministrável!
 
     Fiquemos com estes tópicos, há outros onde poderíamos entrar, como transportes e comunicações. Na verdade, com a solução dos setores que citamos, estes tenderiam a uma otimização tal, que permitira instalar telefone em cada casa a custo reduzido, permitira termos um transporte público eficiente e seguro, tudo para a felicidade geral da nação! Que se precisaria para executar este Plano de Salvação e Libertação do Brasil? Em primeiro lugar, não se precisaria de nenhum recurso externo, o que temos aqui resolveria. Claro que os bancos não querem isso, mas eles estão fora de questionamento, pois já lucraram demais e mostramos isso acima.
 
     Só uma coisa se necessitaria obter dos cidadãos, para implantar tudo isso, aqui, para transformar o Brasil num verdadeiro paraíso, o sonho de Deus: desprendimento! Falo em cada um deixar o bem pessoal de lado, olhando apenas para o bem comum. Todas as grandes nações desenvolvidas da terra, agiram assim. No início alguns pareceriam perder muito, mas com o correr dos anos, num tempo muito curto, se veria as maravilhas que todo este desprendimento, esta caridade faria resultar. E logo os que eram mais ricos e perderam, recuperariam seus ganhos, seu status, e se sentiriam felizes, porque ao seu lado também os menos favorecidos estariam bem, vivendo melhor, com emprego e salário continuado, mês a mês, além do que, morando bem e podendo participar dignamente dos recursos de todos e dos benefícios sociais.
 
     Sim, tudo isso é utopia, para um mundo podre, imundo e fétido como este que nós criamos, longe de Deus, para uma sociedade diabólica, usurpadora, usurária, maligna e devassa como a que temos. Mas tudo isso seria possível e viável, se em Deus, se pelos mandamentos divinos. Como agora seguimos pela lei de satã, pelos mandamentos do inferno, a ganância, a corrupção, a imoralidade, o mau trato da coisa pública, além do roubo descarado, do tráfico imoral e diabólico, e em vista da completa bestialização do homem, apenas temos de aguardar a explosão do caos.
 
     De fato, o Brasil rachará no meio, para dividir com os peixes a terra que ele nega hoje aos seus filhos. Ele ficará isolado em seis ilhas, para que pelo menos nelas se aprenda a viver como irmãos, uma vez que Deus nos deu um imenso território e fértil, mas somos a nação do desperdício, onde milhões passam fome, moram mal e não participam dos recursos que são de todos por causa da ganância exacerbada de alguns poucos. Porque somente depois de sermos chocalhados, sacudidos, esmagados e dizimados é que aprenderemos a ser racionais e entenderemos que existe um Deus, que nos cobrará todos os desatinos, e todos os desperdícios, daquilo que Ele nos deu de graça.
 
     Nosso Brasil sozinho tem condições de alimentar dignamente toda a população da terra, basta racionalizar os recursos e distribuí-los com justiça. Esta conta nós devemos ao Criador e a pagaremos em breve, tendo que passar pelo lagar da divina ira. Ali nós seremos esmagados em nossa ganância, para que disso resulte um povo caridoso e bom. Ali seremos espremidos em nossa irracionalidade, para nos tornarmos um povo sábio e temente a Deus. Ali seremos fermentados de nosso egoísmo, para que aprendamos a viver para o outro. E seremos vinho novo! Só então haverá paz, duradoura! Sim, os governos jamais executarão este pacto que propus, porque são bestiais e imorais. Então pagaremos todos por eles, porque a cadeia corruptora não vem de cima: ela começa pelo cidadão!
 
     É por isso que se diz: cada nação tem o governo que merece! O governo Lula é reflexo de nossa sociedade decadente, quem votou nele achando que pior não ficaria e se deu mal. Vistoso pela frente, cheio de resultados aparentes, de propaganda enganosa – e bem paga – mas nada além de remendos novos em panos velhos. Logo o tecido inteiro se rasgará. Querem apostar como o balão deste governo explodirá? Em breve? É só questão de tempo! Porque insistem na irracionalidade. E enquanto o torneiro presidente, cuspindo no povo bom que o elegeu, voa em seu avião presidencial por cima do Zé povinho e diz que para “inaugurar obras”, quando a primeira obra que deveria executar seria na arquitetura moral de seu partido, tão vermelho quanto corrupto... igual aos outros!
 
     Eles – como estão demonstrando no tal de mensallão – não estavam preocupados com o povo, apenas com a felicidade geral e orgíaca de seu partido vermelho. Quanto a isso, lembro que também o partido comunista na Rússia estava acima dos cidadãos, até acima do próprio Deus. E acabou em 36 milhões de assassinatos. Por aí se deduz para onde vamos. As escolas vermelhas do MST, estão aí formando os dirigentes vermelhos do amanhã. Elas chocam ovos de serpente, que fala com voz doce, mas morde como dragão! Só não vê quem não quer ver!
 
     Sim, a mudança não será feita! Mas então o povo se prepare para a hora da Justiça! E sabem por que os governos, um após outro não fazem estas mudanças tão simples? Porque desde há muito perderam a moral e o decoro. E isso dá lugar à demagogia escandalosa de projetos como “fome zero”, também  “bolsa-escola”, “bolsa_família”, auxílio disso e daquilo, todos paliativos degeneradores e até corruptores da sociedade. Na via do fornecedor, oferece motivo para fraude nas licitações. Na via do recebedor, alimenta a quem não trabalha, e dá sustento a quem não contribui para a felicidade da nação. Tudo isso acabaria num governo voltado para as coisas de Deus.
 
    Se a isso somarmos a eliminação imediata de todas as vantagens imorais que se originaram do  chamado “direito adquirido”, como os que apontamos acima, como salários imorais, aposentadorias precoces e impagáveis, além de anuênios, qüinqüênios, licenças-prêmio, auxilio X e Y, licenças saúde – milhares há que não fazem nada e ficam apenas pendurados nestas coisas – tendo tudo bem enxuto, logo teríamos transformado este Brasil no verdadeiro paraíso terrestre. E isso sem pedir um tostão emprestado do exterior, e sem gastar um só trocado a mais aqui dentro.
 
     Acreditem, o dia do acerto de contas do Brasil com Deus, está muito próximo! Mas, por hora, devemos agradecer e muito ao nosso bom Deus, que não permitiu que se fundasse aqui, em nosso país, o Reino Socialista do PT. Porque todos os bilhões desviados – e são bilhões e não milhões apenas – serviam apenas a este propósito. E mais, não se trata de empréstimo passado, para pagamento posterior: tudo era apenas a formação de um gigantesco volume de recursos caixa 2, para financiar uma republiqueta vermelha. Ah! não esqueçam de seqüestrar o dinheiro sujo, porque senão o monstro se recria!
    Enfim, como disse ontem, o Papa Bento XVI: a mudança decisiva do mundo, só pode vir de Deus. Fora disso, é continuar neste abismo de corrupção, de decadência moral, que interessa somente as estes governantes podres que se fazem amigos de satanás.
 
Arnaldo



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Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 02/10/10 às 11:26:56 h.


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