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Mistérios




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Postado em: 26/04/08 às 16:29:39 por: James
Categoria: Mistérios
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Da imagem de gesso de Nossa Senhora de Fátima começou, no dia 16 de maio deste ano, a jorrar mel, numa residência em Campo Grande. Aparentemente, da face escorre o produto. Até ontem, a família dessa casa, que deixa um papel-alumínio para colher o material, vinha se alimentando deste produto, para ela, considerada "milagroso".

Em gratidão à Nossa Senahora de Fátima pela recuperação de câncer no estômago, baço, pâncreas e até no pulmão, seo J.R., 68 anos, comprou a imagem da santa em 1999, numa loja na Rua Pedro Celestino, quase na esquina com a Rua Maracaju. "Eu sou muito cristão, católico e, quando os médicos disseram para minha família que eu iria morrer, eu pedi para minha mulher levar flores para Nossa Senhora de Fátima e, por oito meses, minha esposa e parentes fizeram orações todas as manhãs às 5h", recordou.

Após esse período, ele conta que se recuperou e resolveu ampliar a forma de agradecimento, reverenciando a imagem da santa dentro de casa. "Por um milagre, eu sobrevivi e decidi, além de levar flores na igreja, ter a santa na minha casa", disse, explicando que a partir daquela data começou a reunir grupos de oração, todas os dias, a partir das 18 horas.

Para o casal, a imagem da santa fez o primeiro milagre na família, reunindo os treze irmãos de J.R. "De 2002 até 2003, essa santa passou pela casa de todos os meus irmãos, nós orávamos com ela e ela foi caminhando de casa em casa. No fim, nós que éramos 13, resolvemos todos os nossos problemas de família e ficamos mais unidos antes da morte de um irmão meu", relatou.




Em 11 de maio de 2006, o irmão citado por J.R. faleceu e, por coincidência, segundo ele, um ano após o falecimento, a esposa de J.R., dona S.M.D., 48 anos, sonhou com o cunhado. "Ele disse que iria mostrar o poder do milagre, se a gente fizesse as orações às 15h e, não às 18h", disse.

Cinco dias depois do sonho, o casal e a filha de 18 anos começaram a orar nesse horário. "Eu lembro como hoje, ela disse: Ô, bem! Nossa Senhora está com barba. Aí, eu levantei e fui lá, passei o dedo e pus na boca e era mel, comecei a chorar", comentou.

Dona S.M.D. e a filha ficaram assustadas. "Eu arrepiei", lembrou a jovem e a mãe acredita, hoje, em milagre. "Chamei uma sobrinha incrédula, de outra religião e até ela ficou pasma", enfatizou.

Apesar de a família acreditar que a imagem poderá trazer benefícios aos doentes e carentes, o casal não pretende entregá-la a autoridades religiosas nem abrir as portas da casa. "Não queremos romaria nem fazer divulgação da santa", disse a esposa.

Já o marido reconhece que pretende ajudar a comunidade em geral, em alguma oportunidade futura, construindo uma obra para deixá-la em exposição. "Eu sei que ela poderá ajudar a todos, eu tenho medo de romaria aqui, mas vou trabalhar para fazer uma gruta para a santa", comentou.

O casal informou, ainda, que avisou ao pároco da igreja.

Impressão - Tocando a imagem, observa-se que não há buracos nem vestígios de insetos. O produto escorrido pela face dela tem gosto de mel e, embaixo da estátua, ela também não apresenta nenhuma irregularidade.

Os moradores mostraram que a imagem fica sempre dentro de um quadrado de vidro com tampa e, ontem, por solicitação do Correio do Estado, foi retirada e levada à varanda sob o sol, para melhor visualização e, aparentemente, não há truques mágicos (neiba ota-Correio do Estado).



O frei Wanderley Figueiredo – conhecido dos donos da imagem da Santa Nossa Senhora de Fátima – tomou conhecimento da estátua de gesso que, desde o dia 16 de maio deste ano, vem transpirando mel. Sem fazer comentários sobre o fato, o religioso informou que pretende levar o assunto à Arquidiocese de Campo Grande e testemunhou sobre a fé e a seriedade da família. "Eu fui, visitei, mas autorizado a falar sobre o fenômeno é o bispo, só posso dizer que a família é boa, de muita fé e de devoção séria", comentou.

Para o frei Wanderley, é necessário cautela sobre o assunto e, se possível, evitar a exposição dos nomes dos donos da imagem e nem o endereço deles. "Enquanto não houver uma informação oficial da igreja, as pessoas não devem fazer pressão ao jornal e nem à família", disse, referindo-se ao pedido de informação de onde está acomodada a estátua (neiba ota-Correio do Estado).





13.07.2007 - O líquido que vem exsudando ("transpirando") da imagem de gesso de Nossa Senhora de Fátima desde o dia 16 de maio deste ano, numa residência de Campo Grande, considerado pelos donos da estátua como "milagroso", é "mel floral". A conclusão foi divulgada ontem em laudo técnico do Departamento de Tecnologia de Alimentos e Saúde Pública (DTA), da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), que recebeu na última terça-feira amostra do material acondicionado em embalagem plástico e verificou a qualidade do produto.

Segundo os resultados da análise, assinada pelo professor Manoel Mendes Ramos Filho, a amostra atende aos requisitos físico-químicos analisados, para mel floral, conforme estabelecido pela Instrução Normativa de número 11/2000 do Ministério da Agricultura e Abastecimento.

No laudo técnico com utilização de metodologia exigida pelo Ministério da Agricultura, segundo funcionários da UFMS, para comprovar a qualidade do mel, ficou constatado neste líquido: umidade % mm, de 15,60, açúcar invertido, expresso em glicose % mm, de 71,20, açúcares não redutores, expressos em sacarose % mm, de 1,47, reação negativa de fiehe, reação de lund, ml, em 1,00 e a presença de grãos de pólen.

Observando estes índices, a bióloga Maria de Fátima, professora de apicultura da UFMS, esclareceu que o líquido é "mel puríssimo". Segundo ela, "a quantidade de açúcar e a reação estão dentro do limite de mel puro", disse.

Para a bióloga, o produto foi produzido por abelhas africanas que possuem ferrão. "Se fosse sem ferrão, a umidade seria elevada", justificou e afirmou. "Este mel é produzido por abelhas".

Entretanto, na estátua não há aparentemente fraudes nem vestígios de insetos. A artesã Aline Albuquerque Braga, que pintou e concluiu a confecção da imagem em 1999, época em que foi adquirida pelos proprietários, conferiu na última segunda-feira a estátua, confirmou que tem cerca de 50 centímetros, é maciça e, também, não encontrou irregularidades.

O frei Wanderley Figueiredo e o assessor de comunicação da Arquidiocese de Campo Grande, padre Adailton Miorin, mantiveram contato com a família – proprietária da imagem –, não descartaram nem asseguraram a possibilidade de "milagre" e testemunharam a honestidade e seriedade dos membros da casa, a fé e a forte devoção da família.

Em agradecimento à recuperação de saúde de J.R. que enfrentou em 1998 câncer alastrado pelo corpo, o casal J.R. e S.M.D conta que comprou a imagem. Segundo eles, a estátua contribui pela união da família de J.R., que carregou a imagem pela casa dos 13 irmãos realizando orações e, consequentemente, eles resolveram as desavenças familiares antes da morte de um dos irmãos.

J.R., disse ainda que, um ano após a morte desse irmão, a esposa sonhou com o cunhado, que pediu orações em frente à imagem às 15h, e não às 18h, como faziam, e eles presenciariam o "poder do milagre". Segundo S.M.D; cinco dias depois do sonho, ela, o marido e a filha de 18 anos começaram a orar e a imagem exsudou o "mel".

Química - Por experiências químicas, o professor de química Silvio César de Oliveira esclareceu que seria impossível a imagem de gesso produzir o mel. Para ele, seria necessário investigar a estátua. "Se desse para fazer um raio X da imagem, porque mel ser originado de gesso é estranho", disse, explicando. "O raio X incide sobre o material e a diferença de densidade, a luz vê como peneira e se for oco não vê nenhum contraste".

Segundo o professor, o material inorgânico (gesso) não gera material orgânico (mel). "Em geral é estranho, digo material inorgânico não produz orgânico", disse.




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Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 26/04/08 às 16:29:39 h.


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