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Os Santos e a autêntica caridade cristã
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1) S. Pedro Nolasco, filho de uma nobre família da Provença, era devotíssimo de Nossa Senhora. Em conseqüência de uma visão que tiveram São Pedro Nolasco, São Raimundo e o rei Jaime I, os três fundaram uma Ordem (a de Nossa Senhora das Mercês) para remir os cristãos cativos dos mouros. Os religiosos comprometer-se-iam, se necessário fosse, a resgatar os cristãos à custa da própria liberdade.

S. Pedro foi o primeiro a dar exemplo. Vendeu tudo quanto possuía, viveu paupérrimo, como bom religioso, e certa vez, que pregava na África, ficou como refém para libertar alguns cativos. Sofreu inúmeros e indizíveis martírios dos mouros naquelas terras dos bárbaros.

Recuperou, por fim,  a liberdade, vindo a falecer  aos 60 anos de idade, numa noite de Natal.

Seu corpo exalava um suave odor que encheu todo o convento, e seu rosto apresentava um resplendor celeste: eram o odor e o resplendor da santidade.

2) S. Pedro Claver foi, como todos os santos, um perfeito imitador de Jesus Cristo. Não se dedicou, como S. Pedro Nolasco, a remir os cativos, mas passou toda a sua vida no meio de escravos negros. Nascido em Vera, perto da cidade de Lérida, fez sua carreira eclesiástica em Barcelona. Aos 21 anos entrou na Companhia de Jesus, e logo embarcou para a América, onde ficava aguardando a chegada dos navios carregados de escravos negros. Explicava a eles a doutrina católica, curava os enfermos e purgava-lhes as chagas, chegando a beijá-las por mortificação e amor de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Conseguiu desta forma converter a muitos milhares de escravos. Mostravam-lhe gratos todos aqueles que, por seu ministério, se viam livres das enfermidades do corpo e da ignorância religiosa!

COMENTÁRIO: É impressionante o movimento da graça nas almas. Ela torna o “homem quase anjo”, como diz a Escritura. Quando ele corresponde à graça, dá  exemplos tanto para admirar como  para seguir. Torna-se mais do Céu do que da terra. Este exemplo de São Pedro Claver é muito expressivo. Era assim que os ministros de Deus entendiam e praticavam o verdadeiro amor ao próximo, e não por meio de demagogia e incentivo à luta de classes, como alguns que falam sumariamente contra a riqueza, sem explicar que o mau está, antes de tudo, é no apego aos bens terrenos.

 

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