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O flash e a oração
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Quando, durante a oração, nos sentimos tocados por algum sentimento bom, não devemos multiplicar as reflexões, mas deter-nos nessa impressão que nos tocou, saboreá-la, e de vez em quando dirigir a Deus algumas palavras de compunção, de amor ou de abandono, conforme a inspiração que tivermos. É isto o que há de melhor na oração

São Cirilo, por uma comparação, diz que é assim que se deve proceder: o que fazemos quando desejamos acender o fogo? Tomamos um isqueiro, friccionamos a pedra, até que a faísca inflame a estopa. Isto obtido, basta.

Aquele que medita assim deve agir: é preciso, por meio de considerações e raciocínios, ferir a “pedra” do nosso coração, até que apareça nele uma centelha do amor divino, ou do desejo da humildade e da mortificação. Uma vez inflamado o coração, só nos resta entreter este fogo do amor divino.

Um servo de Deus que meditava ordinariamente sobre a Paixão de Jesus Cristo compreendeu bem isto e assim praticava. Primeiramente representava em sua imaginação Jesus crucificado, e logo que se sentia tocado por algum sentimento de amor, de gratidão, de contrição ou desejo de imitar seu divino Modelo, não procurava senão intensificar esses piedosos sentimentos; mas quando estes pareciam extinguir-se, procurava reanimá-los por meio de considerações sobre a gravidade do pecado, o amor de Deus ou os sofrimentos de Jesus Cristo.

Assim é que devemos meditar, fazendo suceder os sentimentos às reflexões, e não refletindo senão para produzir santas efeições.

 

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