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Postado em: 09/11/14 às 07:36:40 por: James
Categoria: Artigos
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Que o homem não separe o que Deus uniu

Que o homem não separe o que Deus uniu.”

Foi com estas palavras que Jesus deixou claro que o casamento é uma aliança que dura a vida inteira. Mas são também palavras muito difíceis de serem pronunciadas e vividas para muitos hoje em dia, pois o compromisso parece ter passado a um segundo plano e se prefere viver na emoção do dia e da suposta liberdade.

Mas os jovens católicos que querem se comprometer com o sacramento do matrimônio precisam deixar-se guiar por Jesus. O único que os manterá unidos no laço do matrimônio é o amor e o respeito, que começam a ser construídos durante o namoro.

Por isso, é preciso dedicar tempo suficiente para deixar os sentimentos amadurecerem durante o namoro.

Os batizados que se unem pelo casamento compartilham uma mesma esperança, um mesmo desejo de servir a Deus por meio da sua entrega total ao cônjuge, da santificação na comunhão do casamento.

No altar, os noivos dão seu consentimento para amar-se e respeitar-se todos os dias da sua vida. O padre e a comunidade são apenas testemunhas da promessa que os noivos fazem de maneira livre, jurando amor, fidelidade e entrega.

O consentimento matrimonial se dá em um ato de total liberdade. Nele, os esposos se entregam mutuamente e sem condições, para amar-se, realizar uma vida em comum e formar sua própria família.

O amor entre homem e mulher tem como fruto o nascimento de novas vidas, que asseguram a conservação da espécie humana, a renovação da sociedade e a manifestação do mistério da vida.

O sentido mais profundo do matrimônio cristão radica em que os casais não apenas se unirão como pessoas que se amam, mas como filhos e filhas de Deus. Por isso, o amor matrimonial tem um caráter sagrado e simboliza o amor que Deus tem pela alma humana, bem como seu amor pela Igreja.

São Paulo explica isso de maneira clara em sua Carta aos Efésios 5, 25:

Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela, para santificá-la, purificando-a pela água do batismo com a palavra, para apresentá-la a si mesmo toda gloriosa, sem mácula, sem ruga, sem qualquer outro defeito semelhante, mas santa e irrepreensível. Assim os maridos devem amar as suas mulheres, como a seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. Certamente, ninguém jamais aborreceu a sua própria carne; ao contrário, cada qual a alimenta e a trata, como Cristo faz à sua Igreja - porque somos membros de seu corpo. Por isso, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois constituirão uma só carne (Gn 2, 24).”

Portanto, o matrimônio é:

- Comunidade de vida e amor

- Comunidade sacramental

- Comunidade de ajuda e integração mútua

- Comunidade paternal de procriação e educação

- Comunidade apostólica



(Artigo publicado originalmente pela Arquidiocese de León)



Fonte: http://www.aleteia.org/





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