3 passos para deixar o passado para trás de uma vez por todas
 
 
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Postado em: 09/08/18 às 10:27:30 por: James
Categoria: Artigos
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É realmente possível pegar uma borracha e limpar o mofo

Eu sou muito bom em mentir para mim mesmo. É uma das coisas que eu faço melhor. Quando considero meu passado, eu sou como um artista tocando novamente minhas ações e comportamentos até que eles brilhem como uma obra-prima perfeita. Todos os cabelos no lugar, cada ação perfeitamente justificável, cada erro facilmente explicado ou jogando a culpa em outra pessoa. Em minha opinião, basicamente tenho uma equipe profissional de relações públicas trabalhando horas extras fazendo meu passado inteiro parecer um desfile constante de triunfo. Eu sou virtuoso. Eu sou ótimo. Eu nunca faço nada de errado.

Então, surge a realidade. É divertido como as mentiras que contamos a nós mesmos, não importa o quão bem construídas, sempre têm uma rachadura por onde a verdade brilha. Podemos disfarçar por um tempo fingindo que não existe, mas, em nossos corações nós sabemos que, talvez, no passado, tenhamos cometido alguns erros. Eu disse e fiz muitas coisas das quais não tenho orgulho. Eu não posso me enganar, e as mentiras que eu ensaio na minha mente não fazem nada para aliviar a vergonha e a culpa pelos meus erros. Para cada um de nós, nossas falsidades enterradas espreitam em nosso subconsciente como veneno, influenciando nossas ações atuais de maneira que não entendemos completamente.

São Francisco de Sales tem a solução. Em 1609, ele publicou um livro chamado Introdução à Vida Devota, que contém um tesouro de conselhos práticos e reflexão sobre abraçar a pessoa inteira e viver uma vida espiritualmente saudável e feliz. O capítulo 19 é intitulado “Espírito necessário para fazer bem a confissão geral”, e aborda como lidar com a vergonha que perdura do passado.

Os erros passados, diz ele, são como um “escorpião que nos fere”. Mas o melhor remédio contra sua picada é destilar o veneno, confrontando diretamente nossa vergonha oculta para explorar e reconhecer todas as nossas ações. Tomar posse de nossas vidas, tanto o bem quanto o mal, é o primeiro passo para a cura. O que é mais importante é sermos honestos quando cometemos erros e não tentarmos justificá-los. Honestidade e humildade são requisitos absolutos. São Francisco diz que, se fizermos uma contabilidade do nosso passado, tornaremos a nossa vergonha uma honra porque a verdadeira tristeza é tão amável que afasta a feiura do passado. É como pegar uma esponja e limpar o mofo. É o primeiro passo para escolher intencionalmente não apenas deixar o passado, mas viver uma boa vida.

 

Então, quais são as dicas práticas para rever seu passado e fazer uma confissão geral?

Em primeiro lugar, tire um tempo sozinho e considere toda a sua vida.

Pergunte-se quem você era no colégio e na faculdade. Como você era quando um jovem adulto ou quando se tornou pai? Você teve uma fase rebelde da qual você não se orgulha agora? Faça uma lista de cada ação errada ou mau hábito que você lembrar. Por exemplo: “Quando eu estava no ensino médio, eu era terrível para meus pais”. Resuma, se necessário, mas não deixe nada para trás.

Em segundo lugar, encontre um confessor ou confidente confiável.

Para aqueles que têm o sacramento da confissão disponível em sua tradição religiosa, eu recomendaria um padre. Mas para aqueles que não, sentar-se com um pastor, um diretor espiritual treinado, ou mesmo alguém em quem você confia profundamente é uma boa ideia. Marque tempo suficiente para você conversar sobre sua lista. São Francisco diz: “Diga tudo de forma simples e direta, e satisfaça plenamente a sua consciência ao fazê-lo”. É importante não ficar envergonhado e não ignorar a confissão, porque nunca possuiremos nossas ações e pacificaremos nossos erros se nós não os dissermos em voz alta para outra pessoa. Para remover a vergonha, a humildade de admitir tudo é necessária.

Em terceiro lugar, escute.

Ouça seu confidente confiável responder ao que você admitiu. Às vezes, outras pessoas reconhecem padrões de comportamento do qual não somos conscientes, e algumas informações interessantes podem resultar. Também é útil simplesmente experimentar a reação da outra pessoa. Quando meu confessor não foge horrorizado com o que eu admiti, é muito reconfortante saber que não estou sozinho em minhas lutas.

Além disso, ouça qualquer coisa que Deus ou sua própria consciência possam dizer a você. Depois de dizer tudo o que você precisava dizer, o que você vai ouvir é o som da liberdade, porque quando somos honestos e verdadeiros conosco é como se tivéssemos nos livrado de um fardo e nos sentimos livres.



Fonte: www.aleteia.org





Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 09/08/18 às 10:27:30 h.


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