Recorde de acesso em:
23/03/2016
é de 7.940
Total Visitas Únicas: 6.196.680
Visitas Únicas Hoje: 1.231
Usuários Online: 245
Sistema de Busca

 

Artigos
Artigos sobre diversos temas, todos relacionados a igreja e o nossa vida cristã.




Salvar no Instagram

Salvar em PDF






Visto: 1652 - Impresso: 63 - Enviado: 15 - Salvo em Word: 39
Postado em: 23/12/09 às 19:14:23 por: James
Categoria: Artigos
Link: http://www.espacojames.com.br/?cat=1&id=3896
Marcado como: Artigo Simples
Ver todos os artigos desta Categoria: Artigos

Em muitas cartas pastorais dos Bispos não se indica mais o Papa como termo de comparação de autenticidade e garantia da catolicidade do ensinamento episcopal, mas se indica qualquer Cardeal ou qualquer teólogo ou leigo, talvez até se refira a um que nem cristão seja, ou algumas vezes se indica a voz de um monge que faz sucesso no momento, acreditando serem eles os intérpretes oficiais da Igreja. Além disso, por vezes, se dá a impressão de pensar que uma declaração deles, embora contraria a verdade católica, tenha o mesmo peso de uma declaração pontifícia. Um tratamento semelhante se usa no campo ecumênico e inter-religioso acreditando que a voz de um rabino ou um imã possa exprimir o pensamento de todo o povo hebraico ou do mundo islâmico, quando estes (hebreus e islâmicos) não têm uma "hierarquia", mas são apenas especialistas ou doutores privados não sendo sacerdotes ou "bispos".

 
O que aconteceu? Esquecendo que a Lúmen Gentium tinha confirmado que a Igreja é o povo de Deus hierarquicamente ordenado, se pratica uma remoção e uma secreta oposição ao Magistério da Igreja, que consiste na incindível e necessária ligação entre o bispo de uma Igreja particular e do Supremo Pastor da Igreja universal. Quase possa ser concebível uma responsabilidade "local" não em estreita dependência e em relação e teológica, e, portanto, jurídica com o Supremo Pastor da Igreja Universal. Os historiadores acreditam que tudo isso começou em 1968 com a contestação da encíclica de Paulo VI Humanae Vitae.
 
Apesar de que, graças aos meios de comunicação social, algumas frases dos discursos do Santo Padre, embora - sem pé e cabeça - chegam às casas das famílias; os fiéis católicos têm o direito a recebê-los em sua integridade pelos pastores das igrejas particulares e os seus sacerdotes e leigos colaboradores deles.
 
Desde os Apóstolos, o que fez sempre funcionar a Igreja foi a assiduidade ao ensino Apostólico que foi uma das condições para se tornar um só coração e uma só alma. É a ‘traditio’ ou transmissão da fé, que acontece sobre tudo nas catequeses e na liturgia, e especialmente nas homilias. Sem tradição da fé não existe entendimento por parte dos fiéis.

O paradoxo ao qual se chegou é que se fala tanto das recepções dos documentos ecumênicos, mas ao mesmo tempo se silenciou ou pior se censurou o magistério petrino. Convém sempre lembrar que o magistério do bispo é autentico somente se estiver em comunhão efetiva (e afetiva) com aquele do Papa. Depois de cinco anos do Conselho, acontecido em 8 de Dezembro de 1970, Paulo VI punha em guarda a cristandade do perigo da  tendência a reconstruir o cristianismo, partindo de dados psicológicos e sociológicos, criando um cristianismo avulso a ininterrupta tradição, que poderia modificar á fé dos Apóstolos, e exaltar uma vida cristã desprovida de elementos religiosos cristãos".
 
Este fenômeno produz divisões e contradições na Igreja. Talvez os católicos foram contagiados pela autocéfalia ortodoxas e pelo livre arbítrio protestantes? Deu-se a acreditar que existe, como na política, uma diarquia ou triarquia entre Roma, Constantinopla e Moscou? Mas isto não tem nada a ver com os princípios católicos do ecumenismo, tal como definido pelo Concílio Vaticano II.
 
Que o mundo ataque a Igreja é fisiológico, mas que deve acontecer a partir do interior da mesma Igreja, é preocupante. Isto de fato condiciona, pelo menos a partir de um ponto de vista humano, a eficácia da evangelização. Não raramente, quando os fiéis ouvem um padre ou um bispo pregar em uma maneira diferente do Papa, percebem a confusão, isso gera, a perda da uniformidade do ensino católico. É uma oposição e até mesmo um desprezo para a Igreja de hoje, em nome daquela futura, uma hermenêutica que sempre elogia o Papa que morreu: este tipo de hermenêutica elogia hoje, João Paulo II, é foi à mesma que o tinha marcado, quando vivo, como reacionário e conservador.
 
A desobediência é um pecado a confessar, porque, em última instância, causa aos fiéis à indiferença para o Magistério, além de confusão e desorientação. Só o Magistério do Papa reinante e dos bispos em comunhão com ele - sublinhamos "em comunhão com ele" – constitui a orientação segura do barco da Igreja também no nosso tempo, a fim de ajudar a formar o julgamento de fé e moral para escolher o bem e rejeitar o mal a luz da verdade de Cristo. Ele tem confiado a Pedro "as minhas ovelhas", isso é todas. Esta é a hermenêutica Católica.
 
(O texto enviado por Stefano Montesi, oblato beneditino em Roma. Este texto foi traduzido do italiano pelo Pe. Eugenio Maria).
 
PERMANECEI NA PAZ E CAMINHAI SEMPRE NELA!
UM FRATERNO ABRAÇO!!!!!!
PANIE JEZU UFAM TOBIE!!!



Pe. Mateus Maria, FMDJ
www.mosteiroreginapacis.org.br
http://rainhadapaz.blog.terra.com.br/
paniejezuufamtobie@terra.com.br





Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 23/12/09 às 19:14:23 h.


Saiba como contribuir com nosso site:

1) O vídeo não abre? O arquivo não baixa? Existe algum erro neste artigo? Clique aqui!   [ Leia + ]

2) - Receba diariamente os artigos do nosso site em seu e-mail. Cadastre-se Aqui! é grátis!
 
3) - Ajude nossos irmãos a crescerem na fé, envie seu artigo, testemunho, foto ou curiosidade. Envie por aqui!

4) - Ajude a manter este site no ar, para fazer doações clique no botão abaixo.


Visite o espacojames nas redes sociais:



LEIA TAMBÉM











Copyright 2006 - 2015 - www.espacojames.com.br - Todos os Direitos Reservados - Santarém - Pará - Brasil
Desenvolvido por: ESPACOJAMES