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Artigo N.º 411 - OS ACONTECIMENTOS DA GRANDE TRIBULAÇÃO
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Postado em: 28/07/08 às 21:39:35 por: James
Categoria: Profecias
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Não foi possível até agora detalhar com precisão a seqüência dos acontecimentos descritos na abertura dos sete selos, ao soar das sete trombetas e ao derramar das sete taças de ira de Deus.
"Ira de Deus", diz o texto sagrado, fiel ao modo de falar dos antigos. Hoje diríamos com mais precisão: "ira da natureza", constantemente agredida e ultrajada pelos homens na busca desenfreada dos prazeres, das drogas e dos vícios, na ambiçãp descontrolada dos processos de produção de bens e riquezas, sacrificando o meio ambiente, e, na luta infrene pela conquista do prestígio e do poder, por amor ao dinheiro e pela força das armas... essas hoje estão em condições de destruir o planeta dezenas de vezes e em poucos minutos. Para provar que a ira procede dos próprios homens e da natureza agredida - e não de Deus -, basta considerar que a primeira taça da ira de Deus é de fato uma ira da natureza.
"Apareceu nos homens uma úlcera maligna e atroz" (Ap 16,2), conhecida como Aids, e que há anos está grassando no mundo, multiplicando mais e mais o número de vítimas. Desde quase dois mil anos, a "visão profética" previu a difusão dessa doença incurável, já em vésperas do segundo advento.
Lamentando essa chaga dolorosa e maligna, flagelo para toda a humanidade, Maria manda, através do padre Gobbi, uma carinhosa mensagem a essas vítimas - culpadas ou inocentes - da primeira taça da ira de Deus ou da natureza:

"Aos meus pobres filhos feridos pelo primeiro flagelo, o da chaga dolorosa e maligna, eu me apresento como Mãe misericordiosa, que alivia e conforta, levando a esperança e a paz. A eles peço que ofereçam os seus próprios sofrimentos em espírito de reparação, de purificação e de santificação. Sobretudo para eles o meu Coração Imaculado torna-se o mais acolhedor refúgio e a estrada segura que os leva ao Deus da salvação e da alegria. [...] Eu mesma cuido amorosamente para lhes dar alívio no sofrimento e, se for vontade do Senhor, oferecer o dom da cura" (13/10/1989).

Temos informações de muitos que já foram curados milagrosamente desse flagelo da Aids.
Da mesma forma, quando o Apocalipse fala em ardência do sol, em fogo destruidor, em trevas, etc... sabe-se que se trata do uso indiscriminado de produtos tóxicos, de armas químicas, biológicas, nucleares, etc. A natureza agredida automaticamente revida, não permitindo impunidade dos abusos praticados contra ela. Maria constantemente nos previne de que "os homens estão preparando a destruição do mundo com suas próprias mãos". E acrescenta falando a Vassula:

"Os desastres, as carências, as aflições, as guerras e as catástrofes são provocadas por vós mesmos. Tudo o que vem da terra, à terra volta. A terra está se autodestruindo, e não é Deus quem vos manda nenhum desses desastres, como tantos de vós pretendeis. Deus é justo e todo-misericordioso, mas é o mal que atrai o mal. Rezai com fervor, rezai com o coração, pela conversão e salvação de vossa era. Meus filhos, rezai comigo, que eu tenho necessidade das vossas orações; rezai, que eu mesma as oferecerei a Deus" (15/5/1990).

A maioria das pragas e flagelos descritos no Apocalipse acontecerá no decurso do segundo período da grande tribulação, período que durará 1.290 dias, conforme já vimos. Acresce, em seguida, um curto e definitivo período de 45 dias (cf. Dn 12,12), que provavelmente são os do processo da grande purificação, no final da grande tribulação. Também não sabemos em que altura dos acontecimentos se dará o segundo advento de Cristo, pois a Bíblia fala que isso irá acontecer quando ninguém espera.
Para resumir os principais fatos desse final dos tempos, ouçamos as palavras esclarecedoras do divino Mestre: "Naqueles dias sobreviverão tribulações e angústias tão grandes sobre a terra, como nunca houve iguais desde o começo da criação, nem haverá jamais" (Mt 24,21; Mc 13,19).
Aqui Jesus acentua a grande batalha do Harmagedon (cf. Ap 16,16), que coincide com o derramamento da sexta taça da ira de Deus e com o soar da Sexta trombeta (cf. Ap 9,13-19). Essa batalha congrega um total superior a duzentos milhões de combatentes. Os reis (governantes) da terra, instigados pelo trio, que são o dragão vermelho, a besta negra e o besta-cordeiro (cf. Ap 16,13-15), marcham do Oriente e atravessam o Eufrates; outros vêm do Norte e do Ocidente (Gog e Magog) contra o imaginário inimigo comum: o Estado de Israel. Não só o Apocalipse que fala dessa agregação mundial contra os judeus. Também desta vez é o profeta Ezequiel que nos fornece a melhor visão da monstruosa guerra, travada em todas as montanhas e colinas de Israel, bem como nos vales e planícies, onde fica Harmagedon (cf. Ez 38 e 39). Por desígnios humanamente inexplicáveis, Israel elimina todos os agressores, deixando seu território juncado de cadáveres, pois Deus estará a favor dele. Mais uma vez, o jovem Davi abaterá o gigante Golias. Todo o potencial humano de Israel, somando, quem sabe, no máximo um milhão de combatentes contra mais de duzentos milhões de agressores, estará envolvido na grande e derradeira batalha da história. Durante meses a fio, prosseguirá a limpeza das terras, onde o "sangue dos mortos subiu até o freio dos cavalos" (Ap 14,20) e onde as aves de rapina farão o seu repasto por longo tempo.

"Todos os povos da terra se juntarão contra Jerusalém. [...] Os chefes de Judá então reconhecerão, em seu coração, que a força dos habitantes de Jerusalém está em Deus. [...] Destruirão à direita e à esquerda todos os povos [...] e o mais fraco dos combatentes será valente como Davi" (Zc 12,3.5.6.8). Essa é a visão divina de Zacarias a respeito. Vários outros profetas tiveram a mesma visão.

A Bíblia aponta algumas razões para justificar essa inaudita vitória na maior batalha dos anais da humanidade. Vejamos: Em primeiro lugar, não podemos descartar a presença de um misterioso exército, ressurgindo milagrosamente de um campo abarrotado de ossos ressequidos, de que nos fala Ezequiel 37,1-10. Mas há outras razões, não menos prepoderantes: uma avalanche de terríveis flagelos que irão arruinar os exércitos invasores em todos os vales, montanhas e colinas de Israel. As milícias ficarãoi tão desnorteadas e confusas que levantarão suas armas contra os próprios companheiros, aniquilando-se mutuamente. Como se isso não bastasse, eles serão vitimados por uma peste mortífera, além da precipitação de um aguaceiro, saraiva, fogo e enxofre (cf. Ez 38,21-23).
Conforme Zacarias, "o próprio Senhor virá e pelejará contra aquelas nações, combatendo como (o sabe) fazer em tempo de guerra" (Zc 14,3). Isso está em consonância com a chegada do Fiel e Verdadeiro, com os exércitos celestes, para ferir as nações pagãs com a espada que sai da Sua boca (cf. Ap 19,11-21). A visão de Isaías a respeito menciona que "o Senhor, lá do alto, coordenou sua milícia celeste contra os reis do mundo sobre a terra: serão amontoados como prisioneiros num calabouço" (Is 24,21-22).
Recomendamos a leitura atenta dos Salmos 2 e 109 que, já desde 1000 a.C., descrevem, com detalhes, a visão profética desses acontecimentos.
Por que, afinal, esse ataque universal contra o Estado de Israel, recém-consolidado após o retorno de seus filhos de todos os recantos do mundo? Porque os judeus, uma vez convertidos ao seu Deus, deixaram de adorar a besta e, dessa maneira, atraíram contra si todos os povos dominados pelas duas bestas.
Isaías (bem como outros profetas) fala nessa tribulação nos capítulos 24, 34, 63 e 66. Os demais profetas abordam o assunto ao tratar dos fatos que precedem o "grande, terrível e glorioso dia do Senhor".



Número de mortos

"Se o senhor não abreviasse aqueles dias, não se salvaria um só homem; mas por causa dos eleitos de Deus, aqueles dias serão abreviados" (Mt 24,22; Mc 13,20). Certamente, nesse derradeiro conflito, assim como em conflitos anteriores de nações contra nações e povos contra povos, serão utilizados armamentos de última geração, inclusive armas químicas, biológicas e artefatos nucleares, armas que o vidente de Patmos (São João) enfeixa na designação geral de "fogo, fumaça e enxofre". Um terço da humanidade perecerá somente nesse conflito (cf. Ap 9,18), que será a maior batalha da Terceira Guerra Mundial.
O arsenal nuclear mundial oscila hoje em torno de cinqüenta mil bombas, com um poder global calculado em treze mil megatons, ou seja, treze bilhões de toneladas de TNT (trinitrolueno). A maioria delas são de hidrogênio, centenas de vezes mais potentes que a lançada sobre Hiroshima, em 6 de agosto de 1945, a qual continha um poder explosivo de apenas doze quilotons e meio, ou seja, 12 milhões e 500 mil quilos de dinamite. Os peritos explicam que menos de mil dessas bombas são suficientes para destruir toda a vida na terra: animais, plantas e homens. O projeto de eliminação de cerca da metade desse arsenal, num programa que vai levar muitos anos para ser executado. Destarte, durante uma centena de anos ou mais, a humanidade continuará exposta ao perigo de uma total destruição em questão de minutos.
Incluindo os mortos nas pragas, flagelos e guerras que precederão a batalgha final da história, em mais de três anos de abominável desolação, podemos concluir até então terá morrido mais da metade da população terrestre.

"Tornarei a vida humana mais rara que nunca", avisa Jesus a Vassula (18/2/1993).

Logo após a batalha do Harmagedon, sobreviverão ainda fenômenos detruidores, produzidos pelo total desequilíbrio do planeta, aumentando mais e mais o número de mortos em toda a terra. Pois, no fim das guerras, virá a grande purificação pelo desequilíbrio planetário e, provavelmente, por novas detonações nucleares, quando todos, impreterivelmente, morreriam, se não fosse a promessa divina de que "um será tirado e outro será deixado" (Mt 24,40-41; Lc 17,34-35). Morrerão os ímpios que ainda viverem, ao passo que os eleitos serão preservados pela divina proteção. Do contrário, "não se salvaria um só homem" (Mt 24,22; Mc 13,20).
Quantos, afinal, sobreviverão? Segundo o departamento de estatística da ONU, antes do final do século, em 1998, a terra terá seis bilhões de habitantes. Mas, segundo o profeta Isaías, "os habitantes da terra serão consumadidos, e só um pequeno número sobreviverá" (Is 24,6). Mais exato parece o oráculo de Zacarias: "Em toda a terra, dois terços dos habitantes serão exterminados, e um terço subsistirá. Mas farei passar esse terço pelo fogo; e o purificarei como se purifica a prata, e o provarei como se prova o ouro" (Zc 13,8-9).
Com essa profecia podemos chegar à conclusão de que subsistirão, para formar a nova humanidade redimida, cerca de dois milhões de pessoas. Aproximadamente a população da terra em 1930.



Fenômenos subseqüentes

Após a Terceira Guerra Mundial, acontecerá o desequilíbrio do planeta, conforme palavras de Jesus: "Logo após a tribulação daqueles dias, haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas: o sol escurecerá, a lua não terá mais a sua claridade, e as estrelas cairão do céu. Na terra reinarão angústia e consternação dos povos po causa de um estranho branido das vagas do mar. Serão abaladas as forças do firmamento, e os homens desfalecerão de terror ante a expectativa do que acontecerá com o mundo. Então aparecerá no céu um sinal do Filho do homem vir sobre as nuvens do céu, com grande poder e majestade" (Mt 24,29-30; Mc 13,24-26; Lc 21,25-27 - em forma de harmonia).
Nas ferozes batalhas da Terceira Guerra Mundial, travadas sobretudo em terras de Israel, a América Latina por certo será a grande ausente. Presentes estarão toda a Ásia, desde os reis (governos) do Oriente, toda a Europa, boa parte da África e certamente os Estados Unidos. Mas estaremos também ausentes quando sobrierem os fenômenos subseqüentes acima descritos e a grande purificação pelo fogo? Claro que não! "Ninguém escapará" (I Ts 5,3), alerta São Paulo, como, antes dele, Jesus. Os fenômenos posteriores à Terceira Guerra Mundial atingirão, invariavelmente a terra inteira. Pelo que podemos deduzir, a completa intoxicação dos mares, das terras e dos ares - conforme relata o Apocalipse - tornará o planeta completamente desequilibrado, e acontecerão fenômenos jamais observados pelo homem: "Relâmpagos, vozes e trovões, assim como um terremoto, mas tão grande como jamais houve houve desde que há homens na terra. A grande cidade [Jerusalém] foi dividida em três partes. As cidades das nações caíram, e Deus lembrou-se da grande Babilônia [Roma] [...]. Todas as ilhas fugiram, e montanha alguma foi encontrada" (Ap 6,18-20).
Um terremoto... Consta que só existem nove graus na escala Richter, mas os exegetas falam que o dito terremoto irá superar em muito os cálculos e as previsões humanas. Sua propagação pela terra dará origem a dezenas e contenas de outros terremotos. Afinal, nem sabemos qual seu epicentro. Em Jerusalém, "o monte das Oliveiras vai abrir-se pelo meio, do oriente ao ocidente, formando um grande vale: metade se afastará para o norte, metade para o sul, [...] Então o Senhor aparecerá com todos os seus santos" (Zc 14,4-5). Aliás, Jerusalém não terá motivo para novas preocupações, pois logo virá a "nova Jerusalém, descida dos céus, [...] a qual será a morada de Deus com os homens" (Ap 21,2-3).
Várias vezes anunciada na Bíblia, a nova Jerusalém vem sendo confirmada por Jesus em Suas atuais mensagens. Nem tampouco haverá necessidade da construção de um túnel sob o monte das Oliveiras, já cogitado pelo governo de Israel. É melhor esperar o terremoto, porque "os povos passarão pelo novo caminho aberto" (Zc 14,5), conforme visão do mesmo Zacarias.
Depois desse terremoto, "o sol escurecerá, a lua não mais dará o seu brilho, e as estrelas cairão do céu" (Mt 24,29). Provavelmente, a queda das estrelas será o primeiro fenômeno observável, antes que os céus escureçam por completo. "Alto lá!", protestam os astrônomos, os geólogos e os físicos. "isso é inadimissível! A velocidade da luz, a distância e o tamanho das estrelas tornam impossível a sua queda na terra".
Não obstante o protesto dos cientistas, a queda das estrelas se encontra anunciada repetidas vezes na Bíblia. O fato foi predito aos antigos, e entendemos como isso efetivamente acontece porque a própria Bíblia nos fornece uma pista para entendê-lo ao nos dizer que "o céu desapareceu como um pedaço de papiro que se enrola" (Ap 6,14), no momento da abertura do sexto selo. Jesus mostrou esse fenômeno a Vassula, que assim o descreve:




"Era de dia. Eu olhava para fora da janela, quando a terra começou a tremer violentamente. O terreno subia e descia; o terremoto era de oitavo grau... Pela janela eu via o céu perder a luminosidade e tornar-se cada vez mais escuro, até se fazer noite profunda. Então vi as estrelas cair, ou melhor, era como se estivessem se deslocando velozmente do oriente para o ocidente; parecia estarem deixando o céu. Quando o tremor cessou, fui envolvida por uma treva ameaçadora" (21/7/1990).





Naquele dia, a terra começará a girar como um balão solto no espaço. De iníçio, os homens não compreenderão o seu significado e desfalecerão de terror, na expectativa do que acontecerá. Os que não desfalecerem, correrão a esconder-se nas fendas dos rochedos. Os que não sabem rezar, se dirigirão às montanhas, suplicando: "Montes, caí sobre nós; outeiros, cobri-nos" (Os 10,8; Lc 23,30; Ap 6,16). É o retrato da apostasia e da absoluta falta de fé. A terra então se comportará como uma estrela cadente, conforme o próprio Jesus descreve a Vassula:

"Quando ouvirde o ruído do trovão e (virdes) o clarão do relâmpago, sabei que é chegada a hora da Minha justiça. A terra será sacudida e, como estrela cadente, vacilará nos seus próprios fundamentos [cf. Is 13,13], removendo do seu lugar montanhas e ilhas. Nações inteiras serão aniquiladas. O céu retirar-se-á como algo que se enrola [cf. Ap 6,14], como tu própria, Minha filha, o observaste na visão" (18/2/1993).

Isaías teve a mesma visão e assim descreve: "A terra é feita em pedaços, estala, fende-se, é sacudida. Cambaleia como um homem embriagado e balança como uma rede" (Is 24,19-20).
Quando Jesus falou disso aos apóstolos, eles ficaram amedrontados, como, de resto, acontecia a qualquer de nós. Mas Ele os confortou com as palavras que já vimos: "Quando tudo isto começar a acontecer, sabei que o reino de Deus está às portas" (Mc 23,29). E acrescentou: "Animai-vos então e erguei as vossas cabeças, porque a vossa libertação está próxima" (Lc 21,28). "Quem invocar o nome do Senhor será salvo" (Jl 3,5).
Jesus e Maria repetiram seguidas vezes que os sinais e avisos do céu serão dados, a fim de que as pessoas possam preparar-se na vigilância, na fé e na oração. Muitos não se importarão, num mundo de quase total apostasia. Falando a Vassula desses sinais, Jesus nos previna assim:

"Meus profetas vos predisseram o que vos espera no fim dos tempos. Predisseram que haverá tribulações, e que os alicerces da terra serão abalados e virá um grande terremoto. O céu vos aparecerá como feito de uma eterna treva. Contudo, não tenhais medo, porque Eu estarei a vosso lado" (8/7/1990).

Um ano depois, Ele volta a tranqüilizar:

"Está em Meu poder apressar esse dia, como está também em Meu poder abreviar essa hora, uma vez que essa hora irá fazer muita angústia, a ponto de muitos acabarem por amaldiçoar a hora do seu nascimento. Desejarão que os vales se abram para os engolir, que as montanhas caiam sobre eles para os cobrir e os abutres os devorem rapidamente. Quereriam ser reduzidos a pedaços.
Aqueles que verdadeiramente Me amam sofrerão apenas por não terem feito mais por Mim. Também eles serão purificados; mas ai daqueles que Me rejeitarem e se recusarem a reconhecer-Me - esses já têm o seu juiz. A verdade que já lhes havia sido dada será o seu juiz nesse dia" (19/9/1991).

Os que então se entregarem inteiramente a Deus serão salvos, ao passo que "todo aquele que então procurar salvar a sua vida [sem Deus] a perderá" (Lc 17,33).
A tragédia, entretando, será inevitável.

"Está ainda por vir um tempo de maior angústia, sem igual, desde que as nações vieram à luz da existência" (22/12/1993).

O sol se transformará em trevas e a lua se apagará, certamente devido à enorme emanação tóxica produzida pelas rachaduras da crosta terrestre. Possivelmente também o eixo da terra se deslocará, mas não sabemos por quanto tempo a situação vai durar.
Sem medo de exagerar nas cores, Jesus vai descrevendo com realismo a Vassula o que mais acontecerá:

"Quando o Meu dia vier, o sol se fará tão negro como um saco de crina: a lua se abrasará e os próprios alicerces da terra serão sacudidos e, como entranhas a sair de um abdome, a terra vomitará os seus demônios. Quando isso acontecer, os homens desejarão ardentemente a morte, mas ela não virá. Então o céu se enrolará como um pergaminho e se dissolverá em chamas, e todos os elementos serão derretidos" (22/12/1993).

Jesus também fala num "estranho bramido das vagas do mar". Provavelmente, devido aos terríveis abalos e sacudidas, em alguns lugares o mar se afastará, em outros invadirá a terra. Por causa da intoxicação dos oceanos, não somente morrerão todos os seres vivos das águas (cf. Ap 16,3), como também os oceanos ficarão intumescidos e transbordarão pela formação de uma densa espuma.
"Serão abaladas as forças do firmamento."Nosso pensamento volta-se para a tão esfragalhada camada de ozônio que, por certo, não resistirá, diluindo-se completamente. Não é por nada que os ecologistas estão pressentindo o desastre. Por essa e por outras razões, estamos "esperando um novo céu e uma nova terra" (II Pd 3,13).
"Os homens desfalecerão de terror, na expectativa do que há de acontecer com o mundo." Isso vale para todos os que apostataram, vivendo sem fé e sem esperança. Mas para os fiéis vale esta promessa de Jesus a Vassula:

"Prometo a vós, que Me amais, que, nesses dias de trevas que virão sobre o mundo inteiro, Eu vos protegerei e vos encerrarei nas profundidades do Meu Coração. Eu estarei convosco. Mas ai dos que passam o seu tempo a demolir e a espezinhar os Meus altares! Ai de todos os que matam os Meus profetas! Ai dos que seguem a besta negra! Ai dos que rejeitaram os Meus avisos, os desprezam ou ignoram!" (12/5/1990).

"Não tenhais medo quando vier a hora da grande angústia, porque essa hora terá de vir para mudar a face da terra. E assim se realizará tudo o que foi anunciado em Fátima" (30/98/1991).




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