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Artigo N.º 7187 - O futuro da Igreja – Visões de Anna Catharina Emmerick - Parte 1
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Postado em: 28/01/11 às 01:56:37 por: James
Categoria: Profecias
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Nos últimos dias, em pequenos avisos recebidos, tenho sido instado a escrever sobre o futuro da Igreja. Aproveito então colocar abaixo parte das visões tidas pela grande mísitica Ana Catarina Emmerich, relativas ao calvário final da Igreja e a sua reconstrução rumo a Jerusalém Celeste. Algumas explicações serão dadas ao texto, que infelizmente recebi traduzido do espanhol por um programa de computador e nem sempre consegui dar a fidelidade devida. Desconheço a fonte, a autoria e o remetente.

A demolidora obra da maçonaria eclesiástica e laica nas Visões e Revelações à Venerável Ana Catalina Emmerick; Tomada do Livro

3, Cap.XXV “Visões do Anticristo e do triunfo da Igreja”.

Introdução.

Entre o cúmulo de visões de acontecimentos passados e presentes, em alguns dos quais intervém misteriosamente Ana Catarina, alude-se reiteradas vezes à luta dos poderes das trevas contra os filhos da luz. Algumas podem ser consideradas proféticas, porque se referem a certos acontecimentos ocorridos com posterioridade à morte da vidente e a nossa época (então final da guerra de 1939). Entre outras, aplanasse quadros que julgamos apocalípticos, como os que descrevem a desolação da terra, a apostasia das massas, as tribulações dos cristãos sob o reinado do Anticristo e o Triunfo glorioso da Igreja de Cristo.

A visão da besta “do mar” é semelhante à consignada no Apocalipse, com o adicionado, sobre o texto canônico, de que o monstro tem fila de peixe e várias cabeças que formam como uma coroa em torno da maior. As notas nas páginas contribuem a identificar algumas destas cenas com as de São João, cujo maravilhoso livro era desconhecido pela estigmatizada de Dülmen (Região da Alemanha onde nasceu e morreu Ana Catarina).


1. Maquinações dos malvados contra a Igreja. (Oitava de Natal de 1819)

 

Vi à Igreja de São Pedro e a uma grande multidão de homens afanados em destruí-la, enquanto outros trabalhavam em restaurá-la. Os trabalhadores estavam espalhados por todo mundo e me admirava a conformidade de seus trabalhos. Os obreiros que tratavam de destruir o templo, arrancavam pedaços do mesmo; entre estes distingui a muitos hereges e apóstatas.

Trabalhavam de acordo a certas regras os que levavam mantos brancos, com bolsos, bordados com faixas azuis e planas sujeitas à cintura. Estavam vestidos com toda classe de trajes; entre eles tinha homens altos e corpulentos, com uniformes e estrelas; mas estes não trabalhavam, senão que indicavam nos muros, com a plana, onde e como tinham de demolir.

Vi com espanto que entre eles tinha sacerdotes católicos. Às vezes, quando não sabiam como demolir, acercavam-se a um dos seus, que tinha um grande livro, no qual parece que estava indicado como estava feito o edifício e a maneira de derrubá-lo. Depois assinalavam com a plana uma parte dele, para que fora destruída, a qual, efetivamente se derrubava. Os que derrubavam o edifício faziam calma e seguramente, mas com timidez, secretamente, postos como em espreita.

Vi ao Papa em oração rodeado de falsos amigos, que muitas vezes faziam o contrário do que se lhes mandava (A). Vi a um homem malvado, negro e de baixa estatura, trabalhar muito ativamente contra a Igreja. Enquanto o templo era destruído por estes em alguma parte, reedificando outros por outra parte, mas sem energia nem vigor. Vi também muitos eclesiásticos a quem conhecia entre eles o Vigário Geral, cuja vista me causou muita alegria. Passou sem turvar-se por entre os demolidores e dispôs o necessário para a conservação e restauração do templo.

(A) Esta frase é profética e se refere à situação deste papa e dos últimos. Ela na verdade quase não conseguem mais trabalha, porque imobilizados por um segundo escalão desobediente, que muitas vezes faz o contrário do que o papa quer, e ainda por cima usa malignamente o nome dele.

Vi também a meu confessor levar uma grande pedra, dando um bom rodeio. Vi outros sacerdotes, preguiçosos, rezar as horas com seu breviário e levar, muito de vez em quando, alguma pedrinha sob os hábitos ou alongar-se a outros. Parecia que nenhum tinha confiança nem gosto no trabalho, já que trabalhavam sem direção e sem saber o que faziam.

Aquilo era aflitivo. Já estava destruída a parte anterior da Igreja e não ficava em pé mais do que o Sacrário. Eu estava muito triste, pensando onde se acharia aquele homem com veste vermelha e bandeira branca, que se me tinha representado outras vezes sobre a mesma Igreja, salvando-a da destruição.


2. A Santíssima Virgem protege a Igreja.

Então vi a uma grande Senhora, cheia de majestade, que vinha pela grande vaga que há adiante do templo. Tinha um manto estendido, sujeito com ambos os braços e se movia impassivelmente no ar. Deteve-se no alto da cúpula e estendeu seu manto, que brilhava como o ouro, sobretudo o recinto da igreja.

Os demolidores deixaram de trabalhar naquele momento. Quiseram prosseguir sua obra de destruição, mas não puderam acercar-se ao espaço protegido pelo largo manto. Enquanto os que trabalham em reedificar a igreja, mostravam extraordinária atividade. Vieram muitos homens escuros, anciões e impedidos e muitos jovens vigorosos; mulheres e meninos, sacerdotes e seculares, e muito cedo esteve quase do tudo restaurada a Igreja.

Vi então vir um novo pontífice em procissão. O Papa era bem mais jovem e enérgico que o anterior (B). Foi recebido com grande solenidade. Parecia que ia consagrar a igreja, mas ouvi uma voz que dizia que o templo não precisava nova consagração, pois a parte principal dele, o tabernáculo, não tinha sido destruída. Devia celebrar-se uma dupla festa em toda a Igreja: um jubileu universal e a restauração da Igreja.

(B) – Mais uma constatação atual, pois seguramente o Papa Bento XVI está bem fisicamente se comparado aos últimos dias de seu antecessor. Esta visão do Tabernáculo não caído, certamente quer significar que embora todos os esforços dos demolidores eles não conseguirão derrubar todos os sacrários da terra.

Antes que o Papa começasse a festa que tinha preparado aos seus e estes lançaram da assembléia, sem contradição nenhuma, a uma multidão de eclesiásticos, uns de elevado poder, outros de pouca significação, os quais saíram murmurando, cheios de cólera (C). O Pontífice tomou ao seu serviço a outros eclesiásticos e a outros seculares. Depois começou a grande solenidade na Igreja de São Pedro. Os que trabalhavam com mantos brancos mantiveram-se silenciosos, circunspetos e tímidos, olhando se algum os observava.

(C) – Terá ela visto a reunião de Aparecida? Não está dito que eles ficarão furiosos com o Santo Padre? Acaso o Papa não está desagradando aos seus inimigos, por trocar alguns cargos por pessoas de confiança? Tudo então se confirma como verdadeira profecia.


3. O Arcanjo São Miguel luta pelo Triunfo da Igreja. (30 de dezembro de 1819)

Vi novamente a Igreja de São Pedro com sua grande cúpula. Sobre ela resplandecia o Arcângelo São Miguel vestido de cor vermelha, tendo uma grande bandeira de combate nas mãos. A terra era um imenso campo de batalha. Os verdes e azuis lutavam contra os brancos e estes sobre os quais havia uma espada de fogo parecia que iam sucumbir; nem todos sabiam por que causa combatiam.

A Igreja era de cor sangrenta como o vestido do Arcanjo. Ouvi que me diziam: “Terás um batismo de sangue” (D). Quanto mais se prolongava o combate, mais se apagava a viva cor vermelho da Igreja e se voltava mais transparente. O Arcanjo desceu e se acercou aos alvos. O vi adiante de todos. Estes cobraram grande valor, sem saber de onde lhes vinha.

(D) – Certamente que estas visões se referem aos acontecimentos de um futuro bem próximo, onde novamente haverá martírios em massa. Por uma lado a Igreja está já hoje sendo batizada com sangue, porque nos últimos tempos têm se acentuado os assassinatos de padres e fiéis católicos.

O Anjo derrotou aos inimigos, os quais fugiram em todas as direções. A espada de fogo que estava sobre os alvos, desapareceu. No meio do combate aumentavam as filas dos alvos: grupos de adversários passavam a eles e uma vez passaram em grande número. Sobre o campo de batalha tinha no espaço, legiões de santos que faziam sinais com as mãos, diferentes uns de outros, mas animados do mesmo espírito.

Continua...






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