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Artigo N.º 9566 - O dragão ou Satanás é aquele que engana todo o planeta habitado - Parte 1
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Postado em: 24/03/12 às 16:16:33 por: James
Categoria: Inferno/ Condenação
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As proximidades de 1840, St. Pauls Cathedral, em Liège, pediu-se aos irmãos Joseph e Guillaume, artistas e escultores para criar algo representativo o triunfo de Deus sobre a engenharia do mal.


Eles então esculpiram Lúcifer acorrentado, triste, chorando, que representa “O triunfo de Deus sobre a Engenharia do Mal” e esculpiram também “O anjo do mal“.

Lúcifer (em latim significa “portador de luz“) era o anjo mais belo de todos. Mas ao ver a sua autoridade e sua beleza a vaidade fez dele querer estar acima de Deus. Ele é corrompido e perverso, no seu coração. Lúcifer juntou e amotinou um exército de anjos contra Deus. Deus o Criador é o autor de toda vida, toda criatura que se rebrela contra Ele, morre, não porque Deus o mata, morre porque livremente saiu da vida de Deus. Na punição, Lúcifer e os seus anjos foram expulsos do Céu, e lançados no inferno eternamente.

O dragão ou Satanás é aquele que engana todo o planeta habitado.



O diabo, espírito do mal, desde a era medieval é muitas vezes representada como um monstro humano, com essa figura terrificante longas orelhas, chifres, rosto desfigurado, pés de cabra e uma longa cauda.

Este anjo caído tem poder para mudar sua aparência para seduzir, lhe é natural ser mau, mentir, enganar, roubar, matar, essa é sua natureza.

Seu nome é Lúcifer, é o nome que tinha quando era o anjo mais belo de todos. Após sua queda e seu nome foi mudado, e despojados de sua autoridade. Deixou de ser o portador da luz, foi condenado a prisão das trevas.

É conhecido por muitos nomes:

Demônio, belzebu, Belial, Mefisto. Diabo em grego está escrito “Diabolo”, o que significa acusador e caluniador.

Seus títulos são numerosos, como o príncipe deste mundo, o príncipe das trevas, o mentiroso, Satã, besta, capeta, coisa-ruim, cão, demo, o tentador, o chefe dos demônios, o capitão do diabo, o acusador, o caluniador, a leoa rugindo, o cara lá de baixo, o porrada, o danado, besta fera, 666, o anticristo, a estrela da manhã.

A estátua dos irmãos Joseph e Guillaume, foi criada para representar o “anjo do mal” que se disfarça como quer, ele pode aparecer feio, monstruoso ou bonito em forma masculina ou feminina.


Sem esquecer que Lúcifer gosta de se esconder onde está reinando usando diversos símbolos:



Em 1843 a St. Pauls Cathedral, os líderes apelaram para a retirada da representação do diabo.

Muito sedutora, que causou indignação, muitos paroquianos não compareciam para ouvir a boa palavra, mas para ver a escultura, ficavam distraídos com a estátua.

Em 1844, depois de um artigo publicado pelo jornal “emancipação”, no qual exibiu “o diabo é demasiado sublime” capaz de representar bem o mal. O conselho da Catedral pediu a Guillaume Geefs, irmão de José Geefs para criar uma versão mais nova representante do mal.

E desta forma Guillaume Geefs concebida e levada a cabo a criação de algo mais representativo do mal com o seu trabalho “a engenharia do mal”.

Detalhes: Na estátua pode ser visto por dois pequenos chifres que se encontram no seu cabelo, com um semblante que leva a pensar, e um símbolo muito representativo é a coroa fora da cabeça e o cetro quebrado, simbolizando a perda da autoridade que Lúcifer tinha antes de virar demônio.

Hoje, a escultura: “O anjo do mal” está no Museu Real das Belas Artes, em Bruxelas, na Bélgica, e a escultura: “A engenharia do mal” na Catedral de Liége.


Lemos no Apocalipse:

Na minha visão ouvi também, ao redor do trono, dos Animais e dos Anciãos, a voz de muitos anjos, em número de miríades de miríades e de milhares de milhares, bradando em alta voz: Digno é o Cordeiro imolado de receber o poder, a riqueza, a sabedoria, a força, a glória, a honra e o louvor. E todas as criaturas que estão no céu, na terra, debaixo da terra e no mar, e tudo que contêm, eu as ouvi clamar: Àquele que se assenta no trono e ao Cordeiro, louvor, honra, glória e poder pelos séculos dos séculos. E os quatro Animais diziam: Amém! Os Anciãos prostravam-se e adoravam”. (Ap 5, 11-14). 

"Ressoaram então no céu altas vozes que diziam: O império de nosso Senhor e de seu Cristo estabeleceu-se sobre o mundo, e ele reinará pelos séculos dos séculos. Os vinte e quatro Anciãos, que se assentam nos seus tronos diante de Deus, prostraram-se de rosto em terra e adoraram a Deus, dizendo: Graças te damos, Senhor, Deus Dominador, que és e que eras, porque assumiste a plenitude de teu poder real. Irritaram-se os pagãos, mas eis que sobreveio a tua ira e o tempo de julgar os mortos, de dar a recompensa aos teus servos, aos profetas, aos santos, aos que temem o teu nome, pequenos e grandes, e de exterminar os que corromperam a terra. Abriu-se o templo de Deus no céu e apareceu, no seu templo, a arca do seu testamento. Houve relâmpagos, vozes, trovões, terremotos e forte saraiva”. (Ap 11, 15-19)

 



Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. Estava grávida e gritava de dores, sentindo as angústias de dar à luz.

Depois apareceu outro sinal no céu: um grande Dragão vermelho, com sete cabeças e dez chifres, e nas cabeças sete coroas.

Varria com sua cauda uma terça parte das estrelas do céu, e as atirou à terra. Esse Dragão deteve-se diante da Mulher que estava para dar à luz, a fim de que, quando ela desse à luz, lhe devorasse o filho.

Ela deu à luz um Filho, um menino, aquele que deve reger todas as nações pagãs com cetro de ferro. Mas seu Filho foi arrebatado para junto de Deus e do seu trono.

A Mulher fugiu então para o deserto, onde Deus lhe tinha preparado um retiro para aí ser sustentada por mil duzentos e sessenta dias."



Houve uma batalha no céu.

 


Miguel e seus anjos tiveram de combater o Dragão. O Dragão e seus anjos travaram combate, mas não prevaleceram. E já não houve lugar no céu para eles. ”. (Ap 12)

 



Foi então precipitado o grande Dragão, a primitiva Serpente, chamado Demônio e Satanás, o sedutor do mundo inteiro. Foi precipitado na terra, e com ele os seus anjos.




Eu ouvi no céu uma voz forte que dizia: Agora chegou a salvação, o poder e a realeza de nosso Deus, assim como a autoridade de seu Cristo, porque foi precipitado o acusador de nossos irmãos, que os acusava, dia e noite, diante do nosso Deus.



Mas estes venceram-no por causa do sangue do Cordeiro e de seu eloqüente testemunho. Desprezaram a vida até aceitar a morte.

Por isso alegrai-vos, ó céus, e todos que aí habitais. Mas, ó terra e mar, cuidado! Porque o Demônio desceu para vós, cheio de grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta.


O Dragão, vendo que fora precipitado na terra, perseguiu a Mulher que dera à luz o Menino.


Mas à Mulher foram dadas duas asas de grande águia, a fim de voar para o deserto, para o lugar de seu retiro, onde é alimentada por um tempo, dois tempos e a metade de um tempo, fora do alcance da cabeça da Serpente.

A Serpente vomitou contra a Mulher um rio de água, para fazê-la submergir.

A terra, porém, acudiu à Mulher, abrindo a boca para engolir o rio que o Dragão vomitara.

Este, então, se irritou contra a Mulher e foi fazer guerra ao resto de sua descendência, aos que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus.

E ele se estabeleceu na praia”. (Ap 12)

 


A CRIAÇÃO E A QUEDA (por santo Atanásio)


Em nosso Livro anterior tratamos suficientemente sobre alguns dos principais pontos do culto pagão dos ídolos, e como estes falsos deuses surgiram originalmente. Nós também, pela graça de Deus, indicamos brevemente que o Verbo do Pai é Ele mesmo divino, que todas as coisas que existem devem seu próprio ser à sua vontade e poder e que é através dEle que o Pai dá ordem à criação, por Ele que todas as coisas são movidas e através dEle que recebem o seu ser.

Agora, Macário, verdadeiro amante de Cristo, devemos dar um passo a mais na fé de nossa sagrada religião e considerar também como o Verbo se fêz homem e surgiu entre nós. Para tratar destes assuntos é necessário primeiro que nos lembremos do que já foi dito. Deves entender por que o Verbo do Pai, tão grande e tão elevado, se manifestou em forma corporal. Ele não assumiu um corpo como algo condizente com a sua própria natureza, mas, muito ao contrário, na medida em que Ele é Verbo, Ele é sem corpo. Manifestou-se em um corpo humano por esta única razão, por causa do amor e da bondade de seu Pai, pela salvação de nós homens.

Começaremos, portanto, com a criação do mundo e com Deus seu Criador, pois o primeiro fato que deves entender é este: a renovação da Criação foi levada a efeito pelo mesmo Verbo que a criou em seu início. Em relação à criação do Universo e à criação de todas as coisas têm havido uma diversidade de opiniões, e cada pessoa tem proposto a teoria que bem lhe apraz. Por exemplo, alguns dizem que todas as coisas são auto originadas e, por assim dizer, totalmente ao acaso. Entre estes estão os Epicúreos, os quais negam terminantemente que haja alguma Inteligência anterior ao Universo. Outros fazem seu o ponto de vista expressado por Platão, aquele gigante entre os Gregos. Ele disse que Deus fêz todas as coisas da matéria pre-existente e incriada, assim como o carpinteiro faz as suas obras da madeira que já existe. Mas os que sustentam esta opinião não se dão conta que negar que Deus seja Ele próprio a causa da matéria significa atribuir-Lhe uma limitação, assim como é indubitavelmente uma limitação por parte do carpinteiro que ele não possa fazer nada a não ser que lhe esteja disponível a madeira. Então, finalmente, temos a teoria dos Gnósticos, que inventaram para si mesmos um Artífice de todas as coisas, outro que não o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Estes simplesmente fecham os seus olhos para o sentido óbvio das Sagradas Escrituras. Tais são as noções que os homens têm elaborado. Mas pelo divino ensinamento da fé cristã nós sabemos que, pelo fato de haver uma Inteligência anterior ao Universo, este não se originou a si mesmo; por ser Deus infinito, e não finito, o Universo não foi feito de uma matéria pré-existente, mas do nada e da absoluta e total não existência, de onde Deus o trouxe ao ser através do Verbo.

Ele diz, neste sentido, no Gênesis:
No início Deus criou o Céu e a Terra“; e novamente, através daquele valiosíssimo livro ao qual chamamos “O Pastor”:

Crêde primeiro e antes de tudo o mais que há apenas um só Deus o qual criou e ordenou a todas as coisas trazendo-as da não existência ao ser.”

Paulo também indica a mesma coisa quando nos diz:

Pela fé conhecemos que o mundo foi formado pela Palavra de Deus, de tal modo que as coisas visíveis provieram das coisas invisíveis”. (Heb. 11, 3)

Pois Deus é bom, ou antes, Ele é a fonte de toda a bondade, e é impossível por isso que Ele deva algo a alguém. Não devendo a existência a ninguém, Ele criou a todas as coisas do nada mediante seu próprio Verbo, nosso Senhor Jesus Cristo, e de todas as suas criaturas terrenas ele reservou um cuidado especial para a raça humana. A eles que, como animais, eram essencialmente impermanentes, Deus concedeu uma graça de que as demais criaturas estavam privadas, isto é, a marca de sua própria Imagem, uma participação no ser racional do próprio Verbo, de tal modo que, refletindo-O, eles mesmos se tornariam racionais expressando a Inteligência de Deus tanto quanto o próprio Verbo, embora em grau limitado. Deste modo, os homens poderiam continuar para sempre na bem aventurada e única verdadeira vida dos santos no paraíso. Como a vontade do homem poderia, porém, voltar-se para vários caminhos, Deus assegurou-lhes esta graça que lhes havia concedido condicionando-a desde o início a duas coisas. Se eles guardassem a graça e retivessem o amor de sua inocência original, então a vida do paraíso seria sua, sem tristeza, dor ou cuidados, e após ela haveria a certeza da imortalidade no céu. Mas se eles se desviassem do caminho e se tornassem vis, desprezando seu direito natal à beleza, então viriam a cair sob a lei natural da morte e viveriam não mais no paraíso, mas, morrendo fora dele, continuariam na morte e na corrupção. Isto é o que a Sagrada Escritura nos ensina, ao proclamar a ordem de Deus:

De todas as árvores que estão no jardim vós certamente comereis, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não havereis de comer, pois certamente havereis de morrer”.

Certamente havereis de morrer”, isto é, não apenas morrereis, mas permanecereis no estado de morte e corrupção. Estarás talvez a divagar por que motivo estamos discutindo a origem do homem se nos propusemos a falar sobre o Verbo que se fêz homem. O primeiro assunto é de importância para o último por este motivo: foi justamente o nosso lamentável estado que fêz com que o Verbo se rebaixasse, foi nossa transgressão que tocou o seu amor por nós. Pois Deus havia feito o homem daquela maneira e havia querido que ele permanecesse na incorrupção. Os homens, porém, tendo voltado da contemplação de Deus para o mal que eles próprios inventaram, caíram inevitavelmente sob a lei da morte. Em vez de permanecerem no estado em que Deus os havia criado, entraram em um processo de uma completa degeneração e a morte os tomou inteiramente sob o seu domínio. Pois a transgressão do mandamento os estava fazendo retornarem ao que eles eram segundo a sua natureza, e assim como no início eles haviam sido trazidos ao ser a partir da não existência, passaram a trilhar, pela degeneração, o caminho de volta para a não existência. A presença e o amor do Verbo os havia chamado ao ser; inevitavelmente, então, quando eles perderam o conhecimento de Deus, juntamente com este eles perderam também a sua existência. Pois é somente Deus que existe, o mal é o não-ser, a negação e a antítese do bem. Pela natureza, de fato, o homem é mortal, já que ele foi feito do nada; mas ele traz também consigo a Semelhança dAquele Que É, e se ele preservar esta Semelhança através da contemplação constante, então sua natureza seria despojada de seu poder e ele permaneceria indegenerescente. De fato, é isto o que vemos escrito no Livro da Sabedoria:A observância de Suas Leis é a garantia da imortalidade”. (Sab. 6, 18)

E, incorrompido, o homem seria como Deus, conforme o diz a própria Escritura, onde afirma:

Eu disse:


Sois deuses, e todos filhos do Altíssimo. Mas vós como homens morrereis, caireis como um príncipe qualquer”. (Salmo 81, 6)

Esta, portanto, era a condição do homem. Deus não apenas o havia feito do nada, mas também lhe tinha graciosamente concedido a Sua própria vida pela graça do Verbo. Os homens, porém, voltando-se das coisas eternas para as coisas corruptíveis, pelo conselho do demônio, se tornaram a causa de sua própria degeneração para a morte, porque, conforme dissemos antes, embora eles fossem por natureza sujeitos à corrupção, a graça de sua união com o Verbo os tornava capazes de escapar na lei natural, desde que eles retivessem a beleza da inocência com a qual haviam sido criados. Isto é o mesmo que dizer que a presença do Verbo junto a eles lhes fazia de escudo, protegendo-os até mesmo da degeneração natural, conforme também o diz o Livro da Sabedoria:

Deus criou o homem para a imortalidade e como uma imagem de sua própria eternidade; mas pela inveja do demônio entrou no mundo a morte”. (Sab. 2, 23)

Quando isto aconteceu os homens começaram a morrer e a corrupção correu solta entre eles, tomou poder sobre os mesmos até mais do que seria de se esperar pela natureza, sendo esta a penalidade sobre a qual Deus os havia avisado prevenindo-os acerca da transgressão do mandamento. Na verdade, em seus pecados os homens superaram todos os limites. No início inventaram a maldade; envolvendo-se desta maneira na morte e na corrupção, passaram a caminhar gradualmente de mal a pior, não se detendo em nenhum grau de malícia, mas, como se estivessem dominados por uma insaciável apetite, continuamente inventando novo tipos de pecados. Os adultérios e os roubos se espalharam por todos os lugares, os assassinatos e as rapinas encheram a terra, a lei foi desrespeitada para dar lugar à corrupção e à injustiça, todos os tipos de iniqüidades foram praticados por todos, tanto individualmente como em comum. Cidades fizeram guerra contra cidades, nações se levantaram contra nações, e toda a terra se viu repleta de divisões e lutas, enquanto cada um porfiava em superar o outro em malícia. Até os crimes contrários à natureza não foram desconhecidos, conforme no-lo diz o Apóstolo mártir de Cristo:

Suas próprias mulheres mudaram o uso natural em outro uso, que é contra a natureza; e os homens também, deixando o uso natural da mulher, arderam nos seus desejos um para com o outro, cometendo atos vergonhosos com o seu próprio sexo,e recebendo em suas próprias pessoas a recompensa devida pela sua perversidade”. (Rom. 1, 26-7)

 

O anjo caído de Ricardo Bellver

A escultura chamado O anjo caído cuja versão foi feita em gesso estuque em 1877.
O Estado espanhol adquiriu a peça de gesso e, posteriormente, decidiu a dar fundida em bronze e alcançou acervo com Bellver que desejava mesclar seu trabalho em Roma. Posteriormente Bellver aceitou as condições apresentadas.

Finalmente, o trabalho foi fundida em bronze em Paris para a Exposição Universal de 1878. Nesta exposição são aceitas apenas esculturas em mármore ou de bronze e assim começaram as formalidades para a obtenção desse metal. O modelo em gesso foi comprado em 1879 por decreto real de 4500 Pesetas depois de ter ganho um prêmio na Exposição Nacional de 1878. O custo do bronze foi 10.000 Libras. Posteriormente, a escultura foi dada à Câmara Municipal de Madrid e posteriormente colocados no Parque del Buen Retiro, em 31 de outubro de 1879. O destino final dos trabalhos em gesso Bellver é desconhecida.

Uma cópia exata de resina poliéster na obra de Bellver situa-se no Museo de la Real Academia de Belas Artes de San Fernando, Madri.

Continua...

 

 

 


Fonte: http://reporterdecristo.com/o-dragao-ou-satanas-e-aquele-que-engana-todo-o-planeta-habitado-veja-fotos-de-lucifer



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