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Artigo N.º 1214 - Ela nos ensina a rezar
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Postado em: 19/03/09 às 13:52:35 por: James
Categoria: Artigos Medjugorje
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Assim falou Jelena Vasilj aos peregrinos italianos e franceses, em 12 de agosto de 1998

"O caminho mais precioso que fizemos com Nossa Senhora foi o do grupo de oração. Maria convidou os jovens desta paróquia e Ela própria Se ofereceu como guia. No início, falou de quatro anos, depois não soubemos como parar, e assim continuamos por mais quatro anos. Penso que quem reza pode experimentar o que Jesus queria dizer a João quando lhe confiou Sua Mãe. Na verdade, através deste caminho, Nossa Senhora verdadeiramente nos deu vida e tornou-Se nossa Mãe na oração e, por isso, nos fazemos sempre acompanhar por Ela.

O que nos disse sobre a oração? Coisas muito simples, porque não tínhamos outras referências espirituais. Eu nunca tinha lido São João da Cruz ou Santa Teresa d´Ávila, mas, através da oração, Nossa Senhora nos fez descobrir as dinâmicas da vida interior. Como primeiro passo, há a abertura a Deus, principalmente por meio da conversão. Libertar o coração de qualquer bloqueio para encontrar-se com Deus. Eis aí o papel da oração: dar continuidade à conversão e tornar-se como Cristo.

Primeiramente foi um anjo que me falou, dizendo-me que deixasse o pecado e, depois, através de uma oração de entrega, procurar a paz do coração. A paz do coração é, antes de tudo, o libertar-se de todas aquelas coisas que nos são obstáculos ao encontro com Deus. Nossa Senhora nos disse que, somente com esta paz e libertação do coração, podemos começar a rezar. Esta oração, que é também da espiritualidade monástica, chama-se recolhimento. É importante entender, porém, que o objetivo não é apenas uma paz, uma quietude, mas um encontro com Deus.

Na oração, portanto, não se pode falar de fases, de segmentos, porque tudo isso se encontra quando fazemos uma análise. Não posso dizer que a paz, o encontro com Deus acontece em tal minuto, mas encorajo-os a procurar essa paz. Quando nos libertamos, algo deve preencher, pois Deus não quer nos deixar órfãos na oração, mas plenificar-nos com o seu Santo Espírito, com a Sua vida. Por isso lemos as Sagradas Escrituras e, de forma especial, rezamos o Santo Rosário.

Para muitas pessoas, o Rosário parece uma contradição à oração fecunda, mas Nossa Senhora nos ensinou o quanto é contemplativa esta oração. O que é a oração, senão este contínuo mergulho na vida de Deus? O Rosário permite-nos entrar no mistério da Encarnação, Paixão e Ressurreição de Cristo. A repetição é útil porque a nossa natureza humana tem necessidade dela para fazer nascer uma virtude. Não tenham medo da repetição, ainda que corra o risco de a oração se tornar exterior. Santo Agostinho nos ensina que, quanto mais repetimos, mais rezamos, mais o nosso coração se dilata. Dessa forma, quando vocês insistem na oração, sejam fiéis e nada mais façam, a não ser pedir a graça de Deus para suas vidas. Tudo depende da nossa libertação e do nosso sim.

Depois, Nossa Senhora nos ensinou a não nos esquecermos de que a oração é uma forma de agradecimento, verdadeira atitude interior de reconhecimento por tudo de maravilhoso que Deus fez. Este agradecimento é também sinal da profundidade de nossa fé.

Em seguida, Nossa Senhora nos convidou a abençoar sempre. Aqui não falo da bênção sacerdotal, mas do convite a colocar-se na presença de Deus em todas as circunstâncias da nossa vida. Abençoar significa viver como Isabel que reconheceu a presença Deus em Maria. Assim devem ser nossos olhos. Penso que seja este o maior fruto da oração, tudo repleto de Deus e, quanto mais rezamos, mais nossos olhos podem ser curados e ter uma atitude de reconhecimento. Isto, em síntese, é como estruturamos a experiência de oração."

Pergunta: Ouvi dizer que Nossa Senhora tem uma voz de bandolim?

Resposta: Não seria justo para com os outros instrumentos! Não posso comentar este aspecto, porque não ouço uma voz exterior.

P.: O desencorajamento é algo humano ou pode vir do maligno?

R.: Pode ser uma grande tentação ligada a nosso orgulho, quando não confiamos na Providência Divina e no projeto que Deus tem para nós. Freqüentemente, perdemos a paciência com Deus e, assim, também nossa esperança. Como diz S. Paulo: a paciência produz a esperança. Por isso, encarem a vida como um verdadeiro caminho.

É preciso ter paciência consigo mesmo, mas também com os outros. Às vezes, há necessidade de uma cura particular e precisa-se de uma ajuda mais específica. Penso, portanto, que, na vida espiritual, é preciso habituar-se a este paradoxo, vivendo a verdadeira tristeza pelos nossos pecados, o que não deve ser ocasião para desespero. Se nos desesperarmos por causa dos nossos pecados ou por causa dos pecados dos outros, é sinal de que não confiamos em Deus. Satanás sabe que essa é a nossa fraqueza e, por isso, tenta-nos assim.

Necessidade de um grupo e de um Diretor Espiritual -

P.: O que você pode nos dizer para seguir o mesmo caminho?

R.: Antes de pensarem numa caminhada de oração, pensem em um grupo de oração, principalmente os jovens. É muito importante viver a nossa espiritualidade não apenas na dimensão vertical, mas também na horizontal. Isto leva a uma quotidiana fidelidade pessoal. Tanto para os jovens quanto para os demais, Nossa Senhora recomenda, não sei quantas vezes, a oração em família. Às vezes, convida-nos a rezar pelas famílias, porque Ela vê a solução de muitos problemas por meio da oração em família. A família é o primeiro grupo de oração e, por isso, recomendou-nos iniciar o nosso dia rezando em família, porque é somente Cristo que mantém a verdadeira união entre os membros da família.

Depois, recomendou-nos a Missa diária. Se, por algum motivo, deixamos de rezar, devemos ir, pelo menos, à Santa Missa, porque ela é a maior oração e dá sentido a todas as outras orações. Todas as graças vêm da Eucaristia e, mesmo quando rezamos sozinhos, somos ainda nutridos pelas graças recebidas na Santa Missa.

Além da Santa Missa, Nossa Senhora recomendou-nos rezar muitas vezes durante o dia, empregando também 10 a 15 minutos para entrar no espírito de oração. Seria bom se conseguissem permanecer também um pouco em silêncio e em adoração. Nossa Senhora pediu para rezarmos três horas, aí incluída a leitura espiritual que é muito importante porque evoca a vida espiritual de toda a Igreja.

P.: Antes de ter as locuções, como era sua vida de oração?

R.: Rezava como muitos de vocês que vêm aqui. Levava uma vida reta, ia à Missa aos Domingos, rezava antes das refeições e, nas festividades, rezava mais. Na verdade, não havia esta familiaridade com Deus. Depois, veio o convite forte à união com Deus por meio da oração.

Deus não nos pede que rezemos apenas para nos sentirmos bem, pois faço tantas coisas, agrado a muitas pessoas e também a Deus. Ele nos pede uma vida unida à Sua e isso acontece na maior parte da oração.

P.: Como você entendeu que estas locuções não vinham do maligno?

R.: Por meio de frei Tomislav Vlasic, que vocês seguramente conhecem. Para uma vida espiritual, é essencial o discernimento dos dons.

P.: Como foi a sua transformação espiritual com as locuções?

R.: Para mim é um pouco difícil falar sobre esse assunto, porque eu tinha apenas 10 anos quando tiveram início as locuções e, depois, Deus nos transforma a cada dia. O homem é a única criatura não acabada. Se entregamos a Deus a nossa liberdade, tornamo-nos completos e este caminho dura toda a vida, assim também eu estou apenas no caminho.

P.: No início, você teve medo?

R.: Medo, não, mas, talvez, um pouco de confusão, um pouco de incerteza.

P.: Quando fazemos escolhas espirituais, como podemos reconhecer o discernimento verdadeiro?

R.: Penso que freqüentemente procuramos Deus apenas quando devemos tomar uma decisão ou conhecer o que devemos fazer em nossa vida e esperamos uma resposta imediata, quase miraculosa. Deus não age assim. Para resolver os problemas, devemos nos tornar homens e mulheres de oração; devemos nos habituar a escutar sua voz e isso nos permitirá reconhecê-Lo. Porque Deus não é um "juke-box" onde se coloca uma moeda e sai o que desejamos ouvir; em qualquer caso, trata-se de uma escolha importante, e por isso, eu aconselharia a escolha de um sacerdote, um diretor espiritual permanente.
 


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