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Livro Aberto




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Postado em: 13/10/11 às 20:13:10 por: James
Categoria: Livro Aberto
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Espacojames: Abordaremos em 5 partes o livro "Não existe vida lá fora" que pode ser baixado no Artigo N.º 8904 do nosso site.

A obra trata justamente da grande abordagem atual sobre a possibilidade da existência de vida extraterrestre, evidenciando a ausência dessa realidade na Revelação, a contrariedade aos dogmas de fé e a doutrina cristã. Revela também que essas manifestações são uma forma extraordinária de atuação diabólica como foi profetizado nas Escrituras para o final dos tempos.

Vale o que nos alertou São Pedro: “Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar.” (1Pd 5,8)

A divulgação é livre, o autor apenas solicita que seja divulgada a fonte:
http://proselito.blogspot.com/

O livro completo pode ser baixado no link abaixo:

Artigo N.º 8904 - Livro: Não Existe Vida Lá Fora

James

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III - O PARADOXO DE FERMI

Antes de encerrar esta breve exposição, decidimos expor mais uma irrefutável constatação de que a vida lá fora não existe. Deixamos o famoso Paradoxo de Fermi por último para que o leitor, já ambientado na temática OVNI, em especial aqueles que nunca tiveram contato com o tema, pudesse ter uma maior clareza na exposição dos fatos e na análise do paradoxo em si. Após termos falado do Universo, da sua vastidão, da falta de evidencia científica de vida exterior, das implicações teológicas, do testemunho das Sagradas Escrituras etc, cabe agora, com mais conteúdo, discutir este importante paradoxo.

Em primeiro lugar, um paradoxo é de forma simples o oposto daquilo que as pessoas acreditam como verdade. É uma constatação que se opõem a uma verdade posta. Um argumento contrário ao que se afirma. Antes de passarmos ao seu paradoxo, vamos falar do autor: O Grande físico e premio Nobel Enrico Fermi nasceu em 1901 em Roma e faleceu em 1954 em Chicago. Com seu trabalho, ajudou a desenvolver os reatores nucleares, participando ativamente ainda de outras importantes descobertas científicas. Também foi um dos participantes do famoso projeto Manhattan. É um dos mais brilhantes homens que já existiu no campo das ciências.

A despeito da sua grande genialidade, o importante também é destacar que Fermi não era opositor da hipótese de vida extraterrestre, ao contrário, acreditava na sua possibilidade com grande entusiasmo.

Como vimos, tudo leva a crer que existe vida lá fora. A imensidão do Universo, a infinidade de galáxias, sistemas solares, planetas etc. Também, soma-se a esse fato a própria antiguidade do cosmos, estimada entre 12 a 18 bilhões de anos (nossa Terra tem apenas 4,5 bilhões de anos), tempo suficiente para a vida ter surgido em outros [muitos] lugares. Então, com essas perspectivas, acreditava-se que a vida extraterrestre não só deveria existir, como seria superabundante em muitos lugares.

Reparem que essa idéia (de vida abundante) ressalta aos olhos com a aplicação da também famosa Equação de Drake, que estima a quantidade de civilizações que podem existir. Segundo cálculos simplórios aplicados a equação existiria pelo menos UM MILHÃO de civilizações apenas na nossa galáxia... devemos destacar ainda que a equação de Drake foi proposta em 1961, após a morte de Fermi e da criação do seu paradoxo. Então, voltemos a ele!

Conta-se que Fermi, ao meditar sobre todas essas questões de vasto universo, possibilidade de vida abundante em toda parte etc, fez a simples pergunta: “Onde eles (Ets) estão?” e Eis o paradoxo!

Ora, de fato se a vida é (deve ser) tão abundante no universo, se mais de um milhão de civilizações podem existir somente em nossa galáxia, por que nunca vimos ninguém? Por que nunca recebemos qualquer mensagem (SETI)? Por que nenhum vestígio foi encontrado nem no nosso mundo, nem em outros lugares?

Pela nossa própria experiência sabemos que civilizações avançadas e industriais deixam muitos rastros da sua existência e presença. Nós mesmos já enviamos diversas sondas para o espaço, milhares de satélites artificiais orbitam nosso mundo. Há vestígios da humanidade na Lua, em Marte... A quase cem anos ondas de rádio e TV do nosso mundo vagam para o espaço sem rumo. Toda a nossa própria presença seria facilmente detectada por uma civilização de tecnologia superior ou mesmo semelhante a que dispomos hoje.

Porém, a voz do paradoxo de Fermi continua imbatível: ONDE ESTÁ TODO MUNDO?

Deve ser ressaltado que a época em que Fermi fez esse questionamento nós não tínhamos as grandes descobertas astronômicas que ocorreram nos últimos anos, descobertas estas que demonstram cada vez com mais clareza que o universo é perigoso e seus ambientes nem um pouco favoráveis a vida e de que, portanto, a nossa Terra se revela como ÚNICA apesar de toda imensidão que nos rodeia.

É justamente a contradição entre essas altas estimativas de existência de vida alienígena e a completa ausência de qualquer contato ou a mínima evidencia de vida além da nossa que o Paradoxo de Fermi salienta para demonstrar uma conclusão lógica: sim, nós estamos sozinhos...

O grande Fermi tinha uma facilidade incrível para efetuar cálculos e segundo ele ainda que existisse apenas uma civilização tecnológica na nossa galáxia (e os defensores da vida lá fora apontam para milhares), diante da idade da Via Láctea (nem estamos levando em conta a idade do Universo), esta única civilização já deveria ter colonizado diversos lugares e chegado aqui. Seria fácil para eles (se existissem) ter detectado nosso planeta raro, habitável, com água e vida a pelo menos milhões de anos (nós humanos só existimos há 200 mil anos) e, diante do achado único, certamente teriam se estabelecido aqui ou feito contato.
Os inimigos da verdade e adoradores de pseudociências dizem que a Terra não ocupa lugar especial e não seriamos descobertos com facilidade. Ora, a Terra é sim muito especial e sabemos disso. Elementos preciosos, matérias primas e outros recursos minerais abundam no universo, mas um planeta como a Terra, até agora, não existe nenhum, o nosso é exclusivo. Ainda que possam existir planetas acolhedores como a nossa Terra, (se existem) são muito, extremamente raros, raríssimos e nós já sabemos disso também.

Se a vida só se desenvolve sob determinadas condições, e essas condições que conhecemos depende de um planeta semelhante ao nosso (ou quase igual) e lembrando ainda que o nosso planeta único não é só em decorrência da própria Terra em si mesma, com seu tamanho, composição, gravidade, Lua, distancia perfeita de sua estrela, a própria estrela e muitos outros fatores, deduzimos que eles (Ets) seriam também de um mundo raro e, sem dúvida alguma, assim como nós buscamos outros mundos como o nosso, eles fariam o mesmo e nos descobririam, ou teriam descoberto e aqui estariam.

Porém, para tentar desacreditar a grande verdade que o Paradoxo de Fermi denuncia (de que estamos sós), muitas teorias absurdas foram propostas a fim de dar uma explicação ou mesmo derrubá-lo. Contudo, nenhuma das “soluções” propostas explica com seriedade o porquê ainda não encontramos com nenhum ET apesar de defenderem a hipótese da vida abundante em outros mundos.

Existem hipóteses para todos os gostos visando dar uma “explicação” a Fermi. Uma delas diz que civilizações tecnológicas teriam também uma tendência (como nós) para se autodestruir... Então, não vemos ETs inteligentes por ai por que eles cresceram, se desenvolveram e
se destruíram. Um absurdo, pois todo ser vivo traz em si não uma tendência para de destruir, mas o oposto: carrega um instinto nato de sobrevivência. Alô! Charles Darwin!!

Não é o instinto de sobrevivência um dos pilares da “teoria” da evolução? Aliais, não um pilar, mas um dos seus motores de ação, pois segundo defendem os evolucionistas, a luta (pela sobrevivência) provoca a seleção natural e a perpetuação do mais apto, induzindo as espécies a “evoluírem” para se adaptar as condições que a natureza impõe. Então, se a “evolução” é uma “Lei da Natureza”, pois é isso que os evolucionistas dizem, ela não é válida em todo Universo? Ou só seria aqui? Temos ai uma grande contradição.

Aqui na Terra os seres vivos querem continuar a sua jornada, o que inclui os homens. As guerras, as batalhas, as disputas etc não é fruto de um desejo de aniquilamento inato, mas de interesses antagônicos e políticas que visam justamente a sobrevivência, ainda que do mais forte.

É inegável que todos nós queremos é permanecer vivos. Pensar que todas as civilizações industriais e tecnológicas progridam para depois se aniquilar [necessariamente] devido a uma inclinação natural para isso beira ao absurdo.

Outra hipótese é de que eles (Ets) existem, mas são tão avançados que não se importam conosco. Bem, pelo que sabemos uma civilização que progride indefinidamente necessita de muitos recursos, tantos que o seu mundo nativo não poderia dispor e, por isso mesmo seriam levados a colonização ou busca de novos materiais em outros mundos, já que podem fazer e são impelidos por essa necessidade. Nós mesmos, se levarmos em conta a nossa tecnologia atual, já consumimos muitos dos recursos da Terra e, como a necessidade é mãe da vontade, não tardará para irmos buscar em lugares mais difíceis o que precisamos, e isto inclui a Lua e Marte, candidatos imediatos para começarmos.

Sendo assim, mesmo uma civilização extremamente avançada deixaria seus rastros por ai, e antes que os fautores da verdade aleguem que eles esconderiam seus vestígios, ora, há de se questionar: Se não se importam conosco, por nossa mediocridade, por que se preocupariam em esconder suas pegadas para não descobrirmos que eles existem? Eu vejo as formigas com indiferença e não me importa que elas saibam da minha existência, muito pelo contrário. Se eles nos enxergam como formigas (já li isso em algum lugar que não me ocorre) por que agiriam diferente?

Para essas e demais respostas ao Paradoxo de Fermi, devemos aplicar a também famosa “Navalha de Ockham”, outra brilhante ferramenta de pensamento crítico. A Navalha de Ockham propõem, de forma clara, que ao nos depararmos com duas ou mais explicações para um fenômeno qualquer, a mais simples deve ser a verdadeira. Isto é a aplicação do “princípio da economia” por que a Natureza é regida pela simplicidade. Vale a lei do menor esforço, o fazer mais com menos. A natureza utiliza apenas o necessário, nada de desperdícios.

Logo, ao analisarmos as muitas “soluções” propostas ao Paradoxo de Fermi, não resta dúvida de que a mais simples é a que nos assegura não existir vida inteligente lá fora além de nós. Se houver [vida] quando muito é animal e mesmo esta não deve passar de seres muito simples, como formas bacterianas, unicelulares, a maneira das que sobrevivem em locais extremos aqui mesmo na Terra desde os primórdios do Mundo. Vida como nós, certamente não há.


O Paradoxo de Fermi continua hoje implacável.


IV - COMO DEVE AGIR O CRISTÃO DIANTE DA TEMÁTICA ALIENÍGENA

Após as breves explanações, passamos a analisar como nós cristãos devemos nos posicionar diante das abordagens midiáticas, das declarações de autoridades e de pessoas ligadas aos “Ets”. Enfaticamente, não deve o cristão crer na vida extraterrestre. Deve sim e com toda fé depositar sua confiança apenas e corretamente em Deus e em Seu Cristo, Nosso Senhor. Embora a vida fora da Terra seja possível, Deus jamais revelou, nem pelo menor indício, a sua existência. Além do mais, essa realidade traria uma série de considerações teológicas que, por isso mesmo, se opõem a idéia.

E a ciência confirma com suas recentes descobertas e avanços o quanto o universo é perigoso e inabitável, apesar da sua imensidão.

As condições físicas dos mundos, sua constituição, posição, temperatura etc os tornam lugares insalubres e estéreis a qualquer forma de vida, mesmo a mais resistente. Vimos que o argumento da imensidão do espaço como pressuposto para haver vida não é valido por si mesmo, mas antes um testemunho da sua não existência. Analisamos que a essa idéia de vida abundante e a ausência de qualquer contato faz prova contrária a existência de vida lá fora.

Nesse ponto, poderíamos ainda deduzir como argumentação que, se de fato a vida existisse, Deus certamente não teria a intenção de que civilizações diferentes interagissem entre si, haja vista as imensidões espaciais e as dificuldades grandiosas de se vagar pelo cosmos. Sabemos que Deus nada faz em vão. Sendo assim, se criou um Universo tão vasto e árduo e pôs vida em muitos mundos afastados, certamente não quer que nós os encontremos e eles a nós. Ao lançar insuperáveis barreiras entre os possíveis muitos planetas habitados, Deus pretenderia o anonimato de cada um deles em relação ao seu próximo.

Porém, repetimos, tudo isso é apenas uma dedução, para mostrar que NÃO HÁ VIDA LÁ FORA, e mesmo que existisse, jamais chegaríamos a saber, muito menos seríamos descobertos.

O Testemunho das Sagradas Escrituras é claro ao afirmar que a vida só existe aqui e só os homens foram feitos a <imagem e semelhança> de Deus. Só aos homens foi dado Jesus, para a remissão dos nossos pecados e do mundo (nosso) inteiro. Se houvesse vida fora da Terra ela seria também obra de Deus e, sabendo Deus de um futuro encontro, nos teria advertido, porém, não fez.

Não deve também o leitor se alvoroçar com manchetes do tipo “Igreja admite vida extraterrestre” vinculada em muitos meios de informação após as declarações infelizes do Padre Funes que em uma entrevista intitulada “O extraterrestre é meu irmão” (dele, isso mesmo, pois meu não é!) considerou a existência de vida inteligente e outras bobagens.

O padre Funes teve os seus minutos de fama, pois é o diretor do observatório astronômico do Vaticano, contudo, Gabriel Funes é o que é, apenas um padre não muito ortodoxo na sua fé... A julgar por declarações como essa. Quando ele fala que os ETs são seus irmãos e muitos outros absurdos, ELE FALA POR SÍ MESMO, NUNCA PELA IGREJA.

Um padre não fala pela Igreja, nem um bispo, nem muitos bispos, nem mesmo um cardeal. Só o Papa pode falar pela Igreja e em seu nome. E nunca vimos o Papa Bento, nem qualquer dos seus predecessores desde São Pedro até agora se preocupar com Ets...

Portanto, orar e vigiar sempre são o melhor e mais seguro caminho.

Quanto aos ETs, que são os demônios disfarçados, não devemos lhes dar qualquer crédito.

O Prosélito - Eduardo Esmerion

Texto de livre publicação e divulgação. Por favor apenas divulgar a fonte. “Ave Crux, Spes Unica!”

Fonte: http://proselito.blogspot.com/


Extraído do livro "Não existe vida lá fora" que pode ser baixado na íntegra no link http://www.espacojames.com.br/?cat=99&id=8904

 

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