Recorde de acesso em:
23/03/2016
é de 7.940
Total Visitas Únicas: 6.193.832
Visitas Únicas Hoje: 3
Usuários Online: 214
Sistema de Busca

 

Resposta Católica




Salvar no Instagram

Salvar em PDF



Atenção, as opções que aparecem no final do video abaixo não são nossos, o youtube mostra como alternativa.+ Lembre-se: Caso o vídeo não abra, [ Clique aqui ] para instalar ou atualizar o Flash Player. Depois de instalado, feche o navegador (Internet, Mozilla Firefox ou Google Chrome) para salvar as alterações e depois tente abrir o vídeo novamente.
Como Baixar o vídeo para seu computador? Copie o link deste vídeo [ https://www.youtube.com/watch?v=gS945P5yPN8 ] depois, entre neste site: [ http://pt.savefrom.net ] cole o link no campo indicado e clique na seta > para baixar. Não precisa instalar nada, todo o processo é online.



Visto: 1559 - Impresso: 49 - Enviado: 14 - Salvo em Word: 51
Postado em: 15/09/12 às 21:12:12 por: James
Categoria: Resposta Católica
Link: http://www.espacojames.com.br/?cat=197&id=10126
Marcado como: Artigo Simples
Ver todos os artigos desta Categoria: Resposta Católica

O ano de 2003, a Congregação para a Doutrina da Fé emitiu o documento intitulado “Sobre os projetos de reconhecimento legal das uniões homossexuais”¹, que versa com muita clareza sobre o assunto. Este documento foi assinado também pelo então Cardeal Joseph Ratzinger.


O documento em questão percorre a realidade atual de que cada vez mais países têm aprovado, em suas legislações, a união homossexual, inclusive com a possibilidade de adoção de filhos. Ele fornece preciosas orientações sobre como proceder diante das várias situações que advém desse novo modelo de família, tão propagado e vendido como ideal pela sociedade moderna.

Em relação ao fenômeno das uniões homossexuais, existentes de fato, as autoridades civis assumem diversas atitudes: por vezes, limitam-se a tolerar o fenômeno; outras vezes, promovem o reconhecimento legal dessas uniões, com o pretexto de evitar, relativamente a certos direitos, a discriminação de quem convive com uma pessoa do mesmo sexo; nalguns casos, chegam mesmo a favorecer a equivalência legal das uniões homossexuais com o matrimônio propriamente dito, sem excluir o reconhecimento da capacidade jurídica de vir a adotar filhos.”

Contudo, o documento não traz nada de novo, apenas reforça o que a Igreja ensina desde sempre, fazendo em seu preâmbulo uma explanação da origem, natureza e importância do sacramento do matrimônio, frisando que este somente ser conferido para pessoas de sexos opostos, pois “Deus os criou homem e mulher”.

Não existe nenhum fundamento para equiparar ou estabelecer analogias, mesmo remotas, entre as uniões homossexuais e o plano de Deus sobre o matrimônio e a família. O matrimônio é santo, ao passo que as relações homossexuais estão em contraste com a lei moral natural. Os atos homossexuais, de fato, « fecham o ato sexual ao dom da vida. Não são fruto de uma verdadeira complementaridade afetiva e sexual. Não se podem, de maneira nenhuma, aprovar ».”

A Igreja ensina que deve haver o respeito para com as pessoas homossexuais. Contudo, isso não significa que a Igreja apoie tal comportamento, pois entende que ele vai contra a natureza humana e está em desacordo com a doutrina e o projeto de Deus. Por mais que esteja na moda e seja até mesmo incentivado, a realidade grita contra ele, pois fere a natureza, o projeto de Deus para o homem e para a mulher. O documento, nesse sentido, é bastante claro ao afirmar:

A Igreja ensina que o respeito para com as pessoas homossexuais não pode levar, de modo nenhum, à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal das uniões homossexuais. O bem comum exige que as leis reconheçam, favoreçam e protejam a união matrimonial como base da família, célula primária da sociedade. Reconhecer legalmente as uniões homossexuais ou equipará-las ao matrimônio, significaria, não só aprovar um comportamento errado, com a consequência de convertê-lo num modelo para a sociedade atual, mas também ofuscar valores fundamentais que fazem parte do patrimônio comum da humanidade. A Igreja não pode abdicar de defender tais valores, para o bem dos homens e de toda a sociedade.”

Portanto, embora a Igreja seja enfática no sentido de que o homossexual deve ter sua dignidade respeitada, jamais poderá concordar com o comportamento decorrente dessa opção. E, se não concorda não pode abençoar. Um padre que se presta a abençoar algo que não pode ser abençoado estará em profundo desacordo com o Magistério, a orientação da Santa Sé e ao próprio projeto de Deus.

1 - Considerações sobre os projetos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais

2 - Notificação sobre o Livro Just Love. A Framework for Christian Sexual Ethics da irmã Margareth A. Farley, R.S.M.

 



Fonte: http://padrepauloricardo.org





Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 15/09/12 às 21:12:12 h.


Saiba como contribuir com nosso site:

1) O vídeo não abre? O arquivo não baixa? Existe algum erro neste artigo? Clique aqui!   [ Leia + ]

2) - Receba diariamente os artigos do nosso site em seu e-mail. Cadastre-se Aqui! é grátis!
 
3) - Ajude nossos irmãos a crescerem na fé, envie seu artigo, testemunho, foto ou curiosidade. Envie por aqui!

4) - Ajude a manter este site no ar, para fazer doações clique no botão abaixo.


Visite o espacojames nas redes sociais:



LEIA TAMBÉM











Copyright 2006 - 2015 - www.espacojames.com.br - Todos os Direitos Reservados - Santarém - Pará - Brasil
Desenvolvido por: ESPACOJAMES