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Postado em: 12/03/09 às 21:32:22 por: James
Categoria: Destaque
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Notícia antiga mais ainda Polêmica.


Sarkozy insiste em cúpula por uma nova ordem mundial ainda em 2008

BRUXELAS, 16 Out 2008 (AFP) - O presidente francês, Nicolas Sarkozy, voltou a defender nesta quinta-feira, em Bruxelas, a realização de uma cúpula internacional sobre a reforma do sistema financeiro mundial "antes do fim do ano" e antes da posse do sucessor do presidente americano, George W. Bush.

"Se nós esperarmos pelo novo presidente, isso significa, no melhor dos casos, que vamos nos reunir na primavera (hemisfério norte). Eu digo a vocês que é muito tarde e isso não é aceitável", declarou o presidente em exercício da UE, durante a coletiva de imprensa de encerramento da cúpula européia.


"Seja porque as coisas estão piorando e, nesse caso, quem compreenderá que a gente espere? Seja porque as coisas vão bem e, nesse caso, eu desconfio dos que nos levaram a isso e que nos diziam imediatamente 'mas por que se preocupar, tudo vai melhorar, durmam tranqüilos'", acrescentou.


"Isso seria uma péssima idéia. Então, a Europa quer a cúpula antes do fim do ano. A Europa quer, a Europa pede e a Europa conseguirá", insistiu Sarkozy.


"A Europa lutará para que essa cúpula se traduza em decisões concretas, e não simplesmente em princípios", acrescentou o presidente francês, evocando, entre outros temas, os paraísos fiscais, a supervisão financeira, os fundos especulativos de risco ("hedge funds"), as agências de classificação, a remuneração dos operadores, ou as moedas.


Assim como a chanceler alemã, Angela Merkel, e o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, o presidente francês também espera que seja abordada a questão do papel do Fundo Monetário Internacional (FMI).


"O FMI se desviou (de sua função) como uma instância de ajuda ao desenvolvimento, que 'classificava' um certo número de países com dificuldades e que dava seu aval, ou se recusava a conceder empréstimos", comentou, enquanto que "a ambição original no momento de Bretton Woods (era ser) uma instituição internacional de regulação".


"Desejo, vivamente, que reflitamos sobre o papel futuro do FMI", concluiu.

18/10/08 - O presidente da França, Nicolas Sarkozy, George W. Bush e o líder da Comissão Européia, Manuel Durão Barroso, durante encontro em Camp David (Foto: AFP)

Líder da Comissão Européia, Manuel Durão Barroso,

Durão Barroso também fez um apelo para que a comunidade internacional promova uma resposta rápida à crise.
"Necessitamos de uma nova ordem financeira global", declarou.

 

Bush se oferece para receber cúpula de líderes sobre crise financeira

Nos EUA, ele recebeu Nicolas Sarkozy e o líder da Comissão Européia.
Cúpula de líderes buscará resposta global à crise financeira mundial.

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, se ofereceu neste sábado (18) para receber "em um futuro próximo" uma cúpula de líderes da comunidade internacional para coordenar de forma conjunta a resposta global à crise financeira mundial.

"Estou desejando presidir a cúpula e receber propostas do presidente da França, Nicolas Sarkozy, e de outros nos próximos dias" sobre como enfrentar a crise internacional, declarou Bush em Camp David, onde recebeu, além do líder francês, o presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso.

O líder americano convidou Sarkozy e Durão Barroso para a residência presidencial nas montanhas de Cacoctin para conversar com eles sobre a crise financeira e discutir possíveis idéias e propostas para solucioná-la o mais rápido possível.

Em uma rápida entrevista conjunta, Bush afirmou: "é essencial que trabalhemos juntos, pois estamos juntos nesta crise".

No mesmo sentido se expressou o presidente francês, que propôs buscar "uma resposta mundial" para a crise.

Bush explicou que tanto líderes de países desenvolvidos como de nações em desenvolvimento serão convidados para a cúpula.

G8
Por outro lado, Sarkozy disse que, considerando que a crise surgiu em Nova York, "talvez" possam encontrar uma solução nesta cidade, em referência a sua proposta de que a cúpula do G8 (os sete países mais desenvolvidos do mundo e a Rússia) e de outras economias seja celebrada na cidade.

O líder francês também afirmou que a cúpula deveria acontecer o mais rápido possível, "possivelmente" antes do final de novembro.

A Casa Branca afirma que Bush, ao qual somente restam três meses no cargo, quer escutar idéias de todos os líderes, não somente dos europeus, mas também dos asiáticos e dos países em desenvolvimento.

"Para que esta reunião possa ser um êxito, temos que estar abertos a boas idéias de todo o mundo", declarou Bush em Camp David.

Na opinião de Sarkozy, a comunidade internacional está colaborando estreitamente para atenuar os efeitos da crise.

"Estamos falando com a mesma voz", afirmou, por sua vez afirmou que a crise também oferece "uma grande oportunidade" para revisar as políticas financeiras.

Durão Barroso também fez um apelo para que a comunidade internacional promova uma resposta rápida à crise.

"Necessitamos de uma nova ordem financeira global", declarou.

Sugestões
Sarkozy e Durão Barroso tentam convencer Bush de que agora é uma boa oportunidade para dar um novo impulso a iniciativas dirigidas a coordenar melhor o controle dos mercados financeiros.

Bush não respondeu às sugestões dos dois líderes europeus, mas indicou que nesta crise e em uma nova ordem global do sistema financeiro "é essencial" que preservem "os fundamentos do capitalismo democrático".

O presidente americano também afirmou que é importante que resistam ao isolamento e que continuem com as políticas de mercado aberto, uma opinião que compartilhou Sarkozy.

"Queremos trabalhar mano a mano com os americanos para criar o capitalismo do século XXI", declarou o líder francês.

A oferta de Bush de presidir a cúpula de líderes aconteceu apesar de a Casa Branca ter dito anteriormente que não ia haver grandes anúncios na reunião trilateral.

Sarkozy e Durão Barroso chegaram à base aérea de Andrews, nos arredores de Washington, procedentes do Canadá, onde participaram de uma reunião com o recém reeleito primeiro-ministro Stephen Harper.

Em Camp David assistem a uma reunião de trabalho, seguida de um jantar, na qual analisarão junto com Bush formas de coordenar a resposta dos países desenvolvidos à grave crise financeira.



Fonte: G1





Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 12/03/09 às 21:32:22 h.


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