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Destaque



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Postado em: 05/04/19 às 00:22:08 por: James
Categoria: Destaque
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“Depois que vi o que vi, passei todo o resto do tempo com ela no coração”

Dezembro de 2018: na cidade de São Benedito, Ceará, o pe. Antonio Furtado entrega ao pe. Reginaldo Manzotti um fragmento de uma imagem de Nossa Senhora que verte mel.

Em plena celebração eucarística, o fenômeno acontece com aquela mesma partícula. O pe. Reginaldo é explícito ao falar do caso:

Depois que vi o que vi, passei todo o resto do tempo com ela no coração”.

O depoimento do pe. Antônio Furtado

Segundo o pe. Antônio Furtado, mais de 4 mil vidrinhos com o mel vertido da imagem foram distribuídos para fiéis em Fortaleza. O sacerdote ainda conta que recebeu diversos relatos de curas relacionadas com esse mel.

O blog Ancoradouro, escrito pelo jornalista Vanderlúcio Souza no jornal cearense O Povo, publicou o seguinte relato escrito em janeiro de 2019 pelo pe. Antonio Furtado sobre o fenômeno:

Fiquei sabendo desta imagem em 2003 com Padre Jonas Abib na Comunidade Canção Nova. O Padre Jonas ficou com ela 3 dias e recolheu do mel. No ano passado conheci por acaso uma pessoa devota de Santa Filomena em São Paulo e ela me mandou umas relíquias e um pequeno fragmento dela.

Um ano se passou e em dezembro entrei em contato com ele para ver se dava para trazer a imagem para a comemoração dos meus 14 anos de Padre. Ele falou com a associação e foi liberado, porém ela só poderia viajar no colo de alguém dentro do avião. Compramos as passagens para duas pessoas virem com ela, mas, já dentro do avião, a aeromoça e o comandante não permitiram.

Durante o ano nada aconteceu até o último sábado, dia 8 de dezembro, quando, ao acordar, vi que do pedacinho da imagem saía mel como acontece com a imagem em São Paulo. Fiquei chocado com aquilo que estava vendo e minha racionalidade entrou em choque. Como podia aquilo ser verdade? Após algum tempo, o mel secou e o pedacinho voltou a ser o que era antes.

No domingo fui celebrar em uma comunidade muito pobre na Paraíba em uma capela de Nossa Senhora de Fátima e, no final, o fenômeno se repetiu, desaparecendo o mel logo depois. Na segunda-feira, dia 10, fui confessar 2 jovens e mais uma vez aconteceu. Na segunda-feira foram duas vezes. Na terça, dia 11, na Paraíba, eu celebrei o aniversário de papai e pela manhã saiu o mel em quantidade maior que das outras vezes.

Pensei que se repetiria no dia 12, já que era dia de Nossa Senhora de Guadalupe. Passei o dia rezando o terço, ofício, missa, mas nada aconteceu. Voltei dia 12 da Paraíba e também não aconteceu mais. Na quinta-feira fui para São Benedito, no Ceará, para ajudar em um grande evento com o Padre Reginaldo Manzotti e ali mostrei para ele a relíquia e contei o fato, mas nada aconteceu. Ele viu a relíquia seca.

Na sexta-feira, dia 14, fui para Sobral para outro evento a pedido do Bispo, Dom José Vasconcelos, com o Padre Reginaldo Manzotti para ajudar a Fazenda Esperança. Durante o dia nada aconteceu, porém na hora da homilia eu senti o desejo de olhar e o fenômeno estava começando. Como estava ao lado do Padre Reginaldo mostrei a ele e ele ficou impressionado e durante toda a missa permaneceu com a relíquia sobre o coração.



Sábado não aconteceu nada e hoje pela manhã mais uma vez o fato se repetiu. Não sei o que Nossa Senhora que falar através deste acontecimento. Em mim, desde sábado, aconteceu um fato novo. Alguns de vocês sabem da minha dificuldade em rezar o terço. Desde sábado, dia 8, que não paro de rezá-lo, e outras orações a Nossa Senhora. A relíquia está sempre comigo e a graça de rezar é impressionante.

Depois aconteceu dia 21 de dezembro, no dia da ordenação dos diáconos na Catedral. Foram duas vezes. Depois da missa fui para o shalom e lá a Goretti, Padre Almeida, Padre Marcelo, João Edson e mais pessoas viram também secar o mel depois. Dia 24 de dezembro, durante a celebração na Casa comunitária, depois da missa, aconteceu e toda a minha casa viu sair e secar depois. Às 2h da manhã aconteceu de novo. O mesmo se repetiu no dia 1º de janeiro. Agora ela passou a ter mel debaixo do fragmento e não secou mais.

Fonte: www.aleteia.org

 
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