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Postado em: 14/09/09 às 11:57:43 por: James
Categoria: Artigos Site Aarão
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12/9/2009 17:19:10


Como prometi, gostaria de relatar agora alguma coisa sobre a grande viagem que fizemos nesta semana que passou, até as cidades de Aracruz e Guaraná. Foi algo inesquecível, que só no céu, mais tarde, entenderemos o alcance de tudo o que nos aconteceu.
 
Seguindo com fidelidade as indicações de Jesus, iniciamos a viagem em Blumenau, pelas 5:00 horas da manhã e dia 3, partindo em dois carros, uma camionete com sete pessoas e uma Van com 12, ao todo 19 pessoas. Conforme Jesus nos havia alertado, seguimos sem medo, porque Ele falou que nada nos aconteceria na viagem inteira.
 
E realmente, pelas visões de pessoas como Cláudio e Sálvio, nos foi dito que na beira da estrada havia milhares de anjos que nos saudavam à passagem, anjos estes das pessoas que residem à beira das Rodovias. Dizem eles que era um espetáculo divino. E assim, desde o começo, tudo correu bem quanto aos veículos, e também conosco.
 
Para mim a maior dificuldade foi exercitar a virtude da paciência, que foi seguir a Van que é monitorada por tacógrafo, o que limita a velocidade. Mas faz parte da missão exercitar todas as virtudes, e me serviu de lição, pois para mim a viagem tem que ser no vôo. De fato, me falta paciência... Mas é bom também a obediência.
 
Assim, no primeiro dia viajamos até Santana do Parnaíba, aonde chegamos cedo, e fomos acolhidos na residência de Abílio e Conceição, que pediram a Jesus um cenáculo para a bênção da nova casa deles, muito linda por sinal. As mensagens relativas a este cenáculo em breve o Cláudio deve colocar no ar. Ali dormimos bem, e no dia seguinte fomos em direção a Aracruz, nosso ponto final de viagem. 
 
Na Rodovia Dutra, encontramos apenas um engarrafamento de alguns minutos, por um caminhão que resolveu quebrar no meio da pista, no mais tudo seguiu bem até Duque de Caxias, onde havíamos resolvido mudar o roteiro via Magé para Itaboraí, isso por sugestão dos amigos que residem na região e conhecem os horrores do transito do centro do Rio de Janeiro. De fato, a viagem em si transcorreu bem, apenas ao meio dia tivemos dificuldade de encontrar um restaurante limpinho, e no transito há um bloqueio que demora meia hora por via de uma ponte em reparos. E isso atrasou demais a viagem.
 
Entretanto, quando pegamos novamente a BR 101, já de início eu percebi que se tudo fosse assim, deveríamos chegar bem tarde o destino, isso se não tivéssemos que dormir uma noite na estrada. É que a região inteira é formada por colinas e montanhas arredondadas, no meio das quais serpeia o asfalto, numa infinidade de curvas. De fato, há poucos locais de reta que facilitam a ultrapassagem. Isso fez com que os carros se separassem muito, e a camionete Van atrasou quase meia hora, até que nos encontramos por causa do contato pelo celular. Isso já na entrada de Vitória, bem tarde da noite.
 
Depois que nos encontramos, a viagem seguiu tranqüila até o ponto marcado de encontro quando telefonamos ao pessoal que nos vinha buscar. Mas já passava da meia noite quando chegamos. Foi, pois, uma longa viagem, embora sempre com Deus. Em todos os sentidos era sempre possível perceber a Mão do Pai agindo em nosso favor.
 
Assim que chegamos, já o pessoal de lá tinha tudo preparado a fim de nos acolher em suas casas, e em pouco tempo nos dividimos e estávamos já em novos lares, que nos acolheram com o maior carinho. Senti, desde o começo, que faziam tudo com o maior amor, como se estivessem fazendo para Jesus e Maria. Podem crer, há um povo fantástico naquela região. Não merecemos nada disso! Mas aceitamos porque também faz parte do amor de Deus, que proporciona estas condições.
 
No dia seguinte, o cenáculo teve início às 8:00 da manhã, quando nos deslocamos para a vila ou bairro de Guaraná, onde outros amigos novos nos aguardavam com ansiedade num Centro Social. Após alguns percalços iniciais devido ao som, aos poucos tudo foi se ajeitando, e teve início um lindo cenáculo, com a presença de umas 300 pessoas. Houve duas palestras sobre os lencinhos e a benção da cruz contra a marca da besta, que foi aceita em imposta a todos os presentes.
 
Ao meio dia tivemos um belo almoço grátis, preparado com carinho por aquele povo bom. Seguindo fomos para a igreja, onde continuou o cenáculo até as cinco horas da tarde, quando houve o encerramento com a Santa Missa. O Padre Jaci, o celebrante, foi ao mais sentido pranto quando recebeu as orações do Sálvio e do Cláudio. Durante a Missa houve cinco batizados. Tudo muito simples, envolvente e com o Céu. Milhares de almas, santos e anjos estavam ali, sentia-se isso. Muitos choraram de pura emoção!
 
Voltamos depois para a cidade de Aracruz para o descanso e já no dia seguinte, bem cedo fomos à Santa Missa na matriz. O celebrante fez uma bela homilia, muito bem colocada e em cima das leituras e do Evangelho. De destoante apenas aqueles folhetos regados à teologia da libertação, que deixam transpirar ódio aos ricos até pelos poros. Como não percebem as nossas autoridades eclesiásticas que, a pretexto de amar os pobres, pregam a luta de classes, o que os torna piores que os ricos? Fazem exatamente o papel dos fariseus! Difícil entender isso! Quando é tão simples!
 
A seguir voltamos a Guaraná, onde já as pessoas rezavam nos aguardando para a caminhada nos cemitérios. E ali mesmo, na primeira visita, perto de 200 pessoas nos acompanharam, num sol escaldante. Creio que esta foi sem dúvida a visita que fizemos, até hoje, com o maior número de pessoas, de dezenas de cidades, inclusive pessoal de outros estados. De Nova Venécia veio um ônibus lotado, também automóveis, por esforço do pessoal da Rádio Nova Onda e amigos, muito conhecida na região, que muito nos difunde ali. Isso nos dá uma boa idéia do quanto se perde, com milhares de rádios e TV divulgando porcarias ao invés de falar das coisas santas. Como o mundo seria diferente!
 
Fizemos então diversas visitas pela região, sempre em caravana de muitos carros. Foi sem dúvida uma caminhada espetacular, com imensas graças. Nas mensagens que virão depois se poderá ter uma idéia do que ali aconteceu. Já de tardezinha voltamos à residência de Valmir e Wany, onde iniciamos o descanso após um belo jantar que nos foi oferecido pelo casal. Gente extraordinária, de um coração ímpar. Realmente são belas almas as que Deus coloca em nosso caminho.
 
Dia seguinte, pela manhã, sempre às 5:00 horas como Jesus pediu, iniciamos a viagem de retorno, na verdade uma nova aventura. Já de início os carros se desencontraram – pois fui abastecer – e nós não sabíamos se o outro carro estava atrás de nós ou adiante. Dos sete de nossa camionete, apenas Sálvio e eu achávamos que eles estavam adiante, os outros cinco nos queriam fazer esperar. Mas fazendo as contas mentalmente eu tinha certeza de que estavam adiante de nós, pois eles passaram por dentro de Vitória errando o caminho original. Mas minha mente sempre dizia: serão encontrados de maneira inusitada. E sim, logo adiante os encontramos, porém havíamos parado mais de meia hora a espera.
 
Assim que entramos no Estado do Rio de Janeiro, rezamos em dois cemitérios – a ordem era parar em três no estado – e combinamos visitar o cemitério do Caju, que fica ao final da ponte Rio Niterói. Entrementes a Mãezinha já nos havia dito que toda a tarefa estava cumprida, mas permanecia a idéia desta última visita. Entretanto, ao chegarmos próximo do Rio, já o transito de retorno das férias começou a travar, e a viagem quase parou, por mais de 50 Km. São milhares de automóveis, e vira um caos.
 
Mas chegamos bem à ponte, entretanto estávamos quase ao fim, percebemos o horror da imundícia em que vive o povo daquela região, tamanho o fedor que emana de um canto podre do mar, onde não me admiraria se boiasse cadáveres humanos, a mais podre de todas as carnes. Como pode alguém viver naquele horror? Tivemos então de sai dali quase fugidos, sem entrar no cemitério, todos com os lencinhos de Nossa Senhora usados como máscara. Até a grande distância dali tudo fede, e não sei como as autoridades sanitárias não dão um jeito naquilo. Quanta pestilência! E se preocupam com a gripe suína.
 
Seguindo fomos até Guaratinguetá, onde num restaurante um senhor nos indicou um Hotel mais em conta, onde fomos descansar. Antes tentamos em Cachoeira Paulista, onde perto da Canção Nova buscamos vaga em pousadas, mas tudo estava tomado. Eu achei o lugar super estranho, um povo muito diferente daquele que havia nos recebido em Aracruz. Lá tinha alma, ali ao redor da CN havia um espírito de Baco. Desculpem-me se digo isso. O ambiente daquelas pousadas não é bom.
 
No dia seguinte, ao amanhecer, já percebemos que no horizonte pairavam nuvens negras na direção da cidade de São Paulo. Programamos antes uma visita ao Santuário de Nossa Senhora de Aparecida, com parada de apenas meia hora, uma vez que alguns dos que estavam conosco nunca haviam ali estado.
 
Minha surpresa triste começou quando vi um pedágio e tivemos de pagar 9,00 reais para entrar com os carros, o que me fez pensar assim: como podemos xingar do Edir Macedo! Tudo bem que o Santuário precisa de manutenção, mas o sentimento que vem a seguir é de um enorme paquiderme, mais voltado ao mercantilismo que à verdadeira fé. O segundo mal que nos abateu, foi ver que o Santuário serve de habitação para uma verdadeira alcatéia de cães vadios, que circulam livremente por todos os lados, certamente atraídos pelos restos de comida dos peregrinos. Mas será que não existe gente ali para retirar estes animais? Que latem e brigam durante a Santa Missa?
 
Falando nisso, mal chegamos e ouvi os sons iniciais da celebração e quando chegamos à porta da capela São José, o sacerdote e a equipe litúrgica estavam mesmo esperando para entrar. E nós com pressa! Todos nos olhamos uns para os outros e senti como se Jesus estivesse ali na porta e nos convidasse: vem! Não houve como resistir, e fomos então à Santa Missa. O padre celebrante fez uma longa homilia, semi-política, e ao final estendeu enormemente a celebração com inumeráveis bênçãos. Para quem tinha pressa como nós foi difícil segurar. Mas ficamos até o fim.
 
Quando saíamos o Cláudio nos chamou a parte, dando alguns dados: havíamos ganhado 4 dias de antecipação da vinda de Jesus, também Nossa Senhora me havia liberado para ir adiante, uma vez que eu teria mais 200 Km a fazer ao final da viagem. Disse também que o Pai haveria de encurtar a viagem de nosso carro em 259 Km o que nos deixou em grande euforia e expectativa. Como isso iria acontecer?
 
Realmente, saímos dali rápido porque nuvens negras no horizonte prognosticavam chuva intensa. E foi o que pegamos a seguir, já em São José dos Campos e dali para frente sem parar, por mais de cinco horas. Parecia que a nuvens tocavam o solo derramando água em baldes. Como encurtar a viagem num ambiente assim?
 
Mal chegamos aos limites da grande São Paulo, devido a tempestade o GPS do carro nos jogou para fora da rota, que nos fez entrar num engarrafamento de mais de uma hora. Quando conseguimos finalmente voltar para a pista central – por onde teríamos feito aquele trajeto em menos de cinco minutos – não demorou e o GPS, que nos deveria levar para Curitiba, entrou em pane devido as raios da tempestade e nos jogou pela esquerda, quando deveria nos levar à Marginal Tietê. Que horror aquele caos, e aquele dilúvio. E os carros no meio da água...
 
Seguindo aquela rota, paramos num posto e pegamos a instrução de como sair dali, e depois de fazer uma manobra arriscada, furei uma contramão e conseguimos pegar o retorno. Impossível que aquelas autoridades de transito não entendam que numa cidade como aquela, com milhões de carros, em trafego lento, se deva correr 15 Km para achar um retorno. Mais que isso: a placa avisava: “Marginal Tietê em reparos. Procure rotas alternativas”. Sim, tudo bem para quem vive lá e conhece, mas e quanto aos visitantes?
 
Outra coisa aberrante naquele caos: Se você está indo numa direção, por qual motivo a cada quilômetro não colocam placas indicando a cidade seguinte, por exemplo: Curitiba! De que adianta Rodovia X, ou Y, se nem mesmo os GPS apontam isso. O que sei e para finalizar é que conseguimos pegar a Marginal Tietê – sem bater o carro – e começamos a procurar um carro com placa da Curitiba. Até rezamos pedindo isso e Deus seja louvado, logo achamos um automóvel que deveria conhecer o trajeto.
 
A partir dali, colei atrás dele e saímos com facilidade, parando no primeiro restaurante – caríssimo por sinal, mas bom – porque o pessoal estava louquinho por banheiros. Era já 0:20 da tarde. Levamos então mais de quatro horas para sair do “enlatamento” de São Paulo. E pergunto: onde estaria o nosso encurtamento da viagem? Mais uma pergunta> nesta circunstancia você ainda acreditaria que fosse possível cumprir o que o Pai nos prometera?
 
E agora vem algo fantástico, inexplicável, incrível, vou mostrar com números como foi que o Pai cumpriu sua promessa de encurtar a estrada em 290 Km. Vejam:
 
Levamos uma hora no almoço – delicioso atum grelhado – e a seguir saímos, sempre com chuva. Quem conhece a Rodovia Regis Bitencourt sabe que logo vem aquele trecho de via simples, descendo de Itapecerica da Serra, onde perdemos no mínimo meia hora, sempre rodando atrás do mesmo caminhão em marcha lenta. E isso me deu um sono daqueles, impossível de continuar a viagem, ou haveria risco de todos. Paramos então no posto “O Fazendeiro”, onde o pessoal ficou descansando enquanto eu tirava um precioso cochilo de alguns minutos, depois de abastecer o carro. Perdemos ali mais de meia hora. E cadê o encurtamento se já havíamos perdido mais uma hora?
 
Saímos daquele ponto de parada, debaixo de um novo dilúvio de água, e assim viemos rodando até Curitiba, onde já anoitecia. Jantamos rapidamente, porque continuava a chuva, e todos sabem que, com chuva é impossível de “voar” no asfalto, porque antes se voa para fora dele. Nossa meta era Blumenau, não sem antes entrar no já famoso bairro do Baú, em Gaspar, onde fomos deixar o casal amigo, Maria Onélia e Otávio que haviam ido junto. Sua casa, por sinal, estava lavada de água da chuva, devido ao temporal que desabara na região e destelhara a casa. Resultado, mais 30 minutos de atraso, por 10 Km de estrada de lama.
 
Mas não era tudo. Tínhamos então que levar Sálvio e Esperança em sua casa, que fica no Bairro Garcia em Blumenau, com todos os desvios, entraves e 20 sinaleiras – quase todas fechadas – até finalmente pegarmos a famosa BR 470, uma das piores estradas do Brasil para se viajar a noite. Isso porque naquele horário sobem centenas de carretas, que fazem verdadeiros trens, com container que se dirigem ao Oeste do Estado para trazer as exportações.  Como ultrapassar? Como fazer render a viagem e ganhar os 259 Km que o Pai nos prometera?
 
Chegamos em casa, exatamente as 23:30 depois desta longa maratona. O leitor já fez as contas? São uns 800 Km de São Paulo até a minha cidade. São oito pedágios, são dezenas de sinaleiras, centenas de lombadas, o tempo é de chuva ininterrupta, afora as duas entradas para levar os amigos em casa.
 
 
Saímos de São Paulo às 1:20 > perdemos meia hora no transito da serra > mais meia hora no descanso > mais 20 minutos nos pedágios, sinaleiras e lombadas > mais meia hora no jantar > mais duas paradas para banheiro > mais 30 minutos para levar o primeiro casal > mas 40 minutos para levar o segundo casal e chegar até a BR 470, de onde viemos sem interrupção até em casa. Entendeu? São 220 minutos de tempo perdido.
 
Ora, o tempo transcorrido desde a saída de São Paulo até chegar em casa foi de 9:10 minutos, portanto 550 minutos. O tempo perdido foi de 210 minutos. Restam então 330 minutos, ou 5:30 horas para fazer 800 Km... Viajando na chuva! Dá para pensar não?
 
Vejam que, no máximo, o que eu poderia conseguir seria uma média horária de 90 Km em tráfego contínuo, o que já é de arrepiar em dia de chuva. Mas vejam: neste ritmo eu deveria percorrer, apenas 495 Km neste tempo, faltando para 800 ainda 305 Km. Como é que você vai explicar isso?
 
Claro que não me ative aos exatos minutos de cada passagem de tempo, nem dos exatos quilômetros, entretanto é um cálculo que mostra algo impressionante. Porque na mesma matemática que usei, para fazer os restantes 305 Km que ficam por conta do inexplicável, e deveria gastar exatamente as 3:30 horas que perdemos em paradas.
 
Absolutamente incrível e algo que pessoa alguma conseguirá entender a não ser como prova do imenso poder de Deus. Isso porque, para cumprir o trajeto de São Paulo até aqui em casa, eu deveria gastar quase 9:00 horas, andando a uma velocidade de 90 por hora... Incrível. Na outra conta, para fazer em apenas 5:30 horas, direto, eu teria de viajar a uma velocidade de 150 Km por hora. Na chuva!... E aí nem Fitipaldi!
 
Este é mais um dos mistérios de Deus, ininteligível para a mente humana, o que mostra a nossa fragilidade extrema diante do imenso poder do nosso Deus Altíssimo. Um detalhe que não contei ainda é que, depois que pegamos a BR 470, a via de subida parecia uma estrada fantasma. Misteriosamente apenas a que descia a serra estava com tráfego, enquanto a nossa mão eu tive que ultrapassar poucos carros. Mais uma ajudinha do Pai.
 
Eu creio! E quanto a você? Dá para entender o quando Deus nos ama? Dá para explicar que cheguei em casa, disposto exatamente a dar meia volta e começar tudo de novo sem descansar? E isso na minha idade? Isso depois daquele “stress” medonho do transito de São Paulo, onde antes em cinco horas avançamos apenas 120 Km, enfim da tensão de dirigir um mil quilômetros sob a chuva intensa, dos três acidentes graves que encontramos na estrada. Mas o impossível aos homens é sempre possível a Deus.
 
Minha esposa Dulce, que vinha deitada desde Blumenau até aqui, disse que algo impossível aconteceu neste trajeto, parecendo viagem de alguns minutos. E claro, não deixei de rodar um só centímetro da estrada, nem voamos pelos ares, carregados pelos anjos. Tudo parece absolutamente normal, não notamos diferença nenhuma, entretanto, de uma forma absolutamente inexplicável e misteriosa a realidade dos números nos prova de que somente Deus é capaz de realizar tal promessa.
 
Termino com um agradecimento do fundo do coração a todos os que colaboraram nesta aventura, e que sem dúvida participam das imensas graças que resultaram desta viagem fantástica. Afinal, ale cumpriu partes do plano de Deus para estes tempos finais. E a este Pai Eterno, de amor infinito a nossa perpétua adoração. Ele tudo pode!
 
Que Deus vos abençoe a todos
arnaldo
 
 
 PS> Sim, a gasolina foi a mesma, como se tivéssemos rodado a quilometrgem certa. Como explicar?
Fonte: www.recadosaarao.com.br

 
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