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Visto: 2224 - Impresso: 69 - Enviado: 29 - Salvo em Word: 51
Postado em: 30/04/10 às 09:30:03 por: James
Categoria: Artigos Site Aarão
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(Prepare-se que desta vez vou deixar gente arrepiada)

Carlos Heitor Cony

Dois jornalistas ingleses, Michel Litchfield e Susan Kentish, fizeram há
tempos uma ampla pesquisa sobre a indústria do aborto em Londres. O
resultado foi um livro que causou espanto e merece, ao menos, uma reflexão
de todos os que se preocupam com o assunto. "Babies for burning (Bebês para
queimar -  Serpentine Press 1td – London) não é uma ensaio sobre o aborto
mas um trabalho jornalístico sobre o último elo de uma cadeia: o destino
final dos fetos que anualmente são retirados de ventres que não desejam ou
não podem ter filhos ou "aquele filho". No caso da Inglaterra, já existe
uma lei, o 'AbortionAct', de 1967, que permite a interrupção do processo de
gravidez pela eliminação mecânica.

Os autores souberam, por meio de informações esparsas, que a indústria do
aborto, como qualquer indústria moderna, tinha uma linha de subprodutos: a
venda de fetos humanos para as fábricas de cosméticos. Durante a 2ª Guerra,
os nazistas também exploram esse ramo do negócio: matavam judeus aos
milhões e aproveitavam a pele e a escassa gordura das vítimas para uma
linha de subprodutos que iam de bolsas feitas de pele humana e sabões que
lavavam os uniformes do Exército do 3° Reich. Os ingleses não chegam a ser
famosos pelas bolsas que fabricam, mas pelo chá e pelos sabonetes – os
melhores do mundo.

Um "english soap" sempre me causou pasmo pela maciez, a consistência da
espuma, a sensação de limpeza que dá à pele. Não podia suspeitar que tanto
requinte pudesse ter – em alguns deles – as proteínas que só se encontram
na carne – e carne humana por sinal. Desde que li o livro, cortei
drasticamente dos meus hábitos de higiene o uso dos bons e estimulantes
sabonetes ingleses. Aderi ao sabão de coco, honestamente subdesenvolvido,
com cheiro de praia do Nordeste e eficácia múltipla, na cozinha ou no
toucador.

Contam os jornalistas: "Quando nos encontramos em seu consultório, o
ginecologista pediu à sua secretária que saísse da sala. Sentou-se ao lado
de Litchfield, o que melhorou a gravação, pois o microfone estava dentro da
sua maleta. O médico mostrou uma carta:

"Este é um aviso do Ministério da Saúde" – disse, com cara de enfado. "As
autoridades obrigam a incineração dos fetos... não devemos vendê-los para
nada... nem mesmo para a pesquisa científica... Este é o problema..."

- Mas eu sei que o senhor vende fetos para uma fábrica de cosméticos e... e
estou interessado em fazer uma oferta... também quero comprá-los para a
minha indústria...

"Eu quero colaborar com o senhor, mas há problemas... Temos de observar a
lei... As pessoas que moram nas vizinhanças estão se queixando do cheiro de
carne humana queimada que sai do nosso incinerador. Dizem que cheira como
um campo de extermínio nazista durante a guerra".

E continuou: "Oficialmente, não sei o que se passa com os fetos. Eles são
preparados para serem incinerados e depois desaparecem. Não sei o que
acontece com eles. Desaparecem. É tudo".

- Por quanto o senhor está vendendo?

"Bem, tenho bebês muito grandes. É uma pena jogá-los no incinerador. Há uso
melhor para eles. Fazemos muitos abortos tardios, somos especialistas
nisso. Faço abortos que outros médicos não fazem. Fetos de sete meses. A
lei estipula que o aborto pode ser feito quando o feto tem até vinte e oito
semanas. É o limite legal. Se a mãe está pronta para correr o risco, eu
estou pronto para fazer a curetagem. Muitos dos bebês que tiro já estão
totalmente formados e vivem um pouco antes de serem mortos".

"Houve uma manhã em que havia quatro deles, um ao lado do outro, chorando
como desesperados. Era uma pena jogá-los no incinerador porque tinham muita
gordura que poderia ser comercializada. Se tivessem sido colocados numa
incubadeira poderiam sobreviver, mas isso aqui não é um berçário".

"Não sou uma pessoa cruel, mas realista. Sou pago para livrar uma mulher de
um bebê indesejado e não estaria desempenhando meu ofício se deixasse um
bebê viver. E eles vivem, apesar disso, meia hora depois da curetagem.
Tenho tido problemas com as enfermeiras, algumas desmaiam nos primeiros
dias".

* Transcrito do Caderno 2 do jornal A TARDE de 11.04.2008, sexta-feira,
pág. 5.
=============================================================
OBS: Antes de começar esta observação, parei alguns minutos, rebuscando em minha mente, desde o mais profundo, um vocábulo, um termo, uma palavra que pudesse definir este "médico": Demônio vivo? É pouco! Monstro hediondo? Um gorila também é! Carniceiro selvagem? Tem leões, tem lobos, tem hienas que são também! Mas são simples animais irracionais, matam para comer! Aquele médico, ele mata para lucrar! 

Então não existe um termo que defina tal criatura, repugnante, maligna, pérfida, cruel, sanguinária, bestial, horrenda, selvagem, monstruosa, diabólica! Soma tudo isso, multiplica por mil, duplica... E ainda não chega no adjetivo ideal!

Tinha quatro bebês recém nascidos, choravam... Era pena jogar no incinerador, então melhor vender para sabonetes... Judas também vendeu Jesus! 
E tem gente que ainda acha que Deus é cruel, se fulminar esta geração que criou tais filhos do diabo, capazes de não só matar seus próprios filhos "indesejáveis", esganando-os no próprio ventre, como ainda os incineram vivos, ou os moem para fazer sabontes de madame rica. E põe rainha rica naquele país!

Na Inglaterra se faz isso? Bem, procurem amanhã no fundo do mar toda a ilha da rainha, e mais a rainha junto, com seus sabonetes, com todas as suas jóias, seus diamantes seu - nosso - ouro, sua riqueza furtada em séculos de exploração e crueldade mundo afora.

Império onde o sol nunca se põe? O sol do Eterno logo deixará de iluminá-los! Estas crianças assassinadas por eles e moídas para cosméticos - antes as queimassem - vem apenas completar a medida inaudita dos seus crimes.

Sim, e se perguntarem pela atual rainha, depois da onda - ela que pode e não acaba com estas leis - digam que ela foi fazer companhia com a velha mãe e a nora, de triste sina. Ambas certamente usuárias dos cosméticos feitos de fetos, para deleite de sua pele rainhosa, ou rainhenta, ou peruenta. (Se não existia este termo, existe agora, inventei).

Uma história de arrepiar, o leitor entenderá: Conta uma alma especial, e não é o Cláudio, que viu a chegada da "leidi" - tão famozinha, tão boazinha, tão lindinha, tão caridosinha - ao reino do fogo eterno lá onde já se achava a moribunda rainha mãe, aquela de 104 anos, recém ida, e mal chegada, lá onde o fogo não acaba. Então, para divertimento do abismo, uma foi colocada frente a outra, e o báratro assistiu por horas seguidas, entre "gargalhadas", as duas se arranhando, se mordendo, rolando e grunhindo como feras em frenesi de loucura. Lá não se cansa, não se morre, não se mata! Tudo é dor eterna!

E dizia a mais nova: Por que tu não me avisaste! Porque tu não me avisaste! E acaso precisava? Será que ela não sentiu que naqueles perfumes que ela usava, no fundo tinha cheiro de sangue? As duas sentiam sim! Precisava avisar que aquilo estava errado? Elas, ambas, sabiam destas leis do aborto, que já vigoram ali desde 1967 e nada fizeram - tendo poder para isso - com o fito de derrubá-las. Avisar? Era tarde, tinham a lei de Deus na terra que diz: não matar! Avisar?

Bem, eu estou avisando agora aos ingleses, ainda é tempo, ainda há tempo: suspendam estas leis! Deixem de matar crianças nos ventres! Não cremem suas crianças vivas! Não triturem fetos para cosméticos! Não usem cosméticos feitos de fetos humanos abortados! Destruam estas fábricas, queimem seus estoques, façam desaparecer qualquer vestígio de sangue inocente. Porque virá o anjo vingador em breve, e vem exatamente pelo cheiro da sangue de crianças abortadas! Ai do país onde ele o encontrar!

Também na eternidade de fogo, está preparada, para todos os carniceiros iguais a este médico, uma arena no meio do lago escaldante, de fogo e enxofre, onde poderão se debater na paulada, uns contra os outros, durante os séculos e séculos sem fim. Poderão ser furados por bisturis ao gosto, por milhões, trilhões de vezes, fica só a dor. Porque saibam: ali o verme não morre mais, nem o fogo consome, nem a dor diminui, e onde a apavorante certeza de nunca mais sair dali sempre mais atormenta e sufoca e esmaga.

Cada criança espetada num ventre com bisturi, entre gritos de desespero, haverá de fazer troar nos ouvidos destes carniceiros hediondos, a eterna sinfonia dos horrores, num som aterrorizante que troa e que atormenta, e ribomba, e assim pelos séculos sem fim da eternidade. E isso se multiplica para cada uma delas, somada à dor sentida por todas juntas.

Ai de quem espetou milhares de crianças! Será espetado também, trilhões de vezes... Só no aperitivo! Mais trilhões na ceia do diabo! Mais trilhões na sobremesa! Mais trilhões no drink final... E isso até a próxima "refeição" de satã!

Querem ter uma idéia do inferno dos abortistas não arrependidos? Suponha que os oceanos da terra, gota a gota fossem feitos de ferro líquido à mais de mil graus. Imagine agora que todo este ferro líquido, como um sangue de fogo, deva correr por dentro das veias de um destes médicos, escaldando, queimando em infinitas dores, até passar todo o oceano de ferro dentro de seu corpo. Pensa que quando esgotar todo o oceano acabou? Não, começa tudo de novo! E assim mil, milhões de vezes!

Sim, esta é apenas uma hipótese, mas que deve ser analizada por gente como ele, que se acha não "cruel" mas "realista". Duvido que Deus aceite esta lógica!

De qualquer forma, vou ser mais radical do que o autor do texto acima, o Carlos Heitor Cony: de hoje em diante, não somente perfumes, mas qualquer produto, que eu souber, seja lá o que for, não somente cosméticos, que tenha esta marca: "made in England", eu não compro. Se me derem, rejeito delicadamente! Se encontrar algum em casa, queimo!

E por favor: não me convidem para visitar a Inglaterra! Não vou nem de graça!
Pelos ingleses que nada fazem para acabar com isso: Ave Maria, cheia de graças!
Pelos ingleses que fazem isso, que o Senhor os julgue! 



(Se, pelo menos, a enfermeira, antes de desmaiar de horror, efiasse o bisturi naquele "médico" do demônio.... Acho que ela seria perdoada! Assim vai junto!)


ADENDO: Eu estava escrevendo uma carta a uma amiga de Brasilia, quando lembrei de uma frase que me explodiu na mente, hoje pela manhã, na Santa Missa: "Acredito que, se os demônios pudessem ter filhos, eles não os matariam no ventre como fazem os homens como este monstro ultra diabólico". Não resta dúvida também, que isso se aplica às mães que mandam matar seus "indesejáveis".

 

Passe em seu rosto "english soap" - sabonete ingles - e o "melhor do Mundo" e você estará colocando no rosto a pintura de guerra na luta contra Deus. Ele verá logo que se trata de pintura feita com sangue. 

 



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Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 30/04/10 às 09:30:03 h.


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