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Visto: 1799 - Impresso: 61 - Enviado: 25 - Salvo em Word: 46
Postado em: 08/07/10 às 13:22:21 por: James
Categoria: Artigos Site Aarão
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Está em Oséias 4, 1 Ouvi a palavra do Senhor, filhos de Israel! Porque o Senhor está em litígio com os habitantes da terra. Não há sinceridade nem bondade, nem conhecimento de Deus na terra.

Está em Jeremias 25, 30 E assim profetizarás: Ruge o Senhor do alto do céu, e de sua morada santa faz ouvir a sua voz. Ruge contra o seu rebanho, e lança o grito do pisador contra todos os habitantes da terra. 31 Estende-se o tumulto até os confins do mundo, pois que o Senhor está em litígio com as nações. Entra em processo contra toda carne, entregando à espada os maus - oráculo do Senhor. 32 Eis o que diz o Senhor dos exércitos: eis que o flagelo vai estender-se de nação em nação. E dos confins da terra vai desencadear-se violenta tempestade. 33 Aqueles que o Senhor nesse dia tiver atingido, de uma a outra extremidade da terra, não serão chorados, nem recolhidos e sepultados, jazendo no solo qual esterco. Estamos chegando neste dia!
 
Nos últimos dias temos sido bombardeados por uma série inaudita de imagens e fotos de crianças dilaceradas pelos foguetes e bombas de Israel sobre os palestinos da Faixa de Gaza, coisa de deixar angustiado mesmo a um bruto e desalmado. Quem não se comove vendo as crianças feridas, velhos em prantos, e pais em desespero? Como nós já previmos há muito tempo, estas ações de Israel trazem em si um componente de bomba, de uma verdadeira hecatombe, como uma panela de pressão prestes a explodir.
 
E haja fogo debaixo dela. De fato, quem acendeu esta centelha foi lá nos tempos idos, muitos milênios atrás, Sara a mulher de Abraão logo após o nascimento de Isaac, como está em Gênesis 21, 8 O menino cresceu e foi desmamado. No dia em que foi desmamado, Abraão fez uma grande festa. 9 Sara viu que o filho nascido a Abraão de Agar, a egípcia, escarnecia de seu filho Isaac, 10 e disse a Abraão: "Expulsa esta escrava com o seu filho, porque o filho desta escrava não será herdeiro com meu filho Isaac."
 
E continua assim> 11 Isso desagradou muitíssimo a Abraão, por causa de seu filho Ismael. 12 Mas Deus disse-lhe: "Não te preocupes com o menino e com a tua escrava. Faze tudo o que Sara te pedir, pois é de Isaac que nascerá a posteridade que terá o teu nome. 13 Mas do filho da escrava também farei um grande povo, por ser de tua raça." 14 No dia seguinte, pela manhã, Abraão tomou pão e um odre de água, e deu-os a Agar, colocando-os às suas costas, e despediu-a com seu filho. Ela partiu, errando pelo deserto de Bersabéia. Ou seja, a terra para o filho herdeiro, ao outro cabe errar pelo deserto de Gaza.
 
Já escrevi sobre este assunto em outros textos, e certamente este será polêmico como tantos. Haverá quem me jogue pedras pelo que vou afirmar aqui – trata-se de meditação minha e não mensagem – porque em verdade temos aqui um mistério dos mais ocultos de Deus nosso Pai e Criador. O que vou afirmar aqui, realmente confunde as pessoas, mas eu preciso apenas do benefício da dúvida, por algum tempo, para comprovar que assim foi e assim será um dia. E não distante dia! Vejam meu raciocínio sobre as Escrituras!
 
No texto acima do Gênesis, está dito que temos dois patriarcas, de dois povos, ambos surgidos do grande pai Abraão. Ismael era filho de Abrão com a escrava de Sara, Agar, e se tornou pai dos palestinos atuais. Isaac era filho legítimo de Abraão com Sara, e se tornou o pai do atual povo judeu, que congrega as 12 tribos de Israel. Estas tribos surgiram de um dos filhos de Isaac, o patriarca Jacó, pai delas todas. Aos filhos de Ismael, juntou-se a descendência de Esaú, que foi também rejeitado por Jacó, na hora da grande bênção. Esta história todos sabem – espero – e não vamos relatar novamente.
 
O calcanhar de Aquiles do povo palestino está naquela frase que negritei acima: Ismael não será herdeiro! Ismael nunca terá terra! Nunca terá um país seu! Isaac herdará a bênção! Tal como Esaú foi rejeitado, Ismael também se viu fora do ramo da bênção da herança. E para vocês terem uma idéia de o quanto Sara tinha força em sua palavra, já antes, em Gênesis 12, 17 nós vimos que Deus havia ferido com grandes pragas o faraó e sua casa, por causa dela, que era muito linda e fora desejada pela corte do rei, que a quisera tomar por esposa. Força de uma palavra, de um desejo, também de um desejo de Deus de que assim fosse, e que até hoje é causa de guerras entre os dois irmãos. Palestinos e Judeus! Ambos, partes do grande povo prometido por Deus a Abraão.
 
Antes do nascimento de Ismael, quando Agar fugia de Sara, estando ela grávida no deserto eis que um anjo do Senhor a conforta e diz da parte de Deus, como está em Gênesis 16, 10 "Multiplicarei tua posteridade de tal forma, e será tão numerosa, que não se poderá contar." 11 Disse ainda mais: "Estás grávida, e vais dar à luz um filho: dar-te-ás o nome de Ismael, porque o Senhor te ouviu na tua aflição. 12 Este menino será como um jumento bravo: sua mão se levantará contra todos e a mão de todos contra ele, e levantará sua tenda defronte de todos os seus irmãos."
 
Observem agora, não somente a palavra terrível de Sara, mas a Palavra de Deus destinada a Ismael e por descendência, aos palestinos. “Ele levantará sua tenda defronte de todos os seus irmãos”...Sua mão se levantará contra todos e mão de todos contra ele”. Acaso não é isso o que acontece hoje? Deus devolveu ao seu povo a terra prometida, e quem está diante dele? Ismael como um jumento bravo! Teimoso! Obstinado em não se converter, em não aceitar o Batismo, a filiação divina! E lá se vão milênios de teimosia!
 
Resultado: ambos os povos, jamais tiveram verdadeira paz. A maldição de Sara levou ambos a lutas sem fim, pelos séculos afora. Com Jesus, nós vimos que parte de Israel já acolheu a filiação divina pelo batismo, enquanto a outra parte, também obstinada, ainda permanece nas trevas da lei antiga, com sacrifícios de carneiros e bodes. Quanto ao povo de Ismael, este, por volta do ano 666, acolheu outra doutrina, centralizada em Alá e que hoje chega a suplantar em número os próprios seguidores de Jesus Cristo.
 
Vejam: tanto israelenses quanto palestinos são povos belicosos. Na lei antiga, quem ler o livro de Josué, que trata das batalhas dos israelitas, nos 40 anos do deserto após a saída do Egito, contra os povos que habitavam a região verá que eles extirparam completamente da face da terra, a nada menos que 33 povos. Pois na verdade apenas um se converteu, diante dos inumeráveis prodígios que Deus operava pelo seu povo. Mas fica impossível para qualquer um entender como é que Deus ordenava o extermínio total, e brutal, quase uma orgia sanguinária, de crianças, velhos, doentes, de jovens adultos, sem aparente dó nem piedade. E matavam até os animais deles! Não restava nenhum para semente!
 
Noutro dia uma pessoa me mandou um estudo do Corão, a lei de Maomé, onde por 24 vezes ele autoriza e incita o assassinato de quem quer que seja, que não aceite aquela lei. Embora no Corão constem inúmeras mensagens de paz, verdade é que são estas partes que incitam o ódio e o assassinato de quem não concorde com sua doutrina, que fazem os jovens se armar de bombas e se atirar enlouquecidos contra alvos inocentes. Até porque, além da incitação, existe a promessa do Nirvana para quem comete estes crimes.
 
Mas Jesus veio trazer a nova Lei, e a Nova Aliança em seu Sangue. Nesta lei não se abre jamais espaço para o morticínio nem o extermínio de povos inteiros, pois sequer a uma só pessoa isso pode ser feito. Desta forma, os povos cristãos, de um modo geral, são menos inclinados à violência, porque ela não encontra amparo em Jesus Cristo. Coisa que não consta de nenhuma das leis, de nenhum dos dois povos. Isso fará com que sempre cada um alegue razões acima da própria razão, e direitos acima de qualquer direito. E ambos usam o nome de Deus – Javé ou Alá – para cometerem atos de violência.
 
E se pergunta: haverá paz, algum dia, para ambos os povos? A resposta é simples, direta, segura e não erra: jamais haverá paz para os filhos do ódio! Jamais haverá sossego para os que amam a guerra! Jamais haverá felicidade, para aqueles que não seguem ao Santo Evangelho de Nosso Senhor, Jesus Cristo. E isso vale não somente para os povos de Javé e de Alá, mas vale para todos os povos da terra, nações, línguas, raças e credos, países e continentes. Cada povo é livre em suas escolhas: seguir a Lei de Deus, ou aos caprichos de seus corações. Um dia Israel quase em peso voltará à casa do Pai. Ismael nunca voltará!
 
De fato, a simples inteligência, e até deixando isso de lado, mas fixando-se na simples ternura de uma alma, qualquer ser racional, depois de 2 mil anos de história sob Jesus Cristo e a Nova Lei – os Evangelhos – já deveria saber que somente ali está a verdade. E deveria já saber que somente dali brota a vida, e vida aqui e na eternidade. Acaso, porém, os povos aceitam esta Lei? Lei que pelo batismo lhes daria a filiação divina, o resgate para a condição de filhos adotivos do Deus Altíssimo? Não, eles não aceitam!
 
 
Eis como está em Isaías 6, 8 Ouvi então a voz do Senhor que dizia: Quem enviarei eu? E quem irá por nós? Eis-me aqui, disse eu, enviai-me. 9 Vai, pois, dizer a esse povo, disse ele: Escutai, sem chegar a compreender, olhai, sem chegar a ver. 10 Obceca o coração desse povo, ensurdece-lhe os ouvidos, fecha-lhe os olhos, de modo que não veja nada com seus olhos, não ouça com seus ouvidos, não compreenda nada com seu espírito. E não se cure de novo. Dir-se-á aqui que Deus interferiu no livre arbítrio dos povos, para que se não O aceitassem, nem Sua Lei? Não Ele se refere aqui a um povo, que não é Seu povo, que não quer ser Seu povo, que nem por mil artifícios de Deus aceita ser Seu filho. Por um desejo ardente dos brutos, dos pais aos filhos, a obstinação no mal não os deixa vergar-se.
 
Então pergunto: haverá um dia salvação para esta gente ou quem se salvará entre tantos? Ou quantos? Até quando persistirá entre os povos da terra esta obstinada teimosia em não aceitar a única Verdade, a de Jesus Cristo? Eis o que continua dizendo Isaías em 6, 11 Até quando, Senhor disse eu? E ele respondeu: Até que as cidades fiquem devastadas e sem habitantes, as casas, sem gente, e a terra, deserta; 12 até que o Senhor tenha banido os homens, e seja grande a solidão na terra. 13 Se restar um décimo (da população), ele será lançado ao fogo, como o terebinto e o carvalho, cuja linhagem permanece quando são abatidos. (Sua linhagem é um germe santo).
 
Viram esta palavra? Germe santo! Quero agora fixar-me num ponto que me martela o cérebro desde há décadas. Sempre tenho afirmado que, além do componente externo, e até acima da própria bênção – ou da maldição – de doutrina ou ensinamento religioso existe outro ainda mais forte, que tem a ver com a genética, com a linhagem de sangue. Sim, se Deus fez uma promessa a Abraão, e com sua posteridade para sempre, isso quer dizer que um dia restarão na terra, APENAS e somente, os descendentes dele, que tenham em sua genética, o germe santo de Abraão. Que tenham sua raiz de fé! Deus não tem nenhum compromisso com nenhum outro povo, nem com outra raça qualquer.
 
Quando eu olho para aquela região de Gaza, dos seus arredores, com seus povos e com sua lei, estremece meu coração em saber que, se hoje lamentamos a morte de alguns de seus filhos e filhas, amanhã morreremos nós de espanto e dor, ao vermos que a maioria deles já não existe mais. E não se diga que é crueldade de Deus, porque seria assim se Ele não lhes tivesse dado tempo e condições suficientes de acatarem a Lei Maior, acolhendo a Jesus como Deus e seu Senhor, como seu Salvador. Mas eis que 2 mil anos esgotam até mesmo a Paciência Infinita.
 
Estendamos, pois, o mesmo raciocínio para além das fronteiras do Oriente Médio e entremos na África, de milhões de crimes, de sangue correndo todos os dias. Com toda sua louca ferocidade estes povos acabarão por se devorarem a si mesmos. A mesma coisa irá acontecer com os povos de Buda, com a Índia das castas, com todos os filhos de Alá. Não, não sou eu que digo isso, está nas linhas das Escrituras. Basta ter discernimento para se chegar a esta conclusão. Que pode transparecer horrenda, mas que na verdade é simples ato de justiça. Afinal, são milhares de anos de avisos, de pedidos e súplicas.
 
Para os que não acreditam, digamos que está próxima a guerra dos deuses. O mundo está prestes a sofrer uma imensa transformação, decisiva e definitiva, até a raiz mais profunda e isso até os cegos enxergam. Se Alá é Deus, ele protegerá o seu povo! Se Buda é Deus, ele fará o mesmo com os seus seguidores. Se o elefante, o macaco, a vaca, o sapo e o rato são deuses, eles cuidarão de suas multidões de adoradores. Há um só Deus e Senhor, Criador de todo o Universo, deuses no plural, não existem. E somente este Deus Único vencerá!
 
Para horror de todos os que duvidam, para fúria de todos os que cegamente obstinam-se nas suas doutrinas longe do Evangelho de Jesus Cristo, para ódio daqueles que preferem dar ouvidos ao demônio, eu afirmo aqui: deles não sobrará nem tronco, nem raiz, nem ramos, nem sementes, quanto mais vestígios. Todos os povos do ódio desaparecerão da face deste planeta, em breve. São dois mil anos que este Evangelho prega o amor, a paz, e que apresenta o Batismo para resgate, e o recebimento do sinal da Cruz, o selo da filiação divina, entretanto, mais e mais se exacerba o ódio contra a Cruz e seus seguidores. Os filhos do ódio, não herdarão a Nova Terra. Ela será possuída por um povo humilde, santo!
 
Quero dizer, enquanto existirem pessoas aqui, em cuja raiz esteja impregnada esta fúria belicosa, semente herdada dos filhos dos homens (Gênesis 6, 2), jamais haverá paz entre os homens, porque eles trazem isso no sangue. Está bem claro nas Escrituras: os mansos herdarão a terra! Eis como está dito também no Salmo 68, 33 Ó vós, humildes, olhai e alegrai-vos; vós que buscais a Deus, reanime-se o vosso coração, 34 porque o Senhor ouve os necessitados, e seu povo cativo não despreza. 35 Louvem-no os céus e a terra, os mares e tudo o que neles se move. 36 Sim, Deus salvará Sião e reconstruirá as cidades de Judá; para aí hão de voltar e a possuirão. 37 A linhagem de seus servos a receberá em herança, e os que amam o seu nome aí fixarão sua morada.
 
Estarei dizendo então que não sobrará nenhum hindu, nenhum chinês, nenhum índio, nenhum africano ou povo diferente do judeu? Não, a coisa é simples: nestes muitos mil anos desde Abraão até agora, sua semente bendita percorreu a terra de ponta a ponta, e está latente entre todos os povos, negros, amarelos e brancos. Está entre os povos de Alá e está entre os de Javé. Está entre os negros da África e os brancos da Europa. Mas somente o Pai sabe onde está este “germe santo”, esta raiz bendita, que vem do tronco do frondoso Carvalho de Mambré, a árvore de Abraão nosso pai.
 
Da mesma forma e pelo contrário, entre cada um destes povos e nações, raças e cores da pele, não existe a identidade pura. Entre todos eles permeia uma semente maligna, cruel, apóstata, corrompida e absolutamente irrecuperável, que não se converte, não aceita a verdade de Jesus Cristo nem sob tortura, nem que sobre eles desabe todo o Universo. Quando Jesus diz no Evangelho em Lucas 17, 34 “Digo-vos que naquela noite dois estarão numa cama: um será tomado e o outro será deixado; Ele Se refere a exatamente isso.
 
Ou seja: A semente maligna, herdada dos filhos dos homens será extirpada da face da terra, exatamente para que não frutifique nunca mais, como está escrito em Malaquias 3, 18 E vereis de novo que há uma diferença entre justo e ímpio, entre quem serve a Deus e quem não o serve. 19 Porque eis que vem o dia, ardente como uma fornalha. E todos os soberbos, todos os que cometem o mal serão como a palha; este dia que vai vir os queimará - diz o Senhor dos exércitos - e nada ficará: nem raiz, nem ramos. Ora, isso elimina da terra todos os povos belicosos, e os amantes da guerra. Não importa em que lado estejam!
 
Sim, quero dizer que tanto dentre os judeus quanto dentre os palestinos existe um germe santo, que não quer a guerra, que ama a paz. Em ambos os lados existem pessoas boas e santas, que amam a justiça, embora nem todas conheçam a Lei. E não somente entre tais povos como dos do mundo inteiro, e não somente dos povos como nas famílias permeia este germe santo, misturado a uma imensidão inaudita do germe maldito, irrecuperável, aquele que não quer a paz, e sim somente a guerra, a jihad. Aquele que não quer o amor, mas o ódio. Aquele que não quer a união das famílias, mas a sua ruína e desagregação.
 
E é deste germe maldito que sai a claque dos maus governantes, dos maus cientistas, dos abortistas e aborteiros, dos degenerados e impuros. Não, eu não falo de pecadores fortuitos que se arrependem para a vida, mas de obstinados no mal, ateus e atoas de todos os tipos e quilates, de todos os perversos e escarnecedores, daqueles que chegam ao inaudito de zombar de Deus e cuspir na face do Altíssimo. É deste germe maldito que brota a claque os apóstatas, como novos Judas, que permeiam até mesmo a Igreja de Cristo, entre padres, bispos e cardeais, em seu repto lançado contra Deus.
 
Somem a estes, aqueles que querem a festa, mas nunca a oração. Aqueles que têm tempo para tudo, menos para Deus. Juntem a estes os mal agradecidos, aqueles que jamais se inclinam para louvar ao Criador pelos benefícios recebidos. Somem a estes todos os escarnecedores, os blasfemos, bandidos e mentirosos. Juntem a estes os filhos que não obedecem aos pais, antes os maltratam, e juntem ainda os pais, que não cuidam da educação religiosa de seus filhos e que não se preocupam com suas almas. Unam a estes os padres, doutores e teólogos da falsa teologia, os que inventam um deus a seu modo e novo a cada dia, ao sabor de seus “altos conhecimentos” sobre a divindade.
 
Juntem aos que partirão daqui para sempre, os falsos profetas com suas mil mentiras proferidas em nome de Deus e não deixem fora os falsos pastores, criadores de doutrinas novas ao sabor de sua obstinação e maus desejos. Falo especialmente dos abomináveis, que usam o nome de Deus para ganhar dinheiro. Falo dos que fazem da fé uma moeda de troca e das Sagradas Escrituras um instrumento para a atividade infame de ganhar dinheiro e de enriquecer. Verdadeiros estelionatários de almas, às quais conduzem como ovelhas ao matadouro, ao abismo.

Falo, enfim de todos os que procuram afastar as almas de seu Deus, destes que loucamente lutam pelo demônio, e os espíritas que se servem dele! E a vocês todos, artífices da nova era, e falsos ecumenistas "católicos", que achais - muito erradamente - que em todos os credos existem as "sementes do verbo"; que pregais - muito erradamente e - contra a Igreja Católica que todas as religiões salvam, inclusive o deus Exu do condomblé, esperem para ver o que irá sobrar de todos estes deuses, de pau e animais de carne, de pedra, e de espíritos só de demônios, quando terminar a batalha. Que chega! Ficareis tomados de pavor quando perceberdes que não sobrou nem vestígios deles, nem de seus locais de culto, nem de seus adoradores, o seu povo. 

Não me refiro especificamente a nenhum povo, nem em defesa nem em ataque, e tampouco entro no mérito de uma questão que para muitos é crucial, que é a liberdade de cada um crer no Deus que bem entender. Óbvio que todos são livres, entretanto não se poderá negar o outro lado da questão: os falsos deuses. Nós, os católicos, acreditamos num Deus Uno e Trino; no Pai Criador do Universo, em Seu Filho Jesus Cristo, nosso Redentor e Salvador, e no Espírito Santo que procede do Pai e do Filho em unidade do Amor. E nós cremos que este mesmo Deus e Senhor nosso, irá em breve mudar toda a face da terra.
 
Que venham então os outros deuses. O grito agora é o mesmo de Miguel, o Arcanjo valente, eu seu refrão eterno: Quem como Deus? Que o Deus de cada povo, venha então em defesa dos seus, se é que são mesmo deuses! Que se revoltem contra o Altíssimo, e barrem as mudanças que virão no planeta e evitem a morte dos belicosos! Que entrem em guerra contra o Criador e O expulsem daqui, e para sempre! Que venha Ganésh, o elefante, em defesa de seus 500 milhões de adoradores! Que venha Buda em defesa de seus milhões de seguidores, e assim Confúcio e demais criadores de religiões. Que venha o falso jesus dos Macedos e outros criadores de seitas! Que venha o falso deus das falsas teologias, dos Judas do modernismo e dos bofes das teologias libertadoras de barrigas. Que venha mesmo o próprio Alá, com seus bilhões de adeptos, e combata com suas armas. Não falemos dos povos: a briga é entre os deuses!
 
Porque vem a guerra de Deus Altíssimo, contra todos os outros deuses, e contra todos os que os seguem. Então que cada um, que nestes milhares de anos da saga humana neste planeta fez a escolha do seu Deus, de seu protetor, que implore a ele o auxílio, a proteção no horror que vem. Porque o horror vem! Que venha o Deus de cada um em sua defesa. Na história dos tempos já uma vez bilhões de anjos rebeldes escolheram Lúcifer como seu guia e mestre, digamos o seu deus, eles que eram luz, e veja o que se deu com tais rebeldes. Na saga do homem os séculos têm dado tempo aos adoradores de ídolos, de deuses inexistentes, para que optassem pelo Deus Único e verdadeiro... Que fizeram eles? Troça! Escárnio! Renegam a Cruz e cospem no Deus que deu a vida por eles! Também!

Muitos, especialmente os que negam a existência de Deus quando isso lhes é conveniente, mas têm o desplante de acusá-lO quando algo não vai bem como eles querem, se souberem destas coisa poderão inflamar-se de ódio. Dirão que Deus é cruel em permitir isso ou fazer tal revolução no planeta, capaz de deixar viva nela apenas um punhado de gente. Quanto a estes escarnecedores cheios de idéias falsas sobre Deus, eu digo: recorram ao vosso "deus acaso" que ele venha também e desafie o Altíssimo. Como o acaso não existe eu vos digo: naquele dia vossas bocas calarão, vossos joelhos arrogantes desfalecerão! E este dia está muito mais próximo do que imaginais!
 
Porque de Deus não se zomba, de Deus não se escarnece, a Deus não se desafia impunemente! Ora, esta terra, este planeta onde vivemos, pertence a este Deus único e verdadeiro no qual nós cremos. E pertencem a Ele igualmente tudo o que nele existe, nela inclusa a vida vegetal, animal, e assim a vida humana. Filhos ou não, herdeiros da promessa ou não, de fato não há um só que poderá alegar em sua defesa que não teve tempo de escolha, nem possibilidade de mudar seus conceitos. Diante de sete mil anos, isso soa ridículo! Aos homens foi dada a inteligência e a liberdade de livre escolha. Que se pode fazer com os que escolhem livremente uma ratazana portadora de doenças por divindade?
 
Dirão que os não filhos têm direito de existir, independente do Deus que escolheram, eles e seus pais, eles e seus ancestrais. Dirão que é injustiça eliminar da terra estes estopins de ódio? Ora, considerem que injustiça mil vezes maior é ver morrer milhões de filhos, nossos filhos, que são desta culpa inocentes, mas que acabarão por serem arrancados da seara, quando o Altíssimo vier extirpar finalmente o joio. Maligno joio! Crias do inimigo infernal, do abutre que os seduziu e encantou! Eram frágeis diante de seus ataques? Não sabiam? Nada disso: sua teimosia é talvez maior do que a dos anjos caídos, porque estes tiverem uma só chance, estes tiverem bilhões delas, pelos séculos e os milênios idos. E a todas rejeitaram! E NUNCA aceitarão diferente!
 
A recíproca vale também para mim, e para todos os que acreditam como eu. Se o nosso Deus e nosso Senhor, não for deus e nem senhor – vade retro sequer pensar nisso – que sejamos nós os contados entre os rebeldes e extirpados como joio; obstinado no mal. Os destinados a desaparecer para sempre da face da terra, sem deixar raiz nem ramos, nem sementes. Que façamos nós também parte da escória dentre os homens, como houve uma escória entre anjos, mas que finalmente vença a Paz, a Verdade, a Justiça, para o eterno império do AMOR. Coisa que jamais virá entre os amantes da espada, entre os bebedores de sangue. Estejam eles entre que povo for e entre qual raça houver!
 
Não, jamais poderá evocar algum direito quem nunca aceitou o primado absoluto, eterno e incontestável do Deus, Criador e Altíssimo. Não servirá de defesa o cinismo de quem quer servir-se de Deus apenas na defesa de sua vida física, quando jamais se deu um passo na direção do cumprimento de sua Eterna Lei. Os filhos pagarão pelos pais. E teriam em tese algum lamento os filhos de Deus, aqueles que O serviram e adoraram, mas que terão de dar seu sangue, para cumprir a parte humana no mistério da redenção. Mas estes sim serão galardoados com o ápice da glória entre as criaturas, prêmio eterno daqueles que decidiram adorar e servir a Quem de fato é Deus. A quem deveras é Senhor dos senhores.
 
Olhem então, para estas crianças, com face sofrida, amedrontadas, seja de que lado for da guerra, palestinos ou israelenses, muçulmanos ou bramanistas! Teriam eles culpa de terem herdado o sangue belicoso de seus antepassados? Teriam culpa de haverem escolhido o Deus errado, se vierem TODOS a desaparecer da face da terra? Ora, já não se trata aqui de culpa, mas de justiça. Que fizeram os seus ancestrais para que isso mudasse? Deus lhes deu milhões de chances. Quem por mil gerações desafiou sempre a Lei Eterna, sem nunca ter aberto um só espaço em seu coração para acolher o Amor, não pode jamais alegar direitos diante do Deus da vida, se escolheu a morte. Quando eles legaram a seus filhos, o gene do ódio, e o cultivaram, e quando decidiram nunca ter paz!
 
Acima no texto de Isaías está dito: se sobrar 1/10 da população, e ainda os farei passar pelo fogo, e os purificarei. Bem, a simples leitura dos eternos arcanos, nos faz prever que estes 1/10 restarão apenas dentre os filhos, os que rezam, os que adoram, os que querem viver a santidade, e os que jamais – por sua genética – gerarão filhos para o ódio. O germe do mal está no sangue e está no sangue de bilhões de filhos também. Estes serão levados, pois nem daqui a um milhão de anos, seus descendentes se converterão. Quem escolheu contra o Altíssimo, escolheu a morte! Não é, pois, castigo ou injustiça que desapareça!
 
Há um só Deus, um só Senhor de todas as coisas, e Ele está em litígio contra os habitantes da terra e vem para exterminar o reino dos pecadores. Ele vem para implantar aqui o seu Reino de Eterna Paz. Porque haverá um dia nesta terra, um só rebanho e um só pastor: Jesus Cristo. É preciso aceitar seu primado absoluto, para uma vida de felicidade plena, de alegria infinita, e de paz eterna. Quanto aos rebeldes reza o Salmo 94, É um povo de coração desviado, que não conhece os meus desígnios. 11 Por isso eu jurei na minha cólera: Não hão de entrar no lugar do meu repouso. Aarão



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