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Artigo N.º 6235 - DEUS ME CRIOU
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Postado em: 19/09/10 às 23:35:19 por: James
Categoria: Artigos Site Aarão
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Nossos leitores talvez já estejam cansados pela insistência com que me bato contra as teorias científicas – e os maus cientistas – que tentam, obstinada e loucamente, negar a existência de Deus, pondo na criação a falsa assinatura de um “acaso” qualquer. Ou bilhões deles! Pior, colocando nossa ancestralidade ao nível de miseráveis macacos. A loucura é tal que os partidos verdes do mundo, preparam projetos de estender os “direitos humanos” aos símios, não importa o tamanho dos micos. Depois disso temos a certeza de que alguns homídeos gostariam de ter rabo, um bumbum vermelho e de fora, orelhas grandes, boca arreganhada, dentes pobres e pelos de catar piolhos. Justo os apetrechos que perderam durante os “saltos evolutivos” e os “elos perdidos”. Jamais deixarei de me bater contra esta gente. Nao tenho nomes científicos para dar, apenas ponho meu coração na ponta dos dedos que escrevem este texto. E virão outros!

Na minha vida inteira, por mais inusitados que tenham sido alguns acontecimentos, jamais achei um só acontecimento a quem eu pudesse tributar como obra do acaso. Tudo é providência! Não existe acaso algum e as coincidências nada mais são do que atos convergentes, de um plano infinitamente perfeito, programado, executado e mantido pelo nosso Criador e Pai. E ainda que um acaso acontecesse, o seria apenas para alterar algum ato, algum acontecimento ou fato de minha vida, porque fui criado livre e minha vontade é tudo o que tenho de meu. Mas por esta vontade, jamais consegui algo que pudesse alterar-me na essência genética e no meu corpo físico.
 
E tal como aconteceu comigo nestas boas décadas, aconteceu com os outros 6,8 bilhões de seres humanos: não aconteceu entre eles, nenhuma mutação genética significativa, que sendo transmitida pelas gerações vindouras, pudesse alterar de forma sensível a forma da raça humana, sequer de um órgão interno. E tal como aconteceu com todos os que estão vivos, aconteceu com absolutamente todos os seus antepassados, desde que existem homens na face do planeta. Cada um deles é uma criatura nova, perfeita em si, e uma obra diferente dos seus pais, diferente na fisionomia, pois a criação é um ato contínuo da Vontade Eterna do Criador. A criação não é um ato estático que se eterniza em si mesmo, mas um ato contínuo que se multiplica no eterno AGORA, do Onipotente Criador. Sem este Onipotente e Onisciente ser, nada existe! Nada é possível!
 
Noutro dia escrevi um artigo enaltecendo aspectos do nosso corpo, e é óbvio que em seis páginas apenas não seria possível descrever todas as suas perfeições, primeiro porque eu as desconheço, e segundo é certo que são infinitas, porque somos parte de Deus infinito. Somos animais, inteligentes, e se poderia admitir até que devido a toda esta inteligência, a humanidade pudesse ter gerado em si mesma, e de si própria, certas mutações genéticas no correr dos milênios, aplicando este conhecimento. Mas cada ser é como escravo perpétuo de seus genes, de geração em geração.
 
Assim o que eles chamam de “evolução” nunca aconteceu porque é impossível. E isso porque são infinitas as impossibilidades do acontecimento fortuito! E são definitiva e igualmente infinitas as impossibilidades de que um acaso qualquer fosse capaz de criar a perfeição. Porque não se trata de apenas “evoluir”, ou de mudar em si características físicas – internas ou externas num corpo humano – mas sim da própria origem de cada ser, uma vez que cada um não é cópia fiel de outro, mas um novo ser, num ciclo perene de criação. Se não fosse assim, todos os homens haveriam de ser exatamente iguais. Nem dois animais de qualquer espécie. Há sempre diferenciais!
 
Voltemos ao ato da fecundação, e fiquemos apenas na transmissão da vida, não só humana, mas de todos os seres, começando pelo homem. Caros cientistas, homens da evolução e do big-bang, dos aceleradores de partículas, dos laboratórios espaciais, dos telescópios gigantes, dos microscópios potentíssimos e de outras tantas assombrosas máquinas agora em uso: expliquem-me como é que o óvulo feminino, que não tem cérebro nem autonomia, nem flagelo de locomoção, nem olho que o guie, tome sozinho o caminho de descida do ovário até o útero e entenda que ali deve parar e se fixar? Quem é que o ensinou a fazer isso, e a repetir isso em cada ser humano, bilhões e bilhões de vezes sem errar? Qual foi o ser ancestral que conseguiu esta proeza magistral de projetar tudo isso, criar-lhe esta rota e de aplicá-lo em si mesmo?
 
Expliquem-me doutos senhores, quem foi o autor do DNA, a incrível espiral, que contém impressa em si toda a ordem da vida? Quem bolou este sistema incrível, perfeito, fantástico, que na microscópica dimensão de um espermatozóide, transmite às gerações futuras características e a base genética ancestral – e até centenas de gerações – mas que ao mesmo tempo crie cada ser humano diferente no aspecto, nos dons, nas habilidades, na inteligência, e na sabedoria? Para o homem chegar à criação de um chip de computador que armazena milhões de dados foram precisas décadas de investimentos altíssimos e de estudos assombrosos. Mas ele nada mais fez que copiar a perfeição do Criador, e de fazer uso dos materiais Dele, e ainda para fazer algo que é um trilhão de vezes menos perfeito que um minúsculo espermatozóide.   
 
Expliquem-me, como é que o espermatozóide, que não tem cérebro, não tem poder de decisão, não tem olhos nem sentidos, e que é apenas uma semi-célula, sabe que tem de subir e encontrar o óvulo e que deve penetrar nele? Quem lhe ensinou esta tarefa, e lhe construiu o caminho? Quem lhe preparou o meio líquido onde possa se locomover? Qual foi o ancestral feminino que, por decisão própria, projetou e executou em si mesmo tudo isso, de forma que por gerações infinitas a fórmula se perpetuasse? Quem é que escreveu na cabecinha do espermatozóide toda uma cadeia de vida ancestral da parte masculina, esta ordem expressa e fantástica que dá origem a uma vida humana e forma a outro ser?
 
Temos agora o óvulo fecundado, mas pergunto: quem ensinou o óvulo a se fechar tão logo o primeiro espermatozóide o fecunde, e normalmente não permita mais a entrada de nenhum outro? Onde a capacidade de um ser, de imprimir esta ordem no óvulo? Quem decidiu que somente a “cabecinha” do espermatozóide penetre no óvulo, não o flagelo, a cauda? Quem ensinou o óvulo a permanecer à espera de ser fecundado, uma vez que ele é muitas vezes maior que o pequenino espermatozóide? Expliquem-me quem ensinou o óvulo fecundado a agarrar-se na parede do útero, e ali como plantar raízes, passando a extrair dele os nutrientes da nova vida?
 
Expliquem-me como é que, sem qualquer aparelho ótico potente, sem uma visão plena até o infinito diminuto da matéria, tenha o ser humano conseguido ver, criar, e produzir coisas tão fantásticas como um espermatozóide? De onde um ser vivo tirou força, sabedoria, inteligência, visão infinita de profundidade da essência da matéria, conhecimento absoluto da geratriz da vida, para ser capaz de alterar em si mesmo algum órgão, aperfeiçoar o existente, se o acaso apenas geraria o erro, o desacerto, a imperfeição, e, portanto, tenderia à morte, ao desaparecimento?
 
Pergunto: Quem é que ensinou o útero a permitir a fixação do óvulo em sua parede e por que não deixa que outras coisas ali se fixem? Expliquem-me qual foi o ancestral – no vosso entender – que projetou este processo, fazendo com que tão logo o óvulo esteja fecundado, comece imediatamente a sua multiplicação, em progressão geométrica, das células que dão início à nova vida? Se esta multiplicação começa já na trompa, de onde vêm os nutrientes até que a vida iniciante possa captar a seiva da mãe, o sangue via cordão umbilical?
 
Caros cientistas, somente para me dar as explicações dos questionamentos que fiz até aqui, vocês terão de descobrir, entre os ancestrais passados do homem, aquele um ser prodigioso, que conseguiu a façanha assombrosa de projetar, construir, adaptar em si e perpetuar tudo isso no ciclo da vida. E pergunto mais: você, cientista, você homem do acaso e do big-bang, com toda a tecnologia que existe hoje à sua disposição, acaso conseguiria produzir todo o aparelho reprodutivo humano, em todas as minúcias de sua assombrosa perfeição? Você conseguiria imprimir na cabeça do espermatozóide todo o ciclo de uma vida e a fórmula da perpetuação da raça humana?
 
Não diga que consegue, porque se assim fosse, também teria condições de criar seres vivos, perfeitos, e construiria geneticamente órgãos transplantáveis, sem necessitar de células-tronco, pois as tiraria do pó e da água.  E se pode fazer parte dela, poderia fazer também inteira, sem esquecer de nenhum detalhe. E poderia soprar nele uma vida! Porque é de pó e de água que são feitos os seres criados pelo Onipotente. Mas se você não consegue nem isso, com toda a sua inteligência, com todas as tecnologias disponíveis, com todo o ouro que tem à sua disposição para investir, e com todas as máquinas fabulosas que já inventou, me explique como é que uma ameba inicial, irracional, bruta, idiota, sem mãos, sem pés, sem cérebro e impotente pode ter dado curso a este ciclo fantástico de infinitas perfeições? E a esta cadeia quase infinita de trilhões de espécies e de infindáveis seres?
 
Você jovem universitário, inteligente, vivo, acaso não consegue atinar com as mentiras de seus mestres, e dos sedutores destes? Não percebe que todas as teses que eles sacam para explicar estas coisas, não passam de meras teorias ABSURDAS, que não resistem a uma investigação séria? Não percebe que logo eles se obrigam a abandonar suas divagações, porque imbecis? Não percebem que mesmo tendo sido derrubadas tais teses, tais teorias pífias, ainda assim vos abrigam a seguir currículos nefastos, que em tudo vertem veneno e desafios contra o Criador? Morrem os autores, o tempo se encarrega de sepultar seus artifícios, entretanto milhares de universitários são levados a estudar aquilo que está morto e enterrado. Quanto tempo perdido!   
 
Naturalmente que, não somente no homem o processo gerador da vida é incrível como também o é o de todos os outros seres vivos. Assistindo a um programa na TV que tratava da “transmissão dos genes” nas diferentes espécies e vendo a prática da cópula dos mais diferentes animais, percebi ali o quanto é infinita a perfeição de cada um deles, o modo como se unem, como os machos penetram as fêmeas com precisão – baleias enormes, paquidermes imensos, leões marinhos desajeitados – e embora não tendo inteligência fazem perpetuar a espécie. Mas sem nunca mudar nada em si! Podem ter certeza plena de que é somente por efeito de um desejo do Criador que isso se dá, e é como se Ele estivesse presente em cada ato gerador da vida.
 
Não somente como as fêmeas são fecundadas, mas é incrível a variedade de modos em que se dá também a fertilização dos ovos de milhares de espécies. Cada um com seu modo, sua especialidade, mas todos cumprindo a ordem criadora que se perpetua por desejo da Vontade Suprema. Os peixes têm suas ovas, os jacarés e serpentes fazem seus ninhos e ali depositam seus ovos, cada um necessitando de um meio específico, de uma temperatura exata, de condições perfeitas para que ocorram as eclosões e assim se perpetue a corrente vital. Cada animal tem por instinto conhecer seu modo de procriação e jamais desobedece a estes princípios. Não há, portanto, possibilidade de mutação alguma, pois se ela ocorrer o será por um desejo natural Daquele que a tudo dá a vida, a mantém e perpetua.
 
Que misterioso efeito é este, que faz com que um ovo de tartaruga ou jacaré – animais de sangue frio – ou de uma ave como a galinha – de sangue quente, possam eclodir pelo efeito de uma temperatura constante, e a pergunta é: quem veio antes, o ovo ou a galinha? Este problema jamais será resolvido pela ciência atéia, que no fundo é nanica! De fato, todo cientista realmente grande, inteligente, não tendencioso e sábio, portanto, entende que estas perfeições infinitas não surgiram do nada, nem de acasos fortuitos, e que a ordem genética que cria os seres vivos, só pode ser fruto de uma Sabedoria Infinita, de um Poder Infinito e Supremo!
 
Todos os seres criados por Deus, surgiram por um desejo Dele e de uma necessidade, para cumprir uma missão neste imenso dilúvio de seres vivos, de mais de 30 milhões de espécies, que além do mais vivem em simbiose diuturna com o mesmo e único Criador. Digo que os pares iniciantes foram criados inteiros, já adultos e procriando, machos e fêmeas, segundo cada espécie, para povoar cada ambiente do planeta. Antes deles foi projetado e preparado este ambiente vital, para que os seres criados não viessem a morrer de inanição, fome e sede. A primeira galinha e o primeiro galo nunca foram pintos: eles foram criados já adultos! E assim todos os seres vivos iniciais, e dispostos já nas regiões diferentes, continentes diversos, homens primitivos idem!
 
O único caso diferente nisso tudo deu-se com os filhos de Deus, da casa de Adão. A este Deus o criou único, de uma genética única, e dele tirou sua companheira Eva, da mesma fibra e mesmo tendão, “ossos dos meus ossos, carne de minha carne” disse Adão. E este é mais um exemplo do Poder infinito, daquele que “das pedras extrai filhos de Adão” e que, no entanto é a essência da simplicidade. E o fato é que, todos estes homens de ciência, com todo seu dinheiro e poder de investir em máquinas, com toda a sua inteligência aplicada na busca do conhecimento, por mais que tentem, por mais que busquem, nem daqui a um trilhão de milênios conseguirão produzir uma simples molécula – quanto mais um átomo – a partir do nada. Como querem penetrar na origem dos seres, se não resolvem este primeiro axioma: do nada, nada se cria!??
 
Voltando à perfeição dos seres criados, ontem à noite eu fritava um ovo e observava aquele incrível invólucro, a casquinha fina, que envolve a gema e a clara. E eu dizia para Dulce, veja aqui, num simples ovo de galinha quanta perfeição, quantos mistérios. Em apenas 24 horas, por um mistério incrível, forma-se aquela casca dura, no interior da ave, e seu organismo produz aquele tão gostoso alimento – feito para os filhos de Deus – ao mesmo tempo em que pode encerrar ali o início de uma vida, basta que a galinha tenha tido contato com o galo. Como acontece esta mecânica fantástica?
 
Mais que isso, este mesmo ovo – se fertilizado – quando posto por alguns dias debaixo de uma ave, faz brotar um ser vivo, como um passe de mágica, porque contém dentro de si toda a chave do processo criador, e o alimento necessário para a transformação assombrosa que acorre ali. E o mesmo acontece com todos os animais que põem ovos, de sangue frio ou quente, cada um sabe por instinto natural em que ambiente deve colocar seus ovos, para que se cumpra a ordem criadora – crescei e multiplica-vos – e em vista destas obras possamos identificar e glorificar ao Criador das perfeições infinitas, o detentor único da chave da vida. Nenhum animal, jamais, e nenhum acaso fortuito teria condições de formular a perfeição fantástica de um simples ovo, dentro do qual se processa um assombroso milagre de formação de uma nova criatura.
 
Para os que têm olhos e ouvidos abertos – e um coração não de pedra, e um inteligência não embotada nem presa pelos tirantes do orgulho – é possível perceber em cada minuto, em cada coisa, em cada ser vivo, um detalhe da perfeição. Minutos atrás eu observava pela janela, junto com meu filho, um sabiá amigo nosso, que vem catar minhocas no gramado atrás de casa. Bem, pois eu desafio a um cientista destes, a que use de toda a sua ciência, toda a sua sabedoria, todos seus dons, em criar uma máquina, que consiga arrancar uma simples minhoca da terra – como aquele sabiá faz – sem arrebentá-la, e com tanta destreza, e em tão poucos instantes. Basta que o verme ponha uma partezinha fora da terra, e ele a apanha com o bico e puxa para fora. Nenhuma arrebenta, nenhuma escapa. E no ninho os filhotes agradecem! Quem foi que lhe ensinou a fazer isso? E assim por milhares de gerações em perfeição?
 
E pensando nisso eu continuo com outros desafios. Ora, se você cientista, não consegue sequer entender como é que um sabiá faz isso, e se não consegue fazer com que a minhoca escape do biquinho daquela esperta ave, como pode afirmar que isso se deu por acaso? De fato se o homem não entende nem de sabiá, nem de minhoca, como quererá penetrar no mistério da origem da matéria, e na assombrosa perfeição da vida? Míseros vermes, não arranham sequer no verniz da questão, querem definir o âmago pela mera aparência exterior, e relegar a complexidade infinita de um ser vivo – que é obra do Onipotente – à mísera condição de uma eventualidade circunstante. 
 
Claro que teríamos milhões de casos a colocar diante dos narizes daqueles que negam a realidade de um Deus Onipotente e Criador, mas alguns são especiais, e estão no reino dos insetos. Uma abelha rainha é fertilizada apenas uma vez na vida, sem seu vôo nupcial, porém durante até cinco anos ou mais vai produzindo ovos fertilizados porque aquele mesmo esperma que recebeu no início, que ela guarda ativo em um lugar especial em seu corpo. Se o esperma naturalmente tem apenas algumas horas de vida e já se extingue, como pode permanecer vivo na abelha por tanto tempo? Como este animalzinho sem inteligência poderia criar em si este processo estupendo?
 
O mesmo acontece com a rainha do cupim, quem sabe ainda em maior escala. Da mesma forma como a abelha é fertilizada apenas uma vez, a rainha cupim recebe do macho apenas uma quantidade de espermatozóides inicial, com bilhões deles, que ficam guardados em seu corpo. Ela começa então a fertilizar seus ovos com eles, um a um, bilhões deles e durante muitos anos produz milhares de soldados por dia, sem parar, e sem ser outra vez fertilizada, até porque, no cupim africano, esta fêmea cresce de maneira assustadora e mesmo gigantesca, e quando morre toda a colônia morre, ela não é mais substituída, nem a casa habitada. Todos os seus súditos morrem!
 
Expliquem-me, caros cientistas, olhando para as rainhas abelha e cupim, quem é que construiu o microscópico mecanismo dos seus aparelhos reprodutores, que lhes permite fertilizar cada óvulo, sem erro, durante tantos anos? Quem lhes ensinou a guardar o esperma, e qual o milagre que os mantêm vivos? E assim, como milhões de espécies, trilhões de seres vivos, cada um com seu processo complexo e perfeito, se multiplicam pelos mais diferentes modos e meios, sem erros, apenas acertos. Tantas são as variantes de procriação, que nem mil livros seriam capazes de descrever todas. E, mistérios dos mistérios, tudo se perpetua de geração em geração! Donde vem isso, se são seres sem inteligência?
 
Um mistério que assombra a ciência, e neste caso derruba qualquer cientista que pretenda achar explicação dá-se com a borboleta monarca, que migra do México até o Canadá, e depois volta, em trajetos que podem estender-se a oito mil quilômetros, ida e volta na quarta geração. Eu gostaria que os que negam a evidência de um Projetista e Criador explicassem como é que estes pequenos insetos – só as asas são grandes – conseguem fazer esta proeza, e como isso se transmite geneticamente. Falo desta espécie, apenas para exemplificar com mais profundidade, como é que um bichinho com um cérebro tão diminuto consegue cumprir este ciclo, e gravar isso por milênios.
 
Vejam, elas nascem originalmente no México, aos milhões, em uma mesma floresta. Quando preparadas e prontas, elas começam sua longa trajetória rumo norte – por que primeiro para o norte? - voando solitárias pelos campos, todas seguindo sempre a mesma direção. Sua vida natural não chega a três meses, e desta forma elas não conseguem chegar ao Canadá, seu destino final. Assim, algum tempo depois elas se encontram – machos e fêmeas – nalguma floresta dos Estados Unidos, e ali procriam. Cumprido seu ciclo, ao invés de elas voltarem ao México, elas continuam todas no rumo Norte e vão encontrar-se alguns meses depois no Canadá, onde novamente procriam, e morrem as antigas.
 
Incrivelmente, estas terceiras crias começam agora a jornada Sul, de volta ao México, e vão procriar novamente nos Estados Unidos, para somente a quarta geração chegar ao destino inicial, a mesma floresta mexicana. Quem lhes ensinou este rumo? Quem lhes imprimiu este incrível senso de preservação? De que modo isso fica gravado nas células deste animalzinho, de modo que eles não erram. Claro que muitas morrem pelo caminho, outra são devoradas pelos animais, entretanto as remanescentes vão e voltam anualmente, cumprindo aquela perfeita ordem de vida. Mistério dos mistérios vejam que aquela pequena máquina faz todo este trajeto movida a apenas algumas gotas de néctar, e isso porque o Projetista já antes plantou no caminho delas, as flores que as alimentarão! Ó loucos, como achar que isso se fez sem projeto, sem uma vontade, um desejo de confundir os inteligentes e embasbacar os sábios?
 
Tudo isso tem raiz no orgulho humano, como está em Eclesiástico 10, 14 O início do orgulho num homem é renegar a Deus, 15 pois seu coração se afasta Daquele que o criou, porque o princípio de todo pecado é o orgulho; aquele que nele se compraz será coberto de maldições, e acabará sendo por elas derrubado. E realmente, todos os que loucamente criaram estas teses, que as defendem até o final da vida, percebem ao morrer que viveram em vão, que lutaram contra um Poder infinito, porque todas as respostas que suas mentes produziram, não passaram de divagações tolas. Que toda a sua vida não passou de uma tremenda mentira.
 
E a verdade é aquela que está em Eclesiástico 17, 1 Deus criou o homem da terra, formou-o segundo a sua própria imagem; 2 e o fez de novo voltar à terra. Revestiu-o de força segundo a sua natureza; 3 determinou-lhe uma época e um número de dias. Deu-lhe domínio sobre tudo o que está na terra. 4 Fê-lo temido por todos os seres vivos, fê-lo senhor dos animais e dos pássaros. 5 De sua própria substância, deu-lhe uma companheira semelhante a ele, com inteligência, língua, olhos, ouvidos, e juízo para pensar; cumulou-os de saber e inteligência. 6 Criou neles a ciência do espírito, encheu-lhes o coração de sabedoria, e mostrou-lhes o bem e o mal. 7 Pôs o seu olhar nos seus corações para mostrar-lhes a majestade de suas obras, 8 a fim de que celebrassem a santidade do seu nome, e o glorificassem por suas maravilhas, apregoando a magnificência de suas obras.
 
Ou seja: quem não percebe as maravilhas da Criação divina, nem atenta para a magnitude e perfeição de suas obras, demonstra um orgulho insano, porque precisa esbordoar a própria consciência, onde está profundamente impressa a certeza de que existe um Deus, e que Ele criou tudo, absolutamente tudo o que existe. Quem nega todas estas trilhões de evidências irrefutáveis, em seu orgulho desmedido, desce bem abaixo das bestas ruminantes, porque estas são mais sensíveis aos influxos da graça divina. Quem nega a existência e a obra do Criador afasta-se Dele, e cava entre a terra e o Céu um abismo intransponível. Só quem aceita a existência de Deus Criador, e a Ele se submete inteiramente, entrará no seu eterno repouso. Quem nega, NÃO!
 
Nos programas que tratam dos animais, aos quais tenho assistido, percebo que os produtores insistem na “transmissão dos genes”, mas isso não é tudo. Em primeiro lugar fica bem claro que o que eles transmitem é apenas o que já têm em si, jamais o que não está contido em sua essência: eles são escravos de sua gênese, não têm de si mesmo possibilidade de transmitir, aquilo que não têm. Em segundo, o fato de as fêmeas selecionarem os machos melhores, não significa que com isso estão evoluindo e sim apenas mantendo o fluxo perfeito do processo criador, que se perpetua assim, e que em cada nova criatura mostra uma nova obra do Criador. O macho mais frágil de forma alguma é imperfeito, o mais apto, nem por isso mutante. Genes não se aperfeiçoam, apenas se mantêm em ciclo de perfeição permanente.
 
Isso prova que não existe evolução, porque a própria ciência sabe, por exemplo, que o gambá, desde milhões de anos atrás nunca alterou nada em si mesmo, permanecendo o mesmo mal-cheiroso peludo que tanto vive no campo como nas cidades. Da mesma forma cada espécie de símio, sempre o foi e sempre o será, e jamais capaz de alterar sua “sina”, porque escravo feliz da perfeição continuada. Nenhuma criatura revolta-se contra seu ser, abomina suas limitações, ou é capaz de alterar suas características. Nem que se passem milhões de gerações. Se algo nela muda-se para que se adapte a uma nova realidade, isso é feito pelo Criador, que faz o que quer de tudo, porque tudo Lhe pertence. E nenhuma criatura será preservada, se Ele a declarou por extinta.
 
Penso, assim, que a maior ofensa que se pode fazer a Deus, é negar Suas obras sempre perfeitas. Rebaixa-lO ao nível de um mero acaso é já uma afronta. Retira-lO da própria criação, um desafio. Negar a Sabedoria Infinita o infinito de suas criações é elevar-se a si mesmo acima do Deus Altíssimo, e quem faz isso por orgulho extremo, ou ódio bestial, nega-se a si mesmo e anula em si qualquer vestígio de sabedoria. De fato, “o Altíssimo deu aos homens a ciência, para que pudessem honrá-lo por suas maravilhas”. (Eclesiástico 38, 6). Quem não obedece a este primado, por orgulho invencível ou por seguir sem discernimento – mesmo inconsciente – aos falsos mestres que criam estas pérfidas teorias, entenebrece também sua inteligência e coloca sua alma em risco de perda eterna. Este caminho, somente o tomam os loucos, e os teimosos aberrantes!
 
Quanto a você, que me entende, extasie-se diante da magnificência da Criação, louve ao Criador sem cessar, que tudo fez por infinito amor. E reze pelos maus cientistas, aqueles que ouvem a voz melíflua do inferno, que, entretanto esconde os gritos de quem vai ao fim da vida negando o inegável: Deus fez tudo, e está em tudo! Aarao.


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