A HISTÓRIA DO PAPA MÓVEL


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Fiat Campagnola
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No dia 13 de maio de 1981, João Paulo II saudava fiéis na Praça de São Pedro na parte de trás do Campagnola e foi alvo fácil para o turco Ali Agca, que disparou três tiros a poucos metros de distância.


1980 - Fiat Campagnola

O jipinho Fiat Campagnola do Vaticano é o Papamóvel com mais história. Fabricado em 1980, foi um dos últimos de sua espécie a ser produzido com motor a gasolina, de 2,0 litros e modestos 80cv.
Foi a bordo do jipe, na Praça de São Pedro, que o Papa João Paulo II sofreu um atentado. Era o início de uma longa linhagem de papamóveis blindados, onde o chefe da Igreja Católica ia cercado por quatro paredes de vidro à prova de balas.
Anos depois do atentado, o jipinho italiano voltou a ativa: foi adaptado para continuar servindo a João Paulo II, que estava com a saúde cada vez mais debilitada.


Othello Baldi, o mecânico-chefe do Vaticano, instalou um elevador que permitia pôr e tirar o trono papal facilmente na traseira do jipe, que voltou a conduzir o polonês nos últimos anos de seu papado.


Logo que se tornou Bento XVI, Joseph Ratzinger também usou bastante o Campagnola, que hoje é exibido no Padiglione delle Carrozze.


 

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