A dura verdade
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Artigo N.º 1893 - A dura verdade
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Postado em: 05/07/09 às 11:42:20 por: James
Categoria: Artigos
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15.06.2008 - Por Mark Mallett - USA

Por quê? Por que a Igreja Católica seria contra o amor?

Esta é a pergunta que muitas pessoas fazem, quando vêem a proibição da Igreja contra o casamento gay. Duas pessoas desejam se casar porque se amam. Por que não?

A Igreja tem respondido claramente, usando a razão da lei natural, as Sagradas Escrituras e a Tradição em dois breves documentos: Considerações a respeito do Reconhecimento Legal das Uniões entre Pessoas Homossexuais e Carta aos Bispos da Igreja Católica sobre a Pastoral das Pessoas Homossexuais.

A Igreja tem respondido com clareza e firmeza, assim como ela afirma que o adultério é moralmente errado, tanto quanto coabitar antes do casamento, roubar ou bisbilhotar.

MÃE E MESTRA

Nós podemos apenas compreender a missão da Igreja como "mãe e mestra", no contexto da missão cristã: Ele veio para nos salvar dos nossos pecados. Jesus veio para nos libertar da dependência e da escravidão que destroem a dignidade e o potencial de cada ser humano feito à imagem de Deus.

De fato, Jesus ama cada homem e mulher gay do planeta. Ele ama cada adúltero, fornicador, ladrão e bisbilhoteiro. Mas para toda pessoa, Ele proclama: "Arrependei-vos, pois o reino do céu está próximo" (Mat 4:17).

"Arrependei-vos" das ações erradas, para receberdes "o reino dos céus". Dois lados da Moeda da Verdade.

À adúltera, Jesus impediu que fosse apedrejada e eles deixaram suas pedras, saindo dali. Jesus disse: "Ninguém te condenou, nem Eu te condeno". Ou seja.

"Deus não enviou Seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por meio d´Ele." (Jo 3:17).

Jesus anuncia a era da misericórdia. Mas misericódia também busca libertar, também fala a verdade. Assim, Cristo disse a ela: "Vai e não peques mais".

"... todo aquele que não crê já está condenado".

Ele nos ama e, portanto, Ele deseja nos libertar e nos curar da ilusão e dos efeitos do pecado.

Assim, quando a Igreja proclama os limites da lei e das fronteiras para a atividade humana, ela não está restringindo nossa liberdade. Antes, ela está continuando a nos dar as grades de proteção e sinais que nos dirigem em segurança à verdadeira liberdade.

"A liberdade não é a habilidade para fazer tudo o que desejamos, o que queremos fazer. Antes, a liberdade é a habilidade para viver responsavelmente a verdade do nosso relacionamento com Deus e com o próximo " - papa João Paulo II - 1999.

É por causa do amor da Igreja para a pessoa que se esforça com sua orientação sexual que ela fala claramente sobre o perigo moral de seguir ações contrárias à lei moral natural. Ela chama a pessoa a entrar na vida de Cristo, que é "a verdade que nos liberta". Ela aponta o Caminho dado a nós pelo próprio Cristo, que é obediência aos desígnios de Deus - uma estrada estreita que conduz à beatitude da vida eterna. E como uma mãe, ela avisa que "o salário do pecado é a morte", mas não esquece de destacar com alegria a carta das Escrituras:

"... mas o dom de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor" (Rom 6:23)

A VERDADE NO AMOR

E assim, devemos ser claros, falando a verdade no amor: a Igreja não está apenas dizendo que a palavra "casamento" pode pertencer somente aos casais heterossexuais; ela está dizendo que a união de qualquer tipo, entre pessoas homossexuais, é  "objetivamente desordenada". Por esta razão,

"O reconhecimento legal das uniões homossexuais obscureceriam certos valores básicos da moral e causam uma desvalorização da instituição do matrimônio" - Considerações a respeito do Reconhecimento Legal das Uniões entre Pessoas Homossexuais; 6.

Não é um mandamento frio, mas um eco das palavras de Cristo: "Arrependei-vos, pois o reino dos céus está próximo". A Igreja reconhece o esforço, mas não dilui o remédio:

"...homens e mulheres com tendências homossexuais "devem ser aceitos com respeito, compaixão e sensibilidade". Todo sinal de discriminação injusta a este respeito deve ser evitado. "Eles são chamados, como outros cristãos, a viver a virtude da castidade. A inclinação homossexual é, portanto, "objetivamente desordenada" e as práticas homossexuais são "pecados graves contrários à castidade" - Ibid. 4.

Assim o adultério, a fornicação, o roubo, a bisbilhotice são pecados graves. E Cristo deseja nos libertar de tudo isso - seja a pessoa homossexual ou heterossexual.

Published in: DAILY JOURNAL, A DURA VERDADE - June 14th, 2008
(tradução de Marisa Bueloni ><>)


Fonte: Portal Anjo


www.paideamor.com.br



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