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Artigo N.º 532 - A ciência não explica Medjugorje
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Postado em: 01/10/08 às 23:36:17 por: James
Categoria: Artigos Medjugorje
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Não foram apenas médicos e psicólogos que estudaram os fenômenos de Medjugorje, senão também físicos nucleares. O primeiro a ingressar nesta área foi o professor Boguslav Lipinsky, de Boston, especialista em fenômenos bioelétricos, que se dedica ao estudo das radiações, dentro do princípio de Einstein sobre a unidade da energia: eletromagnética, nuclear, gravitacional, etc. Ao longo de suas pesquisas, constatou que o mesmo aparelho que registrava energias físicas reagia também a fenômenos espirituais ligados a determinados lugares e à oração.



Intrigado com a afirmação de um grande número de peregrinos, que voltavam de Medjugorje dizendo terem experimentado um bem-estar físico durante sua permanência ali, coisa que não experimentavam noutros lugares de aparições (Lourdes, Fátima...), ele se dirigiu para lá, a fim de investigar o mistério. Levou consigo um eletroscópio modelo BT 4000 Biotec Canadá, originalmente destinado a medir radiações ionizantes (energia nuclear), mas que posteriormente passava a usar no registro de energia espiritual.

A unidade de medida do aparelho é de m R/Hr (milirads por hora). As medições de Lipinsky foram efetuadas de 15 a 19 de março de 1985, em diversos dias, lugares e horas. Na igreja paroquial, às 11 horas do dia 19, constatou a existência de 20 milirads, cifra que subiu para 1.000 às 17:15m., a 10.000 às 18hs., 20.000 às 19:00 hs. E para 100.000 na salinha anexa à sacristia, na hora da aparição e da oração do dia 15 de março.

Essa taxa assombrosa de energia levou Lipinsky a concluir que não se podia tratar de energia radioativa, pois a dose máxima tolerável pelo ser humano é de 0,1 rad por dia, enquanto naquela hora, o povo presente na igreja estava submetido a 100 rads por hora, o que seria mortal para todos. Só podia tratar-se, portanto, de energia espiritual. Outra conclusão a que chegou Lipinsky é que essa energia não estava associada com o número de pessoas em oração, mas antes com a intensidade e qualidade da oração, pois medições feitas nas igrejas dos Estados Unidos tinham acusado de 20 a 70 milirads, enquanto nos estádios, durante partidas de futebol, não ultrapassavam os 20. Viu, outrossim, uma ligação possível entre aquela energia e o jejum, já que este pico era atingido justamente numa sexta-feira.

Lipinsky também encontrou índices impressionantes de ionização atmosférica na proximidade dos videntes, durante as aparições, o que inicialmente o fez pensar em substâncias radioativas, escondidas para causar dano aos jovens. Segundo ele, era justamente aquela imensa energia presente no ar que causava o processo ionizante.

Ao tomar conhecimento destes resultados, padre Laurentin telefonou repetidas vezes a Lipinsky, levando uma séria de dúvidas e pedindo-lhe para repetir as medições. Lipinsky voltou em agosto. Mas, na alfândega, seus instrumentos foram confiscados.



O mistério da ionização



As constatações de Lipinsky, porém, pecaram a curiosidade de alguns cientistas italianos, que resolveram aprofundar a pesquisa sob outro ângulo: o estudo da ionização48 do ar de Medjugorje, o que poderia explicar aquele misteriosos bem-estar que os peregrinos dizem sentir ali. E também o silêncio dos passarinhos nas árvores ao redor da igreja, na hora da aparição. “O súbito bem-estar que se cria na atmosfera, por causa da alta concentração de íons negativos – opina o professor Emanuele Mor, da cátedra de Química Aplicada e Eletroquímica, da Universidade de Gênova – poderia ser a causa que leva a permanecerem num silêncio extático essas pequenas criaturas, como no alto da montanha os gamos ao primeiro sol primaveril”.

Sabemos que, em condições naturais, três são as fontes mais eficientes de ionização: a radioatividade do ar, a radioatividade do solo e a radiação cósmica, sem descartar as causas circunstanciais, que agem por tempos limitados e são características de certas horas do dia, como os raios ultravioleta, os ventos e as descargas elétricas dos temporais.

Os íons podem ser positivos ou negativos. Em base a numerosos estudos efetuados por eminentes, sabe-se que os íons negativos são fatores de bem-estar e de saúde dos animais e das plantas. Ao contrário, os íons positivos criam condições climáticas não biologicamente ótimas.

Ótimas são aquelas condições em que se encontram um equilíbrio entre íons negativos e positivos, embora estes últimos sejam sempre em número maior. Na natureza, em locais abertos, os íons chegam ao máximo de 500 e 700 por milímetro cúbico. Em ambientes confinados, essa concentração cai para o máximo de 150 e 250.

Com o escopo de repetir as medições de Lipinsky, agora com aparelhos mais sofisticados, seguiu para Medjugorje, em junho de 1986, uma comissão de seis eminentes físicos de nível internacional, dentre os quais o professor Paolo Ameglio, titular da cátedra de Teoria e Técnica dos Reatores Nucleares, da Universidade de Gênova, que trabalhava durante dezoito anos no Argonne National Laboratory, de Illinois (EUA). Levaram consigo um “Íon-Meter”, mod. 2001, e um “Íon-detector”, ambos de fabricação suíça.

O primeiro ambiente a ser medido foi a salinha de 4,50 x 5,00m., onde então se davam as aparições, e onde mais ou menos 40% do espaço total era ocupado pela mobília e outros objetos. O pavimento apresentava-se coberto por um tapete, e a janelinha, velada por uma densa cortina. O ambiente, como se vê, era o pior possível para permitir, em condições naturais, concentrações elevadas de íons. Além de exíguo, encontrava-se atravancado de objetos, condições que deveriam agravar ainda mais a situação, quando nela entrassem umas vinte e cinco pessoas. Logicamente, a ionização do ar, já de per si baixa, por causa do ambiente confinado, deveria decair a valores ínfimos e quase inapreciáveis, pois em contato com qualquer massa neutra, as partículas eletricamente carregadas se neutralizam.

As medições foram efetuadas uma hora antes da aparição, durante a aparição e meia hora depois. Também se fizeram medições noutros locais: na casa paroquial e ao redor da igreja.

Para surpresa de todos, naquele ambiente acanhado e fechado, registrou-se um alto nível de concentração iônica, praticamente constante, fato que não encontra explicação científica, a menos que se admita uma causa natural ou artificial de ionização, que não foi identificada. Com efeito, detectou-se ali uma concentração superior a 1.000 íons positivos e em torno de 700 negativos por milímetro cúbico, quando sabemos que na natureza, em lugares abertos, considerados ótimos, a concentração de íons positivos e negativos fica em torno de 700 e 500 por milímetro cúbico. Num ambiente estréio e abarrotado de objetos, o máximo admissível seria de 250 a 150.

De mais a mais, esta concentração não poderia permanecer praticamente inalterada durante minutos, pois o “Íon - Meter” é ele próprio um devorador de íons, porque, ao funcionar,neutraliza um litro de ar por segundo, o que faz com que a concentração iônica de um ambiente comece a decair rapidamente.

Como se explicaria então aquela concentração iônica altíssima e a sua permanência num ambiente confinado, com um “Íon - Meter” em funcionamento?

Eis a grande pergunta, que permanece irrespondida.



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48 Ionização é a formação de íons, pela dissociação de moléculas, ou pela adição e retirada de elétrons de átomos ou de grupos de átomos. Íon, portanto, é uma partícula carregada de eletricidade e constituída por um átomo ou grupo de átomos que ganharam ou perderam um ou vários elétrons. Sabe-se que todos os processos naturais ou artificiais, capazes de liberar energia suficiente para dissociar um átomo ou molécula , provocam a formação de um par de íons de polaridade oposta. Em particular o elétron separado do átomo que, privado do próprio dipolo elétrico, se tornou um íon positivo, inserindo-se num átomo ou molécula adjacente, transforma esta última em íon negativo.



Retirado do livro Medjugorje Urgente - Olivo Cesca - 16a edição


www.medjugorjebrasil.com



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