Origem do Espiritismo
 
 
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Postado em: 20/11/07 às 10:10:02 por: James
Categoria: Artigos
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O texto que estaremos descrevendo se encontra no livro: "As forças físicas da mente" do Padre Quevedo, e nos narra como surgiu o espíritismo moderno. A maioria dos espíritas discordam quando começamos a explicar a fraude, dando crédito somente ao texto que se refere ao nascimento do espíritismo. Tire suas próprios conclusões.


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A 2 de dezembro de 1847, o pasto metodista John D. Fox, com sua esposa e duas filhas pequenas, mudava-se para um casinha conhecida sob o nome de "Dydesville" no bairro de Arcádia, do condado de Wayne, no estado de Nova York. Poucos dias depois a mãe, chamada Margaret começou a ouvir barulhos que ela considerou um tanto estranhos, apesar de procederem do quardo das meninas e precisamente quando elas deviam ainda estar acordadas. Foram as menunas exercitando-se durante bastante tempo na produção dos "barulhos estranhos", de modo que esses tuídos, inicialmente leves, eram tres meses mais tarde, em fevereiro de 1848, perfeitas pancadas secas, identicas aos hoje tão conhecidos raps.

A 31 de março daquele mesmo ano, 1848, realizava-se a "primeira seção de espíritismo". Das meninas, Margaret tinha naquela época oito anos e meio; e Cathy sete anos de idade.

Naquela noite, diante da mãe, a menor das irmãs, Cathy, disse a Margaret: "Pé rachado, faça como eu", e batendo com os dedos da mão ou dando palmadas, dizia: "Conta: um, dois, três.". Imediatamente soaram, sem que a mãe pudesse precisar onde, uma, duas, três pancadas. As meninas estavam deitadas na cama de madeira...

A mãe, assustada, apesar de plena tranquilidade e dos risos das meninas, quis experimentar e perguntou aos ruidos que lhe dessem a idade de suas filhinhas menores: ouviram-se logo oito raps, após uma pequena pausa, soaram outros sete raps, e se acrescentaram ainda outros tres que correspondiam aos anos de uma irmãzinha que falecera.

A mãe ficou completamente desconcertada e, sendo supersticiosa, logo perguntou: "É algum ser vivente que responde tão concretamente as minhas perguntas? Em caso afirmativo, de duas pancadas". Não ouve resposta.

Perguntou então, e é este o momento exato do nascimento do espíritismo: "Será uma alma?" Imediatamente se ouviram duas pancadas secas, claras.

- "É uma alma do inferno?" Duas pancadas.

Com o mesmo sistema, obtida autorização da alma penada para que viessem os vizinhos, continuou a sessão espírita inaugural.


As irmãs Fox estabeleceram na sua casa de Hydesville o primeiro contato codificado com um "espírito", que respondia a suas perguntas por meio de uma série de golpes. Vemos neste texto o fenômeno Telergico Tiptologia.

Estas batidas, ou raps são classificados na parapsicologia de Fenômenos Extra-Normais e são chamados de Tiptologia.

Muitos anos mais tarde, as mesmas irmãs Fox explicaram tudo: Catarina e Margarida tinham uma irmã mais velha, de 31 anos, casada, chamada Leah, ou senhora Fisch, sobrenome do marido. A filha mais velha da senhora Fisch contava então com 15 anos e chamava-se Isabel; acompanhava a família Fox desde que esta se mudara para Hydesville.

As três meninas dormiam no mesmo quarto. As Fox, para assustar Isabel, tiveram a idéia de amarrar umas maças com um fio muito fino e invisivel, na penumbra que ficava o quarto durante a noirte. Com o fio, faziam rolar as maças pelo assoalho. Isabel se assustava, mas logo suspeitou das pequenas Fox, que muito riam com seus sustos. No afã de aparentar que elas não tinham participação nos barulhos, começaram a estalar os dedos das mãos, mandando as maças repetir o mesmo numero de ruídos.

Posteriormente, veio a Catarina a idéia de substituir os barulhos das mação com estalos dos dedos dos pés, sobre o espaldar da cama de madeira que lhes servia caixa de ressonância.

Com o tempo, foram ficando ambas as irmãs Fox verdadeiras especialistas em provocar raps com este sistema. Isabel terminou descobrindo o truque infantil, mas até ali, o que começara como brincadeira de criança, já contagiara a mãe e os vizinhos. Descobrir o engano, começava a ficar pouco recomendável para as cabecinhas infantis, por medo das represálias da mãe e dos vizinhos crédulos e ingênuos.

De volta a casa paterna, Isabel contou a mãe Leah Fisch o que se passara. Leah, fazendo jus ao seu sobrenome (Fox=raposa) decidiu explorar, inclusive com ameaças, a habilidade de Cathy e Margaret e a fama que iam adquirindo. Organizou numerosas sessões de espiritismo, primeiro em Hydesville e depois, transladando-se com as duas pequenas para sua própria casa, em Rochester, no mesmo estado de Nova York.


Casa de Hydesville onde as irmãs Fox estabeleceram o primeiro contato codificado com um "espírito"

Fox se Retrata

As exibições púbicas, durante quarenta anos, foram tomando cada vez mais desenvolvimento e publicidade, enquanto se acrescentavam aos raps todos os tipos de fenômenos oarapsicológicos.

Em 1988, porém, as imãs Fox, então já ambas viúvas, cansadas e cheias de remorso, fizeram plenas retratações públicas. Margareth preparou a retratação com uma entrevista a um grande jornal de Nova York.
(O jornal chama-se "New York Herald", 24 de setembro de 1888. Na excelente obra do dr. Boaventura Kloppenburg, O.F.M.: "O Espiritismo no Brasil", Petrópolis, Vozes, 1960, págs. 426-446 encontram-se fotocópias das páginas dos jornais que publicaram estas e as seguintes retratações e notícias; fotocópias que Frei Boaventura foi procurar nos Estados Unidos)

Disse no curso da entrevista: "Quer saber quais sãos os pontos da minha próxima exposição? Primeiramente os raps".

"O repórter, então, propôs-lhe certas hipóteses sobre o fato, as quais ela respondeu: "Sim, sim, atinou com a coisa. E como diz: a maneira como as juntas dos pés são empregadas, sem levantá-los do chão. A capacidade de fazer isso só pode ser adquirida pela prática iniciada quando se é ainda bem jovem... Quando eramos crianças, há muitos anos, nós o descobrimos brincando e minha irmã mais velha foi a primeira a dar a esta descoberta emprego tão infame..."

Um mês mais tarde, no mesmo jornal de Nova York, publica-se a respeito de outra das imãs Fox, Cathy: "Cathy Fox-Jencken chegou ontem a inglaterra a bordodo "Persian Monarc". Pretende cooperar com a irmã... na exposição que propõe fazer dos métodos fraudulentos do chamado espiritismo"

Após as entrevistas aos jornais, veio a retratação e demonstração públicas, ao vivo, no grande palco da Academia de Música de Nova York, na noite de 21 de outubro de 1888.

O texto da retratação conserva-se publicado no livro de Davenport, recebida como já dissemos, das próprias irmãs Fox, que aliàs, autorizaram de próprio punho e letra a publicação de todo o caso.

"... A impostura que por tanto tempo mantive, começou na minha tenra meninice..."

"Quando atingi a maturidade, arrependi-me. Tenho vivido anos através do siêncio, timidez, desprezo e amarga adversidade, ocultando, como melhor pude, a consciência da meinha culpa. Agora, graças a Deus e a minha consciência despertada, estou enfim, apta, para revelar a verdade fatal, a verdade exata dessa hedionda fraude..."

A respeito da demonstracão de como faziam os raps, comentava, no dia seguinte, um grande matutino novaiorquino:

Foi colocado diante dela um banco de madeira ou mesinha de pés curtos, e com propriedades de uma caixa de ressonância. Tirando o sapato, a senhora Fox-Kane colocou sobre a mesa o pé direito. Toda a platéia prendeu a respiração, sendo recompensada por um série de secos e fortes raps, aqueles misteriosos sons, que por mais de quarenta anos assustaram e atordoaram milhares de pessoas neste país e na Europa. Uma comissão composta de três medicos, escolhidos dentre a platéia, subiu ao palco e após lhe terem examinado o pé, enquanto batia os raps, concordou sem hesitação que o ruído era produzido pela ação da primeira articulação do dedo grande do pé.

Mas as Fox faziam as fraudes não só com o dedo do pé. Já muitos anos antes da retratação, em fevereiro de 1851, uma comissão de médicos de búfalo comprovava que as irmãs Fox produziam os raps também com as articulações dos joelhos e dos tornozelos.

Inclusive um senhora por nome Culver, chegou também a imitar perfeitamente os raps com as articulações da parte superior das suas pernas. Tanto ela, como com as Fox, muitas vezes tinha-se a impressão de o rap provir de certa distância.





extraido do site www.sobrenatural.org





Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 20/11/07 às 10:10:02 h.


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