Rezai até que a vossa oração se torne vida!
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Artigo N.º 3372 - Rezai até que a vossa oração se torne vida!
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Postado em: 16/10/09 às 20:40:09 por: James
Categoria: Artigos
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Por PE. EUGENIO MARIA FMDJ

“Queridos filhos, Também hoje vos convido: rezai, rezai e rezai até que a vossa oração se torne vida.  Filhinhos, neste tempo, eu rezo de modo particular, diante de Deus, para que Ele vos dê o dom da fé. Somente na fé descobrireis a alegria do dom da vida, que Deus vos doou. O vosso coração estará feliz, pensando na eternidade. Eu estou convosco e vos amo com um amor terno. nObrigada por terdes respondido ao meu chamado!”

 
    "Também hoje vos convido: rezai até que a vossa oração se torne vida!" O que dá vida ao homem?  É a respiração; se nós não respiramos,  morremos. Faça o teste, tente não respirar, podem passar dois ou três minutos, se você não respirar, morrerá sufocado.
 
 Nossa Senhora diz que a oração é  semelhante à respiração. Desta forma, a nossa vida deve se tornar oração. Muitas vezes, ao rezarmos dizemos palavras, mas proferir palavras não é rezar.  Palavras são palavras, e estas  muitas vezes são fúteis.  Quantas vezes dizemos a Deus coisas supérfluas? Maria sabe que a nossa oração é fraca, e nos convida à oração, pedindo três vezes: “Rezai, rezai e rezai até que a vossa oração se torne vida!”
 
 É preciso estarmos unidos a Deus, sempre em oração. Devemos aprender a rezar, e este é um apelo incessante de Nossa Senhora. Parece que os católicos são duros e não reconhecem que a oração é o fundamental na vida; é ela que dá sentido a tudo.
 
 Por que existem tantas pessoas deprimidas? Porque ainda não sabem rezar, porque não encontraram o  verdadeiro sentido da vida. Há pessoas com oitenta ou noventa anos de idade que não sabem rezar, aprenderam a fazer mil pecados, mas não a rezar. Tais pessoas ao morrer, se apresentarão a Deus como uma criança recém-nascida que não sabe nada de Deus.
 
  A oração deve ser vida, e essa vida deve se revelar. Por que uma mãe veste sua filha como uma prostituta, com a barriga de fora?  Uma menina de cinco anos  não sabe  por que está vestida desta forma. Por que isto? Porque esta mãe não é uma pessoa honesta, porque ela não é capaz de dar uma educação adequada. A  maioria das mães católicas são assim porque não rezam. Estas mães são pagãs e vestem  suas filhas como tal porque  elas próprias são pagãs. Mães que não sabem educar, embora freqüentem a Igreja, não são cristãs  nem católicas. Se a mãe  não sabe se comportar, a vida desta mãe e a do pai - que permitem tal comportamento - não é uma oração. 
 
 Devemos aprender a rezar para que a nossa vida seja oração, e ela só será oração na medida em que agimos, nos vestimos e vivemos como cristãos.  A oração é algo concreto, e a  verdade é que nós perdemos o respeito pelas coisas sagradas.
 
 Algumas pessoas dizem: “Eu tenho calor e vou à Igreja de bermuda!”  Com este pretexto muitos vão à Igreja de qualquer jeito, porque não têm noção do sagrado. Na verdade, se pensar em ir à Igreja de qualquer jeito, é melhor não ir. Você pode causar escândalo, e o primeiro a se escandalizar será Deus, que se perguntará: “O que ele fez com todas as graças que lhe dei? O segredo é a oração. Lamentavelmente, a maioria dos fiéis, até os padres, não sabem rezar e não têm devoção à Eucaristia, não sabem nem o que estão fazendo. Conseqüentemente, o homem vive no paganismo, e Maria nos diz: “Rezai, rezai e rezai para que não seja tarde demais!”
 
        Nossa Senhora  diz algo que parece gravíssimo, “neste tempo, rezai diante de Deus para que Ele vos dê o dom da fé!”  Maria está dizendo que, após 2000 mil anos, os cristãos ainda não têm fé. Ela está dizendo para pedirmos fé -  a fé que nos ajuda a agir de forma diferente do mundo - porque nós  habitamos no mundo, mas não somos do mundo. Vivemos no mundo, mas não pertencemos a ele, e se não temos fé, nos comportaremos como as  demais pessoas. Este é o espetáculo que os católicos estão dando por aí,  comportando-se como pessoas mundanas, que não têm respeito pela dignidade humana. Como se pode respeitar o homem se não há respeito para com Deus?
 
 Se o homem não tem fé e respeito para com Deus, não terá respeito para com o outro homem, e para com a sua dignidade. Se não se tem respeito para com Deus, tudo acaba. Não tendo fé em Deus, o homem trata mal os outros, rouba e só  goza a vida. Mais tarde não adianta  pedir para o padre celebrar a  Missa de sétimo dia, pois se alguém morre em pecado mortal, irá para o inferno e de lá não sairá mais.  É oportuno lembrarmos a parábola do pobre Lázaro e do rico Erpulão que diz: “Você  gozou na vida agora, meu filho, você fica no inferno, e entre nós e vocês há um abismo tão profundo que não nos permite visitá-los, e que não permite que vocês venham até aqui”.
 
 Peçamos o dom da fé para que sejamos homens e  mulheres de fé,  assim nossa vida não será em vão.  Nossa Senhora nos diz: "Somente na fé, podereis descobrir a alegria do dom da vida que Deus vos deu".  É interessante, pois, no momento em que o governo Lula está tentando colocar o aborto no Brasil, até o nono mês de gravidez, Nossa Senhora se refere aos brasileiros dizendo: “Somente na fé podereis descobrir a alegria do dom da vida”.
A vida é um dom, mas  os homens inventaram a pílula abortiva, os anticoncepcionais, e tudo é para a morte, não para a vida. Nós justificamos o uso dos anticoncepcionais com  a pergunta, “mas se eu tiver mais filhos, como faço?”  Procure viver na fé.
 
 Quando um casal tem mais que dois filhos, as pessoas que estão na Igreja começam a perguntar: “Mas como isso? Você está maluco? Você já está no terceiro filho, mas como? Não podem!”  Muitas vezes os que dizem isto comungam, e ao fazerem cometem pecado. Estas pessoas estão incentivando os outros  a abortar, a usar a pílula e a camisinha, e embora não digam, dão a entender que eles estão agindo desta forma.  Se fosse assim,  minha avó paterna deveria se dar um tiro, pois teve 19 filhos, e todos se criaram, e a todos Deus ajudou. O problema não é o número de filhos; é a falta de fé, é o querer, o possuir, o ter. Logo, se dá aos filhos o que eles não deveriam ter. Os pais dão tantas coisas supérfluas, e depois  vêem o resultado. Como exemplo temos aquele caso dos filhos de ricos, que botaram fogo em um  mendigo, que dormia no banco de uma praça. Os garotos que mataram estão livres porque os pais pagaram, e o deus-dinheiro os libertou. Porém, Jesus é claro, e diz que devemos escolher entre o dinheiro e  Deus, infelizmente, parece que os brasileiros escolheram o dinheiro e não a Deus. É por isso que este país está indo para trás, nunca o Brasil viveu uma crise tão grande como hoje. No cenário nacional, vemos corrupção no governo, as drogas, a imoralidade, e todo o resto do mundo fala mal do Brasil.
 
 O dom da vida! Nossa Senhora nos chama atenção para descobrirmos o dom que Deus nos deu. Nós temos que respeitar a vida desde o momento da fecundação, no seio da mãe, até a velhice e morte natural.
 
 Há pessoas que dizem: “coitada, ela está passando por uma situação difícil” ou “a coitada está doente e deve abortar!” Mas Deus lhe diz: “TU NÃO MATARÁS!” e você deve obedecer a palavra de Deus, e não a do primeiro idiota que quer fazer uma lei contrária à lei de Deus. Entre Lula - ou  qualquer governante - e Deus, você deve escolher Deus, ainda que seja preciso sacrificar a própria vida.  Não podemos acreditar em  qualquer político que quer algo contra Deus! Você deve fazer uma escolha clara, honesta.
 
 Devemos começar a rever a nossa religiosidade, e se nós fizermos a escolha  por Deus, o nosso coração estará feliz, pensando na eternidade. Vou contar um fato que ilustra esta idéia: ontem fui dar a unção dos enfermos a uma velha paroquiana que estava morrendo, mas ela estava feliz.  Estava morrendo e iria  encontrar-se com Deus, e me dizia: “Ah! Padre Eugenio, como estou feliz! Toda a minha vida fiquei à espera do encontro com o Deus que sempre amei, e como estou feliz porque daqui a pouco me encontrarei com Ele!”  Esta é uma mulher que ama a eternidade, porque ficou à espera do Senhor.
 
 A vida do cristão é diferente da vida de um espírita que acredita na reencarnação. Os espíritas crêem que poderão reencarnar até em um bicho. Mas, nós católicos, temos uma certeza, “O Filho do Homem voltará!”, e o dia em que deixarmos este mundo, Jesus voltará para mim, mas se tenho medo deste encontro, é porque não tenho o dom da fé!
 
 Muitas pessoas pedem oração de cura, só querem ser curados, mas nunca oferecem uma dor, um sacrifício a Deus, e menos ainda, querem se encontrar com Ele. Eu me lembro quando a minha mãe morreu, eu tinha entre 18 e 19 anos, e ela me disse: “Eu ofereço a minha vida pela Igreja, a família, e meus filhos!”  Ela sabia que estava morrendo e ofereceu o último dom, ofereceu a sua vida e me pediu para escrever em sua tumba uma frase em latim: “De Imaginibus et fantasmatibus ad veritatem et lucem” que significa: “Passei das imagens e fantasias deste mundo à verdade e à luz”.  Ela era uma mulher que olhava este mundo com a esperança na eternidade, não tinha medo deixar dois filhos jovens, porque tinha a convicção que Deus iria ajudá-los.
 
        Nós nos achamos necessários, mas quem diz que você é necessário? É você quem se diz necessário! Infelizmente, a nossa vida é mais pagã que cristã. Porém,  Maria nos chama atenção sobre a nossa verdadeira vida e nos diz: “Eu estou convosco e vos amo com um amor de ternura” e esta ternura podemos ver em uma mãe que abraça seu filho, e Maria vê e escolhe cada um de nós como Seu Filho, e tem ternura para conosco.
 
 Peçamos a Maria que interceda a Jesus, para que nos tornemos santos! Nós muitas vezes dizemos: “Eu não sou santo!” Mas deveríamos ser, pois a vida do cristão é tornar-se igual à do Pai do Céu.   Neste mês, irmãos, procuremos fazer uma escolha de fé, procuremos dedicar-nos a Deus,  tomando atitudes de  fé, desligando a televisão, o rádio e começando a rezar. Rezemos a oração do coração, pedindo que Maria nos ajude neste encontro com o Seu Filho, pois só assim nossa vida terá sentido. Não existe outra vida, e nós estamos sendo chamados a fazer uma escolha: a vida eterna no Céu com Deus, a felicidade; ou a vida eterna no inferno com o demônio, a infelicidade.  A escolha é nossa, sobretudo nós que nascemos em Medjugorje, e somos chamados pela Rainha da Paz, como também as pessoas que participam desta espiritualidade - que a Igreja reconheceu, ao nos declarar um Priorado Sui Iuris.
 
 Peçamos a Ela, Nossa Senhora, que nos chamou, que nos dê o dom da oração do coração. Que Ela nos ajude a  encontrar sempre mais com Seu Filho, através do dom do Espírito Santo, que o Pai nos dá, quando nós O invocamos. Amém!

 


PE. EUGENIO MARIA FMDJ
WWW.MOSTEIROREGINAPACIS.ORG.BR



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