LISTAR ARTIGOS DESTA CATEGORIA
LISTAR MENUS

Destaque



Artigo visto 3151 vezes



Visto: 3151 - Impresso: 256 - Enviado: 25 - Salvo em Word: 345
Postado em: 18/06/14 às 07:26:13 por: James
Categoria: Destaque
Link: http://www.espacojames.com.br/?cat=41&id=12399
Marcado como: Artigo Simples
Ver todos os artigos desta Categoria: Destaque

Quem batizou as notas musicais foi o monge beneditino italiano Guido d’Arezzo. Ainda no século 11, ele nomeou a escala ao se inspirar num hino a São João Batista, composto por outro monge, Paolo Diacono, três séculos antes. Veja os versos abaixo:

Ut queant laxis…

Resonare fibris…

Mira gestorum…

Famuli tuorum…

Solve polluti…

Labii reatum…

Sancte Iohannes.

 

 

 

Para entender a lógica, basta pular o primeiro verso e depois pegar a primeira sílaba de cada frase para reconhecer as notas – (Ut), Re, Mi, Fa, Sol, La… O “Si” ele adaptou, juntando as primeiras duas letras de “Sancte Iohannes” (São João). Cinco séculos depois, incomodado com o som da primeira sílaba, o músico Giovanni Maria Bononcini incrementou uma mudança: trocou o “Ut”pelo “Do”, de Dominus (Senhor). E, com essa benção celestial, sacramentou a nomenclatura das notas musicais.

NOTA: Desde a Antiguidade, o padrão era usar letras para representar as notas (a única exceção, aliás, é o nosso sistema latino, que usa sílabas). Em países anglófonos, as notas são representadas por letras: C, D, E, F, G, A e B, respectivamente. Essa é uma das designações mais antigas, que nós usamos também em cifras. Mas o alfabeto grego arcaico, por exemplo, também já foi usado.

 

 

 

Fontes: Curso Completo de Teoria Musical e Solfejo, de Belmira Cardoso e Mário Mascarenhas; Enciclopédia Britânica; Enciclopédia Barsa. Via revista Superinteressante.

 
Total Visitas Únicas: 6.485.868
Visitas Únicas Hoje: 689
Usuários Online: 239