Ecopanteísmo
 
 
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(Comentários ao final do texto de Sua Santidade)

Bento XVI adverte contra o novo “ecopanteísmo”
ECOPANTEÍSMO

Postado por In Praelio on quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Marcadores: Ecologismo, Nova Ordem Mundial, Papa O homem é superior à natureza, afirma o Papa

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 15 de dezembro de 2009 (ZENIT.org).- O respeito à natureza está estreitamente relacionado ao respeito à pessoa humana, pois “o livro da natureza é único”.

Portanto, o respeito pelo meio ambiente não pode estar contra o respeito à pessoa humana, à sua vida e à sua dignidade. Ao contrário, o homem é superior ao resto da criação e por isso tem o dever de cuidar dela e protegê-la.

Assim afirma o Papa Bento XVI em sua mensagem por ocasião do próximo Dia Mundial da Paz, que será celebrado em 1º de janeiro de 2010, e que dedicou este ano à questão do respeito ao meio ambiente, necessário para promover a paz do mundo.

Na mensagem, o Papa adverte contra as atuais tendências filosóficas que levam a considerar o ser humano como um perigo para o meio ambiente e que inclusive propugnam o controle da população como uma medida de proteção da natureza.
Bento XVI explica que “uma visão correta da relação do homem com o ambiente impede de absolutizar a natureza ou de a considerar mais importante do que a pessoa”.

“Se o magistério da Igreja exprime perplexidades acerca de uma concepção do ambiente inspirada no ecocentrismo e no biocentrismo, fá-lo porque tal concepção elimina a diferença ontológica e axiológica entre a pessoa humana e os outros seres vivos.”

Deste modo, adverte o Papa, “chega-se realmente a eliminar a identidade e a função superior do homem, favorecendo uma visão igualitarista da ‘dignidade’ de todos os seres vivos”.

Este “igualistarismo” falso faz parte, explica, de um “novo panteísmo com acentos neopagãos que fazem derivar apenas da natureza, entendida em sentido puramente naturalista, a salvação para o homem”.

“Ao contrário, a Igreja convida a colocar a questão de modo equilibrado, no respeito da ‘gramática’ que o Criador inscreveu na sua obra, confiando ao homem o papel de guardião e administrador responsável da criação, papel de que certamente não deve abusar, mas também não pode abdicar”, esclarece.

O Papa explica que “há uma espécie de reciprocidade: quando cuidamos da criação, constatamos que Deus, através da criação, cuida de nós”.

“Com efeito, a posição contrária, que considera a técnica e o poder humano como absolutos, acaba por ser um grave atentado não só à natureza, mas também à própria dignidade humana”, acrescenta.

Ecologia humana

Neste sentido, o Papa sublinhou que uma verdadeira proteção da natureza está intimamente relacionada com o respeito à dignidade da pessoa, o que se chama de “ecologia humana”.

“Os deveres para com o ambiente derivam dos deveres para com a pessoa considerada em si mesma e no seu relacionamento com os outros”, afirma o pontífice.

Neste sentido, sublinha a importância de uma educação na responsabilidade ecológica que “salvaguarde uma autêntica ecologia humana”.

É necessário afirmar, “com renovada convicção, a inviolabilidade da vida humana em todas as suas fases e condições, a dignidade da pessoa e a missão insubstituível da família, onde se educa para o amor ao próximo e o respeito da natureza”.

“É preciso preservar o patrimônio humano da sociedade. Este patrimônio de valores tem a sua origem e está inscrito na lei moral natural, que é fundamento do respeito da pessoa humana e da criação”, acrescenta o Papa.

“Não se pode pedir aos jovens que respeitem o ambiente, se não são ajudados, em família e na sociedade, a respeitar-se a si mesmos: o livro da natureza é único, tanto sobre a vertente do ambiente como sobre a da ética pessoal, familiar e social.”

Bento XVI sublinha que a Igreja “tem a sua parte de responsabilidade pela criação e sente que a deve exercer também em âmbito público, para defender a terra, a água e o ar, dádivas feitas por Deus Criador a todos, e antes de tudo para proteger o homem contra o perigo da destruição de si mesmo”.

“Com efeito, a degradação da natureza está intimamente ligada à cultura que molda a convivência humana, pelo que, quando a ‘ecologia humana’ é respeitada dentro da sociedade, beneficia também a ecologia ambiental.”
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OBS> Esta palavra "ecopanteísmo" realmente é nova e serve para explicar um dos fenômenos mais desgraçados do nosso tempo final. Seria em síntese a adoração das forças da natureza, ou da própria natureza em si, nela inclusos os animais, que passam a ser idolatrados, em detrimento dos próprios seres humanos. Como disse um guarda do Ibama a um agricultor daqui de nossa terra "uma paca vale mais do que um ser humano, porque é um animal em extinção".
 
Claro que duma resposta bestial destas, se poderá perguntar: "qual dos dois, a paca ou o guarda, é mais animal e mais irracional". Mas isso explica a profecia do Padre Emmanuel que por volta de 1880 deixou avisado que o anticristo seria um ecologista, e isso quando nem se falava sobre isso. Falo deste ecologismo xiita, furioso, exacerbado, cego e louco que hoje impregna a humanidade, e mais do que um câncer a contamina.
 
Ou seja: o Padre Emmanuel quis dizer que quando os homens trocassem o amor humano, devido somente aos filhos, pelo amor aos animais, e não só amor mas verdadeira idolatria, poderíamos ter certeza de que o anticristo já estaria no comando do mundo. E ele está! Seu tempo bíblico já conta, desde meados deste ano de 2009. São três anos e meio, o último deles de forma visível. 
 
O fato é que, de repente, movidos por uma fúria insana, milhares de pessoas se levantam em todo mundo, preocupadas com a natureza, mal sabendo que a atitude humana, o poder humano, jamais conseguirá produzir sequer uma leve brisa, quanto mais o domínio do regime das chuvas, o equilíbrio dos ventos, a força dos furacões, o efeito destruidor das tempestades e a furia dos vulcões. O homem jamais conseguirá deter as secas, reger as marés, dominar as correntes marítimas, ou sustar o derretimento das neves e geleiras.
 
Da mesma forma, jamais o homem conseguirá promover, de sua força, o equilíbrio das espécies animais, porque o ecossistema é tão astronomicamente complexo, que míseros mortais como nós sequer conseguimos respirar sozinhos. A única coisa que o homem pode fazer - e deve fazer - para acabar com todos estes desequilíbrios, é deter o avanço do pecado, especialmente o da ganância sem freios, sem limites, sem controle, sem pudores e sem qualquer tipo de caridade.
 
Agora em Copenhague na Dinamarca, se reúnem chefes de estado pomposos, cheios de discursos vãos e sem qualquer desejo de refrear a ganância. A China já advertiu que não se sujeitará a controles externos, os EUA mentem pela boca de seu chefe, porque os empresários americanos não estão dispostos a arcar com os altos custos do controle da poluição. E quem terá poder de refrear a sanha destes dois gigantes, que produzem metade da riqueza do planeta? E mais da metade da poluição! Vai lá na China dizer ao seu presidente que deve parar de poluir, e eles o colocam no pelotão de fuzilamento... O que faz do homem um animal em risco de extinção. O que eles visam exatamente é detruir o homem. É arrumarem justificativas para eliminar 9/10 partes da humanidade.
 
Tudo então é balela, é jogo de efeitos, para atrair os holofotes da mídia e apaziguar certas mentes insanas, que se colocando abaixo das bestas ruminantes, dão mais valor aos batráquios e paquidermes, do que aos homens e mulheres dotados de uma alma imortal. É tão grande a loucura que esta praga do ecologismo já criou na cabeça das pessoas, que noutro dia uma pessoa me falou que Deus é injusto por não salvar os animais. Disse ela que Deus deveria ser obrigado a criar um planeta para abrigar os cachorros e gatos que morrem. O significaria lhes dar também a vida eterna. Um horror! 
 
Falta apenas saber deste tipo de pessoa, se os gatos e cães são pecadores e se deve haver um confessionário para confessar os pitbuls que matam pessoas, e os gatos cujos pelos transmitem doenças e pestes. Ora, se Ele preservasse os cães e gatos, teria de preservar também todas as outras espécies, desde as baleias e os elefantes até as bactérias, também as nocivas, que causam doenças, e de quem elas se alimentariam? Viveriam os pobres animais eternamente doentes, carregando pestes e vírus? Quanta insânia, meu Deus!
 
Eu afirmei no novo livro, e o fiz com plena convicção: toda pessoa, que é incapaz de perceber a precedência, a superioridade, a infinita diferença que vai entre uma simples besta fera e impensante, não dotada do Espírito Santo, e um ser humano dotado do sopro de Deus - a alma imortal - é já um servo do anticristo, seu soldado em potencial. E, ou esta pessoa corrige seus conceitos e deixa o trato dos animais para Deus e se fixa no cuidado, no amor, na ternura aos filhos do Altíssimo, ou pode encomendar seu caixão. Porque devido ao pecado humano da ganância, em breve bilhões de animais serão exterminados pelos gananciosos. E bilhões de homens desaparecerão, devido a ganância!
 
Quando o Santo Padre se obriga a pronunciar-se como o fez acima, tentando fazer a humanidade voltar à razão, o faz porque tudo isso descamba para um abismo sem fundo, e ele não leva para Deus. O fato é que tudo isso leva a fazer do homem um animal perigoso, que precisa ser destruído, para que a vida animal e vegetal tenha pleno curso de felicidade no planeta. Ora, que sentido teria o planeta se não fosse a vida humana e inteligente? Estes pensamentos insanos brotam de satanás, que quer ver os homens antes adorando a natureza do que ao seu Criador.
 
E quem relega uma criança ao desamparo, e trata cães e gatos por filhos, coloca seu pé na porta do inferno, aguarda apenas que lhe abram a porta. Será impossível às pessoas etenderem isso? Quando o ser humano, criado por Deus como superior e como rei da criação, aceita a tese de igualdade em relação às bestas irracionais, ou até sua inferioridade, na verdade dá um grito de rebeldia contra o Criador, e ao mesmo tempo um tiro no próprio pé. Ou na cabeça, porque isso é sinônimo de senilidade invencível, irrecuperável!
 
É que, sim, devemos preservar os recursos naturais que Deus criou para o bem e uso racional do homem. Mas a ganância torna tudo banal e destrói tudo, em nome de um lucro nefando. Ontem ainda eu estava vendo um texto, onde mostrava uma única mina de diamantes na Africa do Sul, da qual foram extraídas mais de 4 toneladas de diamantes. Na Rússia tem uma cidade de 250 mil habitantes que vive em função de uma única mina de diamantes que tem mais de um quilômetro de profundidade.
 
Além disso, é imenso o custo da degradação do planeta causado pelo exacerbamento da exploração dos recursos naturais por alguns. Aliás, profecias antigas dão conta exatamente de que, quando chegasse os tempos do anticristo, toda a riqueza do centro da terra teria sido extraída pela loucura humana. E isso segue a passos rápidos.
 
E existem dezenas destas minas, o que nos faz perguntar: por qual motivo o diamante é tao caro se tão abundante? Por causa da ganância, que retira a pedra do fosso por 15 dólares e a vende por 1.500. Eles têm centenas de toneladas deles estocadas em depósitos como silos, e fazem fluir aos poucos, de forma coordenada, para que mantenha este preço elevado. A mesma coisa fazem com o ouro e com o petróleo. Em nome de um lucro nefando, um litro de gasolina não custa mais que 30 centavos, mas chega ao consumidor nesta exorbitância.
 
A fome nefanda, diabólica e insaciável do lucro é o verdadeiro mal a ser combatido. Não adianta limitar apenas a emissão de CO2 na natureza, porque o pulmão do mundo resiste a estes efeitos. Mas é a retirada do excesso furioso de minerais do subsolo, é a exploração insana dos recursos naturais, a única fonte de desequilíbrio do planeta. E jamais se poderá inculpar a vida humana em si como responsável pelo aquecimento global, porque os únicos seres humanos que poderiam se enquadrar neste quesito seriam os filhos da besta que defendem estas teses, uma vez que estão colados no diabo, que é escaldante. Eles já fumegam, como este Al Gore, o falso profeta do aquecimento global.
 
A participação dos seres humanos no aquecimento global, dos corpos das pessoas, segundo cientistas, não passa de 2% - há quem diga que é menos que isso ainda - do total, entretanto dias atrás um destes maus cientistas, aliado de satanás, veio a público dizer que "cada casal que tem um terceiro filho, torna-se co-responsável no aquecimento global". Como se pode dar ouvidos a um mentiroso deste quilate? Ora, existem na terra mais animais ruminantes do que seres humanos, e os ruminantes são por sua própria natureza, como bio-digestores vivos, e são mais de 20 vezes mais prejudiciais.
 
Ou seja: eliminem a quantidade de vacas do planeta, dizimem os gnus das reservas africanas, mas preservem a vida humana, distribuindo os fartos recursos já acumulados pelos ricos, de modo a que todos possam ter acesso a tudo aquilo que pode levar as pessoas a uma vida digna. De que adianta uma reserva africana com um rebanho da mais de um milhão de gnus, se os africanos em imensas levas passam fome, e comem até barro mineral? Se eles estão comendo os pigmeus que são caçados como fossem macacos!
 
Tudo dentro de uma racional exploração, conforme o plano divino: Tudo isso vos dou por alimento!, disse o Criador. Inclusive os gnus! Diminuam o número de leões e preservem os habitantes humanos, até porque parecem preservar números assustadores destas feras, exatamente para que devorem os homens. Se todos os gnus das reservas africanas desaparecerem, pouca coisa se perderá no planeta, porque Deus é o Senhor e guarda permanente dos animais. Ele irá conduzir tudo para que se mantenha o equilíbrio. Mas a ação humana tende apenas a desagregar todo o processo, de modo que tudo fique cada vez pior.
 
Um exemplo disso é o tal de projeto Tamar, da preservação da tartaruga marinha. Os tais de ecologistas e pseudo-cientistas fazem tudo para aparecer na mídia com  dados e números explosivos de novos animais colocados nos mares, sem se darem conta de que com isso afetam todo o ecosistema. Sim, porque quando você coloca milhões destes animais nos oceanos, lagos e rios, eles estarão devorando a comida de centenas de outras espécies, matando aquelas. Isso nada mais é do que colocar um remendo novo em pano velho. É maluquice!
 
Mas, como já disse, por trás de tudo está a fome do lucro. E quem lucra com isso? Exatamente quem defende a preservação dos recursos naturais: os ricos! Eles querem que as florestas sejam preservadas, para seu lucro futuro! São as nações pobres que devem arcar com o ônus maior, enquanto os ricos sentam-se confortáveis em montanhas de ouro e diamantes. 
 
Acreditem, se todo o ouro, os diamantes e outras pedras já extraídas e armazenadas no planeta fossem colocados para suprir a humanidade e bens, especialmente alimentos, acredito que ninguém precisaria trabalhar por um século. Eis aí a raíz de todos os males: o amor exacerbado ao dinheiro, o apego exagerado às riquezas. Por qual motivo não discutem isso em Copenhague? Porque ali estão reunidos os governantes do anticristo que nada mais fazem do que seguir à risca o plano da fera.
 
Enfim, na Nova Terra que vem, depois de extirpados da terra todos, absolutamente todos os gananciosos, haverá eternamente recursos fartos para o bem dos homens, e todos participarão em conjunto das riquezas do planeta. E aos que hoje promovem esta farsa do aquecimento global, que mentem sobre o excessos da população humana que precisa ser quase erradicada, restará um diminuto espaço no ventre da terra para seu corpo, e se não se converterem, um canto escuro e fétido no inferno, por toda a eternidade.
 
Na Nova Terra ninguém será dono de nada, e todos serão donos de tudo. Lá não haverá nem Al Gore, nem Obama, nem Lullla, e nenhum homem ou mulher que encarne o mesmo espírito de mentira destes. Quando houver uma terra povoada somente com santos, nunca mais a questão ecológica povoará as mentes humanas, porque quem desequilibra a natureza é o pecado, não o homem na sua pessoa. Então os animais estarão todos felizes em seu ambiente, e nos lares humanos não haverá gatos, nem cães, porque este não é seu meio-ambiente.
 
Naquele dia futuro, quando os homens amarem a Deus sobre todas as coisas, não haverá mais a idolatria das bestas, e aos filhos do Grande Pai será reservada a totalidade dos afetos humanos. Então a humanidade inteira, sem exceção de um só homem ou mulher, será feliz. E toda a natureza, animal irracional e vegetal também será feliz, cada um no sem meio, seu habitat, sem que o outro o incomode. 
 
Em síntese: acabemos com o pecado da ganância, e nunca mais se falará em ecologia! Nem haverá mais ecologistas!
 
Aarão.



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Postado por: James - www.espacojames.com.br em: 02/02/10 às 07:35:10 h.


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