10 santos que nos ensinam a viver o Ano da Misericórdia
 
 
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Postado em: 23/12/15 às 10:33:37 por: James
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Inspire-se no exemplo dos que souberam amar a Deus com todo o coração

O Jubileu da Misericórdia foi iniciado no dia 8 de dezembro e acontecerá até o dia 20 novembro de 2016. Apresentamos agora uma lista de dez santos cujo testemunho nos animará a viver a misericórdia durante este Ano Santo.

São João Paulo II (1920-2005)

Teve uma juventude muito dura pelo ambiente de ódio e destruição da Segunda Guerra Mundial. Durante seus mais de 25 anos de pontificado, São João Paulo II teve um espírito missionário. Realizou 104 viagens apostólicas fora da Itália e 146 no interior deste país.

Seu amor pelos jovens o levou a iniciar as Jornadas Mundiais da Juventude. Promoveu o diálogo inter-religioso.

Um de seus gestos mais recordados foi pedir perdão pelos pecados da Igreja em toda sua história.

Perdoou ao turco Alí Agca, que atirou nele na Praça de São Pedro, e inclusive o visitou na prisão.

 

Santa Faustina Kowalska (1905-1938)

A esta santa polonesa, Deus revelou o mistério de sua misericórdia conhecida como o Terço da Divina Misericórdia, cuja festa é celebrada no segundo domingo de Páscoa.

Irmã Faustina teve uma vida de piedade e caridade. No convento foi cozinheira, jardineira e porteira.

Também conseguiu um alto grau de união com Deus e lutou por vencer-se a si mesma e alcançar a santidade.

O Senhor concedeu a Irmã Faustina revelações, visões do céu, do purgatório e do inferno; o dom da profecia, a graça de ler as almas e os estigmas ocultos.

 

Beata Teresa da Calcutá (1910-1997)

Esta beata albanesa, mas de coração indiano, fundou a pedido de Deus uma congregação religiosa ao serviço dos mais pobres entre os pobres da Índia.

Dedicou-se a percorrer os bairros pobres, visitou famílias, lavou as feridas das crianças e ajudou os necessitados, entre eles os leprosos e os chamados “intocáveis”, a casta hindu mais baixa.

Recebeu o prêmio Nobel da Paz e antes de morrer deixou uma grande obra que continua acolhendo os mais pobres entre os pobres.

 

Santa Maria Goretti (1890- 1902)

Esta “pequena e doce mártir da pureza”, como a definiu o Papa Pio XII, cresceu em uma família materialmente pobre, mas rica em bens espirituais.

Aos onze anos, Alessandro Serenelli, um jovem sócio de sua família, tentou estuprá-la e, ao ver que a menina resistia, o jovem a esfaqueou 14 vezes.

Consciente de que não iria sobreviver, Maria recebeu os Sacramentos e antes de comungar perdoou de coração o seu assassino e pediu estar com ele no paraíso.

Alguns anos depois Alessandro se converteu e pediu perdão à mãe de Maria Goretti.


Beato Miguel Pró (1891-1927)

Nasceu em uma família rica e tinha um grande senso de humor. Foi ao estrangeiro para estudar no seminário e quando voltou ao México enfrentou a cruel perseguição do governo contra os cristãos.

Começou a celebrar Missas e Adorações ao Santíssimo clandestinas e andava disfarçado para escapar da polícia. Miguel se transformou em um dos líderes da resistência, a qual contribuiu de maneira pacífica, sempre sob o lema “Viva Cristo Rei”.

O presidente Calles o prendeu, acusando-o falsamente. Antes de morrer negou as acusações que lhe foram feitas, ajoelhou-se para rezar e perdoou os seus inimigos.
 

Padre Pio de Pietrelcina (1887-1968)

Tinha o dom do discernimento, o qual permitiu-lhe ler os corações e as consciências. Por isso muitos fiéis se confessavam com ele, o santo se dedicava a confissão durante muitas horas do seu tempo.

Também recebeu os estigmas.

Como resposta aos estragos causados durante a Segunda Guerra Mundial, fundou os “Grupos de Oração do Padre Pio”. Quando morreu existiam 726 e os quais contavam com 68 mil membros.

Em 5 de maio de 1956 fundou junto a seus amigos a “Casa Alivio do Sofrimento” com o fim de que os doentes se recuperem física e espiritualmente.

Seus inimigos o caluniaram e a Santa Sé tirou-lhe a administração de sua obra. O Padre Pio suportou com paciência esta perseguição até sua morte e manteve seu amor e fidelidade à Igreja.
 

São Damião de Molokai (1840- 1889)

Este santo, chamado “o leproso voluntário”, foi enviado como missionário ao Havaí, onde aproximadamente a maioria dos habitantes eram protestantes. Começou a pregar com carinho e atendia pessoalmente as necessidades das pessoas. Desta forma, conseguiu que muitos se convertessem. Depois se dirigiu à ilha de Molokai para atender os leprosos, sabendo que o contágio era praticamente inevitável.

Deu-lhes oportunidades de trabalho, foi enfermeiro dos mais abandonados, conseguiu doações, reconstruía as casas derrubadas pelos furacões e inclusive fabricava os ataúdes para os mortos.

Contagiou-se de lepra e morreu em meio a sua grande obra de caridade.
 

São Oliver Plunkett (1629-1681)

Este bispo irlandês se dedicava a consolar aos aflitos, administrava os sacramentos e enviava um sacerdote quando uma paróquia estava abandonada a fim de que esta não caísse na pobreza ou a perseguição.

Foi acusado falsamente de ter contratado setenta mil irlandeses católicos para assassinar todos os protestantes.

Esteve preso na Torre de Londres, até ser declarado culpado e traidor. Assumiu sua própria defesa e antes de ser enforcado perdoou os seus acusadores e assassinos. Morreu pronunciando o “Miserere”.


São Paulo Miki (1597)

Em meio a perseguição japonesa contra os missionários em 1597, São Paulo Miki e outros 26 católicos foram martirizados. Foi um dos missionários que não fugiu do país, se esconderam, mas foram descobertos e massacrados em Nagasaki.

Antes de seu martírio, afirmou que era japonês, jesuíta e que morria com a honra de ter pregado o evangelho e a verdadeira religião de Deus.

Manifestou que perdoava o rei e todos os que contribuíam no seu martírio. Também pediu por sua conversão.


Beato Carlos da Áustria (1887-1922)

Desde jovem foi muito piedoso e teve um imenso amor pela Eucaristia.

Depois da morte do imperador Francisco José, em 21 de novembro de 1916, Carlos foi nomeado imperador da Áustria e no dia 30 de dezembro foi coroado Rei apostólico da Hungria.

Durante seu reinado, procurou estabelecer a paz no contexto da Primeira Guerra Mundial e desenvolveu sua política interna baseada no ensinamento social cristão.

Além disso, foi o único líder político que apoiou o Papa Bento XV em seus esforços por obter a paz. Graças a isso ele conseguiu estabelecer uma transição a uma nova ordem sem guerra civil. Apesar disso, foi trasladado à Ilha da Madeira (Portugal).

Estando na ilha, ficou doente e ofereceu seu sofrimento como um sacrifício pela paz e unidade dos povos. Antes de morrer, perdoou todos aqueles que não o ajudaram.

Expirou olhando o Santíssimo Sacramento.

 

 

(ACIdigital)



Fonte: www.aleteia.org





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