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Artigo N.º 5856 - Ana: Testemunho incrivel da tentação do maligno enquanto rezava as 15 Oracoes de Santa Brigida
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Postado em: 05/08/10 às 08:45:06 por: James
Categoria: Artigos Enviados
Link: http://www.espacojames.com.br/?cat=48&id=5856
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Enviado por Ana Videira / Cidade: Isle of Man - Reino Unido

Paz, Eu acabei de ler o teu artigo 5673 onde falas que completastes o teu ano de rezar as 15 Oracoes. Tambem mencionas que algumas pessoas se sentem mal ou esquisitas.

Pois bem, eu comecei a rezá-las assim que me aconselhastes a faze-lo, e, no primeiro dia (no dia 16 de Julho) havia uma festinha na escola dos meus filhos mais velhos. Eu sabia que a festa seria nesse dia, mas, pensando que iria dar tempo, comecei a rezar as 15 orações.

O tempo estava passando, e as crianças ficando cada vez mais ansiosas, entrando na sala a toda a hora, mesmo no meio de minhas orações para perguntar: “então, já esta? Quando vamos? Estamos a tua espera” e eu respondia “estou quase a acabar filho”. Mas chegou a certo ponto que tive de interromper, pois acho que a minha concentração estava indo embora e, acho que também eu comecei a sentir-me ansiosa.

Meu companheiro com uma cara de chateado falou que já era tarde, mesmo assim acabamos por ir. Eu estava na festa, mas ao mesmo tempo acho que não estava. Parecia perdida, talvez triste, não sei bem. Decidi começar tudo de novo no dia seguinte, e, desde esse dia tenho rezado todos os dias. Mas no domingo passado houve o carnaval das crianças aqui, tudo simples, nada de escandaloso (pelo menos em minha opinião).

Fomos lá com as crianças, mas as orações não tinham sido rezadas ainda, e esperando por minha irmã para chegar a casa dela, comecei a ficar aflita sem razão. As horas passando e ela não apareceram. Parecia que não nos queria receber, e nos ali, na porta da casa dela esperando. Aquela aflição estava começando ficar intolerável, e mesmo dentro do carro rezei um Pai Nosso e 10 Ave-Marias em silencio.

Depois a aflição, devagar começou a passar. Meu companheiro perguntou se eu estava bem, eu disse que sim e perguntei porque. Ele disse que eu estava pálida. Nessa mesma noite rezei o terço com os meus filhos mais velhos e depois mandei eles ir dormir, mas eu fiquei e comecei a rezar as 15 Orações correspondentes a esse dia. Ao contrario dos outros dias rezei baixinho. A sonolência toma conta de mim, mas para falar a verdade eu não sei bem se dormi ou não, pois eu tinha a sensação que continuava rezando.

Quando eu terminei fui dormir. Como não tenho a certeza se rezei tudo ou não, ou se realmente eu dormi no meio da oração ou não, no dia seguinte, pela manha rezei as 15 Orações, e a tarde depois do dentista do meu filho, passei na igreja. E, rezei mais 15 Orações pelo dia anterior. Não sei se serão aceitas por Jesus Cristo e por Nossa Senhora, mas mesmo assim eu as rezei de joelhos aos pés do enorme crucifixo com a enorme estatua de Jesus Cristo pregado nele (talvez do tamanho de um homem).

Tem dias que eu começo a sentir um calor quando rezo não só as 15 Orações mas também quando rezo em geral. Mas na verdade, no inicio, alguém tinha que bater na porta, o telefone também tocava, ou as crianças faziam algo que me distraiam... Tantas, mas tantas coisas que me tiravam do meu esforço para me concentrar nas Orações... E a mim, que me custa tanto concentrar. Ainda não sei se eu realmente me consigo concentrar, seja rezando as 15 Orações ou rezando em geral.

Eu tenho tentado respirar fundo varias vezes antes de começar, e, quando rezo, tento ouvir a minha voz rezando alto. Eu acho que esta vai ser a única maneira para eu conseguir a concentração que eu tanto quero. Eu sei que tenho de lutar ainda muito mais... O inimigo está na minha casa, e por ele que eu rezo, e no fim ele acaba dizendo que ele não me vai deixar converte-lo, então eu pensei: “não te converto com palavras, então te converto pela Oração...” Ai ele começou a falar que eu estou rezando muito e que e demais, que as crianças precisam de ser crianças e que eu as esforço demasiado com os ensinamentos da religião e com a oração.

Eram entre as quatro e as cinco da manha de Sábado passado quando me levantei para beber um pouco de água e comer um pedaço de pão, pois não comi nem bebi no dia anterior. Ele me seguiu e começou me tormentando com a historia que eu posso ficar doente, que estou emagrecendo, que posso voltar a pegar anemia, entre tantas outras coisas.

Cheguei no ponto de gritar na cara dele “go away devil - sai daqui demônio”, e ele me olhou com uma cara tão esquisita, talvez de mau e me disse “demônio? agora sou demônio? olha, se achas que vais bem, então faz o que achas que e melhor, mas lembra-te dos teus filhos”.

E eu lembro, ah claro que me lembro dos meus filhos, porque eu também quero que eles se salvem e salvem suas pequeninas almas. Sabes James, eu não vou desistir, ah isso e que não! Nem que eu reze com pouca ou quase nenhuma fé, MAS EU NAO DESISTO!!! Ana Margarida

 


 

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