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Postado em: 04/04/10 às 18:39:36 por: James
Categoria: Artigos Site Aarão
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(Uma paródia ao evolucionismo. Mesmo diante de tanta coisa ruim, é bom rir um pouco. Se acharem graça é claro! Mas não deixe de ler até o fim...)


Não sei por qual motivo, nos últimos dias tenho insistentemente sentido um forte apelo de voltar a este assunto: a evolução! Impressiona realmente esta insistência maligna com que a mídia volta a este assunto, e agora mesmo acabei de receber uma reportagem sobre um artigo que saiu no “L´Oservatore Romano”, insinuando que a Igreja pode vir a concordar que o homem descende do macaco.
 
Ora a simples menção de que este jornal do Vaticano aceita esta possibilidade, já me aponta no sentido de que se trata de mais um golpe dado no Papa e na Igreja, porque, com toda certeza, não é este o pensamento da dela, nem do Papa. De fato, desde que esta maldita hipótese foi aventada por Charles Darwin, com certeza pelo menos um milhão de livros já foram escritos, sobre este assunto, tão polêmico e tão desafiador contra Deus.
 
Desde criança, no estudo primário, tenho ouvido sobre isto: De um lado a Sã Doutrina que aprendi na catequese, dizia que “Deus criou o homem, à Sua imagem e semelhança”; e de outro as revistas e livros dizendo que o homem descendia do macaco. Vejam: a primeira, visa realmente aproximar o homem de seu Deus, a segunda visa sem dúvida, fazer de Deus, um macaco. 
 
Positivamente eu não sei se por firme convicção religiosa, ou por um dom inestimável de Deus, eu jamais aceitei, sequer discutir este assunto. Aliás, desde a mais tenra idade eu nunca aceitei que, se nós temos um Deus criador de Todas as coisas, que não se repete, nem se copia porque Ele precisaria remendar efeitos mutando os seres, quando os pode fazer únicos?
 
Vejam: esta discussão absurda, que tomou bilhões de horas em debates absurdos, na verdade começa bem antes, com as teorias modernas e malignas a respeito do surgimento da vida na terra. E começa antes ainda, com o surgimento da própria matéria, depois com a formação do Universo, de todo este sistema assombroso onde residimos. Os homens, com suas teorias, seus absurdos, suas teologias, na verdade buscam apenas um único efeito: guiados e seduzidos por satanás, querem acima de tudo tirar Deus fora da Criação.
 
Existem dois princípios imutáveis e eternos, que literalmente demolem, já na raiz e antes de qualquer discussão, todas estas teorias. Se eu ANTES não conseguir explicá-los e prová-los, de forma concreta, perfeita e inquestionável, não posso avançar um só passo, nem um só milímetro adiante, e que são:
 
1 – Quanto à matéria> Do nada, nada se cria! – Já falamos exaustivamente sobre este assunto, e já milhares de matérias, de autores, de doutores e outros horrores, todos tentando emplacar um assombrado e hipotético “big bang”, como “origem” do universo, mal se dando conta de que, para haver esta explosão, deveria antes haver a matéria, mesmo toda concentrada num volume ínfimo. Isso, em si só, já é um absurdo fantástico e fantasioso, que só pode provir de uma mente entenebrecida e cega! Isso quer dizer que, enquanto não consigo explicar a origem da matéria não tenho cacife para explicar a origem da vida. Então, tudo o que eu disser, poderá se ruma tremenda sandice! 
 
2 – Quanto à vida > ela precisa nascer inteira! Deixa ver se me explico melhor! Uma vida, um ser vivente, que se movimente sozinho, que se alimente e que seja capaz de se reproduzir, que seja um dos bilhões de seres diferenciados que povoam a terra, JAMAIS chegará à uma forma completa, íntegra, coesa, funcional, se formado de partes. Seja qual for o ser, seja qual for sua espécie, seja qual for seu tamanho, não importa: ela deve surgir primeiramente INTEIRA, para depois multiplicar-se de acordo com uma forma perfeita, e infinitamente bem concebida e executada. Deus detêm esta semente da vida!
 
Digamos uma construção humana, uma casa, um edifício, uma ponte. Todas estas coisas podem ser construídas em etapas, e formadas, e transformadas, e adaptadas de acordo com a vontade e a necessidade do homem, partindo de partes: pedras, tijolos, areia, barro, cimento, tinta!... Tudo isso requer antes um planejamento, um projeto, que vai sendo montado aos poucos, porque se trata de uma OBRA MORTA, sem vida, embora exista e seja real. Mas ela é estática, não se move, não tem vida!
 
Ou seja: Deus criou toda a vida, com absoluta perfeição, diversificada, sem necessidade de mutação ou remendo algum. Criou a vegetação estática, que dá frutos, raízes, ramos, folhas e sementes que servem de alimento aos semoventes. Criou todas as espécies, que nadam, voam, se arrastam ou correm em seus ambientes. Que vivem nas águas ou na terra. De sangue quente, ou frio! Criou-os macho e fêmea, quer botem ovos ou quer pairam filhos e filhotes e a eles todos, nos primeiros exemplares fez já completos e adultos e procriando, segundo a sua espécie. Com prodigalidade, originalidade e poder, Deus criou a todos não um só de cada espécie, mas já de início em bandos, alcatéias, cáfilas, récuas, enxames, bivaques, revoadas, cardumes, colméias, colônias e varas, segundo a quantidade ideal para povoar cada um dos ambientes já antes preparados. Tudo como prova de seu infinito poder. Só isso! Simples e fácil de entender! Para quem quer!
 
Levemos agora o mesmo raciocínio para a teoria da evolução. Os homens, loucos, acham que o criacionismo é simplista demais, acham onipotência demais em Deus, se creditam a si mesmos poder superior, e vão assim a busca de elucubrações mentais, hipóteses, teses, faíscas elétricas, sopas quentes, bactérias primitivas, acasos, bilhões deles, saltos evolutivos, elos perdidos, mil outras maluquices, tentando dogmatizar esta sumidade do absurdo.
 
E isso tudo é ensinado nas escolas, teimado nas universidades, e vai povoar as mentes dos incautos, que engolem toda esta pestilência evolutiva, principalmente quando podem cuspir na doutrina da Igreja Católica. Só porque Darwin disse! Ele era famoso! Quando mentiu! E mesmo tendo sido provado que ele sempre foi um mentiroso, preferem continuar acreditando nele!
 
Dizem os loucos “modernos”, que a vida surgiu por acaso, por uma falha ocasional de uma molécula, que de repente, acidentalmente e sem ter a intervenção de um Criador, começou a movimentar-se. A alimentar-se! A reproduzir-se! Dizem que a partir desta bactéria inicial passaram a formarem-se todos os seres e todas as espécies existentes, num espaço de tempo que levou 200 bilhões de anos em evoluções contínuas. Disse ainda Darwin, aquele louco desafiador de Deus, que a vida surgiu numa sopa quente perto de um vulcão. De fato, ele hoje vive, e eternamente, dentro da sopa quente! Mas lago eterno de fogo! Lá pode inventar outras teorias para desmentir a existência de um Deus Criador! Só agora ali sua platéia não de homens tolos, mas de espíritos das trevas!
 
Ora, este é mais um dos mais astronômicos absurdos já inventados, talvez o ápice da loucura humana: Dizer que uns grãos de matéria, através de uma faísca elétrica, se combinaram em uma trama hipotética e aleatória, e passaram a rastejar pela terra, dando origem a todas as criaturas, isso é o auge da estupidez! Isso ultrapassa a soma de todos os absurdos já inventados pelo homem, e é uma prova segura de que o diabo tem razão quando diz que o homem não passa de um saco de esterco. Perdão se eu digo: alguns que engolem estas teorias e fantasias têm realmente um cérebro em vias de virar esterco!
 
Vejam: ainda que isso tivesse sido possível – ainda que – e, mais uma vez, ainda que esta “bactéria mãe de todas as criaturas” tivesse acontecido, simplesmente não existe uma só possibilidade de ela ter acontecido em etapas, sido formada aos poucos, até se tornar um semovente viável e vivo. Mesmo bactéria, mesmo depois larva, depois um peixe, depois um lagarto, depois canguru, depois macaco e enfim homem, ainda assim, para existir todos eles precisaram surgir INTEIROS, prontos, perfeitos e acabados. Se alimentando, procriando e participando ativamente da imensa e perfeitíssima cadeia da vida. Criada por Deus da Eterna e infinita perfeição! 
 
Sabem, eu penso que se a gente pudesse voltar atrás no tempo, aos bilhões de anos, e chegar a este hipotético começo da vida, seria hilariante assistir as trapalhadas daquela criatura incial, às voltas com a própria evolução. Por isso, doravante vou dar a este texto uma conotação de paródia. Imagine a bactéria se tornando larva. Que veio primeiro a boca que come ou o estômago que digere? Que veio primeiro: a comida que ela come, ou a perfeição da máquina viva que a movimenta? Ai, meu Deus, e agora quero virar peixe, como vou nadar? Preciso de um uma nadadeira! Mas como vou fazer isso, sou invertebrada?
 
Mas tudo bem, nossa bactéria então rezou, e rezou por 200 milhões de anos – já viram que os cientistas citam sempre este número – e de repente, mais uma faísca elétrica e, plim, plim! Eis-me, percebeu ela, com um belo rabo! Agora sou peixe! Mas ai meu Deus, preciso de guelras para respirar debaixo da água! Preciso de umas nadadeiras laterais que me mantenham no prumo! Que faço, dou parto ou ponho ovos? Mas quem os fertiliza? Preciso agora de um novo estômago para digerir outros peixes!... Mas que peixes? Comiam os da mesma espécie? 
 
Tem mais um quesito que esqueci! Tem a questão de macho e fêmea! Dizem que o peixe, pelo menos a tilápia, até os 20 dias é hermafrodita e só depois muda macho ou fêmea! Tudo bem, o primeiro peixe, surgido de um verme, era uma tilápia! A questão foi resolvida, de forma amigável, aleatória, sem brigas e tapas: Par ou ímpar? Você é macho, eu sou fêmea ou vice e versa! E lá vamos, nós, crescei e multiplicai-vos! Enchei as águas! E assim foi, por milhares e milhares de anos! Que chatice, que mesmice pensou um dia o peixe! Vou mudar de aparência!
 
Mas quem serei agora? Jacaré ou lagarto? O nosso peixe viu que faltava comida na água, e resolveu catar pedras nas beiradas do lago ou do rio. Sim, isso depois de um “salto evolutivo” de 20 milhões de anos. Ai meu Deus, com estas nadadeiras não posso andar pela terra! Preciso de pernas! Alô faísca elétrica, onde está a senhora? O nosso peixe rezou e rezou – o macho ou a fêmea? Os dois tendo faísca ao mesmo tempo, é acaso demais – mais 10 milhões de anos, e eis o peixe agora com pernas! Mas precisa encompridar o rabo, acabar com as guelras, criar um pulmão novo, bota mais 10 milhões de anos para cada uma destas “evoluções”. Lagartixa ou lagarto? Jacaré ou dinossauro? Mas como se procriavam? Simples, todos eles botam ovos!... A pulga também! Pulga? De onde isso veio? Da faísca elétrica, é claro!
 
Que bicho serei agora? Agora nosso mutante decide deixar de ser lagarto, com longo rabo, pernas... Sim, virou um canguru, o próximo passo da “evolução”. Eis que 160 milhões de anos atrás, um de nossos lagartos virou mutante porque estava cansado de lagartear. Vou me virar num canguru! Rabo forte já tenho, imaginou o bicho! Basta encurtar um pouco! Mas preciso de orelhas, de marsúpio para guardar os filhotes – longe do alcance dos irmãos meus, aqueles lagartos devoradores e estúpidos – e sim, aprender a pular bem longe, porque assim um dia os homens – meus futuros e nobres descendentes – me olhando vão ter a brilhante idéia de construir um ioiô! É a evolução!
 
Mas deu um branco agora! Como procriar? Canguru não bota ovos! E agora, por essa nosso lagartão não esperava! Tem que criar um ovário, tramar um sistema proporcional melhor entre machos e fêmeas!... Mas se é um só que “evolui”, como fazer para ter uma fêmea? Ou ela veio antes? Digamos então: o primeiro canguru era fêmea hermafrodita! E 10 milhões de anos depois, ei-la faceira já com ovário, com trompas, com sistema reprodutor perfeito! E um belo rebento dentro da bolsa! Canguru ou cangurua? Mas ai, esqueci de uma coisa meu Deus! Cadê os pelos? O lagarto era pelado! Como vou andar neste sol da Austrália? Ó sim, foi neste escaldante sol Australiano que a “evolução” separou lagartos de sangue frio, e os cangurus de sangue quente. Fruto da faísca elétrica? Ou do “acaso”, o deus da teoria da evolução?
 
Eis que 10 milhões de anos depois, outro “salto evolutivo”. Nosso canguru estava cansado de pular pela terra seca, e resolveu macaquear pelas árvores! Afinal, o solo do deserto estava ralo de capim e lá nas copas frondosas das árvores, folhas suculentas aguardavam bocas gulosas! Como alcançá-las, porém, se nem com pulos de ioiô se chegava perto? Bem, eis que 10 milhões de anos depois, o acaso estalou os dedos e disse: eureca! Basta afinar o rabo, mas que seja longo e prênsil para agarrar os galhos! Dar melhor proporcionalidade entre os membros, pés com dedos longos, mãos do mesmo tamanho!... Quem sabe um pouco mais longas que os pés, para andar de galho em galho! Em busca das folhas tenras, lembra da idéia inicial da mamãe canguru? Aliás, ex canguru!
 
Que mais falta? Ah sim, abandonar o marsúpio! Afinal, quem anda em árvore e tem marsúpio é gambá, e este fede muito! Gambá? Ele já existia também? Sim, obra de uma faisca catinguenta, mas esta é outra evolução, e outra história! Ou estória? No mais está pronto! Pés longos, braços longos, rabo longo, cabeça redonda e dentes de morder folhas! E comer carrapatos dos outros! Claro, não mais aquele focinho de focinhudo – e agora um nariz gorilento – sem aquelas duas mãozinhas ridículas de brigar parecendo duas peruas histéricas, sem aquele gordo pé de dar coices pra frente – e não para trás como os asnos! Asnos? Eles já existem? Sim, esta é outra evolução evolutiva evolucionária eventualmente eventual! Obra da faísca! Do deus acaso? Evolucionário!
 
 Ei-los agora lépidos e faceiros, nossos antigos cangurus de sonho realizado. Ágeis como esquilos – esquilos? Que bicho é este – pulando de galho em galho, agora tinham a sua disposição as folhas suculentas, das copas das árvores. Aquele antigo deserto horrendo! Coisa pra canguru tolo! Não sei como aquelas criaturas ridículas vivem – pensava nosso macacóide – tendo que fugir dos dingos aos pulos! Dingos? Mais um? É um tipo de cachorro australiano? Cachorro? Raios de onde vem tanto acaso? Ah sim, da faísca elétrica, da sopa quente, do salto evolutivo, da mutação genética, do elo perdido, da inteligência perdida!...
 
Mas, sem provar a premissa básica, a evolução moderna continua, e 30 milhões de anos depois vem agora o passo supremo! Façam as contas, isso se deu precisamente há 100 milhões de anos atrás. Eis que nosso pobre macaco, extremamente infeliz, estressado, depressivo se viu cansado de macaquear nas árvores e resolveu voltar ao mundo antigo: o chão da floresta! Passo importante na linha evolutiva, genial pela esperteza e pela inteligência do salto evolutivo: eis o macaco desejoso agora de ser homem, até porque não suportava mais as queixas contínuas, da macaca mãe, condenada a carregar filhotes nas alturas. Pendurada! 
 
E toca agora re-programar tudo, mais 10 milhões de anos! Ai que monte de pelos nojentos tenho eu! Fora com eles! Mãos compridas demais! Então vamos encurtá-las um pouco! Pés curtos de menos, melhor engrossar minhas perninhas! Afinal, como correr dos leões, se não temos cavalo? Cavalos? Mais um evoluído da faísca? De quem ele veio? Ah sim, do cavalo marinho? Meu Deus, mas quando é vão acabar estes acasos evolutivos? Leões, cavalos, zebras, asnos, mulos, burros, jegues!... Mas quanto acaso se acasalando, se procriando, se diversificando! Evoluindo! Poderoso este acaso! Não é ele mesmo um deus? 
 
Mas como fazer isso? Como dar este magistral salto evolutivo: mudar um macaco peludo num homem pelado! Mudar um bicho estúpido num bicho inteligente! Ou agora demente? Pois eu vou explicar aos cientistas, como se deu isso, e assim podem finalmente achar o “elo perdido” que eles tanto procuram. Afinal é só isso que falta para encaixar todas as peças da evolução deles: ligar o australupitécos com pitencantropos erectuos e os neandertais com cromagnons. Raios de nomes difíceis! Por que não dizem nomes mais fáceis: Darwin, Hegel, Kant, Marx, Fritz, chats, puts... Tais querendo me enganar, heim? Lembram do menino da propaganda na TV? Hilariante? Vamos adiante, a evolução não para!
 
Diz a lenda que houve uma reunião dos macacóides e esta se deu ainda no alto das árvores. E tal foi que a partir desta reunião o mundo macacal nunca mais foi o mesmo. Depois de muitas deliberações e outras macaquices, foi escolhida uma família muito especial da macacolandia: Gorilão o pai, Oranga Tonga a mãe, e seus três filhos: Miquinho – o jovem esbelto e motivo dos delírios e faniquitos femininos – Micata, o mais forte dos jovens machos – e Micossa, o mais jovem e ágil representante do reino macacal. Família perfeita! Mas deisfeita pela evolução! E vou provar! Já naquele tempo os pais maltratavam os filhos!
 
Vejam: esta família escolhida tinha agora a incumbência, sob pena de morte, de transformar um mico num homem. Um macaco em gente! Mas como fazer isso meu Deus – incrível os macacos acreditavam Nele, homens não – se precisam tantas modificações? Depois de muito pensar a família idealizou um projeto: o homem deve andar ereto, não pode ter pelos em excesso por causa das pulgas, deve pensar como gente - que ainda pensa - falar como gente, e deve ser bonito como gente! Tudo certo, desde que não seja burro como um macaco. Nem estúpido como alguns dos nossos futuros decendentes!
 
Mas ai, como extrair o rabo das gerações futuras, este rabo ridículo, que não vai dar para esconder dentro da cueca ou debaixo da saia? Não perguntem para o diabo, que nem ele conseguiu tirar o seu! Mas como tirar este excesso de pelos, que só servem para criar piolhos e percevejos? (Já que os homens não têm o salutar costume macacal de se catar carrapatos... E os comer) Pois a família pensou por 10 milhões de anos – naquele tempo os macacos ficavam muito velhos – e enfim chegou a uma conclusão. Tirar os pelos como? Lógico! Pelando com água quente! Tirar o rabo como, se cortar com faca sangra muito? Fácil! A providencial e opurtuna faísca elétrica! Ela afinal, transforma tudo! Até elimina rabos!
 
Tudo decidido, começar por quem? A sorte caiu sobre o mais novo! Vem cá Micossa, chegou o grande dia! Vamos começar pela cabeça. Chaleira de água quente, pai e mãe zelosos – de seu couro, porque se não cumprissem a missão seriam enforcados – pegam a cria mais jovem, e pluft, mergulham a cabeça do pobre na chaleira escaldante. Berros, gritos, guinchos, pulos!... E Micossa escapa-lhes das mãos, branco de dor e susto! Mais que isso fugiu desesperado pela floresta afora, indo parar no distante Brasil! Consta que foi o patriarca da variante dos macacos acaris amazônicos, que têm o pelo branco e a cabeça pelada! Tem lógica! Resquício desta mutação, se vê em algumas mulheres de hoje que cumprem aquela canção que diz: "é dos carecas que elas gostam mais"...
 
Vez do segundo! Vem cá Micata, chamam os ainda assustados pais!... E o aterrorizado rebento! Mas para evitar alguma surpresa desagradável, amarram o pobre com cipós! Bem disse o "delicado" e "amoroso" pai: com o primeiro deu errado, só porque começamos pela cabeça. Vamos começar a pelagem deste pelo rabo! Rabo? Como dar fim nele? Sim, ia me esquecendo, a faísca elétrica! Consta que naquela época os macacos já tinham usinas elétricas! Para teste enfiaram a ponta do rabo de Micata na tomada! Urros, berros! Queimou só a metade! Fica assim mesmo diz a mãe Oranga a tonga. Já dá pra tapear! Vamos à pelagem!... E derramaram uma chaleirada de água quente na traseira do infeliz Micata!
 
Mas ai, quem suporta isso! No estertor da morte, no ápice da dor, não teve cipó que agüentasse o parrudo Micata! Diz a lenda que o bicho sumiu pela floresta como um raio e só parou quando chegou na Ásia, vermelho de tão esfogueado. Consta que ele se tornou o patriarca da raça dos babuínos, que têm rabo curto e bunda pelada. Pena é que os pais não conseguiram completar o serviço, e ainda hoje esta raça de ancestral humano, tem a mania de viver em árvores. Mas estes têm focinho comprido! Que nada, isso não importa, esta espécie de humanóide se diferencia mesmo é pela traseira! Afinal, ainda hoje temos homens com o ancestral costume de escolher a mulher fascinados pelo seu traseiro!
 
Pobres pais, duas experiências frustrantes! Restava um cartucho! Um só! Miquinho! Vem cá menino, vamos te transformar num ser humano nem que seja na marra! Desta vez não pode falhar! Fase um: amarra bem firme pra não fugir! Pronto! Fase dois: eliminação deste maldito rabo! Faíscas, fogo, fumaça, berros... Segura mãe Oranga a Tonga, não larga ele enquanto não queimar tudo! Feito! Tá pitoco agora e já é quase gente! Fase três: os pelos! Sapeca com fogo primeiro! Traz grimpa mãe! Sim, pai, mas não deixa ele escapar! Tá seguro mãe! Desta vez amarrei com corda de naylon! Naylon? Sim é a tecnologia!
 
Fagulhas, fogo... Fumaça, cheiro nauseabundo de pelos queimados! Pobre Miquinho, quase no estertor da morte!... Mas não chega! Não ficou bom: tem que pelar com água quente senão fica a raiz! Tem que queimar até a raiz senão volta! E dê-lhe mais tormento! Gritos, choro, lágrimas, soluços, guinchos!... A floresta toda em pânico, mas que fazer? Levou 10 milhões de anos a operação! Mas deu certo, eis Miquinho, patriarca da raça humana: sem pelos e sem rabo! Que mais falta agora? Ó sim, agora as lições de etiqueta e de postura!
 
E grita a mãe Oranga a Tonga: anda ereto como gente, filho!... Pensa que é fácil mãinhê! E lá grita o pai atento: tá na hora da fisioterapia filho! Já vô paiê! Tem que primeiro esticar bem as pernas e engrossá-las: só com cinco séculos de alteres e levantamento de peso sem parar para descanso! Agora precisa encolher os braços: só metendo numa tala de gesso por 10 séculos, sem alívio! Esta técnica ainda funciona na China, com as mulheres que querem pés pequenos.
 
E a mãe Oranga a tonga grita de lá: Fiiilho, ainda não escovaste estes dentes pretos horríveis de comer bagas, bicho de pau e carniça? Já vô mainhê! E mais: Já tomaste banho filho, pra tirar estas pulgas? Não mainhê! E o pobrezinho reclama: Na verdade eu preferia ter ficado como era antes!  Aliás – veja a etiqueta – quando eu era macaco era bem melhor: só tomava quando vinha chuva, ou caia na lagoa! Agora é esta bobagem de banho todo dia. Nem dá tempo de criar pulgas! Ai que saudade delas... E dos carrapatos! Nham! 
 
Pensam que foi tarefa fácil? Educar o primeiro homem? Nada disso! Teve ainda que levar ao dentista, serrar uns pedaços da arcada dentária pra fechar mais os dentes, pois nem com aparelho consertava! Teve que levar no macaco cirurgião plástico, para fazer uma língua redonda de falar, e ainda mudar a garganta que insistia em grunhir e guinchar! E teve de cortar uns pedaços das orelhas para não criar tanto carrapato e sujeira! Afinal, é feio, menino de orelhas sujas!
 
Depois era preciso esticar o espinhaço pra crescer um pouco mais no meio, senão virava eterno anão atarracado! Para isso foi preciso colocá-lo no esticador... Por mil anos Miquinho ficou estaqueado – vamos diminuir o tempo senão nunca chegamos ao fim desta evolução, ou o diacho deste mico acaba é morrendo – e por fim, tirar um pouco do excesso daquela barriga enorme, e colá-lo no traseiro; senão ficará um homem esquisito demais: desbundado e pançudo! Grávido? Ah céus, quase esquecia disso! Bem, no último parágrafo eu explico! 
 
Pronto o primeiro homem! Ufa, que esforço! A mais bela obra da evolução cintífica, moderna e evolucionária! O ser mais perfeito, o corpo mais lindo... Perdão, falta uma coisa: inteligência! Como é que se podia esquecer uma coisa destas, meu Deus? Sabem: eu descobri que neste estágio ficaram todos aqueles descendentes do Miquinho que acreditam na evolução, não na verdade eterna, simples e cristalina de um Deus Criador. Esqueceram de fazer progredir a inteligência! Mas que falha imperdoável! Continuam com aquela vontade maluca de voltar a ter um rabo! Afinal, evolução tem também seus fracassos!
 
E assim, meus amigos, aconteceu com todos os descendentes daquela ameba lacustre antiga, da escaldante poça, da faísca elétrica. Cada animal teve – segundo o moderno conceito evolutivo, (porque evolui na medida em que percebem que a teoria antiga era furada) – seu processo lento de aperfeiçoar-se. Não sem tormentos, é claro, como nosso – meu é que não – ancestral, o Miquinho! Querem mais dois exemplos de evolução?
 
Girafa? Conta-se que um dia ela esticou-se demais para alcançar umas tenras folhas num pé de silva, e ficou presa numa forca do pau. Esteve pendurada ali por 10 mil anos, e quando acordou... Meu Deus o pescoço estava daquele tamanho esquisito!... Alces? Diz a lenda que um dia a mãe Alça o traiu com o Alceu, o mancebo vizinho, e deu-lhe aquele ridículo par de chifres. Os futuros filhos dele herdaram aquele enfeite desengonçado! Só de raiva! Ou burrice?
 
Vamos ver agora alguns erros e falhas da evolução? Zebra? Um burro que errou de alfaiate! Asno? Uma mula tristonha, que se esqueceu de crescer! Pavão? Um peru enfeitado, que fez da vida um carnaval! Avestruz? Um peru tratado com excesso de anabolizantes! Camelo? Um cavalo de espinha dorsal partida! Onça? Uma leoa com catapora! Tucano? Um jacaré com penas e que voa! Arara? Um tucano que levou uma paulada e amassou o bico! Urubu? Uma ex-galinha de luto, que aprecia carniça! Morcego? Uma dupla sombrinha preta que voa! Mais?
 
Sim, o homem? Um ex-macaco infeliz, depressivo e estressado, com saudade de voltar para a floresta. De macaquear nos galhos! Não será por isso que tem tanta gente querendo ensinar macaco a falar? Ou será por isso que tanto protegem hoje os micos leões, os acaris, os babuínos e todos os antepassados... Deles?

Meu Deus! Será que vai começar tudo de novo, agora de volta? Bota rabo, cria pelos, aumenta as orelhas, estica a pança, encolhe a bunda, entorta os pés, estica os braços, preteja os dentes! Ufa! Convoca o Pitangui! Pelo menos anestesia antes! Mais uma coisa? Ó sim, tira deles a inteligência! Perguntinha: Têm ainda?
 
Esqueci de algo? Ah sim: nós vimos que 100 milhões de anos atrás se transformou apenas o Miquinho, que era um macho - diziam as boas línguas daquele tempo -mas cadê a fêmea mãe de toda esta gente que acredita no deus acaso? Sim, a tal de quem os cientistas acharam um diminuto fragmento do osso da canela? E juram que era dela!
 
Ora, dizem os evolucionistas, este é apenas um detalhe, evoluído! A evolução levou tanto tempo e deu tantos saltos, e levou tantos choques, que naquele tempo os macacos eram hermafroditos! Não será por isso que hoje tantos "homens" por aí, desejam ter úteros? E contrair núpcias, uns com os outros? Penso que este é certamente maior erro da evolução! Ou não?

Uma perguntinha: Quem sabe Darwin explica isso também? Bom, quem acredita em evolução que vá lá pedir explicações, onde ele se encontra! O lugar onde ele está eu já disse! 
 
Aarão!



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