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Artigo N.º 5008 - NÃO ACREDITEM
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Postado em: 29/04/10 às 08:53:07 por: James
Categoria: Artigos Site Aarão
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Nos últimos tempos, temos sempre alertado para a questão da Doutrina da Igreja, atentos aos pedidos de Nossa Senhora que amiúde nos tem pedido: sigam a João Paulo II. Isso é: sigam ao Catecismo, editado pelo saudoso Papa João Paulo II, e não sigam a outro e qualquer ensinamento diferente daquele, mesmo que contradiga apenas parte do que ali está dito. A Verdadeira Igreja Católica, estudou por muitos anos este documento precioso, até reunir todos aqueles perfeitos ensinamentos, e não o fez por brincadeira.

Sabemos que este novo Catecismo, não tem sido muito divulgado, nem seguido, entretanto é preciso saber que incorre em falta gravíssima pregar contra ele, também desobedecer ao que nele está contido. Falamos estas coisas porque até de dentro da nossa Igreja têm se levantado, muitas vozes discordantes, na realidade línguas venenosas, portadoras de doutrinas diabólicas, que não somente vão contra o nosso Catecismo, mas até mesmo vão contra as Sagradas Escrituras. Não bastassem estas vozes heréticas estarem disseminando esta doutrina de satanás entre os leigos, verdade é que partem de setores do nosso clero, até mesmo altos escalões. E isso é terrível. É um escândalo!
 
     Nosso intuito hoje aqui, é lembrar alguns destes pontos de heresia que se levantam, pedindo ao leitor que tome atenção quanto a eles. Por favor, não ouça os que discordam do Catecismo, não escute aos que pregam contra ele, não acredite em teologias ou idéias novas e modernas, porque a Doutrina, a lei de Deus, não muda, a verdade é eterna.
 
      Por isso, se alguém lhe disse assim: A) Meus irmãos e minhas irmãs! Deus não fez (1) o mundo perfeito (2)! Quantos milhões de anos levou até daquela massa fermentada (3) o acaso fizesse (4) nascer o primeiro homem. Vejam: a pessoa que dá um sermão destes, é um perfeito herege. Ele aqui nega três verdades essenciais, e por tabela nega todo o princípio divino da criação, conforme está anunciado no Livro do Gênesis. Ora:
 
1 > Deus, sim, fez o mundo, Deus criou todas as coisas, e qualquer pessoa que negue este princípio, não se pode considerar católico, se insistir no erro deve ser excomungado, seja ele bispo, seja ele um leigo. Católico é que não pode ser.
 
2 > E Deus, fez sim, um mundo absolutamente perfeito, sem nenhuma falha sequer, sem nada que pudesse atrapalhar a vida das espécies vegetais e dos seres viventes. Porque está muito claro nas Escrituras: Deus viu que tudo era bom! Ora, se Deus tem algo por bom, como não será também absolutamente perfeito? Cada animal foi criado por Ele já pronto e acabado, e cada “aprendizado”, ou “adaptação” deste animal não constitui “evolução” como se pretende, mas sim perfeição invisível de Deus. Nem o vôo errático de uma libélula é feito pela vontade do pequeno ser, mas até nisso funciona a perfeição do Criador, que a conduz ao alimento, à procriação, à vida. Nem um só verme que nesta terra se movimenta, dá um só contorce, sem que a vontade de Deus ali se manifeste. Tudo o que se originou de imperfeito no mundo, depois do homem, foi em vista do pecado do próprio homem. E o maior pecado dele, é negar a evidência da perfeição do Criador.
 
3 > Deus criou a todo o Universo, do nada. Não existia massa fermentada alguma e se há aqui alguma coisa que fermentou foi o cérebro de quem disse isso. Porque Deus é anterior a tudo e a todos, e antes de haver uma tal massa – se houvesse, e não havia – alguém a deveria ter criado. Somente Deus tira as coisas do nada! A verdadeira Doutrina da Igreja condena o evolucionismo como heresia e ainda combate tenazmente qualquer tentativa de tirar Deus fora do processo Criador. Isso vem de satanás!
 
4 > O acaso nada cria, nada forma. Se a Escritura diz que Deus criou o homem, e fê-lo à Sua Imagem e semelhança, negar este princípio não implica somente em negar as santas Escrituras, mas implica em rejeitar fulminantemente a filiação divina. Deus já criou ao homem completo,  indivíduo, e sem necessidade de passagem por outra espécie animal – macaco, por exemplo (para dizerem que Deus tem cara de macaco?) – antes de chegar a ser o que ele é hoje. Na realidade Deus fez mesmo o homem adaptável, já a cada ambiente, a cada era glacial – onde assumiu certos aspectos diferentes – mas isso não se fez por um processo íntimo de adaptação natural e por força do próprio homem, mas sim por uma maravilhosa engenharia criativa, da Sabedoria infinita de Deus.
 
B) Outra heresia que se espalha por todos os cursos bíblicos como um rastilho inflamado é a demoníaca tese de que os Evangelhos não foram inspirados por Deus, e sim foram escritos pelas primeiras comunidades cristãs, de acordo com as suas necessidades e suas peculiaridades. Isso conduz a uma visão errada de que, tais palavras não servem mais para hoje, e que também nós podemos interpretar as Escrituras de acordo como nossa vontade, e nosso tempo atual. Esta heresia tem origem em Lutero, o capitão mor de todos os hereges, e é o relativismo, o demônio doutrinal deste tempo de trevas.
 
     Que todos entendam bem e gravem o seguinte: É falso que os Evangelhos foram escritos visando apenas uma "determinada comunidade". Os Evangelhos foram escritos visando toda a Igreja, para que servisse a todos os homens, em todos os tempos. A Palavra de Deus é uma só, é imutável, e mesmo daqui há milhões de anos continuará válida, sempre a mesma, caso haja ainda homens na terra. Os autores bíblicos, de todos os 73 livros considerados pela Igreja Católica, foram homens inspirados por Deus, mais que inspirados, foram realmente conduzidos por Ele, sem falta, sem erro.
 
     O Livro do Apocalipse de São João, é um exemplo! Ela começa dizendo: Revelação de Nosso Senhor Jesus Cristo... que por intermédio do Seu anjo comunicou ao servo João. João não escreveu nada de sua própria cabeça, apenas relatou as visões que lhe foram apresentadas diante dos olhos pelo próprio Deus. E quando ele escreveu – no início – para aquelas sete Igrejas, não se referia a elas especificamente, mas simbolizando todas as Igrejas da terra, que existiriam no tempo – hoje – em que tais visões e revelações viessem a acontecer. E assim, todos os livros foram diretamente inspirados por Deus, muitos por efetivo ditado, tal como as “mensagens” que hoje recebem certos profetas atuais.
 
     Refute pois, por mentira, e não aceite esta tese ordinária, que visa apenas jogo de palavras e fantasias, que têm somente o intuito de desviar os incautos da boa e sã doutrina, abrindo caminho para que os hereges possam plantar semente de joio no meio da letra das Escrituras. Um exemplo de aplicação desta tese, nos é dado pelo pregador do exemplo “A”, acima, que trata o livro do Gênesis como ficção, obra escrita por um homem qualquer e exclusiva para um tempo antigo, onde os homens não haviam evoluído ainda, nas ciências, como hoje. Dizem, então, que a “ciência moderna”, não comporta uma visão tão simplista da Obra da Criação, como aquela descrita o Gênesis.
 
     Ora, se eu rezo “Creio em Deus, Pai Todo Poderoso, Criador do Ce e da terra”, não posso jamais fazer uma homilia, que retire Deus do processo da criação. Deus pode sim, ter criado a terra em apenas seis dias, assim como fala o Gênesis – falo em seis dias como os de hoje – até porque isso para o Todo Poderoso é simples. Ó sim, me interpelarão sobre os fósseis, sobre os vestígios de civilizações passadas, ossos e construções antigas, também os dinossauros extintos, e as camadas geológicas, os efeitos das glaciações, do super aquecimento, da erosão – que mais? – tudo isso Ele pode ter plantado como pista, a fim de embasbacar os incautos. E tudo sem esquecer de um só detalhe. Mas, se estes seis dias quiserem simbolizar seis trilhões de anos, que diferença fará para quem é Eterno?
 
C > Outro efeito mirabolante dos falsos doutrinadores, se atiça no sentido de desmistificar tudo aquilo das Escrituras, que não pode ser explicado pela razão. Todos os fenômenos extraordinários que acompanharam, por exemplo, o povo judeu durante o Êxodo – são negados veementemente, sob pretexto de ser mera linguagem catequética dos autores daqueles escritos. Assim, negam a passagem do Mar Vermelho, negam o maná, negam as codornas, negam as águas que vertiam das pedras, negam a nuvem que acompanhava o povo e em seu lugar arrumam estapafúrdias teorias científicas, bem ao gosto protestante, dos que, sem gosto de cumprir fielmente a Lei, deleitam-se em deturpa-la!
 
     Mais que isso, sob o mesmo pretexto maldito de “simples linguagem catequética” dos autores dos quatro Evangelhos, negam os próprios milagres de Jesus, como se fossem apenas figuras de linguagem, no que fazem Jesus de farsante, e os evangelistas de mentirosos. Então toda a vida de Jesus e de seus apóstolos, passa a ser assim para estes hereges e blasfemos, uma simples ilusão de ótica, e todos os perfeitos e fiéis relatos dos Evangelhos – nada mais que simples fábulas de efeito pedagógico – uma visão simplista, relatada por um povo ignorante, e apenas para o tempo deles. Então a Santa Igreja, teria perdido dois mil anos de história e dor, sofrimento e martírio, em arrastar pelos séculos aquela “carniça” doutrinária imprestável, cheia de mentiras e falsidades, eis que hoje o mundo está cheio de novos doutores e teólogos, cientistas, que podem com mais clareza explicar aquilo que um Deus deve, ou não deve fazer. É isso o que querem?
 
     Atenção: quem desmistifica, ou tenta negar a realidade dos milagres de Jesus, assim como eles são fielmente relatados nos Evangelhos – cura de leprosos, expulsão real de demônios, cura real de cegos de nascença, cura de surdos-mudos, e até ressurreição real de mortos – nega também o poder de Deus, não pode mais rezar o Credo, nem sequer dizer que é católico. Da mesma forma acontece, com todos os milagres e prodígios realizados por Deus nos tempos antigos, em atenção a seu povo e para manifestação de sua Glória! Quem negar isso, pregando outra forma diferente, como dizem: “científica”, de explicar estas passagens, esta pessoa está automaticamente excluída do convívio da Igreja, por semear o joio e pregar a heresia. Seu Deus, afinal, não é nem Todo Poderoso, nem Deus. Então não é o mesmo Deus Onipotente e Onisciente da Igreja católica!
 
C > Outra corrente poderosa dos vendavais heréticos e protestantes de hoje, fartamente já enquistada na Igreja Católica, é aquela que nega a existência do purgatório e até do inferno e dos demônios. Comecemos pelo primeiro:
 
     A doutrina da Igreja Católica, conforme está bem claro no Catecismo – 1031 – foi bem formulada pelos Concílios de Florença e de Trento. Eu começo dizendo os seguinte: o Purgatório é tão necessário, tão indispensável no processo de salvação, que se fôssemos aplicar sem ele, a Doutrina de forma exata, e cobrar os efeitos dela com precisão absoluta – falo aqui pelo modo de julgar humano – praticamente ninguém chegaria ao Céu. Então, se temos num Criador, e este nos tivesse criado destinados à perda, teríamos Nele não um Deus, mas um demônio. Pela mesma ótica, se todos fossem pré-destinados à salvação, sem mérito ou esforço algum – e até com esforço violento em contrário – e ainda independente da própria vontade – não teríamos por Deus um Juiz Perfeito, mas um ser devasso, morador de um “céu” infernal, uma porcaria igual a que fizemos deste mundo, criado por Deus tão perfeito. Não seria alguém misericordioso, mas sim um ser alienado.
 
    O Purgatório, embora pouco fundamentado nas Escrituras, na realidade exprime de uma forma explosiva, a imensidão da Misericórdia, e também a extrema perfeição da Justiça divina. Se não houvesse um purgatório, o Céu seria diminuto, quase infeliz. Porque a Misericórdia em Deus, tal como Sua Justiça, são incomensuráveis. E somente isso pode dar um Céu também incomensurável de alegrias eternas. Só os que passam pelo incrível e milimétrico alcance da Justiça divina – a satisfazem plenamente – é tem direito a entrar naquele idílio eterno, destinado aos justos e puros.
 
    Digamos um protestante, destes que nega com tanta força ao purgatório. Ele acha que, por ter aceitado Jesus, já está salvo. Mas ele não se confessa – como Jesus mandou – ele não pede perdão, porque se acha acima da lei, e verdade é que, em vida, mente, rouba, mata, trafica, explora, corrompe, é corrompido; como imaginar que levando isso tudo na bagagem ao morrer, poderá chegar diante de Deus, sem a cara cheia de vergonha do que fez? Quem ele pensa que Deus é? Um moleque igual a si mesmo? Como é que ele imagina, que poderá entrar no seio puríssimo de Deus, tendo levado esta vida blasfema e ordinária que levou aqui, e que o Senhor o aceite como se nada tivesse ocorrido, e lhe desse prêmio eterno sem JUSTIÇA? Nada disso: no Purgatório ele poderá expiar toda a farsa que foi sua vida de porta larga, aí sim entenderá quão magnífico é o Céu, e Deus. Veja: isso serve também para os católicos, e todos os que negam o purgatório!
 
    Inferno? Eis aí outro desvario de milhares de doutores e falsos teólogos. Dizem que o inferno é um mito. Coisa da cabeça dos historiadores antigos. Dizem que foi apenas uma catequese antiga da Igreja para converter pelo medo. Dizem que um Deus bondoso como o nosso, tão misericordioso, e compassivo, jamais iria criar um inferno e deseja-lo para uma criatura sua. Ó malditos! Ide para o fogo eterno, vós que Me tentais assim!... Seriam estas as palavras que mereceriam da parte de Deus Altíssimo, tais falsos e tão mentirosos. Não acreditem neles, pois seu desejo é vossa condenação eterna.
 
    Tais pregadores da tragédia falam assim, porque sua alma está atormentada por mil vícios e torpezas, das quais não conseguem mais se desvencilhar. Então fazem o jogo do diabo, dizendo que ele não existe, enquanto isso ele age sub-repticiamente. Tentam levar todos ao pecado, imaginando falsamente, que se todos são pecadores, então ninguém condenará ou poderá apontar o dedo sujo para ninguém. Ou então, Deus terá que mudar Sua Justiça, para adapta-la ao modo de pensar, e aos desejos e caprichos humanos. Tudo tem apenas este sentido. Um padre não santo, não poderá falar em santidade. Um leigo mau, jamais quererá ouvir sobre condenação. Mais ai dos que assim pensam:
 
    Existe uma Lei, e para esta lei vem embutida e pressuposta uma Justiça. Se não houvesse nada que contraditasse a Lei, para que uma Justiça? Se não fosse precisa a Justiça, para que a Lei? Pregar-se-ia então hosanas, à devassidão. Os homens, fazem suas leis e imediatamente determinam as penas cabíveis aos que a infringem. Mas isso em suas leis que são imperfeitas! Como então, a lei divina e perfeita, não terá no bojo também a condenação automática, impingida aos obstinados, aos que se esbaldam em feri-la? O inferno, não somente precisa existir – e existe com certeza – como deve ser aterrorizante, assombrosamente terrível. Isso porque, de outro lado, ele indicará o extremo oposto, o maravilhoso Céu, que o mesmo Deus criou para os que cumprem a mesma Lei. Se o castigo fosse pequeno, indicaria um Deus pequeno. E Deus não poderia criar nada que não fosse como Ele, imenso, de sentido eterno e infinito.
 
     Demônios? Da mesma forma como alguns negam o inferno, também maus doutores, aqueles que querem ver você ir para lá, negam obstinadamente a existência do demônio. Ora, Jesus, nos Evangelhos, referiu-se por 19 vezes ao demônio, como poderá ele não existir? Figura de linguagem, dizem? Mera expressão doutrinal? O fazem assim, os mesmos que negam os milagres de Jesus, portanto também o demônio é fábula para eles. De fato, Deus não criou o demônio, Deus criou anjo, entretanto ele se fez assim, por livre vontade. Ele se tornou a antítese completa de Deus, porque assim o quis. Ele imaginava que fosse dar nisso quando se revoltou? Perguntem isso a ele! Mas eu creio que, mesmo sabendo do horror do inferno que lhe estava reservado, ainda assim ele cairia, e cairia mil vezes mais, mesmo que Deus lhe desse, infinitas chances. Porque era um teimoso! Um cego de orgulho! Também o Catecismo atesta a existência do demônio, portanto, quem o nega cospe na Igreja, tendo já feito Deus por mentiroso. E demônio existe, é mentiroso como aqueles que o negam. E quem nega sua existência, se faz um dele.
 
 D > Todas as igrejas têm parte da verdade, Deus é um só! Eis aqui mais um grande, um monumental erro, que é assumido por muitos, em nome de um falso ecumenismo. Aliás, esta é a heresia chamada “americanismo”, uma praga moderna que já levou muitos padres e bispos ao inferno, não caiam vocês nela. Vejam: TUDO aquilo que é bom, útil, necessário e indispensável para a nossa salvação eterna, SEMPRE esteve e SOMENTE esteve na Igreja Católica. Eu disse TUDO, e tudo quer dizer isso: as outras religiões, todas, não têm UMA SÓ palavra própria, apenas sua, de verdade, que seja necessária à salvação, palavra esta, que não esteja bem clara e firmada na Doutrina da Igreja Católica.
 
    Além disso, conforme o documento da Igreja “Dominus Iesus”, assinado pelo então cardeal Ratzinguer e o Papa João Paulo II, “só existe salvação através da Igreja católica”. É preciso, para isso, que a pessoa se alimente dignamente da Carne e do Sangue de Jesus (Jo 6) além de crer nos mandamentos Dele e ser validamente batizado. O Papa tem razão quando assim afirma, e isso nós temos visto no clamor das outras religiões quando chegam diante do tribunal de Deus. Aqui são muito valentes em defender suas teses falsas, e suas mirabolantes teologias de porta larga e facilidade, mas lá caem de joelhos e rangem dos dentes, porque o purgatório os cata, quando não o padecimento eterno é seu destino. Para isso, basta que continuem obstinados a teimar sua equiparação com a Igreja católica. Pior, por obstinadamente querer derrubá-la.
 
     Então dizem os hereges: Se eu tivesse nascido na Arábia, seria maometano. Se tivesse nascido na China, seria budista, acham que Deus não quereria me salvar? Ó não, o Espírito Santo sopra onde quer diz São Paulo. Então Ele atua também junto a aquelas religiões...  Ora: Deus Santo, melhor fora a este herege, tivesse ficado mudo antes de dizer tal abominação. Já repeti aqui mil vezes e volto a repetir: o Espírito Santo jamais atuou, nem jamais atuará dentro das seitas e muito menos dentro de outras religiões, ou seria um Espírito de divisão e um demônio. Deus somente Se manifesta a eles, no sentido de os trazer para a Luz da Verdade, á unidade, jamais para que continuem a se prostituir com as trevas. Como são obstinados no mal, budistas e maometanos, são milhares de anos de tentativas frustradas do Espírito Santo, em os trazer para a verdade. Virá então a justiça, para que sejam julgados e condenados todos aqueles que amaram a mentira. Que vivem dela, e que querem de todas as formas levar outros a este caminho tenebroso.
 
     O grande responsável por este escabroso pensamento é por certo o falso ecumenismo tão condenado pelo Papa. Se estas pessoas seguissem fielmente os ensinamentos da Igreja e não se metessem nivelar as religiões pelo fulcro da mentira, não teríamos que ver e ouvir aberrações como estamos percebendo. Aberração de uma Ministra da Comunhão, nos avisos ao final da Santa Missa, convidar aos fiéis a irem todos depois da celebração, a um terreiro de macumba para prestarem uma homenagem à consciência negra. Para ir lá se contaminarem naquela espelunca fedorenta? Na casa do próprio satanás? Como se pudesse haver algum ecumenismo, com quem adora ao demônio!?
 
     Neste sentido, todos os católicos que desprezam nossos dogmas, nossas imagens, os objetos de culto ao nosso Deus, em troca de floreios e despachos com aqueles que servem a Belzebu, em troca de “bênçãos” e “passes mediúnicos”, de pai-de-santo, estão fora da Igreja Católica verdadeira, que proíbe completamente tal procedimento. Nós só devemos manter, com todas as religiões, uma política de boa convivência, de respeito, sem guerras e ataques, mas jamais descer ao nível da mentira deles. Um bom ecumenismo poderia sim, ser feito entre os seguidores de Cristo, mas somente entre estes, jamais com os seguidores de Belzebu. Jamais com aqueles que se promiscuem com Lúcifer.
 
     E com os protestantes, ainda, todo ecumenismo deveria ser levado no sentido  apenas de os trazer de volta unidade. Jamais renegar nossos dogmas porque eles não os aceitam. Jamais deixar de lado nossas imagens e objetos de culto, porque eles não querem. Jamais deixar de lado a Eucaristia, porque eles não a vivem. Nem deixar de viver os sacramentos, só porque eles não acreditam em sua eficácia salvadora. A Igreja Católica tinha 1.500 anos quando surgiu Lutero. Como despejar no lixo tudo isso, em nome de ecumenismo?
 
     Gritam então os rebeldes ecumênicos: deixemos de lado o que nos divide, e fiquemos naquilo que nos une! Ora, está aí mais uma frase de efeito bem bolada por satã. Na mentira deles não se pode ligar a verdade. Eles tentam viver meio Jesus, bem a seu gosto de rebeldia, então nada temos que nos une. Uma pequena mentira, mesmo diminuta, é sempre uma mentira, hoje e sempre, eternamente. Uma seita, sempre será uma seita, enquanto se mantiver longe da Igreja de onde saiu. E toda a “verdade” que se juntar com ela, estará caminhando para ser outra seita, nunca outra Verdade. Ou seja: A Igreja católica, caso abdique de suas verdades eternas, em nome de meias verdades, passará a ser outra seita. Deus nada tem a ver com meias verdades, aliás, grandes mentiras.
 
     Na realidade, isso faz parte da velha luta entre os filhos da Virgem e os filhos da serpente. O grande problema é que alguns que se dizem filhos da Virgem se mudaram hoje de mala e cuia, para as hostes da serpente. E querem que todos sejamos serpentes e os sigamos pelos caminhos da rebeldia. Nós, porém, nos devemos manter fiéis ao que a Igreja sempre ensinou, não nos deixando levar por ventos de doutrina, por novidades estranhas e que fogem completamente da doutrina milenar da Igreja. Nossa Santa Igreja não é alimentada por novidades, mas por verdades eternas e imutáveis. Todas mudanças que tentam forçar dentro dela, vem de apóstatas, que se guiam pelo guiso da serpente.
 
     Pois bem nos diz São Paulo: O Espírito diz expressamente que nos tempos vindouros – e chegamos hoje há este tempo – alguns hão de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos embusteiros e a doutrinas diabólicas, de hipócritas e impostores, dos marcados na própria consciência com o ferrete da infâmia (I Tim, 4, 1-2). Eles serão levados a isso por pessoas que “ensinam doutrinas extravagantes, fábulas e genealogias” (1, 4). Pois certamente que “apartando-se desta norma, alguns se entregaram a discursos vãos. Pretensos doutores que não compreendem nem o que dizem, nem o que afirmam” (1, 6-7). São na realidade “homens infames, perjuros, que se opõe à sã doutrina e ao Evangelho glorioso de Deus bendito” (1, 10) Foge deles, nos diz São Paulo! E devemos fugir deles, sim! E rápido!.
 
     Enumero enfim, uma seqüência de erros, de mudanças que querem e estão trazendo para dentro da Igreja, a fim de que o leitor tome atenção. Está agindo pela ordem de satã, e contra a verdadeira Igreja, todo aquele que, a qualquer pretexto, > retira das igrejas as nossas tradicionais imagens de culto > expulsa o Santíssimo da nave principal, mesmo que para capelinhas laterais e especiais > promove dentro da Igreja e nas Missas, certas celebrações com hereges, com protestantes, com macumbeiros e espíritas em nome de um hediondo ecumenismo > faz da Santa Missa um teatro, vestindo-se de palhaços ou com trajes indígenas, com motivos afro ou satânico, > ou quem distribui a Eucaristia, àqueles que estão em pecado continuado, ou aos participantes de seitas secretas, e que aceitam destas o dinheiro, para reformas, pinturas e artes modernas em nossos espaços sagrados.
 
     Age, também, por força das trevas, quem descumpre acintosamente todas as cartas e os documentos do Santo Padre, quem descumpre o Catecismo da Igreja, quem distorce e deturpa as Palavras das Escrituras, e nisso se inclui a covardia espiritual de fugir do tema dos Fins dos Tempos, permitindo com isso que o povo não esteja preparado para o Senhor que vem, e vem como um ladrão, à noite, e noite que se aproxima nebulosa. Eles pagarão duramente por todos aqueles que forem apanhados de surpresa ou que não se prepararam devidamente como as noivas imprudentes. Quem pagará isso são os pastores que se fizeram cães mudos, que clamam por terra, enquanto povo implora o Céu.
 
     De fato, o Senhor está próximo! Seus sinais estão visíveis a todos aqueles que não se deixaram cegar pelo orgulho de seus títulos, nem pelas falsas doutrinas de seus mestres. Já ouço um réquiem a todos os hereges. Os quatro anjos já estão a postos! Basta um só sinal do Senhor, e o sopro de Sua boca levará de roldão todos os hereges e suas teorias, os desobedientes à Igreja e ao Papa, e todos aqueles que os quiserem seguir. Ai deles!
Aarão


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