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Artigos Site Aarão




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Postado em: 18/07/10 às 11:01:14 por: James
Categoria: Artigos Site Aarão
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Eu deveria colocar como título, na verdade “minha infinita miséria”, porque somente esta palavra “infinita”, coloca toda a verdade naquilo que gostaria de hoje comentar. Pois é nesta infinita miséria que nós somos, o que tenho meditado nestes últimos dias, ao tempo em que vou fazendo uma e outra declaração do IR. Será o último ano de miséria, até que venha o Reino?

Nos últimos anos, resumindo grande parte daquilo que tenho aprendido a respeito do homem moderno, uma palavra surge como principal: loucura do ser! Nunca, como nos dias de hoje a humanidade buscou tanto o ser mais, melhor, mais rico, mais forte, mais belo, mais ágil, mais culto, mais inteligente, o máximo, extremo e até o mais santo! E na outra ponta existem os que têm orgulho de serem maus, cruéis, devassos e assassinos.
 
A palavra que resume tudo isso, naturalmente é orgulho! Esta a semente maligna que foi plantada na alma humana por satanás, para que o homem trilhasse exatamente o mesmo caminho que ele trilhou, e acabasse no mesmo lugar que ele “conquistou” e para sempre: o lago de fogo eterno, este o destino de todos os orgulhosos! Falo dos que “se acham” alguma coisa. O fato é que nunca, em todos estes anos, soube que tivesse entrado alguém no céu, que fosse realmente grande neste mundo. No céu somente entram os menos, os menores, os pequenos e humildes, as crianças! Todos os santos foram crianças de Deus!
 
Então me fiz esta pergunta: terá um homem, uma mulher, seja ele ou ela quem for e que tenha mesmo algo de se orgulhar? Falo como algo de si mesmo, que tenha conquistado por mérito seu, e sem a contribuição de alguém? A resposta é não, e somente a total ignorância sobre o INFINITO de Deus, pode levar alguém a “se achar”.
 
Porque em tudo eu vejo a minha inaudita miséria. Por mais que pense, raciocine, imagine e esprema o meu cérebro, não consigo passar de um grão de pó. Como diz o Salmo 143, 3 Que é o homem, Senhor, para cuidardes dele, que é o filho do homem para que vos ocupeis dele? 4 O homem é semelhante ao sopro da brisa, seus dias são como a sombra que passa.
 
Vejo minha miséria desde meu início brotando de duas pequeninas células, que no fundo são o sinal mais perfeito do meu nada. Como posso imaginar que algum dia eu serei mais que isso, se nem deste grão de pó inicial tive algo que não tivesse sido dado? Como eu posso querer dar meu grito de liberdade contra Deus, se por mim mesmo nem sou capaz de sorver um mísero trago de ar?
 
No seio materno, durante meses senti também as dores de minha querida mãe – embora também o seu amor – e toda angústia do primogênito que quase a matou na hora do parto. Ou seja: desde ali a dor, a incerteza, a angústia são partes constantes da vida do ser humano. Vida, ou sopro? Como está no Salmo 95: 10 Os homens não passam de um sopro, e de uma mentira os filhos dos homens. Eles sobem na concha da balança, pois todos juntos são mais leves que o vento.
 
Ao nascer, entre dores espantosas, vejo-me nu e sujo a tiritar de frio. Não fora o cuidado da parteira, e depois de minha mãe mal saído do ventre eu não daria um só passo além. E morreria ali mesmo, como um pequenino verme a gritar, até esvair-se nas forças. Sempre a precisar de alguém a me ajudar.
 
Sigo depois aos primeiros passos, sempre ajudado, sempre amparado, sempre precisando de outras pessoas, senão jamais chegaria à idade adulta. Fraco, indefeso, desamparado, sujeito a dores e doenças, tendo que penetrar num mundo mau, cheio de meninos mal educados, soberbos, sofrendo perseguições inauditas para uma criança.
 
Entro na adolescência, magro, feio, pobre, simples agricultor, mãos calejadas, pele rude e queimada pelo sol, sempre rebaixado e rebaixando-me ainda mais, especialmente diante dos meus colegas de turma, que tinham mais, que eram mais, que podiam mais...
 
Na juventude novas provações, novos entraves, sem dinheiro para estudar, e sequer uma bolsa de estudo para fazer uma faculdade, sem um padrinho que me ajudasse e me desse uma força, um mínimo empurrãozinho. E assim eu conhecia o mundo... Só miséria e pó!
 
E nesta miséria, neste esmagamento, que me restava senão devorar livros e engolir bibliotecas, quando não os trapos de jornal juntados nas sarjetas, as revistas esquecidas nos cantos, e no velho baú de meu avô Fernando, tão preocupado com educação e escola.
 
Então, às vezes eu sonhava, outros mundos, outras esferas e passeava pelo oceano da riqueza, do grande nome na sociedade, do reconhecimento humano, do bem estar, do prazer, das muitas mulheres e de tudo aquilo que o dinheiro pode comprar. Tudo tristemente impossível, porque tudo isso eram momentos, planos, projetos, que sempre esbarravam num poço infinito de miséria: eu mesmo!
 
No auge de minha vontade de ser, uma noite sonhei assim: eu entrava em um quarto escuro, e tão logo botei os pés ali, senti a presença horrível dos demônios, não um só, mas muitos. E havia aquela escuridão, não via nada! Neste momento uma mão poderosa me toma pelo cangote e com a rapidez de um raio me cola o nariz no pó e diz: se queres vencer o demônio, humilha-te diante de Deus! Já falei isso, e aconteceu bem assim!
 
Qual demônio deveria eu vencer? O demônio do orgulho, que faz querer ser mais que os outros, se achar melhor, e humilhar, e esmagar aos menos favorecidos, a ter tudo sem se preocupar com quem nada tem... Humilha-te diante de Deus! Só então percebi, e dei um grito, aquele ainda troa e ribomba constantemente em meu ouvido: miséria infinita! Nada!
 
Que sou eu? Cegueira, nudez, fraqueza, ignorância, angústia, deficiência, incapacidade, dor, tristeza, medo, impotência, mãos atadas... e dentro disso tudo, apenas uma alma, que passou a se preocupar com as almas, e com a salvação delas, única forma de sobrepujar tudo e isso daqui, e dar um salto, e este rumo ao infinito... Ao tudo em Deus!
 
E então me veio esta vontade, coercitiva, inarredável, que me instiga me fustiga a ir avante, tentando mostrar ao mundo, a todos e a tudo o que nos cerca, de que também com eles se dá o que se passou comigo: que todos somos apenas miséria e pó, e que sem uma ligação íntima com o Poder Supremo, nosso destino é o desaparecimento eterno. Que é tempo de buscar apenas o que não passa e o que constrói para a eternidade.
 
Então pergunto: diante de tantas deficiências, entraves e impossibilidades como posso achar que sou alguma coisa, se nada tenho de meu além desta pequena vontade? Uma vontade que até ela depende ainda do sopro de vida que me vem do Altíssimo?
 
E então, vendo o comportamento dos outros e vendo o comportamento do mundo, e não para crítica e sim como alerta, passei como que a sentir as dores dos purgatórios dos que se afundam em faltas leves, e o inferno dos que afundam nos pecados graves.
 
E sinto a dor da nossa Igreja, atacada por todos os lados, combatida com a mentira, posta como vidraça diante de todos os desmandos do mundo, e assim conspurcada como o foi Jesus um dia, e dilacerada, e cravada a ferros, prestes a ter seu fim na Cruz.
 
Sinto a tristeza de ver que os novos cravos postos em Jesus, são feitos da desobediência de larga parte do clero, soberbo, arrogante, teológico, ufano, criador e seguidor de falsas doutrinas de perdição, e que segue para a perdição, rebanho atrás!
 
Sinto a angústia de perceber a cegueira de ver tantos luminares de nossa Igreja, tramando solertemente contra ela, e que em nome de uma insana maioria, se arroga o direito de criar doutrina, divergindo do Papa Bento XVI, de quem escarnece, pois odeia. Cegueira que não os deixa perceber que, desobedecendo a Pedro, estão fora da Rocha e assim se batem contra ela, mal sabendo que quem contra ela se bater será esmagado.
 
Sinto a impotência de não ser capaz de mostrar a todos eles, que seguindo doutrinas de sua criação, contrárias a Pedro, desafiantes a Pedro, com isso, eles mesmos dão provas de que cumprem a apostasia predita nas Escrituras, justo eles que as dizem tão bem conhecer, com suas falsas teologias?
 
Vejo minha miséria, quando não consigo fazer penetrar nas mentes soberbas de tantos de nossos pastores, que eles caminham para um falso ecumenismo, e que tentando unir todos os credos num só, negam a verdade um pouco a cada dia, flagelam a Cristo a cada instante e fazem fenecer a Igreja, pois a nivelam por baixo, pelo mínimo, para o nada, para um infindável abismo... Aonde chegarão sozinhos, pois antes Deus agirá!
 
Vejo minha impotência, quando não consigo fazer penetrar nas mentes de nossos bispos, que as suas Campanhas da Fraternidade, suas dezenas de pastorais, suas formas “modernas” de dirigir suas dioceses e toda a sua “eclesiologia”, que tudo isso não leva para Deus, nem salva almas, porque é doutrina humana, terrena, falha e mortal.
 
Vejo minha impotência, quando estas Campanhas da Fraternidade, mesmo não dando nenhum fruto de eternidade, porque tratam da tartaruga, da vitória régia, do mico leão, da fauna e da flora, continuam a ser produzidas, para tristeza do Deus que nos disse claramente: O Pai cuida dos animais, e das flores do campo! E quem cuida das almas?
 
Vejo se exacerbar minha tristeza, quando percebo esta catequese mal feita, conduzida por pessoas que não entendem nada da Igreja, nada da Doutrina, nada de coisa alguma – embora algumas abnegadas – que mal sabem que está exatamente aqui, na catequese falha, a fonte de todos os abandonos da Igreja, e das fugas rumos às seitas! Como não percebem que apenas maus católicos e católicos mal formados demandam outros credos?
 
Vejo minha infinita miséria, quando percebo os pastores de todos os níveis se tornando lobos, quando desobedecem ao Papa, quando descumprem, não aplicam ou fazem bem o contrário do que são obrigados por voto, falo dos documentos da Igreja, cada um fazendo o que quer, o que bem entende, o que acredita ser a verdade. Mesmo sendo mentira!
 
Vejo minha miséria, quando me sinto incapaz de conter, na Igreja, a onda de desprezo por tudo aquilo que é santo, divino e sagrado. Quando vejo as igrejas despidas de imagens dos santos, os bancos sem genuflexórios, os Sacrários escondidos em cantos escuros, ou fora da Igreja, ou totalmente derrubados, tudo isso a som da orquestra infernal, que já faz dos átrios de muitas capelas, apenas pistas de demônios... Em nome da liturgia moderna!
 
Vejo minha fragilidade, diante de uma falsa igreja que não mais reza, que combate o Terço, que abomina o Rosário, que combate a oração como devocionismo ultrapassado, e que fala em obras, quando na verdade a única obra que conta, e necessária é a de salvação eterna das almas, esta a maior e suprema caridade.
 
Vejo minha impotência, diante do avanço maléfico da falsa teologia da libertação, que busca no fundo libertar-se de Deus, quando pretende construir um pretenso paraíso terrestre, com casa, trabalho e comida “em abundância” para todos, achando que isso é doutrina de Cristo quando de fato é doutrina de satanás. Se Jesus tivesse morrido por causa desta coisa miserável seria um tolo o Pai que isso Lhe pediu, um mentecapto.
 
Vejo minha tristeza explodir, quando percebo que os bons e santos padres, fiéis, os que ainda obedecem ao Papa, que seguem com fidelidade o Catecismo da Igreja, que ainda falam e combatem o pecado, que confessam e se confessam, que vivem e amam a Santa Missa, que fazem sua vida de santidade entre o sacrário e o confessionário, eles todos, sendo jogados para fora de suas paróquias, combatidos e abandonados. Dói na alma!
 
Vejo minha angústia, quase desespero, ao ver explodir centenas de casos de padres que desonram seu ministério sagrado; que insanamente golpeiam a Cristo com os cravos da pedofilia, com a lança do homossexualismo ativo e hediondo, com as cusparadas e os escarros do envolvimento com mulheres, com escândalos contínuos dos mais escabrosos, provocando assim o aviltamento da Igreja, que os acolheu e os formou, no que fazem suas almas de repasto para Asmodeu, o demônio da luxúria!
 
Vejo minha miséria, quando quase posso sentir a imensa cruz que hoje carrega o Santo Padre o Papa Bento XV, sendo constantemente obrigado a curvar-se, a humilhar-se e a pedir perdão pela Igreja por crimes e pelos desmandos cometidos por alguns renegados membros metidos no seio dela. A passar vergonha, e mesmo assim ser escarnecido pelo mundo, que afunda no abismo da imoralidade.
 
Vejo minha miséria ao saber que em muitos lugares o patrimônio da Igreja precisa ser vendido para pagar indenizações de abusos de padres contra crianças, no que a faz encolher e murchar, entre degradações e desregramentos. Resta-me neste caso o consolo de que se tornando menor, se tornará mais santa e mais pura, mais próxima do presépio de Jesus, do que da catedral de satanás, e que pode ser até a mansão de um bispo.
 
Vejo minha miséria, quando percebo a juventude afundar no pecado, insanamente levada a isso por uma falsa psicologia, uma moderna educação, que a faz afundar nas drogas, na prostituição, no crime e no vício, porque perdeu já completamente a visão de futuro, pois vê desabarem diante de si todas as perspectivas de futuro.
 
Vejo minha pequenez angustiada, quando vejo o clero em conferências das conferências, a exigir mudanças impossíveis, como casamento de padres, ordenação de mulheres, dar comunhão pessoas em pecado continuado, coisas que provocam tantos desgostos ao Papa e mais desgostos ainda a Jesus Cristo.
 
Vejo enfim, quanto à Igreja, minha impotência ao perceber que hoje se quer implementar um falso projeto de evangelização de levar a “igreja ao povo”, quando uma Igreja de fato existe unicamente com a finalidade de levar o “povo para Deus”. Igreja que parte insana dela deixou de ser mãe, para ser madrasta, que esgana os filhos e joga pela janela, quando em nome do ecumenismo falso manda os filhos para as seitas dizendo que a verdade também está lá.
 
Vejo minha impotência infinita, quando percebo a própria infância sendo conduzida para a devassidão precoce, por músicas degeneradas, por filmes pornográficos, por danças de escândalo, por modas indecentes que esmagam a inocência, ainda pelo ensino do vício torpe do homossexualismo, que com isso explode, e na verdade é ali que aflora. Mais do que tudo, esta perdição vem de pais que não mais educam para a santidade.
 
Vejo minhas mãos amarradas, quando não consigo fazer entender a todas as mulheres, que não devem prostituir seus corpos com vestimentas malignas; com modas indecentes e provocativas, que as fazem fêmeas e não mulheres santas, porque sei que estas modas podem até atrair homens e fluir delírios, mas porque provocam dilúvios de pecados e servem para deleite do mundo são horrendas para se apresentar com elas diante do Juiz! Jamais vi tamanha coisificação da mulher. Quando perceberão que são usadas? E abusadas?
 
Vejo minha impotência, diante de milhões de mães fora de casa, distantes da educação diária, contínua e onipresente de seus filhos; quando saem a disputar cargos e salários com os homens, e posições e mando, e sobrepujá-los em qualquer terreno, mal sabendo que com isso conspurcam a santidade do lar, e mal sabendo que seria construindo lares santos que a elas foi pedido, pelo próprio Deus, construir um mundo bom e santo. Sim. construindo antes maridos santos e filhos do mesmo quilate, pois fora do lar e longe da família, elas destroem a família, a Igreja e o mundo!
 
Vejo minha impotência e fraqueza, diante de milhões de famílias destroçadas, porque antes de tudo distantes da oração e de Deus; famílias que optaram por construir um mundo e elegeram o dinheiro por divindade, a busca do ser por meta suprema, isso quando sem oração em família e longe, e sem Deus, tudo é ruína, desagregação, brigas, traições e divórcios. Como isso, sofrem os filhos, sofre a sociedade e morre a Igreja, porque a família é a célula que a forma. Sem famílias santas, não existe Igreja Santa.
 
Vejo minha impotência e miséria, diante do avanço das leis do aborto em todos os países e mesmo contra a vontade da maioria do povo, também as leis que premiam o grande mal do homossexualismo e das uniões entre parceiros do mesmo sexo, ambos caminhos de perdição e de destruição da humanidade, porque atentam contra a vida e são estéreis.
 
Vejo minha incapacidade e impotência, diante de uma sociedade insana que resolveu premiar e proteger os animais, as bestas fedidas e sem alma, os quadrúpedes, batráquios ou ruminantes, todos acima do próprio homem. Isso quer urrem, zurrem, miem ou latam, a quem tratam por filhos, a quem dedicam suas vidas e seu dinheiro, seu amor e sua adoração, tudo isso enquanto fenece a vida humana, morrem as crianças de fome e doenças, e se mata os velhos como peso morto da sociedade.
 
Vejo com horror, a degradação extrema de uma sociedade, cujos pais esganam filhos e jogam pelas janelas, os cozinham em forno de micro-ondas, cortam com foices, parem e jogam vivos nos esgotos, abortam crias e fazem sabonetes, botam em conserva e as comem como demônios; enquanto isso, outros dormem com cachorros, beijam porcos, casam com cabras e éguas, unem-se homens com homens na torpeza, transam com bichos na imundícia, em nome da liberdade... Tudo sob a égide de satã! Sodoma já viu isso um dia!...
 
Vejo minha infinita incapacidade, na medida em que percebo o homem perdendo de todo a noção de pecado, do erro, chegando ao ponto de justificar as maiores torpezas e vícios em nome da liberdade.. Eis então a moral divina trocada pela ética – bandida – a caridade cristã, trocada pela vil solidariedade – mentirosa – o amor que vem de Deus, trocado pela fraternidade – fingida – mal sabendo que tudo isso faz a liberdade de ser filho de Deus, ser trocada pela obrigação de odiá-lO. Entrementes, todas estas palavras com origem nas trevas, povoam as homilias e incautamente enchem a boca dos padres e os documentos da Igreja.
 
Vejo minha fraqueza e impotência, diante de nossos governos corrompidos, imundos, que premiam os bandidos de ontem, que se amasiam solertemente com comunistas e outros maus, enquanto insistem em nome de um laicismo hediondo, promover todo tipo de lei que afronte a Lei Maior, aquela que vem de Deus. E mesmo assim, aumentam mais e mais os índices de popularidade dele, um atestado seguro da corrupção extrema do povo.
 
Enfim, minha miséria se confirma ao ultimo grau, quando não consigo alertar ao mundo sobre tudo isso: Que estes são claros sinais dos tempos; trata-se dos avisos insistentes de Deus, sobre a chegada do Grande e Terrível Dia do Senhor, nada mais que o dia da ira santa do Altíssimo, o dia da Justiça Eterna, pois Jesus virá em breve para cobrar todos estes desmandos, escárnios, desobediências, zombarias e crimes. Do último de minha miséria, minha preocupação é com as almas.
 
Tudo isso se confirma num mundo que desaba, na parte podre de nossa Igreja que cai na apostasia, num planeta já todo em transe, com evoluções contínuas em vista de tantas agressões, mal sabendo a humanidade que tudo isso já foi profetizado desde milênios, e que somente agora se cumpre na integridade.
 
Haverá mais um mistério de Deus escondido por trás de tanta zombaria, de tanto escárnio e de tantos desafios do homem contra Ele? Haverá cegueira maior no homem do que não perceber que o inferno inteiro está se derramando sobre o planeta, e que nos horizontes se prepara o palco da última e grande batalha de Deus contra seus inimigos?
 
Tudo bem, o homem já decidiu ser um deus, já deu seu grito de liberdade. Mal sabe ele que este mesmo grito já deu um dia o inferno, quando quis comandar o Universo pela “ciência do bem e do mal”. Ora, o homem moderno esqueceu igualmente o sentido do bem e por isso em breve deverá sentir o que realmente significa o mal.
 
Enfim, se o demônio, que é super inteligente, não sabia o alcance total da justiça divina – tinha apenas uma idéia – imaginem então o que acontecerá com o homem – que é um ser estúpido – caso resolva persistir até o fim em seu desafio. Se um só demônio – caso Deus o permitisse – é capaz de matar toda a humanidade em pouco tempo, e se o inferno inteiro, como seu poder somado não conseguiu suplantar a Deus, como poderá uma criatura miserável como o homem, imaginar que é alguma coisa?
 
Escutemos São Paulo, quando assim fala em II Cor 11, 29 Quem é fraco, que eu não seja fraco? Quem sofre escândalo, que eu não me consuma de dor? 30 Se for preciso que a gente se glorie, eu me gloriarei na minha fraqueza.
 
Talvez, e por conformar-me com esta constatação de São Paulo é que a nossa miséria se sente tão feliz quando vê, ainda, um padre santo agindo em favor da verdadeira Igreja. Quando vê uma boa catequista, falando da verdadeira Doutrina e não da ecologia. Quando vê um bispo santo, tentando conduzir seus padres e seus seminários pelos verdadeiros caminhos de Jesus Cristo, e não pelos desvios mortais e sanguinários de Che Guevara e de Fidel Castro.
 
E ficamos felizes – a nossa miséria – quando vemos tantos leigos afinados com nosso trabalho, que têm verdadeira obsessão pela salvação eterna, pela busca obstinada da pátria celeste e que não medem esforços nem dinheiro na divulgação dos sites e dos livros. E a cada novo apóstolo que Deus suscita para esta missão, nos faz vibrar de alegria, porque sabemos assim, que será exatamente com pequenos grãos de pó, verdadeiros abismos de miséria, que Deus haverá de culminar sua obra de redenção. Isso para que ninguém fale depois: foram os homens que fizeram isso!
 
Já uma vez na história, com apenas 300 soldados desarmados Gedeão arrasou um grande exército de 30 mil homens. Para Deus á fácil executar isso novamente, e fazendo-o através de grãos de pó, fará brilhar ainda mais seu esplendor, seu Poder e sua Glória. De fato, uma avalanche começa com a movimentação do primeiro grão, e alguns deles, movimentados pelo Altíssimo Onipotente, podem movimentar todo o planeta.
 
Por isso, embora nossa impotência, nossos medos, nossas incertezas, nossas angustias, nossos temores e nossas dificuldades e nossa miséria; embora os ataques que contra nós são desferidos, os escárnios, as zombarias, os risos de mofa e as maledicências, não temamos nada, pois isso faz parte do grande mistério deste tempo. Basta nos colocarmos sobre a proteção do Sagrado Manto de Maria, este poderoso escudo, que estaremos seguros para o que der e vier. Estando com Maria, seguramente estaremos com Jesus.
 
Acreditem: é esta miséria infinita que nós somos, que hoje está exatamente no “olho do furacão” dos tempos finais. Não existe missão mais importante, nem mandato maior em todo o planeta. Deus não se serve dos grandes, mas dos fracos, justamente para derrubar àqueles. É que satanás nunca aprende: ele fica a manobrar governos e governantes, exércitos e bombas, teologias & orgias teológicas, tramando revoltas, revoluções e guerras, enquanto isso Deus se serve de alguns grãos de pó...

E faz afundar a terra debaixo dos grandes! Não demora muito, e efetivamente o inferno ficará sem chão! E irá – ele que comanda tudo isso – para o lugar eterno, de onde nunca deveria ter saído! Eles e todos os que o seguirem até o fim, sem se arrepender.
 
Clamemos então, desde a nossa infinita miséria: Ave Maria!.... Não podemos mudar nada disso, mas o Deus a quem servimos pode. E Ele o fará, em breve!
 
Aarão 
 


www.recadosaarao.com.br

 

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